Do front europeu ao terroir paulistano: a crônica de Geoffroy de la Croix
O vinho chegou cedo para Geoffroy de la Croix. Aos quatro anos, ele já observava o avô, Roger, colocar água na taça para o neto experimentar o que era servido às mesas. Homem de poucas palavras, o avô às vezes murmurava algo sobre a casta ou o terroir de origem da garrafa; noutras, limitava-se a dizer que o garoto gostaria do que estava prestes a provar. A economia nos gestos e na fala guardava o…
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