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A Canção de Rolando
O que é que leva a que uma canção ritmada nas longínquas Ilhas Faroe faça referência a um vale situado a cerca de 2500 quilómetros numa das maiores cordilheiras da Europa Continental ? É um facto: existe uma canção folclórica tida como pertencendo á tradição das Faroe que invoca uma batalha que teve lugar há mais de mil anos numa passagem na cordilheira que separa a Península Ibérica da restante…
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Miércoles, 20 de Agosto | Luna 24, Semana 23 de 2014 | Granada
Apesar da missão e da vontade de sair da Espanha logo, resolvi passar mais um dia em Granada pra ter tempo pra ver a famosa arquitetura árabe de Andalucía, e a Alhambra.
De manhã, de manhã acordei cedo para atravessas os jardins da Alhambra e chegar na entrada pra comprar o ingresso, porque tem um número limitado de visitantes por dias e sempre filas enormes. Consegui um ingresso para usar de tarde. Voltei pro hostel, tomei café-da-manhã e fui checar a internet, achei coisas interessantes no Couchsurfing,
De manhã, no fim da manhã, continuei subindo o monte em que eu estava hospedado, para visitar o Albaicín. O Albaicín é como uma mini-cidade dentro de Granada (como Santa Teresa, em menor escala, é para o Rio de Janeiro), de urbanização todinha árabe (da época dos reinos nazaríes), que faz parte, junto com Alhambra, da parte de Granada declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO. Eu resolvi conhecer a cidade de outra maneira: com meu corpo, dançando, ao som de Herbie Hancock. Corri, entrando e saindo de vielas e becos, saltando e girando, só eu, as paredes brancas e o sol. Foi isso por uns 40 minutos, até o álbum acabar.
Depois disso, desci do Albaicín para o Sacromonte. O Sacromonte é tão diferente do Albaicín quanto o Albaicín de Granada (uma cidade dentro da cidade dentro da cidade). Em vez de casas brancas, a montanha no Sacromonte é povoada por covas brancas, escavadas diretamente na rocha, que serviram de moradia segura para árabes, judeus e ciganos, depois que os cristãos tomaram controle do lugar. Uma das covas era um mercadinho; entrei e comprei uma compota de broto de feijão, que foi o meu almoço.
Do Sacromonte desci e subi, de volta a Alhambra e seus jardins. Alhambra é um desses lugares lotados de turistas bobos e filas imensas, mas que precisa ser visitado. PRECISA. Sem mais.
E como anexo, os jardins do Generalife (é um nome espanhol e não inglês, /heneralífe/ e não /djeneraláif/ -- que no caso seria uma empresa de pílular para emagrecer -- que veio do árabe jannat al-arif (جَنَّة الْعَرِيف)):
Depois disso, desci para a Granada normal, fui num supermercado normal, fiz um lanche normal (com bolachas maria iguais as que eu andei comendo em Lisboa), e desenhei o diagrama dos meus planos seguintes na vida.
Daí fui encontrar minha hostess do Couchsurfing, que me hsopedaria por essa noite. Maelle é uma bretã (francesa) que estuda relações internacionais e está fazendo estágio de verão aqui em Granada, trabalhando no consulado francês e dando aulas da língua. Ela divide apartamento com duas italianas de Trento, que estudam engenharia e também estão passando o verão aqui. Junto com eles está morando, por essa semana, um rapaz basco, de Vitória-Gasteiz, que escreve romances e de vez em quando faz pequenas viagens assim, de alguns dias, para pegar inspirações novas pros seus livros.
Junto comigo, na sala, dormiu essa noite um outro rapaz, dinamarquês e mochileiro, que passou as últimas duas semanas nas montanhas da Serra Nevada, aqui do lado. Quando a gente acha que já conhece todos os esquemas dos mochileiros, aparecem coisas novas: ele dorme em árvores. É. Carrega uma rede e cordas na mochila, escolhe uma árvore grande e alta, com copa frondosa, sobe, monta a rede, entra no saco de dormir e dorme. Durante o dia, deixa a mochila pendurada lá em cima também, já que ninguém olha pra cima pra ver se tem coisas de alguém penduradas em copas de árvores. Mas deois de duas semanas dormindo nas árvores da serra, ele pegou uma gripe forte e passou a noite no hospital, e depois disso escreveu para a Maelle no Couchsurfing, para passar umas noites debaixo de um teto. Combinamos que ele e os amigos dele deviam fazer sites para acampadores-em-arvore, até mesmo uma rede como a do CS.
Daí fomos todos (eu, o dinamarquês, o basco, a bretã, as trentinas e uma amiga granadina que se juntou ao grupo) comer comida e beber. Fim.