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E se fosse ao contrário? #inversao #escravidao #racismo #independenciadobrasil 🏅⚖️ … nanquim descartável e marcadores a base de álcool sob papel A3 pra lembrar que racismo inverso não existe. 🛩 @nhobi_cerqueira 🇫🇷 (em Marseille) https://www.instagram.com/p/CTg11jCrnSu/?utm_medium=tumblr
Iniciando na inversão de papeis
Eu sou um homem heterossexual magro e bem dotado que, aos 26 anos, namorava uma mulher alguns anos mais experiente que eu. Ela era loira natural, magra, atlética, estatura mediana, seios pequenos e fogosa. Talvez não fosse tão fogosa quanto eu, mas ela tinha prazer em me ver saciado. Muitas vezes, antes de dormir, por exemplo, após já termos transado, eu ainda queria mais. A essa altura, ela já tinha gozado bastante comigo e não queria mais ser penetrada. Ela gostava de assistir eu me masturbando em sua intenção. Vez ou outra ela me excitava simplesmente com uma carícia leve nos meus testículos. Às vezes ela descia a mão ao meu períneo e ficava ali fazendo uma massagem gostosa. Eu pingava de tesão e alimentava uma vontade de que queria sentir mais daquilo. Havia momentos em que eu começava a me masturbar e logo de cara já levava a mão dela ao meu períneo. Ela gostava, eu gostava. Algumas vezes conversávamos sobre nossas fantasias e desejos e uma vez ela me contou de um ex namorado que gostava de ser penetrado com uma cinta. Eu não tinha a menor vontade de fazer aquilo com ela e tampouco a criticava. Cada um com suas experiências e respeito muito isso. Acho que na cama tudo que é consentido é válido. E eu era um desses homens que, por hábito ou insegurança, rechaçava até mesmo a ideia de uma mulher tocando em minha bunda. Não via graça nenhuma nisso e estava tudo bem, de verdade. Mas aquelas massagens no meu períneo eram realmente deliciosas e me deixavam com muito tesão. Aquelas sensações começaram a alimentar uma ideia que somente depois de alguns anos iria se concretizar. Terminamos o nosso namoro, mas essas experiências marcaria profundamente as minhas vivências sexuais no futuro.
Parte2
Após o término desse namoro passaram-se meses até que reencontrei uma ex namorada. Cabelos lisos e castanhos, gostosa, safada e muito fogosa, talvez até mais fogosa do que eu. Sempre tivemos uma boa química e havia alguns anos que não transávamos. Nesse reencontro, fomos à praia e dormimos na casa de uma amiga dela. Bebemos à noite, ríamos e nos divertimos. Eu estava com muito tesão, um pouco embriagado, e fui tomar um banho para deitar. Saí do banho e ela estava só de calcinha, deitada de lado na cama. Aquela mulher com a calcinha rosa enfiada na bunda fez o meu pau subir imediatamente. Nos beijamos e nossas mãos corriam os corpos um do outro. Percebendo que ela já estava bem molhada, abri suas pernas, segurei as coxas com as minhas mãos e enfiei minha boca naquela buceta gostosa, rosada, depilada e bem molhadinha. Ela se contorcia de tesão e gemia baixinho, com receio da amiga escutar no quarto ao lado. Após ela gozar por duas vezes na minha boca, me pediu pra meter. Ela dizia que gostava do “vuco-vuco”. Meu pau grosso de 19 cm encaixava perfeitamente na anatomia dela. Ela dizia que gostava de sentir meu pau encostando no útero... Virou de quatro e não demorou muito pra dizer a ela que eu já estava quase gozando, pois não há homem que segure um orgasmo por muito tempo metendo em um mulherão daqueles, com a bunda empinada e aquele rostinho de safada. Sentindo que eu ia gozar, ela pediu pra eu ir mais devagar, e me disse que queria tomar aquele leitinho todo depois. Ainda metendo de quatro, enfiei a mão no grelinho e comecei a massageá-la. Ela gozou novamente e, cheia de tesão, deu-me um beijo e pediu que eu deitasse com a barriga pra cima. Ela disse que iria me chupar todinho e assim ela fez. Enquanto ela chupava o meu pau, desceu a mão e começou a acariciar o meu períneo. Eu gemia de tesão. Depois de deixar minha pica toda babada, começou a me punhetar e foi descendo a boca... lambia as minhas bolas enquanto me masturbava e foi descendo ainda mais... Vez ou outra levantava os olhos a fim de observar o meu prazer. Ela ria e fazia uma cara safada. Eu adorava vê-la naquela posição, chupando de quatro com a bunda empinada. Eu dividia aquela cena deliciosa com a que havia vivido alguns minutos atrás, quando quase gozei naquela delícia. Mas ela brincava com o meu tesão. Às vezes demorava no meu pau, com mão e boca. Outras vezes ela descia a mão para o meu períneo, enquanto chupava o meu pau. Nessas horas ela percebia que eu gemia de um jeito diferente. Até que ela foi descendo a boca e a sua língua encontrou com o meu cuzinho. Que sensação maravilhosa! Eu estava pingando. Quando me dei conta, eu estava deitado com os pés plantados na cama e as pernas bem abertas. Ela me perguntava se estava gostoso. Eu só falava pra ela não parar. Depois de me chupar assim por alguns minutos e deixar o meu cuzinho bem molhado, ela começou a enfiar a pontinha do dedo. Eu só não gemi mais alto porque não estávamos sós na casa. Ela percebendo o meu tesão, molhou ainda mais o dedo e enfiou todo no meu cuzinho, fazendo uma massagem deliciosa. Quando eu disse que daquele jeito eu iria gozar, ela chupou meu pau e disse: “dá esse leitinho pra mim, vai safado!”. Derramei naquela boca o meu tesão e ao final nos beijamos.
Parte3
Depois dessa noite tive mais algumas experiências. Não foram muitas, mas serviram de grande aprendizado. Nada muito diferente disso: uma linguada ou uma dedada. A essa altura, eu já me permitia conversar abertamente sobre meus desejos sexuais. Falava com naturalidade para as minhas ficantes que eu sentia prazer anal. Também aprendi a fazer chuca e passei a aparar mais os pelos do corpo. Passaram-se alguns anos e encontrei uma ex-namorada. Nós sempre tivemos uma boa química e havíamos terminado por conta de distância. Ela mudou e eu também. Naqueles anos passados, nós não imaginávamos que um dia eu sentiria algum prazer anal. Falei para ela das minhas descobertas e aos poucos ela foi se sentindo à vontade com a ideia. Vez ou outra ela fazia questão de lamber o meu cuzinho. Foi a mulher que, pela primeira vez, me fez ficar de quatro. Pude sentir a delícia daquela sensação de estar em uma posição submissa, e de gozar com a bunda empinada. Adorava quando ela pedia pra eu ficar de quatro, enquanto caía de boca no meu cuzinho e me masturbava. Passaram-se algumas semanas e disse a ela que tinha vontade de praticar pegging, isto é, ser penetrado por ela, usando uma cinta peniana. Tudo seria novidade pra gente. Ela seria a primeira tirar a virgindade do meu cuzinho, de fato. Pesquisei um modelo de strapon na internet e mandei pra ela algumas opções. Decidimos juntos e esperamos chegar. O dildo era para “iniciantes”, com cerca de 14cm por 2,5cm. Quando ela vestiu aquilo, eu fiquei muito excitado. Ela estava um tesão nua, usando somente aquela calcinha com um pau de borracha acoplado. Ainda usando a cinta, ela me chupou muito. Brincou com a língua e os dedos no meu cuzinho. Ela também estava muito molhada naquela situação. Mas ela quis gozar antes, e por isso sentou em cima de mim. Rebolava gostosa no meu pau e gemia. Da sua buceta escorria um creminho branco delicioso que eu fazia questão de pegar com os dedos e levar à boca. Ela adorava me beijar nessa hora... Então eu metia, socava, apertava-lhe a bunda, dava-lhe uns tapas gostosos, chupava-lhe os peitos... Depois que ela gozou algumas vezes, veio me pedir pra ficar em posição de frango assado. Deitei e abri as pernas. Ela lubrificou nosso novo brinquedinho e foi metendo devagar no meu cuzinho. Eu olhava pra ela e me masturbava. Que delícia! Gozei litros, lambuzando a minha mão e derramando na minha barriga. Ela tirou a cinta, lambeu meus dedos e deitou em cima de mim.
Parte4
Nos três contos anteriores contei que passaram-se anos para que eu descobrisse o prazer anal. Eu simplesmente adoro ser penetrado por uma mulher usando cintaralha. Para mim tudo é muito simples: do mesmo jeito que eu gosto de dominar, gosto de ser dominado. E quando a última namorada, aquela que comeu meu cuzinho com um strapon pela primeira vez, “esqueceu” a lingerie fio dental no banheiro do meu apartamento, eu a guardei na gaveta do armário. Mas depois de alguns dias, resolvi usá-la e tirar umas fotos. Olhei no espelho e me senti uma putinha safada. Gostei do que vi e coloquei na cabeça que gostaria que uma mulher me visse daquele jeito. Imaginei várias situações: alguém tirando a minha bermuda e, ao me ver com a calcinha atolada na bunda, iria me mandar ficar de quatro. Eu obedeceria e ela pediria pra eu rebolar, como uma puta. Iria puxar a calcinha pro lado, dar uns tapas na minha bunda e chupar o meu cuzinho. Meu pau iria pingar de tesão, certeza! Ela iria ficar molhada com os meus gemidos e depois ordenaria que o viadinho dela ficasse bem empinada pra receber uma pica de borracha no cu. Claro que eu ficaria de quatro e faria todas as vontades dela! Só não imaginava que tudo isso aconteceria dentro de poucos meses. Que descobertas deliciosas!
Delícia
Colagem do corpo
Racional x Emocional. E se nosso corpo fosse diferente do que conhecemos hoje?

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