Os dias que o tesĂŁo acumulado bate sĂŁo os piores
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Os dias que o tesĂŁo acumulado bate sĂŁo os piores

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E todos os dias me dĂłi perceber que eu acordei, que tem mais um dia pela frente...
Crescer como uma mulher negra Ă© internalizar que vocĂȘ nunca vai ser merecedora do amor, vocĂȘ Ă© incapaz de despertar esse sentimento nas pessoas. Todos os que aparecem sĂł querem tirar um pedaço e, logo apĂłs, vĂŁo embora. Ă assim que vocĂȘ se sente a vida inteira!
Clara Miranda
A verdade Ă© que amo
Amo tanto que nĂŁo chega a caber no peito.
Tanto amor pra dar que tento segurar o mundo na palma das minhas mĂŁos.
Eu quero te amar, tão ardentemente, como nunca amei ninguém na vida.
Mas vocĂȘ se esconde de mim.
Me perturba, me tira a paz, nĂŁo me deixa seguir em frente, mas nunca me deixa te tocar.
Até quando pretende me torturar?
Se revele a mim.
Mostre a doçura que tanto evoca em outros.
Me deixe conhecer para além dos seus contornos.
Porque eu quero te amar mais do que nunca.
Me permita te tocar, por favor!

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Em devaneios me perco tentando entender quem vocĂȘ Ă© pra mim
No fundo, parece uma miragem, nunca consigo te tocar.
SerĂĄ que um dia vocĂȘ serĂĄ minha?
Em seus contornos Ă© por onde navego
Mas a essĂȘncia Ă©, pra mim, impenetrĂĄvel.
Miragem, vocĂȘ Ă© uma maldita miragem.
Me mantém te perseguindo, sem que eu nunca possa tocar.
SerĂĄ que um dia poderia te devorar?
Algum dia vocĂȘ se abrirĂĄ pra mim?
SerĂĄ que posso te conhecer e ser tĂŁo Ăntima a ponto de sermos uma?
Com um beijo roubado, vocĂȘ me selou e me tomou para si
E agora, como em um castigo divino, estou atrelada atĂ© o nĂșcleo mais central da minha alma
Se sou convocada aos seus ĂĄtrios, vejo tudo o que se passa em reino interior
Contudo, mesmo que meus olhos estejam distantes, a conexĂŁo Ă© ativada e nesse momento somos um.
Tudo ao meu redor se reconhece como seu
O que antes entendia como meu
Mesmo quando eu quero arrancar a marca selada
Algo lĂĄ dentro grita:
Isso vai me custar a minha vida.
NĂŁo somos bobos, sabemos o que se passa,
SĂł tentamos evitar o inevitĂĄvel fim
Fingindo que conseguimos manter como estamos, pra nĂŁo perder o que ainda temos.
Ă por isso que nĂŁo quis ver,
Uma vez visto a espada da justiça toma a dianteira
Pode nĂŁo ser hoje e agora
Mas ela vai cortar o fio.
No momento, nos resta pouco tempo
Que eu gostaria muito de aproveitar pra dizer que te amei tĂŁo intensamente quanto achei que nunca mais fosse
Mas carregarei os segredos, esses carregarei para o tĂșmulo que ora construo
LĂĄ espargirei a Ășltima centelha que se dissolvirĂĄ em uma madrugada estrelada
Sem chance de retorno
Pois a missĂŁo foi concluĂda!
Clara Miranda
A estalactite
Uma estalactite se pĂ”e como um pĂȘndulo sobre mim, como se me dissesse, em um suave sussurro, que Ă© hora de partir.
As paredes cavernosas que me cercam, habilmente construĂdas ao longo de eras, conclamam a patente do seguro, me seguram.
Ouço o canto de longe, a velha sĂĄbia a convocar: âora, menina, seguro mesmo Ă© nĂŁo se deixar moldarâ.
O chamado Ă© difĂcil de decifrar, as camadas sĂŁo densas e envoltas em nĂ©voa, mas, com os olhos vendados, preciso enxergar.
Eu sei a resposta: devo deixar a estalactite me atravessar!
ââââââââââ-
No duro chĂŁo frio, as Ășltimas penas precisam ser retiradas com o fito de aceitar a transformação que se anuncia.
NĂŁo se trata de sair do lugar, Ă© sobre deixar a forma mudar.
EntĂŁo que me atravesse de uma vez, dilacere essa minha existĂȘncia congĂȘnita, a ponto que, dos poucos fĂ©rmions que me restarem, algo novo possa brotar.
âââââââââââ
Clara Miranda