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Foram · Album · 2025 · 7 songs
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A GreenTech Amsterdam tem o prazer de anunciar que 6 das 47 inscrições foram nomeadas, em 2 categorias - 'Inovação' e 'Conceito' - para o GreenTech Innovation & Concept Awards 2024. De acordo com o júri, a rápida adoção da ciência de dados e da IA no mercado é marcante, resultando em um aumento significativo no número de inscrições e foco na redução do uso de energia, água e nutrientes. O vencedor por categoria será anunciado durante a abertura do show no primeiro dia. GreenTech Amsterdam acontecerá de 11 a 13 de junho na RAI Amsterdam.Egon Janssen (presidente do júri) explica porque é que o júri selecionou as nomeações abaixo: “Devido às alterações climáticas, torna-se mais importante garantir a produção de alimentos frescos com a menor pegada ambiental possível. O júri está entusiasmado em ver a rápida aceitação da Ciência de Dados e da IA no mercado, resultando numa enorme quantidade de inovações que reduzem o uso de energia, água e nutrientes em estufas.”Indicações por categoriaCategoria InovaçãoBlue Radix – Controle Autônomo Integrado de Clima e IrrigaçãoInovadores ISO Horti – Enxertador ISO de alta velocidadeVan Iperen – Sulfato de Potássio GreenSwitch®Conceito de categoriaKoppert – Assistente Digital da KoppertProdutos de base biológica Maan e Klasmann-Deilmann – NygaiaVoltiris – Módulos solares VoltirisConfira os 6 indicados nolocal na rede Internet.A GreenTech tem orgulho de que eles serão exibidos na Zona de Inovação e no salão da feira, incluindo a longa lista de 51 novidades, das quais 47 foram inscritas para os prêmios. Você pode encontrá-losaqui.JúriO júri do GreenTech Innovation & Concept Awards 2024 é composto por:Presidente: Egon Janssen, TNO (Holanda)Silke Hemming, Pesquisa da Universidade de Wageningen (Alemanha)Perry van Adrichem, HortiTech BV (Holanda)Peter Zwinkels, Technokas (Holanda)Roel Vanderbruggen, Proefcentrum Hoogstraten (Bélgica)Bart van Meurs, Divisão Q (Holanda)Jolanda Heistek, Royal FloraHolanda (Holanda)Tijl Hoefnagels, Rubio (Holanda)A comissão consultiva do júri é composta por:Brian Sparks, produtor de estufa (EUA)Leonardo Capitanio, Vivai Capitanio (Itália)Enrico Verhoef, Total Greenhouse Service (México)Heinrich Dressler, Haymarket (Alemanha)Mais informações em:https://www.greentech.nl/amsterdam/.Política de registro A VisitorsGreenTech está oferecendo um ingresso de entrada de 3 dias por € 95 sem IVA. IVA por pessoa, até 7 de junho inclusive. Os expositores podem convidar seus clientes gratuitamente até 7 de junho. De 7 a 13 de junho os bilhetes custarão 120€. Por uma taxa adicional, são oferecidos upgrades como pacote Premium, pernoite e diversão. Mais informações e inscrições emhttps://www.greentech.nl/amsterdam/tickets.GreenTech AmsterdamGreenTech Amsterdam será realizada de terça-feira, 11 a quinta-feira, 13 de junho de 2024. A exposição é um ponto de encontro global para todos os profissionais de tecnologia hortícola, com foco nos estágios iniciais da cadeia hortícola e nos problemas atuais que os produtores enfrentam. A GreenTech é apoiada pela AVAG, a associação industrial para o setor de tecnologia de efeito estufa na Holanda.Mais informações podem ser encontradas através do GreenTechlocal na rede Internetou siga GreenTech emFacebook,LinkedIn,X,YouTubeeInstagram.https://urbanagnews.com/events/nominees-unveiled-of-greentech-innovation-concept-awards-2024/Autor: urbanagnewsA Uniorka oferece uma ampla gama de cursos de graduação, pós-graduação e técnicos, todas na modalidade a distância. Com foco em flexibilidade e acessibilidade, aliada a Faspec se destaca por facilitar o acesso à educação de qualidade para estudantes de todo o Brasil, oferecendo cursos em áreas como química, eletrotécnica, mecânica, segurança do trabalho, pedagogia, e muitos outros. Para mais informações sobre os cursos e inscrições, visite https://www.uniorka.com.br
Os sonhos de uma rápida recuperação no mercado imobiliário comercial europeu foram frustrados, uma vez que o primeiro trimestre de 2024 testemunhou uma queda contínua, marcando o sétimo trimestre consecutivo de declínio. Isso é de acordo com dados divulgados pela Ativos Reais MSCI que pinta um quadro preocupante, com as transações imobiliárias comerciais concluídas a atingirem apenas 34,5 mil milhões de euros nos primeiros três meses – uma queda de 26 por cento em comparação com o mesmo período de 2023. Isto traduz-se no volume de transações mais baixo desde o terceiro trimestre de 2010, com o número de empresas que compram e vendem propriedades também atingiu o menor nível em 12 anos.As razões por trás desta desaceleração são multifacetadas. O ambiente historicamente baixo de taxas de juro que alimentou um boom imobiliário comercial após a crise financeira global é uma memória distante. O aumento das taxas de juro, uma consequência da luta dos bancos centrais contra a inflação, teve um impacto significativo no financiamento da dívida, uma pedra angular dos negócios imobiliários comerciais. Isto, aliado ao impacto duradouro da pandemia nos padrões de trabalho e às perspectivas económicas sombrias, diminuiu a confiança dos investidores.John O’Driscoll, codiretor global do setor imobiliário da Axa IM Alts, enfatiza o papel crucial das taxas de juros: “A direção das taxas é uma enorme força de influência para o nosso setor”. Embora a inflação pareça estar a arrefecer e um potencial corte nas taxas de juro se avizinha no segundo semestre de 2024, o mercado continua hesitante. O’Driscoll reconhece que “o início de 2024 é um ponto de reentrada interessante” para o investimento, mas surgiu um “acumulação de vendedores” devido aos baixos volumes nos últimos dois anos, complicando ainda mais a situação.A dor vai além dos investidores nacionais. Os volumes de aquisição de bens imobiliários transfronteiriços também caíram para o nível mais baixo desde 2010, representando menos de 35% do investimento total. Os investidores dos EUA, anteriormente uma importante fonte de capital transfronteiriço, reduziram significativamente, de acordo com o MSCI.Um obstáculo significativo para a conclusão do negócio é a grande discrepância entre as expectativas do comprador e do vendedor. Uma diferença de 20% entre os preços solicitados para imóveis de escritórios em Londres e os preços reais de venda realça esta questão. Esta incerteza levou a uma tendência preocupante: um aumento no número de negócios encerrados e na retirada de propriedades do mercado. Surpreendentemente, os dados revelam 110 negócios falhados em toda a Europa no primeiro trimestre de 2024, o nível mais elevado desde a crise financeira global.A situação é ainda agravada pelo aumento das vendas em dificuldades, onde os proprietários são obrigados a vender com desconto devido a dificuldades financeiras. A Alemanha parece particularmente vulnerável, com várias grandes vendas emergindo do colapso do desenvolvedor Centrum Group em julho de 2023.Os especialistas alertam que é improvável uma recuperação rápida do mercado imobiliário comercial europeu. Embora exista um acúmulo de vendedores devido aos recentes baixos volumes de investimento, o atual clima económico cria um ambiente desafiador para as transações. O caminho a seguir permanece incerto, com os participantes no mercado a aguardarem ansiosamente uma mudança nas taxas de juro e um quadro económico mais estável.A postagem Mercado imobiliário comercial europeu tropeça em 2024 apareceu primeiro em Visão do local de trabalho.https://workplaceinsight.net/european-commercial-real-estate-market-stumbles-in-2024/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=european-commercial-real-estate-market-stumbles-in-2024Autor: Marvin GortA Uniorka oferece uma ampla gama de cursos de graduação, pós-graduação e técnicos, todas na modalidade a distância. Com foco em flexibilidade e acessibilidade, aliada a Faspec se destaca por facilitar o acesso à educação de qualidade para estudantes de todo o Brasil, oferecendo cursos em áreas como química, eletrotécnica, mecânica, segurança do trabalho, pedagogia, e muitos outros. Para mais informações sobre os cursos e inscrições, visite https://www.uniorka.com.br
Missing that cosy feeling during the cold winter months? We like to sit by the fire (or at least imagine we are while working 😅) with a hot chocolate or tea in our Queeraminifera Cheat Sheet mug. The Cheatsheet is an always-handy guide through the most common Pride flags.

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Aproximadamente 142 mil empresas estão registradas em Rondônia, com dados extraídos da Receita FederalNo segundo quadrimestre de 2023, o estado de Rondônia teve mais de nove mil empresas criadas, de acordo com o balanço da Junta Comercial do Estado de Rondônia (Jucer). Aproximadamente 142 mil empresas são registradas no Estado, com dados extraídos da Receita Federal.Ações têm sido realizadas para possibilitar a abertura de empresas e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), tem facilitado a constituição de empresas e da Junta Comercial. A expectativa da Jucer é de que até o fim de 2023, mais de 26 mil empresas sejam abertas em todo o Estado, ultrapassando a marca de 2022.De acordo com o presidente da Junta Comercial, José Alberto, o que possibilitou de forma complementar, foi o investimento do Estado com uma cifra de R$ 1.396.536,83 (um milhão, trezentos e noventa e seis mil, quinhentos e trinta e seis reais e oitenta e três centavos). “O recurso foi advindo do Fundo de Investimento e de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia (Fider), fazendo com que Jucer dispensasse às custas daquele que quer empreender”, disse.Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a solidez fiscal do Estado tem possibilitado a atração de investimentos, para que novas empresas pudessem ser instaladas, além dos empreendedores que decidiram criar suas atividades, saíssem da informalidade, por meio do programa Cidadania Empresarial.Segundo o presidente da Jucer, outras empresas vêem dentro do Estado, a possibilidade de investimento, pelo crescimento, posição geográfica dentro do país e as oportunidades que são oferecidas.AÇÕES REALIZADASEntre as ações realizadas, houve a desburocratização das empresas, onde a Jucer atuou dentro dos 52 municípios, justamente para que dentro daquelas atividades de baixo e médio risco, fossem criadas normas que facilitem o ingresso de empresários com pouca burocracia para abrir e ter suas inscrições nas áreas da saúde e meio ambiente.CRITÉRIOS ESTABELECIDOSJucer funciona como um integrador regionalA Jucer funciona como um integrador regional, tendo como base as legislações estadual, federal e municipal. “As empresas que são de médio e baixo risco; o registro é feito de forma eletrônica e simplificada, facilitando a abertura. Para ser concluído o processo de abertura de empresas é necessário passar por vistoria externa, tanto no âmbito da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) quanto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e do Corpo de Bombeiros Militar”, explicou José Alberto.IMPORTÂNCIA DAS EMPRESASConforme o presidente da Jucer, atualmente, cerca de 54 mil pessoas físicas estão na informalidade. “A partir do momento que as empresas saem da informalidade, conseguem registrar funcionários com menor custo, pagam menos imposto, têm acesso ao crédito, e uma variedade de oportunidades, tanto do Estado quanto da União”, afirmou.José Alberto defende que, a formalização é um custo mais barato que possa ter, sem riscos para o empresário ter multa, penalidade e infringir normas. “Com isso, a economia começa a aquecer, pois mesmo o pequeno, quanto o grande, não deixam de ser consumidores, e compram de grandes fornecedores, dependendo da capacidade de compra de cada um. Quanto mais o dinheiro circula, mais gera imposto, divisas e com isso, Estado, União e municípios acabam tendo recursos suficientes”, salientou.DISPENSA DE TAXASPara o presidente da Jucer, a parceria do Fundo de Investimento e de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia, com o Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, foi importante para o projeto de dispensa de taxas.“Essa dispensa realmente valeu a pena, sendo um custo ínfimo com relação ao que proporcionou à economia e empregabilidade, pois a partir do momento de abertura da empresa, já começa a gerar emprego e renda. A abrangência foi dentro dos 52 municípios, e tínhamos a expectativa de abrir neste período de dispensa, cerca de 2.400 empresas, porém, em menos de cinco meses, foram abertas 2.539 empresas”, concluiu José Alberto.Dentro deste processo de apoio às empresas, existe um termo de cooperação com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), que visa estimular e facilitar a vida de quem quer empreender, proporcionando o menor tempo possível, a desburocratização junto aos demais órgãos de fiscalização.Fonte: Governo RO
Aproximadamente 142 mil empresas estão registradas em Rondônia, com dados extraídos da Receita FederalNo segundo quadrimestre de 2023, o estado de Rondônia teve mais de nove mil empresas abertas, de acordo com o balanço da Junta Comercial do Estado de Rondônia (Jucer). Aproximadamente 142 mil empresas são registradas no Estado, com dados extraídos da Receita Federal.Ações têm sido realizadas para possibilitar a abertura de empresas e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), tem facilitado a constituição de empresas e da Junta Comercial. A expectativa da Jucer é de que até o fim de 2023, mais de 26 mil empresas sejam abertas em todo o Estado, ultrapassando a marca de 2022.De acordo com o presidente da Junta Comercial, José Alberto, o que possibilitou de forma complementar, foi o investimento do Estado com uma cifra de R$ 1.396.536,83 (um milhão, trezentos e noventa e seis mil, quinhentos e trinta e seis reais e oitenta e três centavos). “O recurso foi advindo do Fundo de Investimento e de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia (Fider), fazendo com que Jucer dispensasse às custas daquele que quer empreender”, disse.Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a solidez fiscal do Estado tem possibilitado a atração de investimentos, para que novas empresas pudessem ser instaladas, além dos empreendedores que decidiram criar suas atividades, saíssem da informalidade, por meio do programa Cidadania Empresarial.Segundo o presidente da Jucer, outras empresas vêem dentro do Estado, a possibilidade de investimento, pelo crescimento, posição geográfica dentro do país e as oportunidades que são oferecidas.AÇÕES REALIZADASEntre as ações realizadas, houve a desburocratização das empresas, onde a Jucer atuou dentro dos 52 municípios, justamente para que dentro daquelas atividades de baixo e médio risco, fossem criadas normas que facilitem o ingresso de empresários com pouca burocracia para abrir e ter suas inscrições nas áreas da saúde e meio ambiente.CRITÉRIOS ESTABELECIDOSJucer funciona como um integrador regionalA Jucer funciona como um integrador regional, tendo como base as legislações estadual, federal e municipal. “As empresas que são de médio e baixo risco; o registro é feito de forma eletrônica e simplificada, facilitando a abertura. Para ser concluído o processo de abertura de empresas é necessário passar por vistoria externa, tanto no âmbito da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) quanto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e do Corpo de Bombeiros Militar”, explicou José Alberto.IMPORTÂNCIA DAS EMPRESASConforme o presidente da Jucer, atualmente, cerca de 54 mil pessoas físicas estão na informalidade. “A partir do momento que as empresas saem da informalidade, conseguem registrar funcionários com menor custo, pagam menos imposto, têm acesso ao crédito, e uma variedade de oportunidades, tanto do Estado quanto da União”, afirmou.José Alberto defende que, a formalização é um custo mais barato que possa ter, sem riscos para o empresário ter multa, penalidade e infringir normas. “Com isso, a economia começa a aquecer, pois mesmo o pequeno, quanto o grande, não deixam de ser consumidores, e compram de grandes fornecedores, dependendo da capacidade de compra de cada um. Quanto mais o dinheiro circula, mais gera imposto, divisas e com isso, Estado, União e municípios acabam tendo recursos suficientes”, salientou.DISPENSA DE TAXASPara o presidente da Jucer, a parceria do Fundo de Investimento e de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia, com o Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, foi importante para o projeto de dispensa de taxas.“Essa dispensa realmente valeu a pena, sendo um custo ínfimo com relação ao que proporcionou à economia e empregabilidade, pois a partir do momento de abertura da empresa, já começa a gerar emprego e renda. A abrangência foi dentro dos 52 municípios, e tínhamos a expectativa de abrir neste período de dispensa, cerca de 2.400 empresas, porém, em menos de cinco meses, foram abertas 2.539 empresas”, concluiu José Alberto.Dentro deste processo de apoio às empresas, existe um termo de cooperação com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), que visa estimular e facilitar a vida de quem quer empreender, proporcionando o menor tempo possível, a desburocratização junto aos demais órgãos de fiscalização.Fonte: Governo RO