Capitulo 39 â E serĂĄ para sempre.
"NĂŁo deixe que alguĂ©m, lhe diga que vocĂȘ deve ser feliz com o que tĂȘm. Sempre hĂĄ mais, e nĂŁo existe motivo para que vocĂȘ nĂŁo tenham tudo."
 Mais algumas semanas haviam se passado. Depois de aquela ultima proposta definitiva que Justin havia me feito, os dias que se passaram a seguir nĂłs começamos com os preparativos de nosso casamento. Seria algo mais fechado, simples e natural. NĂŁo irĂamos nos casar numa igreja, pois nenhum de nĂłs tĂnhamos alguma crença, mas terĂamos alguĂ©m para falar em nossa cerimĂŽnia.
 E em um piscar de olhos, o dia de nosso casamento enfim chegou.
 Eu jĂĄ estava acordada, porque mal consegui dormir a noite. Sabe como quando vocĂȘ esta muito ansioso pra uma coisa acontecer que vocĂȘ nem consegue pregar os olhos? VocĂȘ sĂł fica com toda essa energia reinando em seu corpo, horas e horas, como se tivesse bebido litros de cafĂ© pra poder estar tĂŁo energĂ©tica.
 Ri sozinha com esse pensamento, mas me calei quando vi meu noivo se mexer ao meu lado e abrir então os seus lindos olhos castanhos.
â Bom dia meu amor. - Falei lhe dando um selinho, e depois o olhei e sorri. â Ah, hm, desculpe se eu te acordei.
â NĂŁo tem problema. Ă Ăłtimo acordar ouvindo a sua risada. - Ele tambĂ©m sorriu. â O quĂŁo feliz vocĂȘ estĂĄ?
â Muito! Eu esperei tanto por esse dia, e agora que estĂĄ finalmente acontecendo Ă© como se eu ainda estivesse sonhando. - Foi a vez dele de rir.
â Bom, mas pode acreditar que essa Ă© a realidade. A nossa realidade. E eu te prometo que irei fazer de tudo para me tornar o melhor marido do mundo pra vocĂȘ.
â Nem precisa. VocĂȘ jĂĄ Ă©. - Lhe dei outro selinho, e em seguida me levantei da cama. â Agora nĂŁo temos tempo a perder. Temos muito o que fazer hoje.
â Legal saber que pelo menos um de nĂłs acordou com muita energia. - Ele disse enquanto me analisava e riu. â Eu ainda to cansado, acho que vou dormir por mais uma ou duas horas.
â O que? NĂŁo, vocĂȘ nĂŁo pode! - Me sentei na cama ao seu lado, e meu olhar jĂĄ estava se tornando desesperado e pidĂŁo. â VocĂȘ vai acabar se atrasando, e vocĂȘ sabe que a Ășnica que deve se atrasar nisso tudo sou eu, nĂ©? NĂŁo roube meu papel de noiva, Sr.Bieber! - Fiz bico, e mais uma vez pude ouvir o som de sua gostosa risada.
â Tudo bem, eu sĂł estou brincando. JĂĄ vou me levantar, Sra.Bieber. - Sorri ao ouvir suas ultimas palavras.
â Sra.Bieber? Hm... Isso soa muito bem.
â Isso soa Ăłtimo! - Percebi que ele jĂĄ ia se aproximar de mim para me beijar mais uma vez, e eu me levantei da cama rapidamente.
â Primeiro se levante e se arrume. Como eu disse, ainda temos muito a fazer e nĂŁo podemos perder tempo. EntĂŁo, sem beijos e agarraçÔes atĂ© eu estar nĂłs estarmos oficialmente casados.
 Ele fez uma cara de indignação e surpresa, que de certo modo foi até fofa pra mim.
â SĂ©rio mesmo? NĂŁo acha que esta pegando um pouco pesado com isso?
â Hm... NĂŁo, nĂŁo acho. Agora vamos levantando, sim? - Ele revirou os olhos com um sorriso divertido no rosto, e entĂŁo se levantou.
 O lugar em si estava maravilhoso. NĂŁo irĂamos nos casar na igreja, na verdade, meu pai quem escolheu o lugar de meu casamento. E foi isso que tornou tudo mais especial...
 Ele havia escolhido o local onde ele conheceu minha mãe. Era uma grande årea, a maior parte gramada, havia årvores normais e algumas årvores floridas. O tempo estava colaborando, fazia um pouco de sol e o vento havia se transformado numa brisa quentinha e gostosa. A decoração era branca e azul clara. Fizemos uma trilha de rosas que seria por onde eu passaria, e ao redor, ao lado esquerdo e direito haviam fileiras de cadeiras, ambas decoradas. Seria uma simples cerimÎnia, mas pra mim, nada podia estar mais perfeito.
 HavĂamos montado algumas tendas fechadas da cor branca um pouco longe do altar, que seria onde eu e mais algumas pessoas nos arrumarĂamos. E inclusive, jĂĄ estava na hora de isso acontecer...
 As pessoas jå iriam chegar a qualquer instante. Por enquanto, só estava aqui os decoradores, seguranças, meu pai, Justin, Demi e Joe.
 Eu puxei Joe de canto, logo depois de dizer que precisava falar com ele.
â Eu provavelmente estou um pouco atrasada, mas mesmo assim eu preciso te dizer algo...
â Claro. O que foi, Sel? - Ele me olhou um pouco preocupado.
â Joe, vocĂȘ sabe que a Demi te ama. Assim como ela sabe que vocĂȘ ama ela. Eu sĂł quero pedir que vocĂȘ nĂŁo pise na bola... Ela pode ser uma mulher forte e independente, mas tambĂ©m Ă© frĂĄgil. E vocĂȘ sabe... Eu sou a melhor amiga dela. Se vocĂȘ quebrar o coração dela, eu quebro a sua cara. - Sorri de lado, e ele riu com a ultima frase.
â NĂŁo se preocupe com isso... Eu conheço Demi muito bem, e te prometo que nĂŁo irei estragar tudo.
â Irei confiar em vocĂȘ. - Joe sorriu.
â Agora, eu posso dar um abraço na noiva antes do casamento começar? - Eu tambĂ©m sorri e concordei. NĂłs abraçamos, mas logo fomos interrompidos quando uma falsa tossida soou.
â VocĂȘ vai acabar se tornando a noiva mais atrasada do mundo! - Me soltei de Joe, e dei a lĂngua pra Demi.
â Isso tudo Ă© ciĂșmes? - Perguntei irĂŽnica, e ela riu sem humor.
â NĂŁo Ă© ciĂșmes. Mas Joe, um abraço nĂŁo precisa ser tĂŁo apertado assim, tĂĄ? SĂł uma dica. - Ela sorriu pra ele de modo sarcĂĄstico e eu ri. â Agora vem, vocĂȘ ainda tem que se arrumar, esqueceu? - Em seguida ela saiu me puxando.
 Entramos em um tenda, e lå eu vi Taylor. Ela e Demi seriam minhas madrinhas, e Justin havia escolhido como padrinho Joe e Chaz. Eu sorri abertamente quando vi Tay, e corri para abraçå-la que não hesitou em fazer o mesmo.
â Quem diria que vocĂȘ iria se casar com aquele segurança, ein? - Ouvi ela dizer em meu ouvido, e eu ri assentindo.
â Nem eu pude imaginar isso. Ainda parece uma loucura, as vezes. - Respondi quando saĂmos do abraço. â Mas nĂŁo escolhemos quem devemos amar.
â Se vocĂȘ o ama, com certeza ele Ă© alguĂ©m que valha a pena. - Ela sorriu docemente.
â Mas e vocĂȘ? CadĂȘ o seu namorado?
â Ele chegara um pouco depois. - Demi se meteu no meio de nĂłs e me olhou feio.
â HELLOU! NĂłs Ăamos te arrumar, lembra? VocĂȘs terĂŁo tempo de conversar depois, agora por favor Selena, se vista logo! - Eu bufei e fui me arrumar antes que Demi cortasse meu pescoço.
 Coloquei meu vestido e devo admitir que fiquei feliz com o resultado dele em meu corpo. Apesar de jĂĄ estar perto de meus filhos nascerem, e minha barriga estar enorme, ele havia caĂdo bem em mim. Era um vestido branco tomara que caia, que na parte da barriga pra baixo ficava mais soltinho. No final o pano ficava mais fino e tinha duas camadas onduladas, que batiam ate meus joelhos. Eu calcei um scarpin que tambĂ©m era branco, e por fim jĂĄ estava vestida.
 Demi e Taylor me olhavam me ajudaram com a maquiagem e com o cabelo. No final, eu fiquei com uma leve maquiagem: sombra num tom um pouco mais escuro que minha pele, uma fina camada de delineador, rĂmel, base, pouco blush, e um batom cor de boca. Meu cabelo ficou levemente ondulado nas pontas, e a parte da frente foi presa pra trĂĄs junto com o meu vĂ©u branco.
 No final, Demi e Taylor estavam me olhando com satisfação, e ambas estavam sorrindo. Quando eu me vi no espelho, também sorri.
â Muito obrigada meninas. NĂŁo sei o que faria sem vocĂȘs aqui. - Falei, enquanto Taylor estava quase chorando por me ver.
â EstĂĄ tudo bem eu sĂł preciso de um minuto. - Em seguida Tay saiu da nossa tenda, e eu ri por isso.
 JĂĄ podĂamos ouvir a barulheira que estava lĂĄ fora. Com certeza a maioria das pessoas jĂĄ haviam chego. Eu entrelacei meus dedos entre eles.
 Demi veio até mim, e sorriu de lado.
â Um pouco. - Respondi com sinceridade. â Eu vou estar mais nervosa ainda quando sair daqui.
â Eu te dou cobertura. - Ela passou uma de suas mĂŁo pelo meu cabelo. Eu respirei fundo.
â Demi... Tenho que te pedir uma coisa.
 Precisei respirar fundo mais uma vez, e então a olhei nos olhos.
â Se algo acontecer... Eu quero que vocĂȘ tome conta de Justin. Fique de olho nele as vezes, converse com ele. Eu tenho certeza que ele vai ficar um pouco perdido. E eu vou precisar de vocĂȘ para se certificar que tudo vai acabar bem com ele e nossos filhos. - Ela arregalou um pouco os olhos, e vi que os mesmo jĂĄ estavam se avermelhando um pouco.
 Se eu aprendi alguma coisa na vida Ă© que, Ă s vezes, coisas entram no seu caminho e vocĂȘ tem uma escolha. VocĂȘ pode enfrentĂĄ-las ou vocĂȘ pode adaptar-se e fugir, mas vocĂȘ tem que fazer um ou outro para seguir adiante.
â NĂŁo me peça uma coisa dessas, Sel... Nada vai lhe acontecer.
â Eu sei que nĂŁo. - Menti, e lhe dei um fraco sorriso. â Mas caso aconteça, por favor... - Ela nĂŁo me respondeu, e abaixou a cabeça. Eu a abracei, e ela fez o mesmo. â Eu tento pensar positivo, mas nĂŁo posso agir como se estivesse certeza de que tudo ficarĂĄ bem. VocĂȘ precisa entender que eu posso tanto sobreviver como partir.
â VocĂȘ estĂĄ com medo? - Ouvi-a sussurrar, e eu assenti.
â E ainda assim quer continuar com isso? - Ouvi ela suspirar. â VocĂȘ Ă© realmente a pessoa mais forte que eu conheço. - Eu funguei baixinho, tambĂ©m jĂĄ sentindo meus olhos arderem, e ela nos afastou. â NĂŁo, nĂŁo. Sem lĂĄgrimas. Sem choro. VocĂȘ tĂĄ proibida de borrar essa maquiagem que eu levei um tempĂŁo para terminar. - Eu ri, e acabei concordando.
â Tudo bem, nĂŁo vou chorar. Mas vocĂȘ tem que me prometer fazer aquilo que eu te pedi.
â Eu prometo. - Ela sorriu fraco. Podia ver o quanto ela estava desconfortĂĄvel com essa situação, mas eu precisava garantir que nem tudo ficaria perdido sem mim aqui. E que poderia contar com alguĂ©m para ajudar.
 Taylor voltou, e trouxe meu pai consigo. Ele não poderia estar mais elegante, e eu fiquei satisfeita.
â JĂĄ estĂĄ na hora. EstĂŁo todos te esperando. - Ela disse, e eu estremeci. Minhas mĂŁos começaram a soar frio.
 O quão nervosa eu estava agora? Santo deus.
 Só pude sair do meu transe, quando ouvi meu pai me dizer.
â VocĂȘ estĂĄ igualzinha a sua mĂŁe no dia de nosso casamento. - Eu olhei pra ele, e sorri de modo dĂłcil.
â Espero que isso tenha sido um elogio. - Brinquei.
â E foi. - Ele tambĂ©m sorriu. â VocĂȘ estĂĄ tĂŁo linda quanto ela.
â Ela ficaria orgulhosa da sua escolha. Apesar de tudo, Justin Ă© um bom rapaz. Fico feliz de vocĂȘ ter escolhido ele. - JĂĄ sabia que meu pai o aprovava, mas ele dizer isso me deixou feliz. E de certo modo, um pouco aliviada.
 Como se jå não bastasse a Demi, Taylor também começou a nos apressar. Meu pai riu, e então estendeu o braço pra mim.
â Permita-me que eu lhe acompanhe atĂ© lĂĄ, bonitona? - Eu sorri divertida pelo modo que ele falou e concordei. Cruzamos os braços, e entĂŁo ouvi Demi cantar aleluia.
 Ela e Taylor foram as primeiras a sair. Caminharam atĂ© o local, e mesmo estando longe, eu pude vĂȘ-las entrar.
 Julie foi a ânoivinhaâ. Estava com um vestidinho branco, e sapatilhas da mesma cor. Ela caminhou segurando um buquĂȘ de rosas, e foi jogando-as enquanto passava. Demi entrou com Joe ao seu lado. E em seguida Taylor entrou com Chaz.
 A mĂșsica deles parou, e deu-se lugar a uma nova. Meu pai me olhou, e eu pude ver o sorriso sincero estampado em seus lĂĄbios.
â Eu.. Eu acho que sim. - Respondi meio nervosa. Ele me olhou de modo mais seguro, e suas palavras a seguir me confortaram.
 Eu respirei fundo, e assenti.
 Começamos a caminhar...
 E quando eu dei por mim, jĂĄ estĂĄvamos em frente aquela trilha que nos dava passagem ao âaltarâ. Todos os convidados estavam me olhando com admiração, e sĂł entĂŁo eu percebi como o lugar estava cheio. Ergui meu rosto atĂ© o final, e consegui ver a pessoa que mais me importava no momento.
 Justin estava maravilhoso naquele terno preto. Ele sorria pra mim de um modo tão sincero e feliz, e apenas isso foi o necessårio para que eu continuasse a andar com meu pai. O olhar dele ficou em mim a cada passo que eu dava, e eu jå sentia todo o meu nervosismo ir embora.
 Quando jå eståvamos próximos a ele, meu pai me entregou a Justin, e logo depois eu pude ouvi-lo dizer:
â Cuide bem da minha menina.
â Eu irei. - Meu noivo respondeu, e entĂŁo ficamos frente a frente e ele segurou em minhas mĂŁos.
 O reverendo estava ao nosso lado, e começou a cerimÎnia.
 Meu olhos estavam fixos em Justin, e os dele nos meus. Vi sua boca mexer, e li seus låbios. Ele disse:
Eu sorri meio envergonhada.
Ele voltou a mexer os lĂĄbios.
âTambĂ©m estĂĄ muito excitante.â
âIdiotaâ. Respondi, e ele sorriu de modo divertido.
 Se passaram apenas poucos minutos, até eu perceber que estava na nossa hora de falarmos. Julie veio até nós toda sorridente, e abriu uma caixinha de alianças que trouxe consigo. Justin foi o primeiro a pegar.
â Selena... - Ele começou, e colocou a aliança em meu dedo. â Eu te amo desde a primeira vez que eu te vi. E esse anel e essas palavras, sĂŁo apenas um modo de mostrar ao mundo o que estĂĄ em meu coração desde que eu te conheci. Eu sĂł quero estar ao seu lado, a cada dia que se passar atĂ© a eternidade. Eu te amo, e sempre irei amar.
 Eu sorria abertamente e a felicidade que me invadiu não podia ser posta em palavras.
 Peguei a aliança que restou, e coloquei em seu dedo.
â Justin Bieber... - Eu suspirei. â NĂłs passamos por tanta coisa juntos. E independe do quĂŁo confusa e perdida eu estive, vocĂȘ sempre estava lĂĄ por mim... Me achando, e me salvando. VocĂȘ merece ser amado. E Ă© isso que nĂłs vamos fazer.. Nossos filhos e eu. NĂłs vamos te amar por anos e anos. Eu estou terrivelmente apaixonada por vocĂȘ. E sempre estarei.
 Ele me entregou o mesmo sorriso que eu lhe dei. E nesse momento eu tive novamente a certeza de que nos amĂĄvamos, e nĂŁo conseguirĂamos ficar sem o outro.
â Pelo poder investido em mim, eu os declaro marido e mulher. - Ele olhou para Justin. â Justin Bieber, pode beijar sua noiva.
â Finalmente. - Ouvi ele dizer, e em seguida senti seus lĂĄbios aos meus.
 EstĂĄvamos todos em um salĂŁo de Nova York onde estava acontecendo a festa, e onde tĂnhamos os comes e bebes.
 Ashley não tinha vindo na cerimÎnia, mas veio nessa festa, acompanhada de Jaxon, irmão de Justin. Ela me desejou parabéns, e ficou comigo, enquanto Jaxon e Justin ficaram conversando. Não demorou muito, e logo os dois foram embora.
 Jå havia dançando bastante com minhas amigas, mas quando se estå gråvida isso é uma coisa que não se tem total disposição para se fazer.
 Me sentei na mesa em que Justin estava, e ele olhou pra mim meio preocupado, e sorriu fraco.
â Como vocĂȘ estĂĄ se sentindo?
â Como uma princesa. - Ele riu baixinho, e eu acompanhei-o nisso.
â Olha... Eu sei que nĂŁo foi exatamente como planejamos
â Ă melhor. - Cortei-o na fala, e sorri.
â Esta se sentindo bem mesmo? Quero dizer, o mĂ©dico disse âŠ
â Eu estou bem. - Respondi, e segurei em uma de suas mĂŁos. â Se quer saber, eu estou melhor do que bem. - Começou a tocar uma mĂșsica um pouco mais lenta, mas era adorĂĄvel. â Dance comigo?
â Sel... VocĂȘ sabe que o mĂ©dico nĂŁo quer que vocĂȘ se gaste muito... - E ele continuava com toda a preocupação.
â Dance comigo seu bobo, ou eu vou procurar o Chaz. - Ameacei, e ele riu. Tinha certeza de que ele lembrava muito bem da primeira vez em que me viu dançar com Chaz naquela boate. Ele havia ficado super nervoso nesse dia.
â Tudo bem, princesa. Vamos lĂĄ.
 Ele se levantou e estendeu a sua outra mão pra mim, que eu peguei sem hesitar. Fomos até a pista, e então uma de suas mãos foi para a minha cintura, enquanto nossas outras ainda estavam coladas. Começamos a dançar, e não demorou muito para os outros casais se juntarem conosco.
 As horas passaram novamente, tão råpido como um piscar de olhos. As pessoas jå começavam a dar os parabéns, e se despedirem. Então eu e Justin decidimos ir embora também.
 O salão não era longe de nossa casa, então não demorou para que chegåssemos.
â Bom, vocĂȘ devia se deitar. Eu fico com vocĂȘ. - Eu o olhei, e fiz bico. â Foi um dia longo.
â Foi um dia perfeito. - Ele sorriu, e voltamos a andar.
 Mas antes que pudéssemos subir para o andar de cima onde ficava nossos quartos, ele me parou.
â Hm, eu acho que talvez vocĂȘ aguente mais uma surpresa...
â O que? Mas eu nĂŁo te arrumei nada. - Ele riu.
â NĂŁo importa. - Me deu um leve selinho, e continuou: â Espere aqui, estĂĄ bem? - Eu assenti enquanto sorria, e entĂŁo o vi subir as escadas.
 Eu nem imaginava que surpresa era essa que ele iria me mostrar, mas podia dizer que estava ansiosa. Independente do que fosse, eu sabia que iria me deixar mais feliz ainda.
 Eu suspirei um pouco cansada, e continuei esperando ele voltar.
 Agora, eu podia oficialmente dizer a quem quisesse ouvir que eu estava casado com Selena. Esse era um simples fato, mas era o necessårio para fazer com que eu sentisse que nada mais faltava. Eu tinha tudo o que queria com ela ao meu lado.
 A deixei me esperando no andar de baixo, e jå podia imaginar o quão curiosa ela devia estar para querer saber do que se tratava a minha surpresa. Eu ri com esse pensamento, e adentrei no quarto que havia ao lado do nosso.
 Antes era um simples quarto vazio... Agora era o quarto de nossos filhos.
 Quando ela saiu de casa com Demi, Joe e Chaz vieram aqui me ajudar a montar todas as coisas, e a decorar o quarto. As paredes estavam pintadas em um tom azul claro, e haviam dois berços quase lado a lado. Um do nosso menino, e o outro seria o da garota. Havia um canto com bichinhos de pelĂșcia, outro canto onde estava o pequeno guarda-roupa deles, e mais algumas coisas pelo quarto que seriam necessĂĄrias. Havia dado trabalho fazer tudo isso, mas o resultado foi Ăłtimo. E valeria de tudo, se no final eu apenas visse aqueles olhos castanhos de Selena brilharem, e um lindo sorriso surgir em seus lĂĄbios.
 Eu fiquei mais alguns segundos no quarto, admirando com satisfação o que eu havia feito, e em seguida eu sai.
 Jå podia imaginar como ela ficaria feliz por ver tudo isso...
 Só não podia imaginar a cena que eu vi presente em minha frente...
 Selena estava desmaiada ao pé da escada, e havia muito sangue ao seu redor. Ela estava sangrando.
 Eu desci as escadas correndo, e a peguei no colo.
â SELENA! - Gritei em desespero. Um forte aperto se fez em meu coração, e um nĂł estava se formando em minha garganta. â SELENA, FIQUE COMIGO! SELENA!
 Ela estava realmente desacordada. E eu não perdi tempo em sair de casa com ela em meu colo. Abri o carro, e coloquei-a no banco do motorista, passando o cinto sobre si. Dei a volta correndo, e entrei no carro também.
 Eu não podia dizer com exatidão quão råpido eu fui dirigindo. E também não poderia dizer o que eu pensava...
 Cheguei no hospital em um tempo recorde, e novamente coloquei Selena em meus braços. Entrei no hospital, e não demorou nem um minuto para eu jå ver para médicos se aproximarem. Eles pegaram ela de mim, disseram que teriam que fazer uma operação, e a colocaram em uma maca.
 Em seguida, foram em direção a uma sala e permaneceram ali.
 Um médico me guiou até o andar de cima, onde eu poderia ver a operação ser realizada, e eu fiquei ali sem hesitar.
 NĂŁo conseguia derramar lĂĄgrimas, pois eu lutava para elas nĂŁo caĂrem. O nĂł em minha garganta jĂĄ estava difĂcil de segurar. E a Ășnica coisa que eu desejava, era que ela nĂŁo fosse partir.
 Eu tive que tomar alguma iniciativa, então fiz ligaçÔes. E em poucos minutos, Demi, Joe, Taylor, minha mãe e Brian jå se encontravam aqui comigo.
 Eu sabia que Selena era uma mulher forte. Mas esse tempo todo ela estava sendo forte por mim. E agora eu sĂł queria que ela fosse forte pelos nossos filhos, e por si mesma. NĂŁo iria suportar perdĂȘ-la.
 Os minutos se passaram, e assim como eu, todos continham os olhos fixos na operação. Brian estava com os olhos avermelhados, e Demi jå estava chorando. Eu tinha o apoio de minha mãe, mas não me importava com apoios no momento.
 O que me despertou e fez eu me sentir aliviado, porĂ©m com ainda mais medo, foi quando eu ouvi os choros de bebĂȘs. E logo em seguida, eu pude ver eles... Os meus filhos.
 Uma mesinha de colo estava posta sobre ela. Selena estava deitada na maca, imóvel, como permaneceu nesses quatro dias que se passaram. Eu suspirei profundamente, e enchi de cerveja o copo que eu havia posto na mesinha de colo dela.
â Sabe... VocĂȘ tem que acordar logo, se nĂŁo eu vou acabar acabando com toda essa cerveja. - Brinquei, e depois revirei os olhos. â Eu estou brincando. Elas ainda estarĂŁo aqui quando vocĂȘ acordar. - NĂŁo me sentia totalmente confortĂĄvel fazendo isso, mas era preciso. Eu precisava falar com ela, e mesmo que ela pudesse nĂŁo estar me ouvindo, isso fazia com que eu me sentisse mais prĂłximo. Era um modo de eu nĂŁo me sentir sozinho. â Sabe quem mais estarĂĄ aqui quando vocĂȘ acordar? Nossa pequena Violet, e nosso Nate. VocĂȘ verĂĄ, mas eles sĂŁo... Lindos. Eles precisam de vocĂȘ, Selena. E eu tambĂ©m. - Meu tom de voz havia ficado baixo e rouco. Novamente aquele nĂł se fez em minha garganta, e eu respirei fundo. Olhei pra ela, e ainda sem nenhum sinal positivo. Meus olhos ardiam, mas eu continuei: â Vamos. VocĂȘ prometeu... - Passei uma de minhas mĂŁos pelo seu rosto. â VocĂȘ prometeu. - Repeti novamente, mais pra mim do que pra ela.
 Ouvi a porta se abrir, e então Demi apareceu. Vi que havia um pouco de esperança em seu olhar, essa que sumiu assim que percebeu que Selena continuava imóvel na cama.
â Demi... Se vocĂȘ quiser vocĂȘ pode ir pra casa, ok? VocĂȘ estĂĄ aqui desde aquele dia, sei como deve estar cansada. - Ela me olhou, e negou com a cabeça.
â Eu agradeço, mas eu preciso estar aqui quando ela acordar. - Voltou a olhar para Selena, e eu podia ver a dor em seus olhos. â Ela vai acordar, nĂŁo vai? - Seu tom de voz havia ficado baixo. Eu nĂŁo sabia ao certo o que responder, mas fui pelo o que eu pensava.
 Um curto silĂȘncio se fez, atĂ© eu ouvir Demi fungar baixinho.
â Eu... Eu vou buscar um cafĂ© pra mim e jĂĄ volto. VocĂȘ quer algo?
â NĂŁo, obrigado. - Neguei. E em seguida ela saiu do quarto.
 Voltei a ficar a sós com Selena...
 Tire a mesa de colo que estava sobre ela, e coloquei-a no chão.
â Sabe... Eu estou um pouco confuso aqui. - Admiti enquanto ainda olhava para minha mulher, e peguei em uma de suas mĂŁos. â Eu levei eles pra casa, e estou fazendo o que eu posso, mas eles precisam da mĂŁe deles. Eu preciso da mĂŁe deles... - Vi que minhas forças estavam indo embora quando senti lĂĄgrimas caindo. â Eu nĂŁo posso fazer isso sem vocĂȘ... E eu estou com medo de que iremos te perder, e entĂŁo seremos sĂł nĂłs trĂȘs. VocĂȘ nem chegou a ver a surpresa que eu iria te mostrar... NĂŁo deveria ser assim. - Eu abaixei minha cabeça, e respirei fundo. Isso tudo era mais do que eu conseguia aguentar. NĂŁo podia continuar sem ela... Simplesmente nĂŁo podia.
â M-Me desculpe... Me desculpe por nĂŁo ter visto a sua surpresa, tudo bem?.
 Eu ergui minha cabeça, e os seus olhos estavam um pouco abertos. Sua voz havia saĂdo fraca e baixa, mas eu consegui ouvir o que ela me disse. E ela estava acordada.
 Eu não podia descrever o quanto isso havia me aliviado, e me feito feliz.
 Eu beijei o topo de sua testa, e olhei pra ela sorrindo.
â Deus, vocĂȘ me assustou! Por favor nunca mais faça isso. - Ela sorriu fraco, e riu baixinho.
 Ouvi a porta do quarto novamente ser aberta, e então Demi apareceu.
 Ela arregalou os olhos quando viu Selena, e a mesma riu de novo.
â Selena! - Ela disse, e entĂŁo deixou um longo suspiro de alivio escapar de seus lĂĄbios.
â VocĂȘ disse que se mataria se eu morresse. - Ela disse, provavelmente se lembrando de alguma conversa que teve com a sua amiga, e Demi sorriu de lado.
â Sim, eu disse. E eu sei que sou a sua primeira pessoa favorita, mas estou prestes a ser a terceira quando vocĂȘ conhecer os dois primeiros. - Olhei pra Selena, e ela arregalou levemente os olhos, surpresa com o que havia ouvido.
 Ela me olhou um pouco preocupada.
â Eles estĂŁo bem? - Eu assenti.
â EstĂŁo sim. E eles sĂŁo lindos.
â Eu posso vĂȘ-los? - Ela perguntou agora olhando para Demi, e a mesma concordou.
â Eles estĂŁo ali fora, irei buscĂĄ-los. - Sua amiga saiu do quarto, e Selena voltou seu olhar pra mim.
â VocĂȘ quer que eu chame o mĂ©dico? - Perguntei, e a mesma negou.
â NĂŁo. Eu sĂł quero que tenhamos um momento a sĂłs. Eu, vocĂȘ, e os nossos filhos.
â Tudo bem. - Eu sorri de lado, e beijei mais uma vez o topo de sua cabeça.
 Quando a porta foi aberta novamente, minha mĂŁe entrou segurando Violet, e Brian entrou segurando Nate. Nossa garotinha tinha um cabelinho super curto da cor marrom, e seus olhos eram castanhos, e o nosso menino tinha os cabelos mais claros e os olhos cor de mel. Eram realmente lindos. Selena os pegou, e sorriu grande. Eu podia enxergar o quĂŁo feliz ela estava por vĂȘ-los, e eu me sentia do mesmo jeito olhando pra ela.
 Eu jå estava finalmente em casa. Estava no quarto dos meus filhos, sentada em uma cadeira segurando Nate em meu colo. Violet estava com Justin na sala, acompanhada de seus amigos. Eu jå sentia que ele iria mimar muito ela...
 A porta do quarto estava aberta, mas eu ouvi alguém bater. Ergui minha cabeça, e vi Pattie. Ela sorriu, e caminhou até meu lado.
â VocĂȘ quer que eu fique com ela pra vocĂȘ poder descansar um pouco?
â NĂŁo. No momento eu sĂł quero segurĂĄ-lo pra sempre. - Ela riu baixinho, e ficou observando Nate em meu colo, atĂ© abrir a boca para dizer:
â VocĂȘ serĂĄ uma grande mĂŁe, sabia? - Eu sorri por ouvir isso.
â Obrigada. - Olhei pra ela. â E Pattie... Obrigada tambĂ©m por ter cuidado de Justin, e ter feito com quem ele seja esse homem que Ă© hoje.
â Eu estava apenas sendo uma mĂŁe... VocĂȘ verĂĄ.
 Mais um sorriso dĂłcil apareceu em seus lĂĄbios, e entĂŁo ela saiu do quarto. Como sempre, Pattie era muito compreensĂvel e amĂĄvel. Eu a adorava. Quando eu estava no hospital, ela e Demi que cuidaram dos meus filhos junto com Justin. NĂŁo podia por em palavras o quanto eu ficava agradecida por isso.
 Algumas horas depois, Demi veio me visitar. Agora eu estava com Violet em meu colo, sentada no sofå da sala, e minha amiga se sentou ao meu lado.
â Ela Ă© tĂŁo linda... - Ouvi ela dizer, e eu sorri em concordĂąncia. â Eu posso segurĂĄ-la?
â Claro. - Coloquei Violet no colo de Demi, e os olhos da mesma brilharam.
â Oi. - Ela disse pra bebĂȘ. â Eu sou sua tia Demi, e pode ter certeza de que eu irei te mimar muito vocĂȘ, Violet Bieber. - Eu ri.
â Violet Lovato Bieber. - Eu corrigi, e Demi me olhou surpresa.
â Sim. - Ela sorriu, e eu vi novamente seus olhos brilharem. Ela voltou a olhar para Violet. â Eu sempre soube que vocĂȘ seria uma Lovato... E esse Ă© um belo nome para alguĂ©m tĂŁo linda quanto vocĂȘ.
â Ă como eu sempre sonhei... - Pensei alto, enquanto um sorriso aparecia em meus lĂĄbios. â E quanto aos seus sonhos, Dems?
â Bom... Eu e Joe vamos morar juntos. Isso jĂĄ Ă© um começo.
â Ă um belo começo. - Afirmei, claramente feliz por ela.
 Mais tarde naquele dia, Violet e Nate jå estavam dormindo, e eu estava de pé em frente ao berço deles, olhando-os. Suspirei, e eu percebi que sorria fraco.
 Quem diria que toda a minha história viria para essa direção?
 Aconteceram tantas coisas desde a morte de minha mãe... Tantas coisas.
 Eu nunca imaginaria que minha mĂŁe iria partir. NĂŁo imaginava que correria perigo de vida, e que iria ser procurada. TambĂ©m nĂŁo imaginava que meu pai acabaria contratando um segurança pra mim, e muito menos que eu iria me apaixonar por ele. Claro que talvez nĂŁo tenha sido paixĂŁo imediata da parte de ambos, mas jĂĄ tĂnhamos a atração. E isso sĂł acabou se intensificando.
 E agora, aqui eståvamos nós...
â No que estĂĄ pensando, meu amor? - Ouvi sua doce voz sussurrar em meu ouvido, e seus braços passarem pelo meu corpo por trĂĄs.
â Em vocĂȘ. - Respondi, me virando para ele e entĂŁo entrelaçando meus braços por seu pescoço. â Pensando em quando nos conhecemos...
â Ah sim. - Ele riu baixinho. â VocĂȘ era uma rebelde sem causa, super ignorante, e chata.
â Como se vocĂȘ fosse super legal nĂ©? - Eu tambĂ©m ri. â Falou o Sr. âEu sou seu segurança e se vocĂȘ nĂŁo for me obedecer por bem, sofrerĂĄ as consequĂȘncias. â. - Eu fiz um tom mĂĄsculo e autoritĂĄrio imitando-o, e Justin revirou os olhos.
â Eu nĂŁo disse isso ⊠Desse jeito. - Fez uma careta.
â Disse sim! - Eu ri. â E ainda completou dizendo pra mim nĂŁo te desafiar. VocĂȘ se achava demais, e agia de modo pior que o meu pai. NĂŁo sei como te aguentei...
â Me aguentou porque desde sempre sabia que me amava.
â Haha, sĂł que nĂŁo. - Rimos.
â EntĂŁo como vocĂȘ começou a gostar de mim?
â Hmm... Eu comecei a me importar com vocĂȘ, e ver que na verdade vocĂȘ nĂŁo era sĂł mais um babaca insensĂvel. Que na verdade vocĂȘ era um homem forte, seguro, e protetor. - Ele sorriu, e entĂŁo me deu um selinho.
â Fico feliz que vocĂȘ tenha mudado sua opiniĂŁo sobre mim. Eu com certeza tambĂ©m mudei a minha sobre vocĂȘ.
â SerĂĄ que algum dia vamos mudar?
â Eu nĂŁo acho que as pessoas possam mudar tanto. VocĂȘ sabe que no fim do dia serĂĄ quem vocĂȘ sempre foi, e provavelmente quem vocĂȘ sempre serĂĄ. E isso Ă© Ăłtimo, porque eu te amo exatamente desse jeito.
â Mesmo eu sendo extremamente chata e impulsiva as vezes?
â Claro. VocĂȘ Ă© a minha princesa. - Eu ri, e ele sorriu divertido. â Independente de tudo o que vocĂȘ acha que sĂŁo os seus defeitos, eu irei te amar pra sempre. - Sorri mais uma vez, e jĂĄ podia sentir meu coração se amolecer novamente. Ele sempre iria ter esse efeito sobre mim.
â E eu te prometo que farei o mesmo.
 Talvez nĂŁo sejam laços de sangue que formam uma famĂlia. Talvez sejam as pessoas que saibam nossos segredos, mas nos amam mesmo assim. Para que possamos ser nĂłs mesmos.
 Nunca fui do tipo que precisava de atenção, de ser amada por todos, de precisar de um namorado pra ser feliz. Sempre passei a imagem de ser forte. Mas só por isso as pessoas achavam que eu nunca chorei, que eu nunca sofri, que eu nunca amei. E esse foi o maior erro delas, achar que por ser forte eu não tinha um coração.
 Mas eu mudei. E fiz as pessoas mudarem o modo pelo qual elas pensavam sobre mim. E agora tudo estava resolvido novamente. E eu estava feliz.
 E lembrando que cada final feliz é apenas um novo começo.
     Por ter sido um capitulo final, podia ter ficado mais bonitinho e tals.. Realmente nĂŁo sei se ficou do agrado de vocĂȘs, mas espero que tenha sido o suficiente :C ~~medo/
 Essa é a minha segunda fic que acaba no capitulo 39, então provavelmente a próxima também irå acabar no 39, pq isso tå parecendo mais um fato. '-'
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 Olha... Vou admitir que me emocionei um pouquinhoo, e quem me conhece sabe que eu sou dura como uma rocha, entĂŁo vou culpar vocĂȘs por terem me emocionado, pq na real, vocĂȘs que me incentivam a postar, a nĂŁo desistir da fic, a atualizar rĂĄpido (tanto Ă© que quando eu demoro pra atualizar vocĂȘs quase arrancam meu pescoço nĂ©, ops) enfim... VocĂȘs sĂŁo realmente o motivo de a fic ter ido atĂ© o final! NĂŁo me arrependo de nada que eu escrevi atĂ© aqui, e tenho orgulho de dizer que eu inventei essa histĂłria toda dentro de um ĂŽnibus, ouvindo musica depressiva, e indo a destino pra um hospital. ~~trĂĄgico/
 Mas a historia colou. E agradeço aos poderes do universo por terem conspirado a meu favor sdhjshdshdsj hihi.
(* Os ultimos capitulos tiveram influĂȘncia e foram inspirados na sexta temporada da minha sĂ©rie favorita: One Tree Hill <3)
 Agradeço novamente a vocĂȘs minhas leitoras lindas, divas e maravilhosas por nĂŁo terem desisto de ler apesar de toda a minha demora de atualização, e apesar de alguns capĂtulos nĂŁo estarem cem por cento interessantes e etc. Todos os meus agradecimentos nos comentĂĄrios de "Obrigada" (repetitivos) foram realmente honestos. Nunca vou me cansar de agradecer vocĂȘs por serem tĂŁo amĂĄveis e lerem minha fic.
 Assim como nunca vou me cansar de dizer que amo vocĂȘes eternamentee <33
 Agora pra finalizar, um recado råpido de que minha próxima fic talvez jå saia daqui a uma ou duas semanas, e se quiserem mais detalhes vou deixar aqui meu ask.fm (que eu reativei), e meu twitter.
 E pras leitoras fantasmas que talvez tenha uma possibilidade de existir, poooor favor, apareçam e comentem nesse meu ultimo capitulo, huh? Venham pra luz, nĂŁo vou matar vocĂȘs sjhdsjhd <33
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 à isso, amo vocĂȘs minhas lindas s222 xoxo.
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