Oh they bought the fkng ref I'm sure of it
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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Na minha prateleira esses discos estão lado a lado #trovadoor recomenda #discos #brasileiros #sérgiosampaio #marcosmagah #fudidos
Pense num orgulho que eu tenho dessa criatura! 😍 #EquipeRocket #Saudadesbb #EsmagoMesmo #fudidos (em São Paulo, Brazil)
UAAAAATTTTTTT??!?!... #fudidos #doidos #amovcs
Se meus inimigos forem me derrubar, que me derrube pra sempre, pois se eu me levantar eles estão fudidos.
co-rrompido

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Sobre a zoeira não ter fim Kkkkkkkkkk #enem #dark #day #enemhoje #fudidos #enem #enem #enem #Saturday
Os fudidos vitoriosos
Se fazer valer será sempre um ato desesperado dos fudidos e vitoriosos. Você nunca será tão bom quanto a história pode te fazer ser, ao mesmo tempo se permitir ser medíocre é assumir o tédio da invisibilidade. Não que holofotes sejam uma meta, subir no palco não é pedir para ser importante, é, no entanto, pedir para existir e tomar toda porrada do mundo.
Se numa manhã de sol eu for a praia, posso eu ser um escritor? Ao tomar um suco de laranja, não fumar para ser saudável, fazer um curso superior para ter um futuro ou simplesmente acordar cedo pois o trabalho manda, eu estou desistindo da imortalidade? O que fez Casares, Maupassant e Kerouac?
Ser um invisível é tático, andar, aprender. Ser pouco julgado te permite esparramar pelos campos. Entretanto, se existe o desejo da profundidade é preciso pôr a cara a tapa. Dê as duas faces, não por bondade, mas por coragem. Na era do indivíduo protagonista de sua própria história é possível que todos julguem a todos. A rede sem fim de palcos e públicos. Todos são poetas, palhaços, riem e choram. Fazer arte nada mais é que estar no palco. Respire, bam!, é arte.
Como assim? Por muitas Eras éramos grupos, classes, castas, linhagens, cordas, grupos, patotas e panelinhas. Ser indivíduo era um feito que exigia um bocado de sorte e uma quantia inumana de talento. Um mundo de processos sagrados. Se nasce para morrer e se morre para chegar ao reino dos céus. O processo era altamente metafísico. Eram os iluminados, sagrados, reconhecidos por sua capacidade de fazer o que mais ninguém fazia. Dava um trabalhão ser indivíduo.
Com o passar do tempo fomos conquistando o direito de ser indivíduo. Revoluções burguesas, movimentos sociais, mas principalmente a evolução tecnológica e democratização do acesso ao conhecimento. Conhecimento forma indivíduos. Se todos leem o mesmo livro, todos são (majoritariamente) só aquilo. Em termos espectrais pouco se muda. Se por outro lado sua formação é potencial (no sentido de pode ser), em termos espectrais, você é “eu”. Sair da produção fordista ao toyotismo e além.
Ser indivíduo nunca foi tão fácil e, portanto, nunca foi tão vazio. Hoje em dia todos somos Leopold Bloom. O que nos faz valer? Pessoalmente considero se fazer valer o ato de fazer justiça com a individualidade. É mandatório, mas é só minha opinião. Como? Hoje o mundo não é mais sagrado. Hoje se nasce, mas não para morrer. Hoje se nasce para ser imortal e aquilo que é imortal é processo eterno. O imortal é profano. Sua vida, para justificar a individualidade, deve ser profana.
Como ser profano? Produzir, produzir, produzir e nessa lógica capitalista se expor. O capital precisa que você seja indivíduo profano. Um artista, um herói épico. Não é para fazer poupança ou pensar em austeridade. Seja louco. Produza gás carbônico, metano e o que for. Faça fogo. Como? Pegue um processo, todos valem, todos estão abertos e se não estiverem extirpe-o de sua santidade, mude o processo, processe o processo e faça mais processo. Nunca pense no produto final, mas sim no próximo passo do que pode ser feito com aquele produto, e só pare de processá-lo se estiver interessado em outro processo! Entretanto, pratique o desapego. O processo não é seu, é do mundo, por mais que tenha passado uma vida com aquele mesmo processo, ele é do mundo.
Em um universo de potencialidades, de uma internet gerando múltiplas identidades e você sendo um camaleão urbano dotado da capacidade de ser um a cada local que habita, a cada pessoa que se relaciona e a cada ar que respira. Mais que um indivíduo profano, você é um potencial desses. E é seu dever se fazer valer. Ao ser processo intermitente torna-se imortal, ao ser imortal desenvolve nossa sociedade.
Do consumo ao amor, nossos processos são profanos. Seja profano. Faça valer a essência de indivíduo inacabado que existe em você e faça o mesmo com tudo em volta. Basicamente (acredito) é assim que resolvemos das crises econômicas às angústias individuais. Processos não param, essas coisas é de quem deu uma pausa para o café.
É um dever fudido, mas com ele somos vitoriosos. Assim podemos mandar todas as patotas e panelinhas se fuder para nos tornarmos uma complexa rede e relações e conflitos intermitentes. Nada líquido, tudo bem físico, mas rápido, pois nada é sagrado, é tudo profano, como um bom carnaval que vai de Março a Março.
O quadro se chama La Liberté ou la mort, de Jean-Baptiste Regnault. A revolução do indivíduo pelo conhecimento. O início do profano.
É MUITA FOLGA, PQPPP!
Vou falar mais porra nenhuma nesse tumblr. Se divulguem, postem fotos repetidas, copiem, façam o que quiserem. A partir de agora tô na minha, cansei de falar pra nada. FODA-SE, apenas.