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Jéssica viajava de carona. Esteve na boleia de caminhoneiros drogados, mancos, crentes, mentirosos, casados, bêbados, violentos, caipiras e tantos outros tipos. Apesar de viajar durante anos, Jéssica nunca soube onde queria chegar.
Marcel deixou a fazenda da famĂlia. A dĂvida do banco. E atravessou a fronteira. Pedágio pago, vida que seguia. Mesmo que nunca mais falasse com os irmĂŁos.
Em meio a lavouras que vinham e iam, Glades, a árvore, assistia sua sombra contar os minutos na espera pela inevitável serra elétrica.
Sozinha. Jade, a menina, tremia as pernas em frente à floresta. Ao estalar dos galhos no chão, troncos imensos surgiam e o céu cobria-se de folhas. Passo apertado, Jade esquivava-se de galhos sedentos para lhe sangrar braços e canelas. Por fim, chegava ao lago. Calmava o peito. Punha pés e anzol na água. Enquanto esperava o peixe do jantar, criava histórias para apagar a floresta ao seu redor.

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Magda, a crente, cultivava uma mania aguda por limpeza. Todo santo dia passava pano úmidecido com álcool nos armários, nas prateleiras e atrás do televisor. Papel toalha nos vidros. Desinfetante no piso. E vassoura por toda casa, menos junto ao rodapé da sala, onde a fresta ainda guardava poeira dos tempos pré-conversão. Época que Saul, o cunhado, rezava sujeiras ao pé do ouvido de Magda.
Cláudio, o garçom, gostava de caminhar pelas ruas de madrugada. As calçadas vazias. As casas. As lojas fechadas. Eram o grande cenário no qual atuavam amigos. Amores. E rostos anônimos. Desfilavam centenas de milhares de histórias. Inclusive a de Lisandra, a filha mais nova, que numa madrugada saiu para uma festa e nunca foi encontrada.
A população foi avisada, por nota do Prefeito, que a água acabaria. Alcides, o dono do supermercado, ignorou. Lavava os carros da frota e a calçada do prédio. Seu reservatório era grande. Estava preparado, dizia. Errou. Nem viu quando os moradores da favela do Real Parque saquearam o depósito levando centenas de garrafas de água para as crianças e velhos da comunidade.