As máquinas que reciclam plásticos
Não reciclam corações.
A matéria exposta no jornal
Materializa meu instinto, e
as máquinas que reciclam papel
Devolvem o amor extinto.
-Devaneios de Ana.

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As máquinas que reciclam plásticos
Não reciclam corações.
A matéria exposta no jornal
Materializa meu instinto, e
as máquinas que reciclam papel
Devolvem o amor extinto.
-Devaneios de Ana.

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Amor não é tempo, amor é chuva e encontro.
-devaneios
A foda é gostosa e quentinha mas o coração e a alma estão gelados.
Sabe quando você recebe galanteios de pessoas interessadas e interessantes mas não é a pessoa que você ama? É como se você estivesse numa ilha com uma bóia que você acha que está furada e não está. Não faz sentido, mas é assim que sinto.
devaneios de Ana.

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Suas mãos tocam as notas do meu corpo mas não alcançam meu coração.
Universo
As vibrações do seu templo
Palavras e propostas
Encontro de pensamentos
Fantasias, teorias
Liberdade, filosofia
Passos no horizonte
Sonho improvável
Desejo vibrante
Olhos, boca
Pele, cheiro
Um caminho
Inteiro
Embate
Verdadeiro
Constante.
- Ana Felix
19/11/2018.
Flores e Espinhos
No longínquo horizonte azul
Vejo sua silhueta anil
chamo-te com grito estridente
você responde-me contente
e radiante inunda a terra.
O verdejar de sua estrutura
alimenta o olho que te vê
Posso esgotar em aventura
mas te dedico bem querer
chega aluvião, o ouro em pó
sustento e fortuna no anoitecer
A explicação para essa visão
vem do incansável sobreviver.
Julguei sua inesgotável teimosia
ignorei sua firme obstinação
tudo que há de profundo capricho
revela-se em inspiração
corto-te ao meio e tens espinhos
abro-te a flor-coração.
No longínquo horizonte azul
Vejo sua silhueta anil
chamo-te com grito estridente
você responde-me contente
e radiante inunda a terra.
Os passos que dou tem espinhos
O teu sol sombreia minhas mãos
você se foi pelo longo caminho
eu fiquei com as flores da canção
altero memórias e faço passagens
corto-me ao meio e encontro espinhos
abro-me em flor coração.
Seguir em frente é caminho
à direita há dor e solidão
à esquerda carinho e paixão
em um mundo de feridas
sigamos em frente
cultivemos a emoção, o amor e o coração.
-Devaneios de Ana.