Problematic Fave: Hugo Cabret
Nota de conteúdo sensível: sexo explícito
Ser o filho caçula e não ter obrigação de ser como seu irmão mais velho tomando o lugar como herdeiro relevante e responsável, com certeza tinha mexido com a química do cérebro de Hugo.
A primeira coisa que ele sabia é que podia ter o emprego que bem entendesse, incluindo batedor de um time de Quadribol sem tantas ambições, com a certeza que gostava mais disso como um hobby e que não ia ser difícil voltar a ser medibruxo se um dia ele ficasse entediado com toda aquela fama. A segunda era que a vida era mesmo muito boa, sem nem um legado nas costas ou pessoas mais velhas esperando muito dele, o que o deixava bem tranquilo quanto as amizades que fazia, os lugares que frequentava e principalmente as mulheres que já tinha beijado sem nem um compromisso na vida, só porque ele queria e elas também, e ambos podiam. E a terceira era que ele podia se prestar a muitas coisas, se permitir pra muitas outras também, e ninguém tinha nada com isso.
Bom. Talvez só com quem ele se prestava, e com quem ele se permitia.
Como agora, no meio do quarto dele, na tranquilidade de sua casa vazia e sem ninguém pra incomodar quando ele agarra com mais força os cabelos de Steffie e empurra devagar mais a cabeça dela na direção de seu pau, que ela mama e aceita engolir com tanto empenho que ele acha que vai gozar. Tão quente como ela tinha feito na Copa, tão gostoso como ele se lembrava e sentiu falta a ponto de achar que ia ficar doente se não comesse ela de novo.
— Senti tanta falta dessa boca, porra. — ele solta um gemido rouco, abrindo os olhos de novo pra ver sua figura menor ajoelhada e comportada na frente dele, levando cada centímetro dentro da boca molhada. — Steffie…
Como podia ele, daquele tamanho, estar e ser completamente entregue por aquela garota e o que ela sabia fazer com a língua? Porque a única coisa que Hugo consegue pensar, cada vez que sente a cabeça inchada batendo no fundo da garganta dela, e o jeito manhoso e necessitado que ela gemer com os lábios envolvendo ele, é que ele não quer que aquilo acabe, e que pode vai leitar todo o corpo dela se ela pedir, quantas vezes pedir.
— Assim, meu bem, bem desse jeito… — Sussurra no mesmo tom rouco, tirando o cabelo do rosto dela, antes de voltar a guiar seu rosto bonito pra ir cada vez mais fundo, antes de segurar ela no lugar e começar a macetar dentro da boca dela, em movimentos lentos e profundos, sem nem uma intenção de tirar os olhos daquela cena deliciosa. — Você chupa tão gostoso.
Tão bem que ele precisa entregar a recompensa dela, em um jato quente e grosso, inundando sua boca e alojando porra até na garganta, enquanto ele mesmo sente o corpo todo ficar quente e tremer levemente quando goza e não consegue se afastar das lambidas delicadas e pequenas que ela deposita no pau dele, afim de coletar cada gota depois de engolir tudo. Ele não sabe como conseguiu ficar todas aquelas semanas sem colocar as mãos nela de novo, quando ela se levanta com um sorriso bonito, exibindo todo o corpo nu e pronta pra esmagar aqueles peitos macios nele quando o puxa pra um beijo profundo o qual ele não tem a menor intenção de impedir.
Ele geme na boca dela, ele aperta a cintura dela, antes de usar as mesmas mãos grandes pra apertar sua bunda e trazer ela ainda mais pra perto, até sentir seu pau cutucando sua buceta quente e pingando de tesão pra ele. É como se estivesse completamente enfeitiçado por Steffie e precisasse dela mais que qualquer coisa, usando o aperto em seus quadris pra levantá-la do chão e a manter bem segura no colo dele, flexionando braços e pernas só pra ter ela ali, agarrada nele, e com a buceta encaixada certinho na cabeça no pau dele.
— Senti falta dessa xota me apertando também, querida. — Hugo geme contra os lábios dela, usando a força dos braços pra descer o corpo de Steffie sobre o pau dele até ela ficar empalada e cheia dele, gemendo alto enquanto apoia as mãos nos ombros dele. — Você não faz ideia do quanto.
Mas ele mostra, com muita vontade, quando começa a levar o corpo dela pra cima e pra baixo, metendo na buceta dela com uma força que claramente só poderiam pertencer a um homem faminto, usando a boca pra calar a maior parte dos gemidos necessitados de Steffie, como se quisesse manter eles só pra ele mesmo e nem um dos vizinhos dele merecesse aquele privilégio. Ele quase se deixa pensar em como não quer mesmo que ninguém tenha o privilégio de ter Boeck pra si além dele, e só esse pensamento possessivo o faz aumentar as estocadas.
— Quem tá comendo você assim? Quem tá arrombando essa bucetinha gostosa? — Ele acha que nunca vai se cansar do jeito que ela o aperta e suga por dentro, deixando seu pau cada vez mais melado e duro, acertando tão fundo que consegue sentir o momento exato que toca naquele ponto sensível dentro dela que a faz tremer em seus braços e pedir pra ele socar de novo. Mais fundo e mais forte. — Eu faço, querida. Eu vou te dar tudo que você quiser…
E só porque ele precisa chupar os peitos dela, deita seu corpo menor na cama e a cobre com o seu maior, usando uma das mãos agora pra apertar seu pescoço delicado enquanto a outra segura sua cintura no lugar com força, a impedindo pra escorregar pra longe dele cada vez que suas bolas encontram a bunda dela. Não tem nada melhor que esfregar o rosto na pele dela, nem nada melhor que tomar cada um dos peitos em sua boca e os chupar até deixar marcado e com os mamilos duros, e não tem nada melhor que sentir ela se desfazendo debaixo dele, gorando forte com ele acertando bem no fundo, e pedindo pra ele não parar.
Ia ter que pedir ela em casamento quando terminasse. Não ia ter jeito.

















