✦ Nome do personagem: Choi Hwaseon. ✦ Faceclaim e função: Jennie - BLACKPINK. ✦ Data de nascimento: 19/03/1996. ✦ Idade: 28 anos. ✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela. ✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, coreana. ✦ Qualidades: Extrovertida, modesta, gentil. ✦ Defeitos: Perfeccionista, possessiva e teimosa. ✦ Moradia: Asphodel Meadows. ✦ Ocupação: Enfermeira na Asklepios. ✦ Bluesky: @AM96CH ✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT. ✦ Char como condômino: Hwaseon é uma pessoa solicita e muito cuidadosa. Como condômina é bastante atenta às questões do bloco e procura ser uma boa vizinha com todos, não causa brigas, não é uma pessoa barulhenta e não se envolve em problemas no geral. Tem um perfil tranquilo e participativo.
TW's na bio: Menção a traição.
Biografia:
É na primavera que as flores mais bonitas desabrocham. Foi esse o pensamento de Hwang Minah ao pegar sua filha nos braços pela primeira vez, e por isso decidiu naquele instante que seu nome seria Hwaseon, em homenagem à mais bela das flores. A flor de cerejeira tinha, sim, um caráter efêmero. Sua florada era breve, mas a beleza era tão grande que as pessoas se reuniam ao seu redor para observarem, muitas vezes por horas. A primeira coisa que a pequena fez foi arregalar os grandes olhos castanhos para a mãe, como se estivesse aprovando a escolha. Por algum motivo, ela parecia destinada a causar um impacto positivo por onde passasse, mas desabrocharia apenas se fosse bem cuidada no decorrer do tempo.
De natureza gentil e muito carismática, Hwaseon estava sempre rodeada de pessoas tal como a árvore de cerejeira. Era gentil, animada e uma pessoa divertida, sem tempo ruim. Não teve irmãos, uma das poucas tristezas de sua vida. Apesar disso, não teve problemas em direcionar seu afeto aos primos mais novos que, embora morassem do outro lado do mundo, não escapavam das mensagens, ligações ou facetimes que a prima mais velha insistia em fazer.
Durante a adolescência, os trabalhos voluntários em lares e clínicas trouxeram à tona uma certa habilidade para a área de saúde. Ela gostava da ideia, mas precisou conhecer um campo específico ao visitar uma casa de repouso para pacientes paliativos para entender o que gostaria de fazer da vida. Ela entendia a tristeza da profissão, mas também pensava que a ideia de cuidar de uma pessoa e considerar sua situação social, espiritual e psicológica fazia parte de algo muito maior e humanizador, exatamente o que ela buscava para a própria vida. Foi nessa mesma época da vida que Hwaseon conheceu Woohyun, um colega que gostava dos mesmos trabalhos voluntários, tinha os mesmos gostos que ela e parecia decidido a ter um futuro muito próximo da ideia do que ela queria para si. Pisciana nata como era, sonhadora com o príncipe do cavalo branco e com a história de conto de fadas, não foi difícil que o rapaz conquistasse seus sorrisos mais bonitos, sua atenção integral e, por fim, sua mão. O namoro começou no fim do ensino regular e seguiu para a Universidade, quando os dois se mudaram para Seul na intenção de cursarem uma boa faculdade. Hwaseon foi para a enfermagem e Woohyun passou para o curso de psicologia. Parecia exatamente a história de conto de fadas perfeita que ela havia vislumbrado a vida toda. Uma pena que os contos de fada eram apenas isso, histórias.
As coisas começaram a mudar quando ficou decidido que seu avô voltaria para Bucheon, cidade natal da família, para viver em um lugar mais tranquilo. Hwaseon foi prontamente a favor. Junto com a notícia, soube que seu primo viria dos Estados Unidos para ocupar o apartamento do idoso, e embora estivesse muito feliz com a ideia de tê-lo por perto, não demorou a saber que a família esperava dela o retorno para Bucheon também, com a ideia de cuidar do avô por um tempo. Não foi contra, de forma alguma, os problemas só começaram quando Woohyun decidiu que aquela não era uma boa ideia para eles. Se mudaram sob protestos do rapaz e ela não entendia o motivo de tanta resistência. Ambos eram de Bucheon, gostavam da cidade, Woohyun já havia pedido a mão dela em casamento e os dois estavam se preparando para o casamento. Não se recusava a voltar e fazer a cerimônia na capital, apenas queria estar mais perto do avô.
Em meio às desconfianças, a jovem enfermeira começou a procurar saber o motivo de tantas brigas e tantas resistências. E antes não tivesse procurado. As mentiras, as invenções, as traições começaram a aparecer, uma a uma. Era esse o motivo de querer tanto assim em Seul, os reais interesses do noivo estavam lá e não em Bucheon. Felizmente ou não, o rompimento veio em um momento muito crítico de tudo e ela não conseguiu desviar a atenção da família para sofrer, sentimento que caiu sobre ela apenas alguns meses depois, quando ela já não tinha mais motivos para ficar triste. Apesar de sua doçura muito aparente, ela precisava ser cultivada, e se feito da maneira certa, daria sua lealdade eternamente à pessoa. Naquele caso, a lealdade sequer existia.
A princípio ficou em Bucheon, se dividindo entre cuidar do avô e ocupar a mente com os estudos. Havia a intenção de fazer uma pós-graduação, intenção que se transformou em realidade no início do ano seguinte, quando os pais e os tios decidiram que era o momento de contratar uma pessoa para cuidar do pai idoso e dar a liberdade que a menina tanto almejava. Seus pais optaram por voltar à Bucheon também e ficou acordado que Hwaseon iria para o apartamento de ambos, no condomínio Acropolis, o mesmo que o primo morava e ocupava o apartamento do avô.
Por hora, com pouca experiência, tem trabalhado como enfermeira na enfermaria Asklepios, dentro do próprio condomínio, enquanto procura um trabalho em clínicas especializadas na área paliativa. Também tem se preparado para iniciar os estudos da pós graduação e, mais importante que tudo, está se ajustando à própria realidade mais uma vez, aprendendo a gostar mais de si mesma e da própria companhia.












