Independente da sua aliança com Oz, a informação que Glinda estava carregando em seu ventre uma criança do homem era valiosíssima. Não porque pretendia fazer com a mãe da criança ou a criança em si, mas porque sabia que a gravidez era um momento de emoções à flor da pele, por todos os motivos possíveis. Por que não aproveitá-lo e... Apertar alguns botõezinhos? Deixar que ela subentendesse o que quisesse com suas ameaças fazias, suas palavras venenosas. Quem sabe até, pelo bem da criança, ganhar um favorzinho ou outro? Como um legítimo cavalheiro, esperou a mulher sair do hospital onde sabia que estaria para realizar seus exames de rotina, sorrindo para ela quando a viu finalmente sair pelas portas de correr. ❛❛ —- Glinda, querida. ❜❜ ele a cumprimentou, seu sibilar de cobra tremendo entredentes enquanto a elogiava pelo vocativo repleto de falso carinho. Aproximou-se dela sem que ela desse permissão, mas não a tocou -- só queria ficar perto o suficiente para que não precisasse elevar o tom de voz e pudesse continuar ameaçador. ❛❛ —- Teve de fazer exames muito pesados hoje? Por favor, me deixe ajudá-la a levá-la para seu próximo destino. Me sentiria terrivelmente culpado se não a ajudasse com você estando... ❜❜ desceu os olhos para o ventre dela, antes de subi-los novamente e completar a frase. ❛❛ —- Na sua situação. ❜❜