Era quase o horário de Magnus sair para o seu turno, estava terminando de ajeitar as armas e já pensava no dia cheio de burocracias que teria, enquanto ajeitava o suspensório na calça social, bem como os coldres laterais que prendeu como um colete. A música brasileira tocava alto, o fazendo relaxar minimamente para que já não fosse para a delegacia estressado. Pelo espelho do quarto, ele via a imagem do acampamento atrás de si e não poderia mentir que ele estava mais quieto do que o normal, sem os semideuses falando sem parar, rindo, correndo ou brigando entre si… era estranho, ele tinha de admitir, mas não pensava ser nada sério.
Aquela ideia, porém, rapidamente foi posta de lado quando escutou um barulho alto, sobrepondo-se à música e desligou o aplicativo para que pudesse ouvir melhor, sentindo o coração gelar assim que fez isso. O som de gritos de terror, de grunhidos e do mais perfeito caos encheu a casa do filho de Júpiter, seu coração acelerou e ficou estático por um milésimo de segundo antes de reagir como acontecia na polícia… é, ele faltaria no plantão daquele dia — e provavelmente nos próximos, mas conseguia pensar em uma boa desculpa para dar ao superior — e sem pensar muito, ele desceu as escadas correndo, os coldres com as armas e o cinto também — podia ser inútil para tentar matar alguma criatura mitológica, mas ele podia ao menos retardá-la um pouco.
Em passos rápidos, ele desceu as escadas, puxando um quadro que ficava ali no corredor da entrada e revelando algumas armas que mantinha ali por precaução, estendendo a mão para pegar um fuzil que guardava ali, carregando-o para então jogar a arma por cima do ombro e deixá-la pendurada ali. Tirou também, em um movimento rápido, os braceletes para liberar os chankras e saiu de casa correndo em direção ao caos que acontecia mais a frente no acampamento, quase próximo dos campos de Marte.
Os olhos azuis correram rapidamente ao redor antes de voltar para a frente e ver uma cabeleira ruiva conhecida, que se aproximava também correndo de uma hidra… merda, tinha que ser uma hidra? Eles estavam ferrados e precisavam de um plano e cabia ao mais velho pensar em um, já que era o pretor do acampamento, sentia-se na responsabilidade de proteger os outros campistas — Ei ruivinha, quer uma ajuda? — chamou-a, fazendo com que a atenção do monstro voltasse para si ao invés de Rebecca, soltando um palavrão baixo — Já sabe o que fazer? Ou posso ter as honras de pensar em alguma coisa para cortar a cabeça do meio? — indagou alto o bastante para que a mais nova lhe escutasse e baixou o corpo quando a criatura tentou lhe abocanhar.
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Lorelei como sempre, estava nas forjas trabalhando em melhorias nas armas e criando coisas novas que pudessem ajudar a proteger o acampamento, a voz dos irmãos e irmãs conversando entre si praticamente não sendo audível para a semideusa que estava focada em um projeto novo. Projeto esse que discutia com um dos semideuses gregos filhos de Hefesto que lhe ajudava em algumas coisas e desenhos. A arma que projetava era quase como uma bazuca, no entanto, com água do rio Lethe para causa esquecimento em quem fosse atingido pelas balas projetadas para acertar o alvo mesmo que ele se movesse — quase como um míssel teleguiado — e também sendo mais fácil de carregar, como se ele fosse portátil, mas também uma arma perigosa.
A mente da filha de Vulcano estava tão focada no que fazia que notou a movimentação estranha somente quando os irmãos a chamaram antes de saírem correndo de dentro das forjas. O cenho feminino se franziu e rapidamente a semideusa se dirigiu até as imagens das câmeras que colocara para proteger o acampamento em tempo real, analisando-as e podendo ver o caos que se instaurava em cada canto… pessoas corriam, coisas explodiam, gritos eram ouvidos por toda a extensão do acampamento, monstros invadiam o local acompanhados dos deuses… realmente, a merda batera no ventilador e conseguiu espalhar por todo o canto — Ah que merda… Lucy! Ativar defesas! — ordenou para a inteligência artificial que rapidamente respondeu erguendo os arsenais escondidos para ajudar os semideuses e as defesas tecnológicas com robôs que projetara, enquanto a Calegaria virava as costas para a imagem e corria para poder sair dali.
Quase que imediatamente, Lorelei pegou a arma que colocara em cima da mesa, bem como apertou um botão que havia na bancada, fazendo com que a parte de cima de bronze de uma armadura — que fora projetada por ela, baseada nas armaduras romanas antigas — apareceu, sendo colocada por cima da camisa xadrez da jovem, bem como tirara o bracelete do pulso, revelando o machado de ponta dupla e jogando a arma por cima do ombro juntamente a que tinha acabado de terminar de projetar, saiu o mais rápido que podia de dentro das forjas. Praticamente correndo, ela aproximou-se de duas figuras conhecidas que estavam um pouco mais a frente, aparentemente tendo acabado de ver a confusão, assim como ela, Marlowe e Daphne. — Atrasadas também? Achei que eu fosse a única, assim não me sinto tão só — soltou em um tom divertido, sua marca registrada claramente.
Antes que Lorelei conseguisse chegar até um grupo de semideuses mais novos, o caminho das três foi bloqueado por um lestrigão, a figura grande lançando uma sombra ameaçadora na frente das três mulheres — Opa, alguém aqui comeu mais do que era necessário quando criança. Ou levou muito a sério a história de fase de crescimento — resmungou a semideusa, dando uns passos para trás e erguendo os olhos verdes na direção do ser mitológico, a voz voltando-se para Marlowe que era quem estava mais perto — Me diz que pensou em um plano, eu juro que não implico mais com o Normal. Ou vamos só entregar nas mãos das parcas e ver no que dá?
Lembre de mim não sei quando vou voltar, lembre mim se um violão você escutar. Ele com seu triste canto te acompanhará e até que eu possa te abraçar… lembre de mim || POV
TW: sangue
Os passos eram apressados, levando em conta que tinha alguns ferimentos pelo corpo, mas graças aos deuses não era nada muito sério ou que estivesse lhe impedindo de andar ou que estivesse lhe impedindo de ser útil para os outros semideuses. As orbes escuras fitavam o confronto que estava acontecendo mais a frente e que tinha como alvo semideuses mais novos, provavelmente as crianças, e aquela visão fora o suficiente para que ele começasse a correr até o local.
Seu caminho, porém, foi ofuscado por uma aura de medo, fazendo com que seus passos parassem… ele conhecia aquela sensação, havia acabado de enfrentá-la e parecia que o deus não lhe deixaria sair de perto tão facilmente. O motivo? Ele não fazia a menor ideia, porque haviam semideuses mais importantes para que ele pudesse se preocupar, mas não, ele parecia ter cismado com o filho de Tártaro e agora tinha de enfrentá-lo novamente. A foice saíra de seu corpo no exato momento em que sentiu a presença do deus, e parecia que Deimos também não estava sozinho, uma empousa parara voando ao seu lado — e Alastair sentiu que estava mais ferrado do que antes.
O coração do homem batia mais rápido — reação que sabia ser causada pela presença da divindade — , a destra apertando com força o cabo da foice e escutou um barulho alto acima de si, era seu corvo, sobrevoando-o quase como se estivesse avaliando a situação. — Por que não vai atrás de outra pessoa, Deimos? — a pergunta fora claramente retórica e um sorriso arrepiante delineou os lábios do deus menor, sorriso esse que arrepiou os cabelos da nuca de Alastair. Com um suspiro pesado escapando por entre os lábios, ele se preparou para o que quer que viesse a acontecer… e em um milésimo de segundo o ataque começou.
A empousa abriu as asas, alçando vôo para cima do Darkmore com os dentes afiados à mostra e as garrafas nas mãos também. O primeiro ataque foi parcialmente desviado pelo semideus (d8), mas uma das garras acabou pegando em seu ombro, abrindo um corte que por sorte não era tão fundo assim e fez uma careta de dor rapidamente tomasse conta de suas feições, ao erguer a foice para tentar acertar a criatura também, sentiu a aura de medo tomando conta bem mais forte do que antes e o novo golpe da criatura acabou pegando em seu pescoço (d13), os dentes afiados passando pela carne passando a beber o sangue e apenas soltando-o quando o corvo desceu bicando o ser mitológico com força.
As pernas de Alastair falharam, fazendo com que ele caísse de joelhos e a foice escapasse de sua mão. Ele sentia o sangue quente escorrendo onde a empousa lhe mordera, levando a canhota ao local e sentia cada vez mais próximo o medo, Deimos se aproximava lentamente, aqueles olhos bizarros fixos no trisavô que estava caído no chão tentando recuperar a força — e por mais que Alastair quisesse, ele sabia que não teria como fazer qualquer movimento que ferisse o deus, suas mão tremiam demais para tentar pegar a foice e sua mente parecia estar distanciando-se dali.
Os sons do acampamento estavam cada vez mais longe, sua visão não estava na grama, mas sim em outro lugar. Era um flash de alguma lembrança que julgava não lhe pertencer mais e ele era criança, corria por um jardim grande de mãos dadas com uma garotinha que lhe trazia a sensação de lar, de pertencimento… sua irmã, irmã gêmea, ele podia escutar a si mesmo chamando-a daquela forma e ela soltou-se de sua mão, correndo para o bosque mais próximo, ele correu atrás.
Ela lhe chamava, lhe chamava para entrar ali, mas então ele parou. Ele parou e olhou para alguém atrás de si, uma voz também lhe chamava e ele a conhecia a um tempo, tempo o bastante para que disparasse seu coração… Audrey, ela estava um pouco mais a frente, um sorriso nos lábios e aquele rosto lindo lhe observando, mas no instante em que se virou para ela, alguém segurou sua mão novamente. Uma mulher, ele nunca a vira na vida, ou pensava não ter visto e ela também tinha um sorriso como sua irmã “Vem com a gente Alastair, vem com a gente filho. Vamos brincar”, filho? Era sua mãe, mulher que ele não se lembrava.
Mas alguma coisa estava errada e quando se deu conta, a lembrança mudou, mudou para a imagem vaga de um cassino e uma voz feminina ao lado lhe perguntando se iriam entrar, a resposta que escapou pelos seus lábios foi positiva… e eles entraram. As luzes fortes e coloridas ofuscaram a visão do semideus e ele mais uma vez ouviu Audrey lhe chamando, mas dessa vez acompanhada de Pollux, elas lhe chamavam, pediam que voltasse. Mas por que? Ele não entendia o motivo, pelo menos não até que uma figura brilhou na sua frente, quase como uma aparição e um homem bonito lhe fitava “Volte filho, você tem poderes. Use-os”, era Tártaro, o deus primordial saíra das profundezas para ajudar o filho.
As coisas voltaram ao caos de antes, Alastair sentia a dor novamente e pareciam que apenas segundos tinham se passado. Deimos estava na sua frente, encarando-o, e o som da empousa mostrava que a criatura estava atrás de si, pronta para um novo ataque que lhe acertou novamente, as garras rasgando sua pele quando o seguraram para tornar a sugar seu sangue. Mas a voz do pai se sobrepunha a dor e ao caos, precisando de toda a força que parecia lhe restar para que a mão apoiasse no chão, concentrado-se para convocar algum monstro que fora enviado ao tártaro para lhe ajudar e conseguindo um (d11), uma quimera que avançou para cima da empousa que não teve tempo de desviar (d3) e vôo para tentar escapar. Os olhos negros ergueram para Deimos, que dava alguns passos para trás e com dificuldade, Alastair focou no rosto do deus antes que o chão debaixo dele abrisse uma fissura e alguma coisa lhe segurasse pelo pé… um ser do tártaro, pronto para puxá-lo para baixo antes que ele desaparasse para longe dali (d12).
A empousa também desaparecera e agora Alastair sentia a dor tomar conta de todo o seu corpo, caindo de costas no chão e a ardência no peito fazendo-o crer que levou um golpe — que felizmente não fora no coração — e os olhos escuros fitaram o céu instantes antes de se fecharem e ele desmaiar pela perda de sangue e dor.
Tem um pinguinho de gente correndo na sala, com o sorriso banguela, eu não quero mais nada [...] Sabe aquele amor que se multiplica? Que nunca sonhou em ter isso na vida? || POV
Crystal não pensava que o caos começaria tão rapidamente e nem mesmo que logo de cara o acampamento fosse invadido de forma tão violenta e logo não havia muito tempo para pensar, apenas trancar Cerbeus em casa, porque jamais se perdoaria se alguma coisa acontecesse com o labrador que era praticamente seu filho. Elliot estava treinando, então provavelmente só estava no meio de toda a confusão, só lhe restava pedir aos deuses que protegessem seu marido, visto que não via sua vida sem o filho de Ares para lhe irritar ou para lhe fazer dar risada.
Depois de toda a luta contra Érebo, era uma surpresa para a filha de Perséfone que não estivesse tão ferida quando pensou, apenas alguns arranhões e cortes nos braços que não poderiam ser vistos como nada tão sério. Mas agora, ela tinha que ajudar de outra maneira e alguma coisa lhe dizia para não ficar na linha de frente do ataque, por isso, ajudar na enfermaria fora algo que lhe ocorreu quase no mesmo instante, praticamente correndo em direção ao local e já vendo o caos em que se encontrava com os semideuses feridos gravemente e os médicos correndo para todos os lados enquanto tentavam atender a todos.
A semideusa nem havia pisado direito no local quando um médico aproximou-se correndo, querendo ver se estava muito ferida — Só estou com alguns cortes nos braços e enjoo, mas isso faz tempo — respondeu encolhendo os ombros brevemente e conseguiu observar a preocupação do médico com sua resposta, não entendendo nem um pouco os motivos daquela reação e simplesmente deixou-se ser puxada para dentro e sentou-se na maca. As orbes azuis acompanharam os movimentos do enfermeiro que viera lhe atender, mandando que a jovem deitasse para que o médico pudesse fazer um ultrassom. — Ultrassom? Mas eu não me machuquei muito para isso — disse com o cenho franzido, totalmente confusa com o que estava acontecendo.
Suas palavras, porém, fora ignoradas e logo o médico apareceu com a máquina portátil para que pudesse fazer o exame. Um arrepio percorreu a espinha da Sinclair quando sentiu o líquido gelado em sua pele, e os olhos voltaram-se para a tela do equipamento para sanar a curiosidade do que poderia estar acontecendo para que houvesse toda aquela preocupação… um som parou seu coração por um instante, as orbes azuladas enchendo-se de lágrimas — Não pode ser — sussurrou para si mesma. Um coraçãozinho, um coraçãozinho batendo dentro de si “Está grávida, Crystal, de seis semanas… acho que é o tempo do qual você está tendo enjoos e desejos estranhos”, o médico disse dando um sorriso, pela primeira vez naquela noite depois de tanta tragédia que havia visto.
E-Está falando sério? — indagou deixando as lágrimas correrem pelo rosto, o sorriso formando-se logo em seguida de modo a iluminar as belas feições da grega e ela pousou as mãos na barriga com carinho — Meu bebê... — sussurrou carinhosamente, ainda sem acreditar em tudo o que estava acontecendo. “Por favor Crystal, fique aqui. Não se arrisque mais, podia ter acontecido uma tragédia. Tenho certeza que vai ficar tudo bem e logo Elliot chegará bem para vê-la” as palavras do médico saindo como se ele estivesse implorando para que ela seguisse suas ordens e a morena simplesmente assentiu com a cabeça, ainda fazendo carinho em sua barriga.
Assim que o médico se afastou, Crystal voltou sua atenção para a tela onde instantes antes estivera um breve borrão que era seu bebê e de onde havia saído os sons do coraçãozinho daquele pequeno ser que ela já amava tanto… Mal podia esperar para contar para Elliot, queria saber a reação dele em saber que seria pai, era algo que não pensavam naquele instante, mas parecia uma benção dos deuses — Vai ser vovó, mãe — sussurrou como se a deusa pudesse lhe escutar, mas tinha certeza que sim porque as flores ao lado da sua maca abriram-se como se fosse uma resposta da deusa do submundo. Realmente, no meio de toda aquela tempestade, havia aparecido um arco-íris… um arco-íris que ela tinha certeza que viera para mostrar todo o amor que sentia por Elliot. O amor havia se multiplicado.
"É o poder, aceita porque dói menos. De longe falam alto, mas de perto tão pequenos”
Dmitry voltava dos treinos daquela tarde, a jaqueta jogada por cima do ombro e os passos lentos enquanto se perguntava de fora uma boa ideia voltar ao acampamento depois do encontro com a ex, ele não tinha muito o que dizer a ela, mas agora tinha outras coisas para focar e sabia o que estava por vir, seu pai havia comentado consigo que algo aconteceria logo e, embora não tivesse dado muitos detalhes, o semideus sabia que seria alguma coisa um tanto grave. E agora que parava para pensar, talvez tivesse sido uma boa ideia dar aula de luta aos semideuses e não ter parado de treinar quando estivera junto de Éter, porque assim sentia que poderia ajudar um pouco mais ali no acampamento.
Quase como um sopro em seu ouvido, algo lhe disse para olhar mais a frente, a cabeça erguendo-se e os olhos azulados como o céu acima de si acabaram notando a movimentação incomum… estava tudo por ali mais do quieto do que seria esperado para o horário e o mais velho sabia disso. O cenho foi franzido e rapidamente sentiu um arrepio na espinha, alguma coisa estava errada e era sério. O caminhar que segundos antes estivera calmo agora era rápido, apressado e preocupado, os olhos fixos na sua frente enquanto torcia para que não fosse nada tão sério quanto sua mente… no entanto, não poderia estar mais enganado.
O caos se instalara no local e o russo não conseguia imaginar como aquelas criaturas conseguiram entrar… a menos que tivessem ajuda de alguém ali dentro, mas não, ele não gostava de pensar na ideia de uma traição, embora pudesse ser possível e agora tinha de focar em proteger o local, como dissera a Éter que faria, mas o deus primordial parecia não estar ali naquele momento, diferente de outros que ele avistava ao longe, aparentemente, seu pai continuava na calmaria de seu reino e aquilo deixava Dmitry ligeiramente mais calmo. Sem pensar duas vezes, tirara o relógio de ouro que tinha no pulso, a peça rapidamente transformando-se em um arco de ouro branco com nuvens douradas, as flechas preenchendo a arma pela energia do semideus enquanto ele corria para alguém que estava mais perto… Sohui, droga, ele não tinha sorte naquele dia mesmo.
Parando quase derrapando o corpo grande perto da ex e olhou de relance para ela para ver se estava machucada ou algo do tipo — Você está bem? Está machucada? — indagou rapidamente antes que pudesse perceber mais duas pessoas se aproximando… Jasmine e um homem que não se lembrava de conhecer, mas de qualquer forma, toda a ajuda naquela situação seria bem vinda. Dmitry dera apenas um passo para frente antes que pudesse notar a aproximação de uma escuridão que parecia tomar toda aquela parte… é ele sabia bem quem era e assim que ergueu os olhos, conseguiu ter a confirmação — Oi vó — cumprimentou a deusa com um sorrisinho divertido antes de voltar-se para os companheiros ao seu lado. — Vocês tem alguma ideia? Porque eu sinceramente, ainda não planejei nada.
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