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/ not mine \ bluest eye ~ 6
i think I might throw up soon
sketchdump
So grateful to Literary Affairs in Los Angeles for inviting me to moderate a panel at the Beverly Hills Literary Escape. Best quote, Joan Silber: “Raise your hand if you’ve never done something stupid for love.” None of us did. 💗

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Ultimamente todo lo que imagino resulta en la realidad todo lo contrario, asíque ahora imaginare todo lo contrario de lo que quiero para ver si resulta lo que quiero
I don’t understand why my textbok is so set on using ‘differently abled’ that’s such a gross term/...??? What’s wrong w/ disabled/./.??? Did they ask disabled people/.. or just assume/.??
Depois de algum tempo sem conseguir transmitir nenhum tipo de sentimento escrito. Estou de volta. Mas voltei com um assunto um tanto quanto confuso. Não que os outros não fossem. Continua tudo uma bagunça como antes, mas agora, algumas coisa fazem sentido. Algumas coisas como a razão de algumas atitudes nas quais, quando foram tomadas, não haviam logica alguma. Venho dizer sobre minha tempestade interna. Na qual venho tentando entender e acalmar faz alguns anos. Muitas vezes eu só queria silenciar de vez todo esse caos. Me silenciar por completo. Arrancar de mim a unica coisa que me preenche. O amor se tornou uma coisa quase totalmente banal e escassa na minha jornada. Mas não por falta de oportunidade, mas sim por falta de vontade. Não sinto mais a necessidade de ter alguém que esteja ali por mim. Na verdade, eu não consigo mais acreditar que esse sentimento estupido exista de verdade. Por um lado chego a pensar que não passa de um excesso de carência, ou mais alguma coisa que esse bando de inconscientes criaram. E por favor, não venha me dizer que só estou pensando isso por ter sofrido uma desilusão. Pois realmente, eu cai na real, eu sai de um estado de inércia na qual me mantinha presa por um longo tempo. Aliás, qual o problema das pessoas “desiludidas”? Vai ver elas estão bem mais resolvidas que as que não são. Enxergam um horizonte de perguntas sem respostas bem maior. Enxergam que existe um limite pra tudo, até para as ilusões mais deliciosas e confortáveis, se é que me entende. E novamente estou aqui, na minha doce solidão. Solidão na qual encontro uma paz e um vazio memorável. Onde não se pode definir pontos concretamente positivos ou negativos. Talvez eu tenha chegado no ponto mais crítico que um alguém poderia chegar. “Mas há, você é tão nova”. E desde quando idade física é relacionada com cansaço mental e espiritual?. Querido, é agora que começa a minha famosa hipocrisia, ou melhor, como você costumava dizer, contradição. Penso se um dia eu poderei mudar essa situação. Se um dia eu conseguirei voltar a “ilusão” de um sentimento incrédulo. E voltando as tempestades. Que tal falarmos de como seria bom encontrar alguém que me tirasse desse alto mar e me tornasse um navio que servisse para museu? Já que perdi minha âncora a tempos, não seria nada mal me prender a uma rocha, ou a um porto que seja, de fato, seguro. Mas se a saudade do mar voltar… Ah, o mar. Ai meu querido, eu não poderei evitar voltar para onde eu sempre pertenci.