Tenho tantas palavras acumuladas, Como livros empoeirados em estantes esquecidas. Cada página, um grito silenciado, Cada linha, uma lágrima não chorada.
Paulo de Brito
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Tenho tantas palavras acumuladas, Como livros empoeirados em estantes esquecidas. Cada página, um grito silenciado, Cada linha, uma lágrima não chorada.
Paulo de Brito

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Yo solo quiero estar contigo y nadie más.
Jamás nadie se ah muerto asà tantas veces
@somospoesia
No creo que nadie merezca mendigar amor. Tú vales la pena, vales mucho, no te arrastres por nadie jamás. No esperes a que nadie llegue a tu vida para empezar a hacer cosas, hay cosas que uno tiene que hacer solo.

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Nas sombras do meu ser, murmúrios se perdem, Um diálogo silencioso, uma confissão não ouvida. "Você já contou a alguém como realmente se sente?", Palavras não ditas, na garganta retida.
No labirinto da mente, onde segredos se aninham, Reside uma verdade, crua e sem verniz. Um sentimento sombrio, um desespero que domina, Guardado a sete chaves, no Ãntimo, se diz.
A solidão é uma companheira constante, Nas horas escuras, um abraço frio e profundo. A alma grita em silêncio, desesperadamente vibrante, Mas na superfÃcie, um mar calmo, sem um som do mundo.
Quem ouviria os ecos de uma dor tão visceral? Quem entenderia o peso de uma alma sem cor? A escuridão se aprofunda, um poço sem final, Nas entranhas do ser, um clamor sem amor.
E assim, entre as sombras, onde a verdade se esconde, Permanece o questionamento, amargo e sem esperança. "Você já contou a alguém como realmente se sente?", Um segredo guardado, uma batalha sem lança.
Na tristeza profunda, onde as palavras se calam, O ser se encolhe, temendo o próprio sentir. Neste mundo de máscaras, onde as almas se afastam, Resta apenas o eco: "Eu nunca soube como dizer."
Paulo de Brito
Sentir é como segurar um carvão em brasa, Queima, mas largar significa perder a chama. Doloroso e doce, um paradoxo em toda a trama, Cada emoção uma faca, cada faca uma asa.
Paulo de Brito
Já senti o medo sussurrar, um vento frio que desce, Na espinha, um calafrio, na alma, uma prece. Um medo de mim mesmo, da sombra que sou, Dos abismos que guardo, onde ninguém jamais pisou.
Paulo de Brito