As antigas linotypes, onde os jornais eram montados com placas de chumbo, antecederam o «offset» que, em Portugal, só surgiria na década de 1960. Provocavam aos tipógrafos uma doença chamada «vulcanite» (obstrução da visão por uma película resultante de anos de trabalho com chumbo a ferver).
Estes azulejos, com profissões e eventos ligados à Imprensa e desenhados por Jorge Barradas e Stuart Carvalhaes, foram arrancados das escadarias do «Diário de Lisboa». Uma ínfima parcela foi doada a dois museus.
Havia vários milhares, ao longo de três lanços de escadas. Marina Tavares Dias explica tudo, no volume IV da Lisboa Desaparecida.
@ Lisboa desaparecida FB (Abril 2015)

















