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Hello everyone!! I am BACK!! FINALLY!!!
I finished my second semester at university and with that, I also finished chem 2! It was a class I had been afraid of for a long time, but even though it was a hellish amount of work, I did it and I’m happy. This isn’t the end of the chem classes for me since I’ve got organic chemistry next semester and a chemistry class for my major in the spring, but it’ll be okay.
Anyway, enough of that… now that it’s summer, I should be much more active and be posting art more too! :D To start I have this one that I started during the semester but only finished now. It’s on the simpler side, but this summer my goal is to let go and see what I can make rather than worrying about a specific end result. I have some more detailed pieces planned so I can also uphold my earlier goal of trying more new things with my art, but for now we have some mysterious Feira art!
I hope everyone else is doing well too! Don’t forget to wear sunscreen and hats to protect yourself from the sun, and stay cool too!!
Não tem nada melhor que domingo na feira

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I Love u Toomate
#feirinha #brasil🇧🇷 #rj
Feira de agroecologia na agricultura familiar no SESC Piracicaba!
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O Mistério do Mamilo Universal: Quando o Marketing Tropeça na Ideologia
Santa Maria da Feira prepara-se para os seus 25 anos de Imaginarius com uma proposta que promete elevar a fasquia do "espanto" público. A companhia brasileira Desvio Coletivo traz-nos "Mamil(a)s", uma performance que, segundo os autores, é uma profunda reflexão sobre o risco, a vigilância e a censura do corpo feminino. Até aqui, tudo certo. O drama começa quando percebemos que, para denunciar a exclusividade do perigo feminino, decidiram... convidar toda a gente, independentemente do género.
É o triunfo do marketing da inclusão sobre a lógica da mensagem.
A Matemática do Absurdo
Ora vejamos: o espetáculo quer provar que o mamilo da mulher é um "atentado ao pudor" e que o do homem é "natural". Qual é a solução artística? Misturar 30 voluntários de "qualquer identidade de género" de cara tapada e peito ao léu.
O resultado visual será, previsivelmente, um jogo de "Quem é Quem?" anatómico:
Se o público vê um mamilo masculino, boceja. É o mamilo do privilégio, o mamilo-standard, o mamilo que vai comprar pão sem sobressaltos.
Se o público vê um mamilo feminino, entra na esfera do "risco" e da "reflexão".
Ao misturar toda a gente no mesmo saco (ou na mesma ausência de t-shirt), o festival consegue a proeza de diluir a própria denúncia que pretende fazer. Se o objetivo é mostrar que o corpo feminino está mais sujeito a riscos, porquê camuflá-lo entre mamilos que não correm risco nenhum? É como fazer um protesto contra a escassez de água convidando pessoas que têm piscinas olímpicas em casa para segurar cartazes vazios.
O "Mamilo Transversal": Inclusão ou Confusão?
A contradição é deliciosa. O espetáculo chama-se "Mamil(a)s", com aquele parêntese maroto que evoca o feminino, mas o elenco é um buffet de géneros. Leandro Brasílio, o coautor, explica que a ideia é ouvir depoimentos de pessoas queer, mulheres e homens.
A Ironia Prática: No final, teremos homens cisgénero a participar numa performance que homenageia mulheres vítimas de violência masculina. É o auge da desconstrução: o mamilo que historicamente oprime (metaforicamente falando, claro) está agora na rua para... homenagear a vítima. É um altruísmo mamário sem precedentes.
Marketing vs. Realidade
Sejamos honestos: o nome "Mamil(a)s" e a promessa de nudez parcial são mel para o marketing de um festival de rua. Atrai a imprensa, choca a tia conservadora de Lourosa e garante o selo de "arte disruptiva".
Mas há aqui um curto-circuito intelectual:
Diz o Manifesto: "O corpo feminino está mais sujeito a riscos."
Diz a Convocatória: "Venham todos, até quem não corre risco nenhum."
Se a "verdadeira performance" acontece na formação prévia e na partilha de experiências, como dizem os autores, talvez fosse mais coerente fazer um workshop à porta fechada. Mas claro, um workshop de debate não gera fotografias de 30 pessoas de cara tapada na Praça da República.
No fundo, o Imaginarius oferece-nos uma lição de modernidade: o importante não é a clareza da causa, mas a abrangência do convite. Se o mamilo é feminino, é resistência; se é masculino, é figurante; se é queer, é política. No fim, se todos estiverem de cara tapada, a única coisa que realmente fica exposta é a vontade de criar polémica com um embrulho de "construção coletiva".
Resta saber se, no meio de 30 pares de mamilos diversificados, o público vai conseguir distinguir a "crítica ao patriarcado" de uma simples tarde de sol sem protetor solar.