DESAFIO NUMERO 8_ LEVANTAMIENTO LUGAR DE ESTUDIO_PARTE1
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DESAFIO NUMERO 8_ LEVANTAMIENTO LUGAR DE ESTUDIO_PARTE1

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DESAFIO NUMERO_GIF 360 DE LEVANTAMIENTO
DESAFIO NUMERO 8_LEVANTAMIENTO DE VIVIENDA_PARTE 1
A puta da vidinha
Fazia já um ano que se tinham conhecido. Ele deambulava em palco, no seu casulo rítmico agarrado ao seu baixo. Ela emprestava, pela primeira vez, a sua voz grave e quente, sussurrada, às melodias indie folk wannabe da banda. A sala não estava cheia, o que a ele lhe permitia uma maior descontração (ou distração, como se preferir encarar). Olhava curioso para o gingar das ancas dela, a forma como se meneava ao som da música como que embalada por um mar encarneirado. A dado momento, percebeu que a ondulação do corpo dela se havia sincronizado com as notas que ele produzia. Sentiu-se tão fortemente ligado a ela que acabou por "meter um prego" de tanto que se distraiu. Ela era portuguesa, nascida e criada em Moçambique, não muito longe de Maputo. Branca por fora mas alma e sangue de negra por dentro. Uma branca com a terra enraizada e viva e alegre de África. Uma branca com cheiro a capim, a terra molhada e a fruta madura. Tinha crescido a correr livre pelas hortas e prados, sem hora de partir nem de chegar, livre. Aprendeu a usar todos os sentidos para conhecer o mundo mas, mais que a audição, que lhe desviava olhar e pensamento, era o olfacto que mais mexia com ela. Dir-se-ia que o seu vocabulário olfactivo tinha vários volumes, não podia ser compreendido ou definido por palavras já conhecidas. Apesar de toda a dimensão desse sentido, dado que só se consegue fazer vida do olfacto em laboratórios ou entre quaisquer quatro paredes, o desejo de liberdade levou-a para a música. Pôde assim correr o mundo a cantar, emprestando a voz aos mais diversos projectos e estilos. Com essa escolha conseguia ser verdadeiramente livre e ainda descobrir mais odores. Fascinava-a o cheiro a bafio dos palcos, o das cidades encharcadas, das bebidas nos bares e tascas e o do suor dos amantes, ébrios de paixão e êxtase. Ele, há muito que descobrira como a música alimenta paixões e inflama tesões e, naquele instante, apercebe-se como estava inflamado. Em palco. Vale-lhe que a sala está escura e semi-despida e ela de costas. Acabado o concerto, o convite para um copo e dois dedos de conversa. Surpreso (porquê ele?), tartamundeou um tímido assentimento. Iria, com muito gosto. Não mais a tinha visto, pela boa parte do ano, desde aquele fim de noite, início de manhã, em que acordou com o rebuliço da partida dela, deixando um lugar vazio, morno, na cama dele. A verdade é que, pela boa parte do ano, não mais aquela cama tinha visto outro casal. Soube da vinda dela a Antuérpia por um amigo. Não tinha querido procurá-la ou segui-la, preservando aquela noite como algo místico e inexplicável mas, face à inesperada presença dela tão perto, todo o seu corpo se agitou e incendiou novamente, de paixão. Ela chegou duas horas antes do concerto. Ia emprestar a voz, aquela voz, à música que um amigo ia dedilhar numa velha viola. A sala era pequena (as melhores) e parcamente iluminada. A acústica, típica de uma casa de madeira, e os odores também. Madeira, cera, tabaco e pó. Por muito mundo que conhecesse, aqueles eram sempre a marca de casa. Ele chegou hora e meia antes da hora. Conhecia o dono e pôde entrar e dirigir-se acanhadamente ao camarim dela. Aí, pela porta mal fechada, viu-lhe a silhueta iluminada e a sombra projectada na parede repleta de fotografias. A Ella Fitzgerald gemia num velho gira-discos. A voz dela, aquela voz, murmurava em sintonia. Bateu à porta com os nós dos dedos médio e indicador duas vezes. - Quem chega? - ouve do lado de lá. - Sou eu. - diz, com voz sumida. Ela abre a porta e, com os olhos arregalados e brilhantes, dá dois passos atrás, antes de se lhe atirar ao pescoço e beijá-lo demoradamente. Caíram no chão e deram expressão corpórea e carnal ao desejo que ambos sentiam pela boa parte do ano. Faltam dez minutos para o concerto. Ela tem de se preparar. Ainda a senti-la nos braços e no corpo, pede-lhe que fique depois do concerto. Que fique uma semana, um mês, um ano. - Não quero. Não me dou em gaiolas. As minhas asas são para voar. Não quero definhar presa a ti. Sou livre e vou continuar a ser. Esta noite foi o epílogo da nossa história. Espero que venhas a ser feliz e que a vida te dê o que procuras. - Adeus então. - disse ele com os olhos brilhantes, marejados de lágrimas.
8. Dia dos favoritos! Qual é o saber de sorvete favorito do seu personagem? Cor? Música?
O sabor favorito de Anne quanto á sorvetes é de pavê (sem o maldito trocadilho, ou ela taca o sorvete e a taça em você). A cor favorita dela é preto, roxo ou qualquer outra coisa escura; quanto á músicas, existe uma extensão de coisas favoritas, mas talvez a sua favorita seja da banda trouxa AC/DC, The Jack.

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O desafio de amar, 8º dia - O Amor não arde em ciúmes
Pois o amor é tão forte quanto à morte, e o ciúme é tão inflexível quanto à sepultura. Suas brasas são fogo ardente, são labaredas do Senhor. - Cantares de Salomão 8:6
O ciúme é um dos impulsos mais fortes do ser humano. Ele vem da raiz da palavra zelo e significa "Queimar com um fogo intenso". As Escrituras sutilmente dizem, "O rancor é cruel e a fúria é destruidora, mas quem consegue suportar a inveja? (Provérbios 27:4)
Na verdade, existem duas formas de ciúme: o ciúme legítimo, baseado no amor, e o ilegítimo, baseado na inveja. O ciúme legítimo aparece quando alguém que você ama, que pertence a você, desvia o coração e lhe substitui por outra pessoa. Se a mulher tem um caso amoroso e se entrega a outra pessoa, seu esposo tem um ciúme justificado por causa do amor que ele tem por ela. Ele está ansioso para ter de volta o que é seu por direito.
A Bíblia descreve Deus como tendo esse tipo de ciúme justo pelo Seu povo. Isso não quer dizer que Ele tem inveja de nós, desejando ter o que temos (mesmo porque Ele já possui tudo). Quer dizer que Ele sente saudade de nós, desejando que Ele seja nosso primeiro amor. Ele não quer que deixemos que outras coisas venham antes d’Ele em nosso coração. A Bíblia nos adverte a adorar somente a Deus, porque "o Senhor, seu Deus, é zeloso; é fogo consumidor." (Deuteronômio 4:24).
Com isso em mente, tiramos o nosso foco do tipo de ciúme ilegítimo, o que se opõe ao amor; aquele que tem origem no egoísmo, onde ter ciúme de alguém é o mesmo que ser "movido com inveja."
Você luta contra o ciúme? Sua amiga é mais popular e você sente ódio dela por isso. Seu colega de trabalho ganha uma promoção e você não consegue dormir à noite. Ele deve ter feito tudo errado, mas você se tornou amargurado por causa do seu sucesso. Dizem que as pessoas ficam felizes com nosso sucesso, desde que não seja maior do que o delas.
O ciúme é uma luta comum. Ele é ativado quando alguém "passa a sua frente" e consegue algo que você quer. Isso pode ser muito doloroso dependendo do seu nível de egoísmo. Em lugar de parabenizá-lo, você se enche de raiva e pensa maldades a respeito dele. Se não tomarmos cuidado, o ciúme rastejará como uma cobra em nosso coração e acabará com as nossas motivações e com os nossos relacionamentos. Ele pode nos envenenar a não viver a vida que o Senhor deseja.
Se não acabarmos com a nossa raiva aprendendo a amar os outros, provavelmente conspiraremos contra eles. A Bíblia diz que a inveja nos leva a confusão, a briga e a toda espécie de males (Tiago 3:16, 4:1-2).
Existe uma seqüência de ciúmes ilegítimos nas Escrituras. Ele causou o primeiro assassinato quando Caim desprezou a aceitação de Deus à oferta do seu irmão. Sara mandou sua criada embora porque Hagar podia gerar filhos, enquanto ela não. Os irmãos de José viram que ele era o preferido de seu pai, então eles o jogaram em um poço e o venderam como escravo. Jesus foi mais amoroso, poderoso e popular que o principal dos sacerdotes, então eles tramaram Sua traição e crucificação.
Na maioria das vezes, não temos inveja de estranhos. Aqueles por quem sentimos ciúmes estão, primeiramente, na mesma esfera que nós. Eles trabalham em nosso escritório, jogam em nosso time, estão em nosso círculo de amizade... Ou moram em nossa casa. Sim, se não vigiarmos, a inveja pode, também, contagiar nosso casamento.
Quando você se casou, assumiu o papel de maior torcedor e de capitão do fã clube do seu cônjuge. Vocês se tornaram um e compartilharam da alegria um do outro. Mas, se o egoísmo entrar, qualquer coisa boa que aconteça com apenas um de vocês pode ser um estimulante para a inveja ao invés da parabenização.
Ele pode estar jogando golfe no final de semana, enquanto ela está limpando a casa. Ele se sente o máximo por conseguir um bom placar, e ela sente vontade de atirar nele.
Ou, talvez, ela é constantemente convidada para sair com as amigas enquanto ele fica em casa com o cachorro. Se ele não vigiar, ele pode se ofender com a popularidade dela.
Em virtude do amor não ser ciumento e sim colocar os outros à sua frente, ele se recusa a permitir que o ciúme entre. O amor lhe conduz a celebrar o sucesso do seu cônjuge ao invés de se ressentir dele. Um esposo amoroso não se importa se a sua esposa for melhor em algumas coisas, se divertir mais, ou ganhar mais aplausos. Ele a vê como um complemento dele, não como uma concorrente.
Quando ele recebe louvor, ele a agradece publicamente pelo suporte em ajudá-lo em seu sucesso. Ele se recusa a vangloriar-se de forma que ela se sinta ressentida.
Uma esposa amorosa será a primeira a se alegrar pelo marido quando ele vencer. Ela não compara suas fraquezas com as forças dele. Em lugar de se lamentar, ela dá uma festa de celebração.
É hora de deixar o amor, a humildade e a gratidão destruir todo o ciúme que nasce em seu coração. É hora de deixar o sucesso de seu cônjuge unir vocês e lhe proporcionar grandes oportunidades de mostrar amor genuíno.
» Desafio de hoje »
Decida ser o maior fã do seu cônjuge, e decida rejeitar qualquer pensamento invejoso. Para ajudá-lo a manter o coração em seu cônjuge e a focar nas conquistas dele, pegue a lista de atributos negativos que você fez ontem e, discretamente, queime-a. Depois, compartilhe com seu cônjuge o quanto você está feliz com o sucesso que ele conquistou recentemente.
Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. (Romanos 12:15)