“If you touch me, I will kill you.”
Seus passos cessaram de imediato, como se paralisada pela voz feminina que mais e mais frequentemente parecia respingar ácido. Virou a cabeça em sua direção, queixo erguido na tentativa de ocultar o quão indefesa sentia-se perante a rainha. Apesar de tudo, reconhecia que Nahia era uma mulher de fibra; pena que era igualmente intolerante. “Allah forgive me, sometimes I wonder if you’re not looking for an excuse to do so,” murmurou, um pensamento tão doloroso quanto revoltante; no entanto, desde que Nahia ameaçara-a daquela forma— uma insinuação a qual Selimiye já não era tão ingênua para não compreender—, ela já não era capaz de desfazer-se dele. “But worry not, Your Grace. I don’t intend to even get close enough to you.”










