Originally designed in 2019-2020ish, then designed again around 2023ish :3
Big orange gal: Azalea
Half half kitty: Lupin
Brown bug guy: Crenry
Blue and yellow tiny guy: Disco
Quick summary: These guys live in a magical world with magic n stuff. They live under this strict rule under this king and his royal family. The king is given power through this evil shadow guy thing.
These four goobers were apart of a group against the king and his tyrannical rule.
Pluh pluh pluh
Emo glitterkitties that don't like the government ❤️❤️
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Suposta drabble dristal que era pra ser supostamente postada antes do dia 31/12/2013 e que supostamente era pra ter uma descrição melhor do que o refrão da música tema.
You were never gonna wait for me
Babe I really hate to say it,
But I'm gonna say it anyway
You, you know you're not the only one
I'd rather just cut and run
Than set the blind on yesterday
So lets just call this what it is
And give me one more goodbye kiss
Fazia mais de um ano desde que a guerra no mundo bruxo teve seu definitivo fim e a sociedade bruxa reerguia-se de forma um tanto quanto lenta porém promissora, as coisas enfim estavam melhorando. Entretanto, para Draco Malfoy ainda era difícil que as coisas iriam melhorar ou voltar ao que ser o que era antes, afinal, sua família ficara aos pedaços ao final da Batalha de Hogwarts e para eles as coisas pareciam longe de melhorar.
Alguns podem dizer que Draco e sua família estavam apenas colhendo os frutos através de todos os anos, pois, da nobre e respeitada família que eram agora beiravam a escória da comunidade bruxa, afinal, eles realmente estavam ao lado do Lorde das Trevas. As coisas apenas pioraram quando Lucius Malfoy fora mandado, mais uma vez, para Azkaban por seus crimes, fazendo com que sua mãe tomasse dianteira da família e ainda lutasse pela liberdade de seu marido.
Porém, o pior de tudo eram os cochichos e os olhares julgadores a cada vez que ele passava, aquilo era o que deixava Draco com mais raiva, pois todos o julgara pelas suas escolhas, alguns mesmo falavam que ele fizera as escolhas erradas, porém nenhum deles estavam em seu lugar. E talvez ele tenha feito as escolhas erradas, talvez, entretanto, ele e sua família estavam vivos, não estavam? No final eles sobreviveram, certo? Como poderiam falar que ele fizera as escolhas erradas, quando tudo apontava que ele fizera o que fizera para sobreviver e aquilo ele havia conseguido.
Assim, Draco preferiu se excluir, apenas socializando quando era estritamente preciso, e as pessoas aceitaram isso com tamanha complacência, apenas dirigindo-se a ele quando era igualmente estritamente preciso, não só com ele como com a Sra. Narcisa Malfoy, apesar dessa parte estar sendo mais difícil para sua mãe. Por isso, sua surpresa ao receber um convite para comparecer a uma festa de fim de ano, aliás, Draco ficara mais do que tentado a recusar e passar o ano apenas na companhia de uma ou duas garrafas de fire whisky – ou quem sabe mais – e talvez sua mãe, entretanto, o pequeno bilhete anexo com uma pequena letra cursiva fizera com que ele acabasse a aceitar o convite.
Agora, Draco Malfoy encontrava-se em frente de uma bela casa, decorada com luzes de nata, em território francês se arrependendo da tomada da sua decisão, mas apesar de não nevar o litoral fracês ainda trazia o vento frio e uma fina chuva começara; e convencendo-se que fora por causa do frio, o loiro caminhara em direção a festa.
O interior era aquecido e preenchido com conversas, Draco pode encontrar alguns rostos conhecidos – Weasleys, Potter e Granger era um deles – parecendo surpresos em vê-lo por ali, ele não entendera o porquê, afinal ela também era a sua amiga, entretanto, a atenção fora logo desviada e Draco fora ignorado.
Por que eu ainda estou aqui?
Ele estava prestes a virar-se e pegar seu casaco e voltar para o hotel em que se hospedara quando fora tomado por um furacão de fios loiros e envolvido em abraço caloroso, o qual não recebia há tempos. Afinal de onde ela surgiu? Mas ainda ficará feliz com tal ato.
“Você veio!” Cristal Lerman exclamou genuinamente surpresa ao vê-lo, porém o sorriso em seu rosto demonstrava a alegria em reencontrar um velho amigo.
“Hum... Você me chamou, certo?” coçou a nuca em um reflexo para disfarçar o constrangimento, apesar de não saber o motivo, pois aquela era a Cristal, a pequena loira que o chamava de “loiro falso” e a garota que nunca falhou em arrancar algum sorriso dele.
“Vamos, vou apresentar algumas pessoas pra você!” ela colocou-se ao seu lado, entrelaçado seu braço ao dele e o arrastando entre as pessoas.
Cristal tagarelava sobre os dois anos que passara em Beauxbatons o qual ele não prestava muita atenção, não que o fizesse de propósito, afinal, Cristal falava muito rápido e mudava de assunto com uma velocidade impressionante e que o deixava confuso entre as meias sentenças que ela falava, aliás, ele nem tinha mais certeza sobre o que a loira falava. Enquanto ele dava acenos de cabeça e concordava algumas vezes, apenas para fazer com que ela não se sentisse ignorada – tamanha era a importância que ela era, afinal, ele era Draco Malfoy – observava como a garota estava mudada, os cabelos loiros platinados estavam mais curtos, sua postura era de alguém bem mais matura do que ele conhecia antes, apesar da inocência ainda estar presente em seus olhos azuis.
“Bom, vou te apresentar as melhores pessoas que você poderia conhecer em toda França, além de mim, óbvio” eles pararam em frente um trio de garotos, dois loiros e um moreno, que haviam parado de conversar no momento que chegaram “Draco, este são Phillip Tavitian” o moreno com um lustroso topete abriu um sorriso, estendendo o braço para um aperto de mão, o qual ele retribuiu desajeitadamente “Étienne St. Clair” o loiro mais alto que ele apenas acenou com a cabeça com um sorriso polido “E Henry St. Clair” o garoto arqueou uma de suas sobrancelhas enquanto bebericava o conteúdo que continha no copo que segurava “Já volto, vou ver o que há na cozinha, enquanto isso conversem!” ela disse antes de sair “Isso era tão mais fácil quando a Lottie estava aqui” pode escutar a reclamação da loira enquanto se afastava.
“Então, você era o casinho da Crica na Inglaterra?” Phillip comentou com um sorriso de canto, que Draco interpretou como sendo malicioso, aliás, aquela pergunta o pegara de surpresa, ele viu que o loiro chamado Étienne dera uma cotovelada no braço de Phillip, entretanto, Henry apenas o encara. Draco definitivamente não gostara daquele garoto.
“Nós éramos amigos da mesma casa” respondeu desconfortável, pegando um copo de whisky, para disfarçar o constrangimento, era impressão dele ou suas bochechas estavam começando a ficar coradas? Afinal, eles eram apenas amigos e ele tinha um namoro que gostava de pensar que era sólido na época que Cristal ainda estudava em Hogwarts, e se fosse ignorar alguns eventos em particular – noites em claro, passeios clandestinos pelos corredores do castelo, garrafas de fire whisky sendo dividas, bailes – Draco Malfoy e Cristal Lerman eram nada mais que colegas de casa.
“Uhum” apesar de ser uma concordância, Draco percebeu que Phillip não estava convencido daquilo “Onde será que eu vi um filme parecido?” ele virou-se para Étienne com um sorriso brincando em seus lábios e uma de suas sobrancelhas levantadas sugestivamente, Draco imaginou que aquilo não era para ele, por isso ficou em silêncio.
“Vocês se conhecem de onde?” perguntou casualmente, tentado desviar a atenção de si.
“Sou amigo de infância dela” Étienne respondeu primeiramente “Cristal é minha vizinha desde quando me entendo por gente, ai por ela conheci Lucy e Charlotte, não sei de você as conhece” o ultimo comentário o deixara desconcertado, ele não esperava que Lucy fosse mencionada, não estava preparado para aquilo.
“Eu... Eu também era amigo de Lucy” ele olhara para as pedras de gelo boiando em seu copo tomando um gole em seguida, sua boca fora tomada por um gosto amargo que, infelizmente, não era por causa do whisky “Não falava muito com a Vandevyvere” verdade seja dita, ele nem fazia muita questão, havia algo nela que apenas o incomodava, talvez a arrogância francesa que parecia emanar de todos os poros dela, mas sabia que a garota era muito próxima de Cristal e Lucy.
“Sem noticias da Lottie, Saintie!” Phillip havia dado duas batidinhas nos ombros de Étienne que o olhara de uma forma raivosa, porém havia uma sombra de tristeza nos olhos do moreno que Draco pode identificar, o garoto ficara bom em ler esse tipo de sentimento nas pessoas depois de tanto convívio com ele “Mas conheci a Crica em uma festa no mesmo ano que fomos pra Beauxbatons.”
“Eu a conheci quando ela voltou de Hogwarts” pela primeira vez o garoto chamado Henry falara, e lá estava um dos motivos de Draco não gostar dele de cara, lá estava a arrogância francesa de que ele pouco gostava “E agora nós namoramos.”
Depois daquele anuncio pouco sutil, diga-se de passagem, o clima ficara cada vez mais estranhamente desconfortável e com que fizesse que Draco desejasse ainda mais a presença de Cristal, afinal, a garota saberia como acabar com aquele momento estranho. Nem mesmo quando uma morena, a qual ele não lembrava o nome, chegara apresentando-se como namorada de Étienne o clima melhora, Henry parecia decidido em fazer com que tudo aquilo fosse um momento desagradável.
Draco acabara-se cansando de todos ali e retirou-se sem dizer nada, não devia satisfações para ele e Cristal parecia ter sumido de sua própria festa, como não tinha mais ninguém que sentisse com vontade de conversar, resolveu dar uma volta pela propriedade, o último motivo para que não fosse embora era que gostaria de despedisse de Cristal.
Acabou sentando-se em um banco da varanda que dava para um extenso jardim, tomara o ultimo gole do que era seu sexto copo de whisky, ainda tinha um gosto amargo em sua boca e sabia o que era aquilo. Culpa. Sabia que não devia ter vindo para essa festa, pois sabia que no momento que encontrasse Cristal seria tomado pela culpa, mesmo que a loira parecesse bem e feliz, havia algo diferente nela e ainda recordava do jeito que ela ficara após a morte de Lucy, um acontecimento pelo qual ele se culpava. Ele sabia que Bellatrix estava pelas redondezas, apesar de não saber o motivo e não saber como ela conseguira entrar em Hogwarts, e não fizera nenhum esforço de avisar a ruiva que podia ser chamada de sua amiga. Por fim, houve a tomada de Hogwarts e a Batalha, por sorte, Cristal não perdera mais uma amiga por atividades o qual ele participara e ajudara acontecer; e uma sorte maior ainda dela ter sido expulsa antes de todo aquele caos tomar Hogwarts, ele havia ficado triste por vê-la partir obviamente, mas fora um peso tirado de seus ombros quando isso acontecera, pois ele não se perdoaria caso algo acontecesse com ela, caso ela fosse pega e torturada ou até mesmo morta. Draco Malfoy não conseguiria viver com aquele peso, mesmo que ele negasse para todos e agisse de forma como se importasse apenas e somente por ele, Cristal Lerman havia conseguido chegado de tal forma em seu coração que ele não se permitia nem em imaginar algo acontecendo com ela.
“Não está gostando da festa?” fora desperto de seus pensamentos pelo doce perfume e a voz dela.
“Não, digo, está ótima a festa” ele sorriu para a garota que tinha a fronte franzida “Só está um pouco abafado de mais lá dentro” além de seu namorado imbecil estar prestes a me azarar por motivo nenhum, porém, aquilo ele guardou para si.
“Eu pensei que você não iria vir” ela sentou ao seu lado, o empurrando levemente “Quando eu o vi parado no meio do hall nem acreditei, pensei que era algum daqueles feitiços de ilusão sabe” ele deu uma pequena risada, adorava o jeito que ela se expressava “Mas era você mesmo, por isso te abracei, sei como não gosta disso mas estava com muita saudade, ainda mais pelo fato de eu ter saído tão rápido e sem me despedir direito” ela parecia muita absorta em suas próprias falar que Draco nem resolvera interrompê-la “E também você nem respondera minhas cartas.”
O jeito como ela colocara aquilo o pegara, como se alguém estivesse espetando seu coração de forma constante, afinal, ele realmente ignorara todas as cartas dela e ainda assim, ela mandara uma a cada semana, até mesmo quando Hogwarts estava tomada – algo que o deixara temeroso – e depois de todo aquele caos, Cristal nunca se quer deixara de mandar uma carta e mesmo do mesmo jeito, Draco não respondera nenhuma.
“Sinto muito” as palavras simplesmente saíram de sua boca, Draco nunca fora bom em se desculpar, talvez, ele nunca tenha feito isso em sua vida, mas como dizem, sempre tem uma primeira vez “Eu...”
“Sei que você estava ocupado e que talvez você não podia falar comigo antes, eu entendo isso, pois nem mesmo Lottie me mandava cartas com freqüência, e as que eu recebia geralmente não tinha mais que uma frase, mas poxa Draco, um “oi” seria bom” ela simplesmente vomitara as palavras, Draco levara um tempo para juntar tudo, afinal, Cristal ainda misturara o inglês com o francês, algo que não ajudara muito “E depois de tudo, depois de tudo ter acabado você podia ter respondido, as únicas informações que eu tinha era do Profeta Diário e teve uma hora que eu pensei que você ia para aquele lugar horroroso, aquela prisão com aqueles Dementadores” ele só havia percebido que Cristal chorara agora, pois ela parara para afastar as lágrimas e acalmar os soluços que vieram.
Draco não sabia como agir, nunca fora bom em lidar com pessoas, ainda mais garotas chorando, nem mesmo quando escutava os choros de sua mãe fora saber ou perguntar como ela estava, por isso não sabia muito bem o que fazer, mas não podia deixar Cristal daquele jeito, por fim, decidira colocar os braços em volta dos ombros da loira, a aproximando mais de si, e de forma desajeitada começara a acariciar o ombro da garoto em forma de consolo.
“Eu... Não sabia” ele comentou em um fio de voz “Eu não sabia como te responder.”
“Eu sou sua amiga, Malfoy!” ela exclamou, o encarando profundamente e Draco sentira algo em seu estomago pelo jeito que os olhos da garota o encarava. Não era o desaprovando ou com repúdio, era de alguém que realmente se importava com ele, mas como? Ele não entendia o motivo daquilo, Cristal tinha motivos o suficiente para odiá-lo: a morte de Lucy, seu descaso, o fato de nunca ter ficado ao lado dela de quando ela mais precisava, entre outros mil motivos. E ainda assim Cristal o encarava como se nada daquilo tivesse acontecido, como se ele fosse uma das melhores pessoas do mundo e de alguém de grande importância. Como ela conseguia fazer isso depois de tudo que ele havia feito?
“Por que?” fora tudo que ele conseguiu falar e a garota o encarou com um semblante confuso “Por que você está me tratando assim?” aquilo não pareceu clarear a mente da garota, pois ela ainda parecia confusa “Por que você está me tratando bem quando você deveria estar me odiando e jogando pedras em mim como a maioria?”
“Porque eu já disse Draco, eu sou sua amiga” ela falou aquilo como se fosse a coisa mais óbvia do mundo “Porque eu sei que você não é assim, você não é esse monstro que todos pintam, você só estava tentando proteger sua família e mesmo que não tenha começado desse jeito, com certeza terminou assim” ele tentou esconder rapidamente a lágrima que escorrera, por que Cristal tinha que ser tão... Assim?
Nenhum dos dois disse algo depois daquilo, ele por não saber como responder a tal declaração e ela parecia estar orgulhosa de si pelo que dissera e agora balançava os pés no ritmo da musica que tocava, empurrando casualmente o pé de Draco. O silêncio só fora interrompido pelo estouro de fogos que dera logo em seguida, anunciando a chegada de mais um novo ano, Draco observara o céu sendo tomado por cores vibrantes, desenhos e formas, os estouros eram abafados pelos gritos de saudações das pessoas e o tilintar de taças. Draco não sabia de onde tinha tirado a ideia de fazer tal proposta, se fora por causa dos seis copos de whisky, do turbilhão de sentimentos que despertara ou pela mistura dos dois, mas antes mesmo que a pequena fração racional de si tivesse tempo de fazer qualquer objeção já havia soltado as palavras: “Cristal, posso ser o seu New Year’s Kiss?”
A garota o encarou com um olhar que ele não soube interpretar, porém, ela estava próxima o bastante e para Draco, seus lábios pareciam muito convidativos e o momento propício de mais para que fosse despediçado, e em um ato de coragem e instinto, Draco colara seus lábios nos de Cristal antes de qualquer resposta a sua proposta. Ela havia ficado surpresa e ele não podia culpá-la – já que o mesmo não sabia como ele conseguia ter feito tal ato ou como prosseguir – ainda assim, ele pressionou ainda mais seus lábios contra os dela, a puxando gentilmente para mais perto de si.
Em algum lugar da mente de Cristal Lerman dizia para ela se afastar e parar aquilo imediatamente, por Merlin, a mesma tinha um namorado, porém, sentimentos posto em esquecimento a tempos voltaram, e tais sentimentos foram os principais motivos para que ela correspondesse o beijo da mesma intensidade.
Eles não sabiam dizer por quanto tempo aquele beijo havia durado, porém, quando ambos o quebraram, podiam afirmar que estavam felizes por terem o feito. Draco sabia que Cristal tinha alguém no momento e que estava feliz com ele, por incrível que pareça, aquele beijo comprovara aquilo, sabia que ele viera tarde de mais e as coisas poderiam ter sido diferentes caso ele tivesse tomado uma atitude antes, ou talvez não, porém, ainda estava feliz por ainda tê-lo feito. Em nenhum momento Cristal sentira que aquele beijo fora algo errado, nem mesmo sabendo de seu relacionamento com Henry, ela ainda sentia o mesmo por ele e em nenhum momento pensara em trocá-lo por Draco, mas parte dela precisava daquilo, ela precisava daquele ponto final no relacionamento entre os dois, agora ambos sabiam e podiam seguir em frente sem pensar em nenhum “e se” entre eles.
“Obrigado” ele disse sussurrou, aquilo não fora pelo beijo, aquilo fora por tudo que Cristal havia feito por ele, por todas as cartas que ela não deixara de mandar, por todos abraços que ela dera, por todas as palavras que ela dirigira para ele e por encará-lo como apenas um ser humano e não como um monstro; e ela sabia todos os motivos por trás daquele agradecimento “Feliz ano novo, loira”.
“Feliz ano novo, loiro falso” ela sorriu, beijando-lhe a face antes de levantar-se e entrar na casa, mas antes parou na soleira da porta “Responda as minhas cartas dessa vez.”
“Eu responderei” ele sorriu e a viu sumir, provavelmente, iria encontrar o garoto o qual ocupava seu coração “Eu prometo.”
Resolvera ir embora, não via motivos para continuar ali; o caminho para casa fora silencioso como o esperado e tranquilo, não incomodou-se nem com a chuva gelada que caia em um ritmo constante, estava feliz e não sentia-se sozinho, por tempos não sabia como era ambas sensações. Entrara no hotel, passando pelo salão de festas onde ocorria mais uma festa de fim de ano, ignorou o barulho do lugar e subiu para o seu quarto. Trocara a roupa molhada por seus pijamas quentes e confortáveis, deitando-se na cama e caindo em um sono leve e tranquilo sem sonhos. Talvez, mas só talvez, ainda existisse esperança para Draco Malfoy.