Bastou ouvir o semideus dizer aquilo para que Hanne começasse corar. As bochechas do filho de Morfeu esquentaram e ele, coçando a cabeça para tentar disfarçar a timidez, ergueu o olhar para o filho de Febo, não Apolo. Estava custando mais tempo do que esperava conseguir acostumar-se a dizer o nome dos deuses em suas versões gregas, não romanas. Mas ele soltou um suspiro pequenino e então soltou de uma vez. “Foi sem querer! Eu juro que não fiz por querer!” dissera, cobrindo então a face com ambas as mãos. “Quando estou muito cansado, acabo escorrendo e vou parar nos sonhos das pessoas. Você foi o coitado da vez e eu sinto muito.”