𝓐etherys.
Tipo de território: Uma floresta. Apesar da capital do reino ficar onde está a Árvore da Coroa, várias pequenas comunidades se espalham ao redor de rios, estradas naturais e árvores mágicas menores.
Tipo de governo: Monarquia hereditária, dividida entre duas linhagens da mesma família real. Há séculos, um pacto determina que a Coroa alterne a cada geração entre os descendentes dos dois irmãos que fundaram o território. Nenhuma das duas casas aceita bem essa divisão e ambas passam gerações tentando provar que são as verdadeiras herdeiras do reino. A corte é composta por rei, rainha consorte, herdeiros, guardiões da floresta, diplomadas, cavaleiros exploradores e o Conselho das Flores. A divisão de nobres é formada por grandes casas, cada uma responsável por algo específico. Casa A é responsável pelos exércitos, Casa B é responsável pela diplomacia do território, Casa C é responsável pela magia geral, Casa D é responsável pela proteção das florestas e Casa E é responsável pela agricultura. Cada casa ocupa uma cadeira permanente no Conselho das Flores.
Aparência do território: O território ocupa uma floresta gigantesca, onde algumas da copas das árvores ultrapassam as nuvens. Nessas copas, pontes suspensas unem bairros inteiros moldados entre galhos. As residências dos nobres nascem das próprias árvores, moldadas por magia. Nada no território parece construído, é como se tudo cresceu naturalmente entre as árvores. Já próximo ao solo, surgem vilas, mercados, estalagens e oficinas onde vivem humanos, meio-fadas e parte da população feérica que prefere a terra firme. Quanto mais alto alguém mora, maior é o prestígio social.
Resumo sobre o território: Aetherys é um reino que se moldou e se adaptou à natureza ao longo dos séculos, independentemente de seus conflitos internos. Composto em maioria por criaturas minúsculas que possuem asas (mas também assumem o tamanho de um ser humano normal, quando querem), o dia a dia é repleto de magia, tradição e rivalidade. Enquanto alguns defendem a preservação das antigas linhagens, outros acreditam que a convivência com humanos e meio-fadas representa o futuro do reino.













