Ela poderia ter amado mais, e ele poderia ter esquecido mais. Mas não, ela teve que guardar. Guardou-lhe os textos que lembravam-a do passado, aqueles que a nem valiam mais. Aqueles que provavam sim, que ela teria sido alguém. Não alguém importante, mas alguém que mudava a ela mesma. Alguém... amável, alguém amada.













