Eu estou doente.
Patologicamente indefinida.
Desconcertada da vida.
Em algum momento dela a luz ficou oprimida.
O escuro me remeteu ao conforto.
A luz de outrora,
Será ilusória?
E o eu de agora?
Somos o que somos,
Ou apenas cópias de outrora?
Não há nada novo, um leve repetir, gritando inutilmente para ser único.
Mas há um mistério,
Quem iniciou o ciclo?
E desconcertada eu fico.














