Amor e Proteção no Coração
Quando Pedro deitava a cabeça no peito de Lucas, o mundo parecia deslizar para outro ritmo. Ali, naquela batida regular, tudo o que era incerto se dissipava. A cada batimento, o universo moldava-se ao redor deles, como se o próprio espaço-tempo decidisse abrigá-los em uma bolha intocável, onde nada mais existia — apenas eles dois.
Os sons externos ficavam distantes, as luzes do mundo se tornavam um fundo borrado, e Pedro sentia-se único, como se estivesse em sintonia com o próprio cosmos. No compasso do coração de Lucas, havia uma promessa de proteção, uma declaração silenciosa de que, ali, em seus braços, nada poderia feri-los.
Era mais do que amor, era algo que transcendia o cotidiano, a pressa, o barulho e o caos do mundo. Naquele momento, a verdade do universo era simples: a vida, em toda sua vastidão, fazia sentido ali, em cada pulsar do peito de Lucas, como um eterno “você está seguro comigo”.











