#tbt Paraíso Perdido, espetáculo do Balé da Cidade de São, corpo do Theatro Municipal, é um talvez um grito de muito o que se encontra guardado em mim. A montagem, em seu segundo ato, trás um lugar imaginário, com personagens que estão a corporificar as dores dos lados mais obscuros que cada um de nós. Os corpos que parecem perfeitos, estão distorcidos, cortados, mascarados. Algo me diz que dancei com eles, pois sou corpo dilatado, controlado, medicado, engessado, cortado, mascarado pelo vai e vem do cotidiano, das dores urbanas, dores coletivas, dores íntimas. Me exponho para não me revelar, confuso né? Mas são as máscaras que colocamos em nossos paraísos íntimo e perdidos. Sou/somos silêncios que gritam por algo, que nem sempre sabemos o que é. #eunomunicipal #baledacidade #paraisoperdido #bisdomunicipal (em Theatro Municipal de São Paulo)

















