Q1. Qual o nome do seu personagem? Há alguma razão por trás da escolha?
O nome de Dani foi escolhido por sua avó paterna. Seu pai, Yunoh, deixou que isso acontecesse mais em respeito à mãe do que por vontade própria. Doyeon [도연] significa madura e responsável por natureza, a avó achou que seria um bom nome para a segunda neta, considerando a realidade em que vivia. Já Dani, o nome pelo qual se apresenta — por ser mais fácil para os estadunidenses pronunciarem — também não foi escolhido à toa, significa deus é meu juiz e é assim que Dani pensa, apesar de não ter religião. Ambos os nomes são unissex e ela gosta disso.
Q2. Quais os objetivos dela em Eden?
Procurar o pai que está desaparecido há quase um ano. Dani é jornalista investigativa e não abriu mão da profissão para se tornar alguém invisível em Eden, como seria mais fácil. Ao contrário, ela usa sua profissão e os artigos impactantes no Papiro Daily para desviar a atenção do que realmente faz: caçar vampiros. Além disso, sua profissão a coloca em contato com pessoas que têm muitas informações e ela sempre pode usar a de desculpa de que está investigando um caso de corrupção para sumir por dias ou justificar alguns pequenos delitos.
Q3. Cite, pelo menos, 3 inspos que combinam com seu char.
1. OS WINCHESTER, não tem como falar só de um porque a história dela e da família é uma mistura do que os Winchester foram – até certo ponto – na série Supernatural. Ela é uma mistura de Dean e Sam Winchester, com personalidade própria e uma vida mais “comum”.
2. GALE WEATHERS, ela é bem entrona, principalmente nas pesquisas de campo, como a jornalista da franquia Scream. A única diferença é que Gale é uma jornalista para a TV e Dani para o jornal. As duas tem personalidades parecidas, podem ser invasivas, incompreendidas, sinceras até demais e resilientes, porém Dani é menos extrovertida que Gale.
3. LEE HUIGYEOM, assim como a policial de Bad and Crazy, Dani é teimosa e corre atrás do que quer saber, sem abaixar a cabeça — na medida do possível — para as outras pessoas. As duas tem esse senso de justiça muito forte, mas o que as difere é que Dani não consegue e nem acredita que o certo seja ser íntegra o tempo todo.
Q4. Descreva seu personagem em 5 aesthetics.
Preto e branco. Noite estrelada. Livros com temáticas sobrenaturais. Músicas tristes. Frases de sitcoms.
Q5. O que você gostaria de explorar com um personagem humano vivendo em meio a vampiros?
Por ser uma caçadora de vampiros eu queria explorar ao máximo essa parte dela, principalmente porque Dani só é uma caçadora porque acredita ser uma maldição familiar. No fundo, por mais que não admita, ela acha que desvendar os mistérios que envolvem sua família por gerações pode livrar tanto ela quanto a irmã e seus futuros sobrinhos da realidade que é ser um Doh morador de Eden. Também quero explorar a relação dela com vampiros no geral, porque ela odeia eles — por tudo o que fizeram com sua família — e desenvolver plot twists em sua história, principalmente no que diz respeito à família.
Q6. Seu personagem sabe da existência de criaturas da noite em Eden? Se sim, como ele lida com essa informação? Caso não, como imagina que será sua reação ao descobrir?
De início, Dani não acreditava em vampiros, achava que as coisas que avó fazia e contava eram alucinações ou algo do tipo, afinal, o pai sempre ensinou a ela e a irmã que sua avó era irresponsável e que as meninas deviam ficar longe da matriarca. No entanto, depois de presenciar a morte da avó por um vampiro, não teve mais dúvidas. Por mais que a ficha tenha demorado a cair e o medo lhe dominado por muitos anos, quando o pai passou a deixá-la de lado, junto da irmã, para se tornar um caçador em tempo integral, ela teve de lidar com as mudanças e o fato do pai estar obcecado atrás de vampiros.
Q7. Quais clãs você acha que seu personagem poderia se encaixar para um possível Abraço?
Apesar de ter a vontade de conquistar pontos para que isso aconteça, porque acho que seria muito interessante, não sei ao certo. Ao mesmo tempo que vejo ela no clã Brujah, por Dani ter a essência rebelde e características dos membros do clã, também vejo ela como uma assassina dos Assamitas, por exemplo, indo contra tudo o que sempre defendeu como humana — libertando seu verdadeiro eu.
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✖ Nome: Noel Bhatt
✖ Idade: 31 anos. (23/10)
✖ Altura: 1,78.
✖ Profissão: Produtor e dono da New Perspective INC.
✖ ABOUT:
De família tradicional judia, era fácil para qualquer um que observasse o quão fora dos padrões de sua casa o caçula dos Bhatt era; e, acredite, estavam sempre sob os holofotes ali em Vancouver no Canadá. Conhecidos médicos na cidade, os ancestrais paquistaneses misturaram-se com os italianos, criando gente de sorriso recheado de candura, mas com tradições tão antigas quanto era o próprio tempo. Eram fábrica de médicos e advogados, não havendo até aquele momento uma exceção nos ramos de negócio da família. Esther, por sinal, acreditava piamente que seu caçula não seria diferente quando o carregava no ventre, afinal, seus dois irmãos mais velhos já apresentavam amor pelos estudos. Em algum lugar ela leu que naquele período era bom estimular o feto, ouvir música clássica. Assim ela o fez, mas o efeito gerado seria muito maior e intenso do que poderia prever.
Noel nasceu num 23 de Outubro chuvoso, chorando alto e a plenos pulmões e, bem, durante seu crescimento, a plenos pulmões ele continuou a berrar - e a cantar. Enqaunto os irmãos e pais eram comedidos e de gestos bem educados, o menor tinha alma arteira, fazendo graças e não sendo tímido em absoluto. A aptidão para música, então, mostrou-se desde cedo também. Fosse na afinação da voz e nas notas que era capaz de produzir, fosse na maestria com que os dedos corriam pelas teclas do piano da sala de estar, ou pelas cordas de sua guitarra, ou enquanto manuseava as baquetas contra a bateria.
Felizmente, o amor pela arte não foi castrado, ao contrário. Era algo tão raro na casa que seus pais abraçaram, conquanto, esperavam que aquilo fosse esmaecer com o tempo. Isso não ocorreu.
Na verdade, foi ainda no colégio que a ideia de tornar-se cantor ganhou forma e peso com os amigos e, aos seus 21 anos, sem uma faculdade e só com o diploma do high school no bolso, Noel tomou frente e criou a New Perspective.
Foi só após certo tempo e após o sucesso com os primeiros singles que os progenitores aceitaram sua profissão, sua tatuagem, seu gosto por homens e mulheres. Não os julgava, conquanto, tão diferente eram seus ideais e mentalidades; por Noel, poderiam tomar o tempo que quisessem. Afinal de contas, a cada dia passado a banda tornava-se mais famosa.
Abriram para músicos de nome, abraçavam a fama como velha amiga e deixavam-se entreter pelas drogas e pela bebida como qualquer pessoa da idade que tinham faria. Mas a vida, eventualmente, cobrava seu preço. Não era sabido se foram os cigarros ou a forma como cantava, conquanto, a dor em sua garganta tornou-se persistente o suficiente para que Noel tivesse que ir visitar um médico e, nele, descobrir os nódulos em suas cordas vocais.
A cirurgia poderia facilmente ajudá-lo, no entanto, poderiam causar o comprometimento da voz, e tornar a cantar muito cedo poderia fazer com que voltassem. Nada, nunca, lhe causara maior desapontamento. Com cinco anos de banda, viu os sonhos ruírem bem ali, no centro médico de um hospital londrino famoso.
Ao invés de deixar-se abraçar pelo amargor, no entanto, fez o que sabia ser certo. Assistiu os demais amigos (melhores amigos) de banda seguirem, assistiu um novo vocalista ser escolhido e, com o dinheiro ganho, fez a única coisa que poderia fazer: criou seu próprio selo musical. O conhecimento técnico ele aprendera na estrada, não era preciso, mas já era algo e Londres era não apenas cheia de oportunidades, mas cheia de vida e de músicos apenas aguardando para serem descobertos. E embora tivesse começado de forma pequena, a New Perspective INC. cresceu graças ao nome que levava, ao esforço de Noel, e aos tanto CD's vendidos por sua antiga banda, que assinara consigo; um prêmio de consolação bem vindo. Ainda não eram tão grandes, mas se tornariam.
Agora, aos trinta e um e estabelecido em Greenwich Peninsula - onde a noite nunca dorme e a música é sempre alta -, continua a trabalhar como produtor musical em busca de novos talentos. Para tal, a The Cave era seu lugar favorito e, por vezes, o único palco no qual ainda pisava, quando o amargor de deixar o que realmente amava fazer para trás era demais para ser sustentado e a bebida o fazia esquecer-se dos problemas com sua garganta.
✖ Personalidade: De natureza simpática e aparentemente um pouco mais espalhafatoso, Bhatt esconde bem seus trejeitos mais analíticos. É do tipo que averígua toda e qualquer informação e que nunca pisa em terreno desconhecido sem que existam razões bem fortes para tal. O sorriso largo esconde a melancolia e a frustração, que não desapareceram mesmo com os anos que se seguiram da desistência de ser parte da banda.
Noel, no fim, ressente-se do sucesso obtido sem sua voz e ressente-se de si mesmo pela falha tão absurda. É quando o sentimento parece capaz de engolí-lo que se joga no trabalho. Tem, no entanto, verdadeira paixão por ensinar e ajudar novos artistas, sendo, no entanto, muito mais linha dura do que deixa transparecer como produtor. Bebida , cigarros e seu gato, Sebastian, são atualmente seus únicos companheiros.