Os iogues, no entanto, dizem que o descontentamento humano é simples caso de identidade equivocada. Nós somos infelizes porque achamos que somos meros indivíduos, sozinhos com nossos medos e falhas, com nosso ressentimento e nossa mortalidade. Acreditamos equivocadamente que nossos pequenos e limitados egos constituem toda a nossa natureza. Não conseguimos reconhecer nossa natureza mais profunda, não percebemos que, em algum lugar dentro de nós, existe um Eu supremo que está eternamente em paz. Esse Eu supremo é nossa verdadeira identidade, universal e divina.
Comer, Rezar, Amar – Elizabeth Gilbert














