𝑖𝑛𝑣𝑖𝑠𝑖𝑏𝑙𝑒 𝑡𝘩𝑟𝑒𝑎𝑑 ;
“minha mãe sempre me levava pra brincar, sabia? igual cecília faz com duda, nunca deixava um diazinho passar… exceto, você sabe, quando ela adoecia. eu nunca liguei, gostava de ficar em casa com ela e o vovô na cama.” raras vezes aurora bussade referia-se ao magnata otto bussade como vovô e todas elas eram permeando memórias da infância, quando ele era uma fonte de conforto e segurança, não auto-martírio ou nojo. “enfim, eu estava revendo umas fotos de quando eu era pequena e lembrei desses dias e sabe o que eu notei? em quase todas as fotos no parque, tinha um menino por perto. olha.” ergueu uma foto na direção do namorado, e esperou que a expressão chocada e confusa surgisse na face linda dele. “pois é, edgar brennand. acho que meu desejo que você tivesse conhecido a mamãe já tinha sido realizado. acho que sempre era pra ter sido nós, é como se estivéssemos conectados.”







