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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Nobory, Death and Life
Alguns me dizem que não são quem parecem ser. Essa frase me faz pensar... há alguns boatos que dizem que quando você morrer, não vai reconhecer ninguém no céu. Então aí sim essa frase faz sentido. Nada, nem ninguém é o que parece. Isso que nós chamamos de corpo, não somos nós. É aquele uma ou mais camadas de pele, músculos e ossos que protegem o nosso eu verdadeiro. Nossa alma. E não importa o que aconteceu ou acontecerá, temos sempre a mesma alma. Mesmo em corpos diferentes, somos nós. Não sabemos quantos anos temos, como somos, nossa aparência... Mas porque? Como alguém consegue ser alguém que nem sequer conhece? Já escutei pessoas dizendo: Algumas pessoas nem sabem quem são. Mas ninguém sabe quem é. Mas sabe que existe. O nosso eu verdadeiro sempre se manifesta. De um jeito ou de outro. Com certeza você já se pegou pensando em algo que você não pretendia pensar. Ou andando sem precisar controlar seu corpo. Não, isso não tem nada haver com o sobrenatural ou coisa assim. Nosso eu que faz isso. Ele decora os caminhos que andamos, pra quando precisarmos passar por ele novamente, já sabermos o caminho. Pelas minhas contas, nós demoramos pelo menos 9 à 14 anos para esquecer completamente nossas vidas passadas. Quem nunca teve sensação de déjà vu fazendo algo que jura nunca ter feito? Ou ter a sensação de já ter sentindo o sabor de algo que você experimentou pela primeira vez? Nós somos confusos, e nosso corpo não nós deixa entender. Não importa o quanto tentarmos. Quando eu morrer, a primeira. coisa que vou fazer vai ser me conhecer melhor. Saber do que gosto, como eu me pareço, se eu sou alegre ou triste, otimista ou realista... Na verdade, pensar nisso que me fez perder o medo da morte. Porque a morte é o paraíso. Sem mais perguntas, sem mais agonias, apenas Felicidades. A vida e a morte são como dois estudantes. Um popular que não sabe de nada, e um nerd que não é ( e nem precisa ser ) popular. O popular ( Vida ) é cheio de experiências felizes e tristes. Mas não sabe quem é, fica confuso com si mesmo. Nas aulas, dorme e não se preocupa em pegar matéria. Já o nerd ( Morte )é mais feliz. Ele se sente alegre sendo assim, pois acredita que o que importa é o quando você sabe, e quanto você se ama e gosta de ser quem é, e não o quanto você tem amigos. Muitos não gostam dele porque ele é estranho e medonho, todos não querem chegar perto dele tão cedo. Mas os que chegam, vêem que ele "Não é o que parece ser". Ele é legal. Emocionante. Todos que chegam perto dele se sentem alegres, como se tivesse todas as respostas das perguntas não respondidas pelo popular: Vida. Não tenho medo da morte. Quando ela me pegar, eu vou aceitar. Mas enquanto meu dia não seja, vou fazer da vida um lugar melhor, vou deixar minha marca. Talvez não surja efeito nenhum, minhas ações. Mas pelo menos, poderei dizer a mim mesma: Eu fiz minha parte. Não é só no sentido de mudar o mundo. É ter um bilhete para a felicidade absoluta, uma passagem de avião Premium. Porque, por mas que a vida e a morte são muito diferentes, suas ações em uma, influenciam o seu destino na segunda. É apenas isso. Não há jeito de responder todas perguntas que fazemos enquanto estamos vivos. Algumas são como nos jogos, desbloqueadas apenas em circunstâncias específicas. A única coisa que podemos fazer, é, pelo menos tentar, fazer a nossa parte. Dar tudo de si. Para depois, sermos recompensados, com algo a morte, que é mais do que um presente. É a absoluta felicidade, que nenhum de nós vai voltar para contar como é. Apenas os mortos vivem. Os vivos estão mortos. Ninguém é quem parecem ser. ~L
Who want's to kill me for me?
The idea of Happiness all the time makes me sick