Es ella la que está enamorada, a él no le importa nada.
Juio Cortázar
seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from Malaysia

seen from United States

seen from Singapore
seen from United States

seen from Germany

seen from Singapore
seen from China

seen from United States

seen from Germany

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Netherlands

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from United Kingdom

seen from Singapore

seen from United States
Es ella la que está enamorada, a él no le importa nada.
Juio Cortázar

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Capítulo 36
Eu não poderia arriscar perde-lo, eu, e-eu... Eu tinha que fazer algo.
Avistei uma faca de prata ao longe, em um toco de tronco de árvore, a "nossa" árvore. Corri para pega-la, mas algo segurou meu pé. Algo extremamente quente; um imortal.
-Onde pensa que vai querida? - Eu não conheci a voz nem a pessoa.
-Onde você nem imagina. -Sorri maliciosa e chutei a mão dele. Corri até a faca pela escuridão, que estava sob uma luz ofuscante do sol. Olhei para minhas mãos, estava sem o anel. Peguei a faca, o sol não me queimava.
-Por favor Claire, não! - Niall estava do outro do tronco, seus olhos suplicantes e extremamente azuis soltavam pequenas cutículas brilhantes de lágrimas.
-Me desculpe, novamente. - Falei enquanto deslizava a faca pelo meu pulso. Não doía. Minha visão começou a ficar turva, olhei para Niall e ele estava grudado em meu pulso, bebendo de meu sangue, com suas presas afiadas. Ele olhou para mim e...
-NÃO!
-Que? O quê que é não? - Niall acordou assustado ao meu lado. Olhei seus lábios, não havia vestígios vermelhos de sangue. Seu coração batia freneticamente.
-Nada, foi só um pesadelo. - Falei arfante. Me recordei de tudo que aconteceu hoje. - Onde os garotos estão?
-Cada um foi pra sua casa, daqui a algumas horas a gente vai pra Londres fazer uma entrevista e... - Seu alarme do celular tocou. - Tenho que levantar? - Falou rolando pro meu lado.
-Sim, levanta a bunda daí. - Falei o empurrando. Ele me empurrou de volta e, como estava na ponta da cama, caí. - Ai! Seu veado! Vai tomar banho!
-Nan... - Resmungou se cobrindo de baixo das cobertas.
-Anda amor. - Subi em cima dele e tentei tirar a coberta de sua cabeça. - Eu vou fazer panquecas. Se você for rápido, sobra tempo para comê-las.
Ele levantou num instante e eu desci até a cozinha. Espere, tinha alguém cozinhando na minha cozinha!
-Bom dia! - Falou Harry, sorridente. Ele estava fazendo waffles. Brenda folheava um jornal, a mesa estava posta.
-Bom dia, eu acho. - Lembrei que dia era hoje. Ah, lembrei também que tenho que planejar tudo rápido. São tantas coisas para se resolver, tantas palavras a serem ditas.
-Claire, você está de pijama. - Brenda falou e me olhou entediada. - Vá se vestir.
-Não. - Falei e me sentei na mesa. Comecei a ler as notícias pelos pensamentos da Brendinha. Nada muito interessante.
-Você não vai mais para a faculdade?
-Eu... Tranquei.
-Você mente mal.
-Não minto não!
-Está na sua cara que você está mentindo! - Harry implicou. Okay, garoto encaracolado, já chega.
-Não é da sua conta.
-Ui, okay. - Disse e levantou as mãos na altura dos ombros, se rendendo. - Cadê o Nialler?
-Se arrumando.
-Eu to aqui! - Disse aparecendo no portal da cozinha.
Seria uma viagem rápida. Perguntaram-me porque eu não iria, ficaria sozinha em casa. Brenda iria. Contorci-me para não chorar. Abracei-os fortemente, foi uma despedida daquelas. Logo que saíram comecei a colocar minhas roupas numa mala, iria queimá-las. Comecei a escrever a carta para eles. Uma para cada. Sim, este seria o final: não se lembrariam da minha verdade, apenas a pessoa normal que aparento ser.
Talvez tenha se passado horas, ou minutos.
Talvez tenha se passado o dia inteiro.
Mas não tirei meus pensamentos dele.