Alguém escreveu algo do tipo:
âA linha tĂȘnue entre ser alguĂ©m que se adapta e alguĂ©m que sĂł cedeâ
Parafraseando, chega momentos que ceder jĂĄ nĂŁo Ă© suficiente, se adaptar muito menos. Ă quando os dois limites foram quebrados e vocĂȘ vĂȘ que simplesmente nĂŁo compensa, nĂŁo vale a pena mais tanto esforço por alguĂ©m que pouco se importa. Entende?
Porque chega uma hora que vocĂȘ vai se perdendo. De tanto se adaptar vocĂȘ vai perdendo sua essĂȘncia. De tanto ceder vocĂȘ vai perdendo sua personalidade.
E entĂŁo, o que te resta? AlguĂ©m que nunca se importou verdadeiramente com o que vocĂȘ sente; pensa; gosta; quer?
SĂł.. pare!
A linha entre ser Ă© tĂȘnue, mas a pra se perder Ă© muito mais.
NĂŁo se perca de si, nĂŁo perca seus preceitos, vontades, gostos, amores.. nĂŁo se anule por quem nĂŁo se dedica a vocĂȘ.













