"Conheci uma garota que é meio atrevida, não é fresca pras coisa, vive em festinha, dança muito louca, vem sarrar por cima, fuma que só a porra, dá que é uma delícia."

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"Conheci uma garota que é meio atrevida, não é fresca pras coisa, vive em festinha, dança muito louca, vem sarrar por cima, fuma que só a porra, dá que é uma delícia."

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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tirei 30 minutos pra sentar lá fora e olhar pro céu. minha mãe ficou perguntando se eu tava louca de decidir olhar pro céu justamente hoje, numa noite fria e nublada. fiz de conta que não tava escutando, entrei em casa de novo e peguei o violão. saí mais uma vez. sentei. sempre tive esse ritual, por mais maluco que fosse da minha parte. aí me perguntei o porquê de ter deixado isso de lado nos últimos dias... se até meu signo é regido pela lua, imagina só o meu coração. tô meio torta ainda, com metade do corpo dolorido, independente da quantidade de remédio que eu tome. tô andando igual um transformer, mas decidi ajustar o violão no corpo de um jeito que pudesse ser mais confortável. não foi confortável, mas continuei. fiquei parada, olhando pro nada e me perguntando o motivo da gente se acostumar a carregar fardos que já podem ser jogados fora. fiquei me perguntando se é possível acordar todos os dias e ter o pensamento já direcionado pra algo certo. isso é tão estranho. ainda preciso me acostumar. cheguei à conclusão de que algumas coisas sempre vão fugir do nosso controle e isso nem sempre é ruim. imagina só, ter a vida decidida, definida e perfeitamente controlada... deve ser um saco. mas mesmo assim, mesmo que tudo fuja do controle, a gente nunca tá pronto pra lidar. já tem um tempo que reclamo sobre cansaço, mas recarregar as energias energias é algo que demora. é um processo. lento. talvez eu tenha começado, só não posso me deixar parar porque algumas (muitas) coisas estão difíceis. dedilhar "o meu lar" virou mania. não saber o que falar, também. eu não sei o que eu tô fazendo aqui, nem o que eu vou fazer daqui duas horas. não sei de nada e nem me arrisco a descobrir. de qualquer forma, meus 30 minutos com a lua eu já tive. mas e os 30 minutos que eu preciso pra desafogar essa agonia, quando vou conseguir ter? uma resposta que me seria bem útil. e importante.
Mesmo não sendo nada, pra mim é tudo. E é tudo porque eu prefiro ver a parte mais bonita e lembrar do que me fez estar aqui, "vivinha da Silva", escrevendo as minhas bobagens noturnas, que sempre resultam em alguma merda que me faz lembrar que os dias são todos assim... Infinitos com fim.