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⟨ ❝ A I S H A B H A R A N I M E E R A
Q I N R I E N E R I T R I S C R A C A R Y N ❞
About Adera.
Panorama Geral.
Não se sabe muito acerca do início da civilização aderana, ainda que a documentação seja extensa sobre o assunto —— sempre pareceu difícil objetivar um momento específico onde o principado se estabeleceu. Enquanto a mãe de Aisha ainda vagava pela Terra, o país mínimo, de sociedade predominantemente matriarcal, conheceu a glória no que tangia às rotas de comércio. Localizado ao sul do rio Shustan, a cultura aderana ainda possui traços de riqueza, apesar da invasão de Estados inimigos.
Povo.
Grande parte da população aderana é composta por imigrantes, fugitivos de terras mais áridas e sem chance de sobrevivência, o que torna o principado em um ambiente miscigenado, ainda que 55,9% dos nativos se considerem pertencentes a uma etnia própria, denominada Iko, mas que, traduzida ao idioma comum, poderia se tratar da etnia punjabi. Tal etnia se apresenta por meio da aparência em um tom da tez mais acastanhado, a medida em que a pigmentação dos olhos varia entre o mel e o castanho escuro.
A maior parte dos moradores de Adera é alfabetizada, e uma parcela significativa se debruça sobre matérias de suma importância para o governo local, de modo que o principado se tornou, com o passar das décadas —— ainda novo, como se pode inferir ——, em um relicário de cultura e graça dentre as vielas da capital, Lespait. Os maneirismo mudam de acordo com a proximidade para com a corte, mas sabe-se, contudo, que o povo de Adera não é realmente adepto aos aspectos belicosos. A moeda de troca que usa para com outras potências, ao menos até a sua invasão, baseava-se em tratados comerciais, o que também garantia riqueza em moeda para o principado, e, de fato, um investimento rentável para os comerciantes de tal casta.
Matriarcalmente orientado, contudo, Adera é considerado fraco perante outros principados e reinos, vez que não é de seu interesse a guerra, e seu exército não passa de um punhado de guardas que protegem comércios por toda a pequena extensão do território —— estratégico para quaisquer negociação posterior. Ademais, ainda que o povo em si respeite sua governante (tipicamente mulher, caso se sigam as leis de sucessão rigidamente aplicadas), é temerária a situação do principado perante a esfera interestatal.
Topografia.
Em termos, o principado se baseia em uma pequena extensão de terras, muito bem estruturadas diante de um governo apertado e vigilante o suficiente para que a economia cresça sob o cuidado estatal. Localiza-se ao sul do rio Shustan, responsável por abastecer hidraulicamente não só a capital, como grande parte do território (entendido aqui com cinco mil quilômetros quadrado), além de tornar fácil a navegação de embarcações mercantis. Rico em rios e em florestas, o clima é ameno por grande parte do ano, com exceções raras durante o inverno. As estações são pouco definidas, ainda que certas nuances possam distinguir uma das outras.
Cercado, contudo, por Estados belicistas, Adera vive em constante alerta no que concernem saques e extrações nada amigáveis do tipo. Sua posição é estratégica, um oásis que está esperando para ser desmistificado pelo restante dos povos que um dia já tiveram contato para com a população aderana.
Governo.
Comandado a pulso firme por parte de Meera, a falecida rainha de todos os aderanos, o governo se trata —— ou ao menos se tratava —— de algo próximo a uma monarquia absolutista. Meera era o legislativo, executivo e mesmo o judiciário de seu povo; júri, juiz e carrasco ao mesmo tempo, ao passo em que seu marido se tratava de mero consorte. Dividido em províncias para efeito administrativo, Adera era um emaranhado de decisões disformes até Meera subir ao poder; quando organizou boa parte dos recursos da maneira mais eficiente em sua cabeça.
Os responsáveis por cada província devem prestar serviço à rainha. Sabe-se, contudo, que não há uma plena lealdade desses administradores para com a coroa, de modo que grande parte da receita arrecadada se perde no meio do caminho, e não há uma forma muito mais eficaz de cobrar dos traidores, especialmente após a morte de Meera —— cogita-se dentre as más línguas que a rainha tenha sido assassinada, o sinal exato para que Ochana invadisse o principado.
Religião.
Segundo as tradições e crendices irracionais do povo de Adera, o mundo se iniciou através do cordão umbilical de Petarr, deusa da criação, conhecedora de todos os nomes do Universo. Por meio da deidade, Eqldirr, mais tarde conhecido como o Trovão, Senhor dos Céus e capaz de controlar as marés, também. O panteão da religião iko é um dos maiores já descritos no mundo civilizado, vez que, mesmo com extensos estudos, desmistificar efeitos naturais não parece ser lógico aos olhos de Adera.
Sacrifícios carnais são comuns, mesmo em terras tão cultas, e os motivos são dos mais diversos: desde o matrimônio desejado, até uma colheita ou viagem bem sucedida. A lógica não se aplica ao povo aderano quando entra em combate com a religião, e esta, impreterivelmente, vence ante a primeira.
História.
Relativamente novo, o principado de Adera teria recém completados cento e dez anos, não fosse a invasão de Ochana, transformando o território em um mero anexo da nação inimiga de Haziye. Acredita-se que a Casa Cracaryn tenha, desde os primórdios, sido a primeira a se estabelecer na região amena, ligada demais aos rios e foz para que o povo passasse a comentar das semelhanças para com as náiades —— sereias, seres mitológicos que teriam controle sobre as marés e, além disso, como servas de Eqldirr, teriam carta branca para arruinar embarcações navais. A primeira de seu nome a se estabelecer às margens do Shustan lidava com a viuvez precoce e duas filhas para cuidar, talvez motivo o suficiente para explicar no que Adera se tornou com o passar dos anos. Kalia era uma mulher forte, e foi a primeira a suplantar a semente de Adera. Safa e ambiciosa, foram muitos os tratados os quais assinara sob a alcunha de seu marido, há muito morto, e a própria a ensinar às filhas sobre como lidar com outros povos que não os de seu conhecimento.
Deveriam se instruir e nunca deixar que a própria vida fosse tomada nas rédeas por um marido, afinal eram capazes de atos esplendorosos caso se permitissem. Com a morte de Kalia, não demorou muito para que Diya, filha mais velha, assumisse o trono, seguindo os passos de sua mãe. Adera, contudo, passou por momentos de conturbação quando os consortes das rainhas seguintes meticulosamente atentaram contra a vida de suas esposas, tomando estes o governo para si enquanto as esposas padeciam enfermas.
Anos depois —— mais de sete décadas, especificamente ——, o nascimento de Meera mudaria, todavia, o rumo de Adera, ao menos por algum tempo. Cansada de ver como um país com tanto potencial se submetia aos tratados mais bárbaros, a então princesa tomou como voto pessoal, e a vida de sua futura prole, o objetivo de reerguer Adera. Rhysand se tornaria seu marido, e apenas isso —— bastava de submissão. Sob olhares atentos e incisivos, Meera lembrou a própria Kalia ao tratar com os lordes de Adera; mulher estupenda e implacável, rasante como um falcão, e incisiva demais para o gosto de seus subalternos. Vários foram os atentados contra a sua vida, mas o mais chocante foi o último, e mesmo Aisha não tem certeza sobre o que de fato ocorreu na fatídica noite, mas mudaria a sua vida de forma contundente.
Poucos dias após o funeral de Meera, ela deveria prestar as condolências ao povo, ao mesmo tempo em que deveriam respeitar o próprio luto. Seu pai não era visto em lugar algum, mas não lhe passou pela mente em momento algum suspeita contra o progenitor —— afinal, era exatamente ele quem a acobertava em suas saídas noturnas. As trombetas ecoaram ao som oco do silêncio na capital, e logo depois, tudo o que conseguia ver era o exército de Ochana, rubro como o sangue que pintalgara os lábios da mãe antigamente. Não houve tempo para sequer uma manobra defensiva, quanto mais ofensiva. Quando voltou à realidade, estava na sala real, jogada como uma simplória súdita, ao passo em que o general ochanense se ocupava em sujar a imagem do trono matriarcal. Por meses, seu pai esteve sumido e, ainda por meses, Aisha permaneceu como prisioneira —— ah, não uma prisioneira comum: era uma refém, e seria usada caso seu povo não cooperasse. Os aliados de Adera pareciam rarear a cada dia, e a própria Aisha pensava ser difícil encontrar uma solução. Não fosse por Arjun. O jovem mordomo era o responsável por tornar sua vida em cativeiro um tanto quanto mais fácil.
Como se não bastasse, foi capaz de lhe contrabandear para longe do palácio, para algum tipo de oásis onde pudesse repensar o que faria a seguir. Precisava de um Estado forte para apoiá-la, mas nem de longe possuía as habilidades sem igual da mãe, e tinha desvantagem daquela vez, diferente de todas as outras situações em que precisara usar de sua malícia para livrar a própria cara. Arjun a puxou outra vez, lhe entregando roupas novas quando já estavam à altura da cozinha. Só se lembrava de frio, e dos roxos na sua pele latejando a medida em que sentia o sangue secar sobre a testa antes de vomitar algumas vezes ante o cheiro azedume das roupas que vestia.
Uma última olhadela para trás antes de cruzar a fronteira de Adera, e convenceu-se de que seria para o melhor.
someone please let me play lily collins against them either in a m/f ship or a f/f ship i just ?? want to play her
You remind me of my ex. Vile and intolerable.
“if your ex is anything like me she must be super pretty.” usually in a scenario where she was boosting her confidence she would be beaming anything in similarity to a smile, yet his explicitly was potent enough to cause her to grimace into an initial scowl. and normally, if she didn’t know someone well enough she would certainly feel quite offended right now too. but there wasn’t that problem with junhoe, no– the only problem here was his lack of filter and obscure way of showing his sincerity to others. even to suji, the girl who was always nothing but sweet to him. sure, she had a mean retort planned out in her head, the continuation ‘also super smart, creative, and successful. basically… everything you aren’t,’ nearly falling off the tip of her tongue– but she was too nice for that. she was always too good to him. which maybe wasn’t such a bad thing.
“now, tell noona how much you love her so she can give you a big hug.” she wasn’t giving him the option to oblige either, her arms were already extending outwards by the time her sentence was halfway complete. “come here!”

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I love Jisoo's body.
“it’s good to love others, you should carry this motto everywhere you go. you know who else you should love? you!”
Cucumber tart.
“cucumber tart?” the two nouns conjoined together were enough to grow a look of distaste onto her face, initially shocked at how a baker could come up with such absurd ideas-- or maybe she was judging too early, that could be a factor too. “i like tart frozen yoghurt.. i’m not too sure about putting it with cucumbers though. i think we are better off making a facial and using the cucumbers for our eyes. spa day!” now she was beaming with excitement, the crease of her nose crinkling up as that smile graced the apples of her cheeks. “what do you say, girls night in?” a girls night out would be fun too, but she knew that would be hard to accomplish due to occupations and schedules. moments like these she was willing to compromise.