đŹđ đđđđđđđ đđđđđđđ.
Ë àŁȘ Êż                                   o chalĂ© de afrodite andava com uma boa reparação, a parte das crianças era a ĂĄrea que recebia mais atenção antes mesmo atĂ© dos quartos dos mais velhos. o seu foi ficando para trĂĄs e voltava a ficar no seu antigo dormitĂłrio com devora; como nĂŁo precisava dormir, nĂŁo tinha tanta importĂąncia se arrumavam o seu ou nĂŁo, aos poucos isso seria feito. a lista de prioridades era imensa. atualmente focava nisso de apertar parafusos dos beliches dos irmĂŁos quando um deles entrou ali correndo. elliot, seis anos. deixado no acampamento verĂŁo passado e seus pais adotivos nunca mais apareceram para visitĂĄ-lo ou levĂĄ-lo para casa. sentia-se imensamente responsĂĄvel por aquelas crianças que nĂŁo tinham as famĂlias mortais e o fato do pequeno elliot ter um curativo na testa por causa do acidente no dia desta era algo que lhe atormentava. se tivesse ali, eles teriam se machucado? teria conseguido evitar os irmĂŁos de se ferirem?
âelĂłi, acho que vocĂȘ estĂĄ em apuros.â a criança disse com os olhos castanhos arregalados para o mais velho. os cachos do pequeno estavam bagunçados, suas roupas manchadas de terra⊠e o chalĂ© nĂŁo consertou nada daquilo, a magia de afrodite ainda estava quebrada, pelo visto. âvocĂȘ estĂĄ tĂŁo encrencado. o que fez dessa vez?â ele perguntou, a curiosidade vazando em seu tom infantil.
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a confusĂŁo, porĂ©m, enfeitava o rosto do semideus mais velho que tinha tambĂ©m um quĂȘ de diversĂŁo em sua expressĂŁo pela forma como o irmĂŁo tinha entrado ali lhe acusando. largando as ferramentas, se agachou na frente do menino. âeu sinceramente nĂŁo sei, elli, consegue me dizer o que estĂĄ acontecendo? por que acha que eu estou encrencado?â perguntou, esticando a mĂŁo para tentar limpar o rosto dele e ajeitar os cachos, tirando um elĂĄstico do bolso para prender os cabelos do menino em um coquezinho minĂșsculo.
âeu tava brincando com os patos e quĂron me pediu pra te chamar. bem rĂĄpido. entĂŁo eu vim correndo!â contou, saltando no lugar assim que o irmĂŁo acabou de lhe arrumar. isso explicava tanto a sujeira quanto a presa da criança. teria sido mais fĂĄcil se ele tivesse começado com o recado do centauro, mas jĂĄ conhecia a natureza enĂ©rgica dos irmĂŁos. âseu cabelo ainda estĂĄ preto.â o menino apontou, lhe deixando consciente de novo daquele fato que vinha lhe perturbando hĂĄ alguns dias.
âeu sei, amigo. ainda nĂŁo descobri como fazer voltar ao normal. e eu tambĂ©m nĂŁo sei o que quĂron quer comigo.â esclareceu, se levantando e oferecendo a mĂŁo para o menino para que pudessem sair dali juntos.
âvocĂȘ nĂŁo sabe de nada.â elliot debochou com uma risada, acabando por arrancar uma de elĂłi tambĂ©m. âeu vou brincar de novo com os patos, mas boa sorte. depois vocĂȘ tem que me contar o que ele queria, tĂĄ bom?â o pequeno pediu, erguendo a mĂŁozinha direita com o mindinho esticado para o irmĂŁo que nĂŁo teve escolha a nĂŁo ser prometer, enrolando os dedos juntos. satisfeito com a promessa, elliot saiu apressado de volta para o lago.
elói, por sua vez, seguiu o caminho para a casa grande. raramente o centauro lhe chamava para algo, apesar de sua proximidade com o chalé de Hermes, não tinha feito nenhuma pegadinha recentemente netwo não fazia sentido ser repreendido. repassava a mente todas as suas açÔes para ver se havia algo fora do comum que esqueceu e merecia bronca⊠mas nada vinha. o trajeto todo foi apreensivo, mas ao atingir o local e receber um sorriso gentil do diretor, relaxou um pouco.
âvejo que elliot dessa vez nĂŁo se desviou da missĂŁo.â quĂron brincou pela rapidez que o filho de afrodite tinha chegado ali, as crianças costumavam se distrair com facilidade e Ă s vezes os recados atrasavam um pouco. âvenha, entre, tenho um pedido para fazer.â elĂłi nĂŁo hesitou em aceitar o convite, entrando no local conhecido. o centauro ocupou a cadeira Ă mesa de escritĂłrio que tinha no canto da sala bem debaixo da cabeça de leopardo; o semideus acabou por ocupar a cadeira Ă frente dele, a perna mexendo nervosamente. âtenho uma missĂŁo para vocĂȘ.â apenas aquela palavra jĂĄ era o suficiente para lhe fazer congelar, a tensĂŁo sendo tĂŁo visĂvel que quĂron rapidamente continuou. âaqui dentro, maxime. uma missĂŁo interna.â as palavras serviram para lhe tranquilizar um pouco mas nĂŁo teve tempo de perguntar algo porque logo ele continuava. âpreciso que colete informaçÔes sobre a fenda, que tipo de rochas formam a parte interna, fotos, tudo o que vocĂȘ puder coletar sem descer muito profundo.â
talvez nĂŁo devesse ter se acalmado antes porque a tal missĂŁo era tĂŁo ruim quanto qualquer outra que tivesse que sair. a fenda era um grande mistĂ©rio no acampamento, as vozes que ouviram no primeiro dia foram perturbadoras. âisso⊠é uma boa ideia? pra eu entrar tem que tirar a barreira, nĂŁo? isso Ă© seguro?â perguntou com uma certa apreensĂŁo.
âNĂŁo serĂĄ retirada por completo. vocĂȘ pode pedir que abram apenas uma parte para que entre. minha Ășnica recomendação Ă© que vocĂȘ nĂŁo deve descer sozinho.â informou. O centauro mexeu na mesa e tirou da gaveta um caderno, fazendo-o deslizar na superfĂcie atĂ© o rapaz. âescreva aqui seus progressos e me entregue quando terminar as anĂĄlises. precisamos disso com urgĂȘncia, maxime. vocĂȘ conhece o laboratĂłrio da arena, sabe lidar com a tecnologia para estudos entĂŁo Ă© nossa melhor opção. posso contar com vocĂȘ? â a seriedade no tom alheio fez com que automaticamente concordasse com a cabeça em um movimento positivo. conhecia uma ordem quando ouvia e o tom dele nĂŁo deixava dĂșvidas: aquela era uma.
ao invés de ganhar uma reclamação e uma punição saia dali da casa grande com um caderno em mãos e uma missão que não sabia se era segura para ser cumprida jå que não perdeu o fato do centauro ignorar sua pergunta sobre isso⊠mas que pelo visto não tinha escolhas a não ser obedecer.
brevemente citado: @krasivydevora
prompt da fenda, pov 1. #fendap