3ª Temporada - 42º Capítulo - Dia de show (parte 2) (+18)
- Onde vamos, Dani? - perguntei animado olhando-o fixamente.
- Primeiramente, levarei você para almoçar, querido. Vai perder tanta energia que precisa abastecer. - Daniel comentava com um sorriso besta no rosto.
- Quem precisa abastecer é você, DanDan... - respondi sorrindo de lado.
- Meu combustível é seu bumbum. - Daniel falara tentando ser sério. - Vista a camisa, e vamos. - ele ordenara ao chegarmos no restaurante.
- Está lotado, Daniel... Não gosto de lugares cheios e você me traz no lugar mais popular do bairro. - falei enquanto olhava o movimento pela janela do estabelecimento.
- Não vamos almoçar aqui, Elidio. Vamos pedir comida para viagem, iremos comer em outro lugar. - Daniel corrigiu-me piscando de lado.
Ao entrarmos, tentamos seguir para o caixa para pedirmos a comida, mas alguém nos interrompera.
- Elidio? Daniel? Tira uma foto comigo! - uma garota de aparentemente 22 anos pedira.
- Claro, "chega mais". - respondi sorrindo.
A garota abraçou-nos e então tirara uma selfie conosco.
- Obrigada, vocês são muito gentis. - ela agradecera sorridente e então saira de perto de nós.
- Eu vi você olhando para as pernas dela. - Daniel dissera encarando-me enciumado.
- Não começa... - pedi revirando meus olhos.
- Deixe para revirar os olhos daqui á pouco. - Daniel dissera cochichando em meu ouvido.
- Você é terrível. - retruquei dando um tapa em seu ombro.
Daniel seguira abraçado comigo, e pedimos nosso almoço para levar. Minha curiosidade em saber pra onde Daniel iria me levar me corroia, mas eu já havia de alguma forma me acostumado. Afinal, todos os dias, Daniel surpreendia-me.
- Agora deite-se no banco, durma, o que for. Temos 2 horas de viagem pela frente. - Daniel dissera arrancando com o carro.
- Pra onde vamos, Daniel? - perguntei curioso.
- Quando chegarmos você saberá. - Dani dissera sorrindo. - Quero zerar essa cidade, Elidio. Pra onde quer que eu olhe, quero lembrar: já dei "uns pegas gostosos" no Elidio ali. - ele continuara á brincar.
- Ah, pelo objetivo de vida e de relacionamento. Você quer "me dar uns pegas" em cada canto do mundo, né? Onde vamos você tem essas ideias aí. - respondi fitando-o fixamente.
- Exatamente. Quero olhar para os lugares e lembrar de você nu. - Daniel dissera ainda rindo.
- Idiota. - retruquei dando um tapa em seu ombro. - Onde você está aprendendo essas gírias? Você falar em "me dar uns pegas", não parece você falando. - questionei.
- No Google. Pesquisei: "como agradar seu namorado?" e lá falava: dê uns pegas nele. - Dani respondera olhando-me tentando parecer sério.
- Eu duvido que você tenha pesquisado isso. Você é inteligente suficiente para saber de cor. - falei erguendo uma sobrancelha e ainda olhando-o.
- Senão acredita em mim, olhe o histórico do navegador no meu celular. - Daniel dissera entregando-me o aparelho.
- Você sabe que vou mexer em tudo, né? - falei encarando-o. - O whatsapp sei que não tem nada, pois você não sabia nem gravar áudio há um mês atrás. Mas vamos aos sms... - eu dissera enquanto mexia em seu celular.
- Não sei mexer mesmo. - Dani dissera rindo. - Olhe o navegador primeiro, Lico. Depois você mexe até na agenda se quiser. - ele finalizara pedindo.
- Estou nas sms, querido. "boa noite, meu filho. mamãe está com saudade. O Lico está cuidando de você? Tomem cuidado com o HIV, beijossss" - eu lera a sms. - Sua mãe é muito engraçada, Daniel. - eu dissera sem conter-me de risadas. - "Tomem cuidado com o HIV". - eu continuara á caçoar.
- Deixe ela, Elidio... Está preocupada conosco, ué. - Daniel defendia-a. - Eu não tinha visto essa mensagem, surpreendi-me agora. Ela sabe que nós...? - ele perguntara levando uma mão até meu membro.
- Ela não é idiota, Daniel. Senão fizéssemos seríamos chifrudos. Ou melhor, só eu. - retruquei.
- Ah, então você acha que minha vida gira em torno de sexo? - Daniel perguntara sério.
- Eu diria que não caso você soubesse passar um dia longe da minha bunda. - respondi rindo sem graça.
- Você... está... me... criticando? - Daniel perguntara.
- Pare de fazer analogia com vídeos antigos nossos. E estou te elogiando. Sinto-me desejado ao seu lado. - respondi-o enquanto um sorriso se alastrava em meu rosto.
- Então pare de falar como se eu fosse, sei lá... o Kid Bengala. - Daniel pedira mostrando língua.
- Querido, se olharmos por... - comentei enquanto alisava seu membro. - Então eu posso dizer. - finalizei rindo sem graça. - Agora, vou olhar o navegador... - eu dissera pegando o celular novamente.
- Não ria de mim, prometa. - Daniel pedira.
- "Como agradar seu namorado", "facebook", "twitter", "youtube"... - eu lia em seu histórico. - "Como surpreender seu amor no dia de seu aniversário." O que você está programando para semana que vem? - perguntei animado.
- Não sei de nada, Lico. - Daniel tentava desconversar. - Você viu que realmente pesquisei como agradar meu namorado, né? - ele perguntara sorrindo.
- Sim, Dani. Mas você sabe que sou uma pessoa á parte. - brinquei.
- Eu sei que estou acertando. Caso contrário, não estaria comigo. - Daniel dissera gabando-se.
- Sem graça. - respondi mostrando língua.
Depois de muito conversarmos, chegamos ao tal lugar que Daniel dissera. Ele então estacionara, pegara nossa comida embalada, e abraçou-me pela cintura para andarmos juntos.
- Gostei da escolha de virmos á um Parque Florestal, querido. - comentei animado olhando tudo á nossa volta. - Mas por que não deixou para que comprássemos a comida aqui? - perguntei confuso.
- Porque vamos em direção contrária, Lico. Quero um lugar bem afastado. - Daniel comentara olhando-me de modo provocante.
- Só de você olhar-me assim já estou arrombado. Pare. - respondi brincando enquanto tapava minha bunda.
- Você nunca vai ser arrombado, amor. Você já nasceu assim. - Daniel disse brincando.
- Você vai me desacatar? Vou embora! - falei fingindo estar sério e então corri na frente de Daniel afastando-me.
Eu já sabia que hora ou outra ele me alcançaria, então fui para o lado onde havia grama, e estávamos sós.
Daniel então agarrou-me pela cintura e beijou-me pela nuca.
- Você precisa parar com essa mania... - ele comentara entre seus beijos.
- É gostoso você me pegar assim... - comentei sorrindo de canto á canto.
- Eu sei que você gosta, se não gostasse não provocava... - Daniel dissera descendo seus beijos pela minha nuca.
- Dani, aqui podem nos ver. E aí, um guarda municipal pode vir e prender a gente. - eu dissera inseguro.
Daniel ignorara o qe eu dissera, e virou-me de frente beijando-me com vontade. Agachei meu corpo aos poucos, e Daniel acompanhou-me, até deitarmos no chão. Daniel largara nosso almoço no chão, e deitou-se por cima de mim. Ele então aproximou seu rosto do meu e deu um breve sorriso, até beijar-me novamente com vontade.
- Não estou com pressa hoje... - Daniel comentara sorrindo novamente ao encarar-me.
- Eu estou com frio, DanDan... - queixei-me abraçando-o mais forte.
- Espere aqui. Tenho algo no carro. - Daniel pedira levantando-se e seguindo em direção ao estacionamento.
Parei sentado ali, e apesar de infantil e bobo, sentindo medo á cada segundo sem Daniel ali. Abracei meus joelhos e tentei cantar uma música mentalmente para esquecer-me que eu estava sozinho. Até que então, avistei Daniel voltando para perto de mim, e com ele uma coberta.
- Dani... Mas isso é um parque... - eu comentava olhando boquiaberto.
- E está vazio, só estamos nós dois aqui nessa parte. - Daniel dissera animado.
- Fiquei morrendo de medo quando você saiu. Achei que um veado apareceria e iria me atacar. - respondi inseguro.
- Não tem como você se atacar, querido. - Daniel respondera sarcasticamente. - Agora deite-se junto de mim... - ele pedira puxando-me para cima dele.
- Você me xinga, me maltrata e depois quer beijos? - perguntei rindo.
- Sim, um milhão de beijos. - Daniel dissera acarinhando meu rosto carinhosamente.
Daniel então cobriu-nos, não deixando nada á mostra, e em seguida, descera ambas as mãos até meu quadril, apertando meu corpo ao seu. Beijei-o calmamente, deixando que meus lábios passassem lentamente pelos seus. Daniel subira sua mão por minhas costas por baixo da minha camisa, e apertara meu corpo mais ao seu. Em seguida ele desvencilhara seu lábios do meu passando-os pelo meu rosto. Ele deixara uma mão subir até minha nuca, e então puxou puxara meu rosto para o lado, deixando meu pescoço á mostra. Daniel então seguira com sua boca até o mesmo e começara á chupá-lo de modo lento. Eu sentira sua língua pegando toda minha pele, e em seguida, soltando-a. "Assim eu arrepio..." comentei contorcendo meu corpo. "Essa é a intenção..." Daniel respondera ignorando-me. Em seguida, Daniel descera sua mão até minha bunda por cima da bermuda e apertou-a com vontade, fazendo assim com que meu membro roçasse com vontade no seu. Com sua boca ininterruptamente em meu pescoço, Daniel aumentara a intensidade dos chupões, e eu apenas deixei. Daniel então, abraçara-me e "rolara" comigo na grama, deixando-me por baixo, e sorrira ao olhar em meu rosto. Em seguida, Daniel tirara minha camisa jogando-a de lado. Sua mão passara por toda minha barriga, subindo até meu pescoço, prensando-o sem machucar-me. A boca de Daniel voltara á explorar meu corpo, dessa vez em minha barriga, subindo por toda ela, até, novamente, meu pescoço. "Eu quero te marcar todo..." Daniel comentara ao voltar á chupar-me em meu pescoço. "Não ter basta ter macado minha vida?" perguntei olhando-o fixamente. "Eu nunca me dou por satisfeito." Daniel dissera sério. Senti sua boca novamente em meu pescoço, chupando-o. Enquanto isso, sua mão descera a lateral de meu corpo, e abrira o botão de minha bermuda. Em seguida, ele tirara a mesma deixando-a de lado. Em seguida, senti sua mão alcançar meu membro, masturbando-o freneticamente, enquanto sua boca continuara a percorrer cada milimetro de meu pescoço. Eu sentira meu corpo arrepiar-se e encher-se de calor com os movimentos de Daniel. Daniel então interrompera os movimentos com sua boca em meu pescoço, e descera sua boca por todo meu corpo explorando, literalmente, cada centímetro do mesmo. Daniel descera até meu membro, e passara a língua por ele, e eu olhava-o por baixo do cobertor, demonstrando ansiedade. Em seguida, Daniel abocanhou-o e começara á chupá-lo vagarosamente, e eu colocara uma mão em sua nuca, guiando sua cabeça contra ele. Daniel passava seus lábios por ele lentamente, sem interromper seu olhar fixo no meu, sentindo-o entrar e sair de sua boca. Eu sentira meu membro palpitar de tão excitado, e os movimentos lentos de Daniel deixava-me ainda mais enlouquecido. Com minha mão em sua nuca, acelerei o ritmo com que eu guiava-a contra meu membro, e Daniel empolgara-se junto de mim. Ao empolgar-se, Daniel acelerara o ritmo dos chupões, e adicionara sua mão á ele masturbando-o contra sua boca. Meu corpo contorcia-se involuntariamente, e eu gemia em tom baixo e prolongado, e Daniel sorria com os olhos ao ver-me daquela maneira. Em seguida, Daniel tirara sua boca de meu membro, e posicionou-se de quatro pra mim. Sorri ao ver aquela cena, e coloquei o cobertor de lado, e então penetrei em Daniel meu membro por inteiro. Daniel soltara um gemido agudo e breve, e então comecei á penetrá-lo rapidamente, sentindo meu membro saindo e invadindo-o por inteiro. Daniel olhava-me de forma provocante, e retribuira meu olhar mantendo meus movimentos da mesma maneira. Agarrei ambas as nádegas de Daniel, e penetrei-o o mais fundo que eu conseguira sem parar. Eu sentira meu corpo tremer de tanto tesão, e Daniel ajudara-me movimentando sua bunda contra ele. O ritmo estava tão intenso que eu ouvira o barulho de minha virilha chocando-se com sua bunda. A respiração de Daniel começara á se exaltar, e meu corpo inteiro delirava, até que eu gozara dentro dele. Daniel então virou-se pra mim e passara a mão pelo meu rosto admirando-me e então beijou-me calmamente, sorrindo entre o beijo.
- Amo você, Lico. - Daniel dissera sério escorando seu rosto ao meu.
- Eu também, Daniel. Mais do que jamais saberá. - eu respondera sério com a respiração exaltada.
Daniel sorrira ao ouvir-me, e então guiou meu corpo para baixo, deitando-me novamente. Sua mão percorrera pelo meu pescoço, acarinhando-o. Em seguida, Daniel segurara minha cintura virando-me de costas. Suas unhas passara por toda minhas costas, com vontade, arrepiando-me ainda mais. Posicionei minha cabeça de lado, conseguindo observar tudo que Daniel fazia, e algumas vezes um sorriso bobo invadira meu rosto, involuntariamente. Ao ver-me, provavelmente, com o rosto de um idiota apaixonado, Daniel selara meus lábios e retribuira meu sorriso. Em seguida, Daniel voltara com sua boca para minha nuca, e com suas mãos ele segurara ambas minhas mãos por trás, como estivesse algemando-me. Sua boca chupara minha nuca com toda vontade, de maneira que aparentava que minha pele sairia de meu corpo. Meu corpo travava, e eu imobilizado não conseguira fazer nada. Depois de chupar-me por completo na nuca, Daniel descera sua boca pela minhas costas, mordendo-a em cada parte. Suas mordidas eram realmente fortes, porém, eu estava amando. Eu mordera meu lábio inferior, delirando de tesão. Daniel continuara com as mordidas fortes, e então soltara uma de suas mãos de meus punhos e começara á estapear minha bunda. Mais forte do que todas as outras vezes. "Dan....Dan....Dan...Daniel..." eu gritara involuntariamente ao sentir seus tapas fortes em minha bunda. Daniel então colara sua boca em meu ouvido e cochichara: "faça silêncio querido. Ca-la-di-nho." Ao ouvir Daniel mexi a cabeça acenando que "sim", e ele voltara á estarpea-me. Sua mão vinha de encontro á minha nádega tomando bastante impulso, e ele apalpara-a por completo ao encontrá-la. Segurei todos os gritos e gemidos para mim mesmo, e Daniel sorrira de forma satisfatória ao ver-me daquela maneira. Daniel então desabotoara sua bermuda e tirara de seu corpo. Em seguida, tirara sua cueca. Olhei-o esperançoso, e Daniel então puxou-me para cima, deixando-me agachado, e colocara seu membro dentro de minha boca, penetrando na mesma rapidamente sem deixar-me reagir. Daniel colocara sua mão em minha nuca, apertando-a enquanto olhava-me sério e continuara á penetrar seu membro em minha boca. Eu sentia seu membro completamente umedecido entrando por completo em minha boca, num ritmo ininterruptamente intenso. Daniel então virou-me de costas novamente, deitando-me na grama, e penetrara violentamente seu membro em mim, e eu segurara para não gemer. Daniel apertara meu pescoço, enquanto socava seu membro todo dentro de mim sem parar. Em seguida, ele descera sua mão arranhando-me por toda as costas, até alcançar minha bunda e estapeá-la freneticamente enquanto seu membro envadia-me. Daniel então empolgara-se com os tapas e continuara com os mesmo com ambas as mãos. Eu ouvia o barulho do choque de suas mãos ao chocar-se com minha bunda e eu sentia meu corpo todo endurecer de tesão. Daniel via em meu olhar que eu estava gostando e então continuara com todo seus movimentos. Depois de alguns minutos, Daniel segurara realmente forte em minha bunda empurrando-a contra seu membro, e então soltara um gemido de alivio gozando dentro de mim.
Daniel virou-me de frente pra ele novamente, e beijou-me com amor. Entrelacei meus braços em seu pescoço, beijando-o daquela maneira, até eu finalizá-lo com um selinho demorado.
- Coma seu almoço, querido. Não quero que sinta fome. - Daniel pedia-me olhando-me de lado.
- Você que manda... - respondi sorrindo envergonhado.
Vestimos-nos e almoçamos juntos. Ficamos deitados abraçados por quase 2 horas conversando sobre várias coisas, e ao escurecer decidimos ir embora. Ao adentrarmos o carro, Daniel observara meu pescoço e então ligou a luz que havia.
- Amor, você está todo roxo! - ele dissera espantando.
- Você está brincando, DanDan... Como aparecerei amanhã no Tuca dessa maneira? - perguntei olhando-me no retrovisor.
- Maquiagem, Elidio. Deixe-me ver. - Daniel pedira virando meu pescoço de lado, observando até minha nuca. - Você está todo roxo, querido. - ele comentara ainda assustado.
- Vão te denunciar por violência doméstica. - tentei rir da situação.
- Imagina a sua bunda, querido... - Daniel dissera rindo.
- Pare, DanDan... Dirija e pare de imaginar minha bunda. - pedi escondendo meu rosto no banco do carro.
- Amor, até seu rosto está roxo. - Daniel dissera seriamente. - Acho que hoje fiz um grande estrago. - ele dissera esfregando seu cabelo por trás.
- Se eu falar que amei você me xinga? - perguntei escondendo meu rosto, dessa vez, em minhas mãos.
- Ah, se você gostou foda-se o resto. Passaremos 5 quilos de maquiagem, e está feito. - Daniel dissera sorrindo.
Assim que Daniel arrancara com o carro, fitei-o e então coloquei uma mão em sua coxa, e aproximei minha boca de seu ouvido.
- Isso, vire á direita. Siga reto agora. Você gosta de virar a direita né, safadinho? - eu cochichara.
- Pára, Elidio! - Daniel dissera caindo na gargalhada. - Primeiramente: odiei Anderson ter dito isso á você. E em segundo: não há pau que aguente você excitá-lo toda hora. - ele finalizara ainda rindo.
- Sossegue. Você e seu amigo, DanDan. Estamos na estrada. - falei sério.