some dumb thing i drew up to explain that diana and anselm are related.
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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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pwyw sketches for food over on fr! did about 65% while i was out of town
Sobre nĂŁo ser bom o suficiente:
- Fazemos coisas apenas por fazer. - Esperar reconhecimento Ă© sinĂŽnimo de perder tempo. - Se o apoio nĂŁo vem de vocĂȘ, nĂŁo vem de ninguĂ©m mais. - NĂŁo importa. - NĂŁo adianta.
iâm never going to finish this so here lmao. ozal
sketch of my baby!!
gonna be posting some commissions and other stuff from my drafts in the next few days probablyÂ

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A felicidade deveria sentar, e ficar me esperando. AtĂ© que eu levantasse, e pudesse alcança-la. NĂŁo deveria fugir, assim como sempre faço, mas sim me encarar de frente, e nao enquanto caio. Sigo ao norte do seu sorriso, pelo tĂŁo sonhado horizonte. A paz, tem olhos castanhos, cabelos lisos e mĂŁos macias. Mas assim como tudo o que jĂĄ tentei afastar, ele sĂł voltou, e bateu mais forte no peito. Existe uma letra na minha memĂłria, faltam os acordes e tambem nĂŁo pensei na melodia. As coisas que eu precisei, foram as Ășnicas que eu nĂŁo consegui encontrar. NĂŁo me adaptei ao vazio, mas aos sons que ele emitia. Ă como sempre me pareceu gelado, a como sempre estragou tudo. A felicidade, sempre me pareceu distante. Ao alcance das minhas mĂŁos, sempre tive apenas alguns vĂcios. Ao alcance dos meus olhos, apenas alguns infinitos , que de alguma forma, nĂŁo me pertenciam. Ao alcance dos meus pĂ©s, toda a profundidade. Ao alcance do meu coração, a imensidĂŁo de uma vida de atrasos. De atrasos, e de acasos, que me levaram a tentar entender. Evitar pensar, nĂŁo me ajudou. Mesmo assim, enfrentar nunca esteve na lista de opçÔes. Tentei por vezes, mudar o tom. Mas abrir os braços, nĂŁo o trouxe de volta. Ele estendeu a mĂŁo, e eu segurei. Mesmo sabendo, que a distĂąncia entre dois universos era pouco menos que alguns passos, por enquanto. NĂŁo aprendi a levantar todos os dias pra viver a mesma coisa. NĂŁo ouvi ainda, algum conselho que me faça voltar atrĂĄs. Disso, estou livre. E livre de cada gota de agonia, eu quero estar. Livre, pra cada passo que eu resolva andar. Daqui, atĂ© a liberdade, a felicidade Ă© quem vai me guiar.
Flavia de Oliveira
Eu fui guardando comigo, na minha parte mais serena, cada gesto seu. Desde cada movimento dos lĂĄbios, ao fechar dos seus olhos. Fui excluindo as partes ruins, porque apesar de todas elas eu quero ficar com vocĂȘ. Eu quero ficar com vocĂȘ. Costumo dizer isso baixo, pra vocĂȘ ouvir no silĂȘncio da sua calma. Sua vĂłz e seu olhar, me deram paz em todos os momentos em que eu te dei a mĂŁo. E em todos os momentos fomos nos encaixando, apesar dos pesares que nos empurravam pra baixo. HĂĄ mais entre nĂłs do que qualquer um possa imaginar, e eu por outro lado me imagino atropelando os porquĂȘs, pra poder chegar em vocĂȘ, correr pra vocĂȘ, sentir vocĂȘ e viver com vocĂȘ. Eu decorei o formato das covinhas das suas bochechas, o desenho das suas costas e quanto tempo vocĂȘ demora pra se arrumar. Decorei todos os mĂnimos detalhes, sem esforço algum. Dos incrĂveis aos sĂłrdidos, sem ao menos usar sinĂŽnimos, ou mesmo ter boas referĂȘncias sobre isso. Eu coloquei mais reticĂȘncias onde se encaixava um ponto final. Troquei as vĂrgulas de lugar porque eu sempre soube, que vocĂȘ era a minha interrogação. VocĂȘ sempre anunciou o que estava sentindo, e sempre deu risada do meu jeito estranho de rir. E eu nĂŁo entendia. Nunca entendi. O real e concreto motivo, pelo qual todas as pessoas tornavam-se entediantes perto de vocĂȘ. Ou o porquĂȘ de, vocĂȘ me lembrar de longe, uma sexta-feira a noite.
FlĂĄvia de Oliveira
SĂŁo textos bons, alguns muito bons! SĂŁo muitas histĂłrias, cheias de personagens. Algumas com finais nĂŁo merecidos. A maioria com finais nĂŁo merecidos. SĂŁo muitas dores, muitas Ădas-e-vindas. SĂŁo muitas vidas entrelaçadas, muitas calçadas interligadas. AlguĂ©m que teria mudado a sua vida abriu o guarda-chuva no mesmo segundo que vocĂȘ hoje, mas chovia muito, e vocĂȘ estava na outra calçada. Suas vidas se cruzaram naquela rua, mas vocĂȘs nĂŁo se conheceram. SĂŁo muitas pessoas erradas, muitas decisĂ”es precipitadas, muitos redemoinhos de sentimentos, dentro de peitos diferentes. Tantas pessoas vazias, e tantas outras transbordando. AlguĂ©m agora precisando de vocĂȘ, e vocĂȘ ai pensando nela. Tantos filmes bons passando, e vocĂȘ ai repetindo o mesmo de ontem. Tantos segredos guardados. Tantos mistĂ©rios a serem desvendados. Tantos desejos ainda nĂŁo realizados, e vocĂȘ aĂ, sem entender porquĂȘ foi deixado. Ă hora de deixar tambĂ©m. Esquecer tambĂ©m. Seguir em frente tambĂ©m. Ser feliz tambĂ©m. SĂŁo tantas letras ainda nĂŁo escritas, Ă© hora de escrever tambĂ©m. Tantas melodias nĂŁo criadas, tantas vozes nĂŁo ouvidas, tantas vidas ainda nĂŁo vividas, tantas pessoas ainda perdidas. SĂŁo tantas palavras nĂŁo ditas, e tantas pessoas com medo de dize-las. Ainda existem muitos poetas a serem descobertos. Alguns bons! Alguns muito bons! Mas existem tantos outros que poderiam comover multidĂ”es, mas que nunca sairĂŁo da ultima pagina do caderno. Ă hora de acreditar tambĂ©m, de criar tambĂ©m, de crescer tambĂ©m, de viver tambĂ©m. Tantos coraçÔes vazios, tantos anos perdidos, tantas lĂĄgrimas derramadas. E por que? Por nada. Se a vida ainda tem tantas pĂĄginas. Cada verso escrito, cada vez que foi lido, cada verbo conjugado, e cada dia jogado no lixo. Cada vida tirada por mĂŁos alheias. Cada vida tirada pelas mĂŁos do dono. Cada alma sem esperança alguma. E por que? Por nada. Se a vida ainda tem tantas pĂĄginas. Cada ano que se passa. Cada momento que se perde. Cada vida que se passa diante da sua. Cada vez que a sua voz se encontrou no timbre de outra, cada vez que seu coração se acomodou na batida de outro. Cada vez que seu amor esteve nas mĂŁos de alguĂ©m, e cada vez que chorando vocĂȘ jurou que nunca mais iria acontecer. E por que? Por nada. Se a pĂĄgina ainda nem foi virada.
FlĂĄvia Oliver