𝑨𝒕𝒆𝒏𝒄̧𝒂̃𝒐, 𝒂𝒕𝒆𝒏𝒄̧𝒂̃𝒐, 𝒒𝒖𝒆𝒎 𝒗𝒆𝒎 𝒍𝒂́? Ah, é SANDERSON MANSNOOZIE, o SANDMAN da história 𝐀 𝐎𝐑𝐈𝐆𝐄𝐌 𝐃𝐎𝐒 𝐆𝐔𝐀𝐑𝐃𝐈𝐎̃𝐄𝐒! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a REERGUER O SEU REINO DOS SONHOS… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja PACÍFICO, você é BOBO, e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: DONO DE UMA LOJA DE ARTIGOS PARA DORMIR.
headcanons abaixo. // + informações. // + sobre a loja.
𝐇𝐄𝐀𝐃𝐂𝐀𝐍𝐎𝐍𝐒:
Sandman aparenta ter menos de 30 anos, uma figura que tem a aparência jovial, mas uma experiência milenar.
A sua iluminação lunar aconteceu no dia 9 de março, sol em peixes, lua em virgem.
demirromântico, assexual, solteiro.
desde quando era um cavalheiro estelar, ele possui essa aparência mas era banhado pelas luzes estrelares, carregando um brilho próprio. depois da iluminação da lua e a construção de dreamsand, a sua forma ganhou o brilho dourado da areia do sonho, que só deixa de cobrir o seu corpo quando está com os pés tocando o chão do mundo das histórias ou do mundo real, que parece ser um humano normal.
apesar de ter uma voz imponente e uma presença poderosa, ele escolheu não falar mais para que não precise acordar ninguém, o sono precisa ser sempre preservado.
a comunicação com ele existe através de expressões e formas que surgem no ar com a areia do sonho, fazendo com que a mensagem seja transmitida de uma forma que precise desenhar para que o entendam.
sandman as vezes viaja entre os cosmos para reconstruir o seu reino na terra dos sonhos, está com o castelo pela metade e espera não ser interrompido novamente.
coloca o bem estar do outro na frente do próprio, mas também gosta de ter atenção, pode ser uma criatura um pouco grudenta as vezes, é preciso ter paciência.
seu temperamento muda assim como a lua, mas em todas elas, ele sempre escolhe agir com gentileza, porque é bom ser gentil as vezes.
evita brigas, mas se entra em uma, é difícil de tira-lo.
é curioso, mas também controla bem essa curiosidade para não ser invasivo, também tenta ao máximo controlar seus parceiros para que não sejam pessoas inconvenientes.
possui uma excelente relação com os guardiões, principalmente o papai noel e a fada dos dentes, porque são os únicos que te dão toda a atenção do mundo.
procura entender o que acontece com os perdidos e a sua missão agora é, também, protegê-los, já que ele sabe muito bem o que é cumprir objetivos sem o direito de escolha, procura deixa-los o mais confortáveis possível e tenta, dentro do possível, encontrar soluções para o problema deles.
sandman conhece muito bem o mundo real, já que os guardiões tem contato com ambos os mundos, ele já conhece toda a tecnologia e as novidades daquele lado, para ele não é nenhuma novidade.
se sandman estiver dormindo, por favor, nunca o desperte sem que seja da vontade dele, ou poderá conhecer um lado bastante complicado desse pequeno ser luminoso.
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Diante dos últimos acontecimentos, Sandman mesmo se divertindo muito naquele festival, ainda estava com coisas demais ocupando a sua mente. Esperava que toda aquela energia e interferência acabasse logo para voltar a sua investigação diária sobre sonhos, só não estava achando de bom tom conversar sobre esse assunto naquela festa, ainda mais sendo com pessoas aleatórias, chegou a tocar no assunto com Jack Frost, mas logo a atenção foi roubada pelo evento em si, mais uma vez decidiu tocar no assunto com o Feiticeiro, ele até ficou interessado, mas como um dos anfitriões do evento, não pôde lhe dar muita atenção e Sandman sabia que não teriam mais tempo para se encontrar depois daquele evento.
Estava realmente tentando não pensar nisso e esquecer as suas preocupações, mas a imagem de Gretel lhe deixou bastante intrigado, talvez um desses sonhos estivesse ligado a ela, só tinha uma maneira de saber. Se aproximou da mulher e sorriu para ela assim que ficou próximo dela. "Está se divertindo?" Falou suavemente antes de entregar o copo de bebida pra ela, curvando-se levemente para dizer em um tom baixo. "É só suco de abóbora, está bem gostoso" Sorriu.
“eu me senti a própria stevie nicks lá em cima.” ele comentou, sorrindo e um pouco suado do pequeno show. mesmo depois de fazer sua parte, seguindo as instruções da academia, taeoh ansiava por mais. talvez fosse uma parte sua que já estivesse desejando as mudanças futuras que iriam acontecer com ele. membro de boyband por uma noite, antes de que seja pelo resto da vida. “ainda mais agora que eu estou loiro.” ele puxou uma mecha de seu cabelo loiro e enrolou no dedo brevemente. claro que o cabelo de stevie nicks era um marco e ele poderia apenas tentar. lembrou-se do primeiro evento no reino dos perdidos quando cantou silver springs dramaticamente com um amigo, deveria repetir o ato. será que poderia? “bem que deveria ter um karaokê por aqui.” ele se encontrava no pub the mist, já aproveitando o open bar como bem deveria, pronto para cometer erros os quais não podia reparar. “eu acho que a voz de certas pessoas aqui deve ser bem assustadoras, bem no tema. você não acha?”
Sandman tinha aproveitado o show como a muito tempo não tinha feito, desde quando Jack Frost se juntou a eles, não tinham se divertido tanto como estava sendo naquele evento. Depois de ter dançado bastante, seguiu em busca de alguma bebida que pudesse lhe refrescar, sendo então o momento em que conseguiu um copo de suco de abóbora, que imaginava não lhe causar qualquer problema, quando o rapaz veio falar sobre o show, sorrindo docemente para ele. E o comentário sobre o cabelo dele fez com que, naquele momento, ele percebesse que o rapaz estava a cara de seu colega congelado. "Você ficou muito bonito com esse cabelo" A voz intensa não combinava em nada com a vestimenta e muito menos o olhar doce que Sandman carregava, mas em noite de Halloween, não teria problema algum em dizer algumas palavras, já que as crianças dificilmente dormiam nessa virada em especial (assim como o natal e o ano novo). "Deveria mesmo, agora que estou falando, seria muito divertido cantar também" Riu baixo, sendo bem baixo mesmo, um hábito que adquiriu com o seu silêncio, rir sem emitir qualquer som. Depois de mais uns dois goles da bebida, ele lançou um olhar rápido pelo lugar e se aproximou de seu companheiro lunar para dizer. "Se está sendo gentil em não dizer taquara rachada, eu acho que sim" Riu baixo "Incluindo eu"
SANDMAN` s 𝐨𝐮𝐭𝐟𝐢𝐭 𝐬𝐞𝐥𝐞𝐜𝐭𝐞𝐝 !!!
local: halloween festival.
descrição: para a sorte de sandman e azar dos demais guardiões, o rei dos sonhos não para de pensar nos amigos, talvez não esperava ver a roupa de toothiana ali, mas definitivamente se divertiu demais com a ideia. as asas funcionariam com os seus poderes, apesar de ser totalmente dominado por areia dourada e não pela magia da fada do dente. bastou colocar o enfeite da cabeça para que a maquiagem surgisse em seu rosto da forma como era na amiga, quando se olhou no espelho, amou o que viu.
where: reino dos sonhos — antes de aurora acordar.
A pior parte do sono profundo era que Aurora sentia o tempo passar. Não era como dormir à noite e acordar na manhã seguinte como se um passe de mágica tivesse sido aplicado. Era torturante, doloroso, cansativo e, ainda assim, a fuga que ela buscava naquele momento ao se recusar a acordar. Recebia a visita de Sandman em alguns dias — ele que havia feito do seu reino um lar para Aurora, dando-lhe até o seu próprio ateliê lá dentro para que costurasse vestidos feitos de nuvens e areia — e tinha de admitir que as longas conversas dos dois eram a sua parte favorita em adormecer por tanto tempo. "Eles colocaram um perdido na guarda real?" Soltou o ar pela boca em um riso incrédulo e sem humor, cruzando uma perna sobre a outra ao arrumar a posição no sofá do escritório dele. "O que isso significa, Sandy? Eles realmente não vão voltar para o mundo deles? Eu vou ficar presa com aquela história?" A reação aversa era esperada — não era nenhum segredo para Sandman que Aurora detestasse a presença dos perdidos.
O mundo dos sonhos é algo interessante, poucos sabem sobre como funciona esse lado da vida, uma corrente mágica onde os seres vivenciam coisas inimagináveis e que precisava de alguém dominando, ou essa corrente simplesmente foge das mãos de seus verdadeiros donos. São os sonhos, alguns acreditam que sejam estrelas cadentes quando vistas caindo dos céus ou apenas como algo preparado pela mente sem qualquer ligação com forças ocultas. Sandman sabe muito bem que não funciona dessa maneira, um sonho é um sonho, ele sabe muito bem como tudo funciona do outro lado e sempre dá um jeito de melhorar, sem dar brecha para o outro rei dominar o ambiente, pois sonhos e pesadelos são coisas completamente diferentes.
E haviam as pessoas que viviam em seu reino, outros que escolheram apenas dar uma passadinha, Sandman gostava de visitas e quase todas as pessoas que sonhavam poderiam passar por lá. Mas Aurora era diferente, a princesa dominada por uma maldição tinha conseguido um espaço ainda mais íntimo naquele lugar, exatamente na sua pequena ilha de areia dourada e nuvens flutuantes, o seu palácio e o sossego da terra dos sonhos, onde poderiam ver o tempo passar da melhor forma possível enquanto ela era impedida de acordar no mundo dos despertos. "Sim, não sei se a ideia é boa, mas alguns nomes foram listados e um perdido conseguiu a vaga" E a próxima pergunta após a reação já esperada da mulher, fez com que Sandman sentisse um aperto em seu peito. Ah, claro, ele fala normalmente naquela parte da vida porque ali não tinha ninguém dormindo para atrapalhar... quer dizer, só tinham pessoas dormindo ali, mas falar não despertaria ninguém. "Eles também estão presos" Disse com certo pesar, mesmo que compreendesse a frustração da princesa e fosse o suficiente para levar a mão até o ombro dela, para confortá-la. "Estão todos tentando encontrar uma forma deles voltarem, só podemos esperar, infelizmente não sabemos que está acontecendo e não podemos fazer nada diferente, não por enquanto"
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quando sandman tomou o lugar ao seu lado bunnymund se deu ao luxo de toca-lo , com cuidado e uma levasse que parecia conter certo receio , as pontinhos dos dedos de uma mão delinearam as oleiras nos olhos do outro guardião enquanto sentia o coração apertar com a ideia dele estar tendo problemas pra dormir , o sono para sandy era como a esperança para aster então entendia a gravidade . ❛ tudo bem , não precisamos conversar , podemos só ficar juntos . ❜ sussurrou tentando passar algum conforto , então deixou que os braços e pernas envolvessem o menor - bom para os desinformados , depois de um tempo de intimidade aster podia se tornar grudento - aquele momento podia ter muitas incertezas mas entre elas sempre haveria algo que nunca mudaria : sempre teriam um ao outro . ❛ vai ficar tudo bem , vamos achar um jeito . ❜ ele sempre davam um jeito não era ? e bunnymund queria se agarrar aquilo pois era seu ultimo fio de esperança - aster - a voz de sandman , as vezes soava como uma alucinação por conta da falta de frequência com que acontecia , fazia tempo que não a escutava , quase como um último recurso de sandy para se expressar , imponente até mesmo em um sussurro ela ainda parecia penetrar em sua mente , fazendo com que tivesse toda a atenção de bunnymund entre um arrepio , sempre se sentia um tanto intimidado quando sandman falava mesmo que nunca fosse a intenção dele , depois de alguns segundos em silencio apenas lidando com os efeitos que a voz do guardião causava em si , assentiu . ❛ sim , quer dizer , nossa nova historia não termina mau . . . passar por tudo de novo é . . . ruim . . . mas no final dá tudo certo , então não precisamos nós preocupar . . . vamos voltar a ser guardiões como sempre fomos . ❜ e era agridoce pensar daquela forma , não queria deixar de ser um guardião mas queria um pouco do que tinha agora em sua vida , será que conseguiria conciliar os dois ? ❛ sandy , você se lembra de sua vida antes de se tornar o guardião dos sonhos ? ❜ perguntou com certa curiosidade , não era algo que tivesse muito interesse até então , nem mesmo quando jack descobriu sobre seu passado quis saber do seu mas agora com tudo que vinha aconteceu e aquele desejo de apenas ser algo além de um guardião talvez tivesse com uma pulga atrás da orelha sobre como se procurasse uma explicação para seu desejo sobre o futuro . ❛ eu . . . quero ser o guardião da esperança . . . eu amo as crianças . . . a páscoa . . . isso é meu mundo . . . mas também quero . . . mais . . . quero fazer todas as coisas que eu gosto . . . eu posso ser um guardião e um amigo . . . será que posso ser mais ? ❜
Sandman não estava levando aquelas mudanças muito bem, havia a enorme preocupação sobre a missão no qual foi designada a eles, junto com o fato de que ele não estava conseguindo dormir bem e, consequentemente, não conseguia ter bons sonhos surgindo no seu acervo, cada vez mais percebia o cansaço presente em pessoas, principalmente adultos, que não estavam descansando bem e de longe tinham sonhos que valiam de alguma coisa, imagens complexas e sem sentido não colaboravam com a situação em si e Sandman estava temendo pelo caminho dos guardiões dentro daquele jogo.
Os olhos agora estavam desviados até as íris galácticas de seu amigo coelho, sempre se sentia bem em ver as estrelas nos olhos dele, porque se sentia próximo da sua vida passada, quando só trabalhava com captura de sonhos para que se tornassem realidade, as estrelas que corriam na sua frente e faziam pessoas viverem tão bem, era mais simples e tinha um peso bem menor. Sandman tentava se expressar da maneira mais silenciosa possível, mas as vezes não conseguia colocar toda a complexidade em figuras arenosas, estavam sozinhos e os guardiões conseguia ouvir bem o que dizia, eram poucas vezes, mas sempre necessárias. “Eu me preocupo com a figura lunar, quando dizem que a lua com a sua forma humana… quanto de energia lunar está sendo usado…” A curiosidade surgiu desde o momento que aquela figura curiosa surgiu no seu campo de visão, alguém que se dizia ser a própria lua, que até aquele momento era apenas um fecho de luz que denominava o que devíamos fazer. “Não me preocupo sobre sermos guardiões ou não, mas como isso está refletindo no mundo real”
E então a pergunta inesperada veio, como podiam estar pensando tanto nisso? Definitivamente, Sandman lembrava da vida antes de receber aquela missão, voltou a olhar para o rosto do amigo e assentiu, em silêncio. “Você lembra da sua história?” Agora estava realmente curioso e virou-se para poder ficar cem por cento dedicado a ele, uma mão com a palma para cima, estava posicionada entre eles, mesmo que estivesse servindo de travesseiro corporal para Aster, Sandman sempre deixava a sua mão disponível para receber a atenção que o coelho gostava de dar. “É a primeira vez que ouço você dizer algo assim… o que mudou, Bunny? Pode me dizer… só tem nós dois aqui”
ooc note: gostei tanto da sua resposta que o starter é sequência desse turno aqui.
O trabalho de Sandman tem diversas camadas e uma delas é o bom sono, exatamente porque quem dorme bem, tem bons sonhos, é tudo uma questão de ciclos e camadas que devem estar equilibrados para que não haja um caos completo, até porque temos aí o senhor dos pesadelos que pode ganhar força e não estamos aqui pra isso, certo? Pois bem, não é a toa que tem o nome abrasileirado de João Pestana, porque uma das coisas que faz é causar sono. Ser dono de uma loja de colchões e produtos para o descanso era uma forma eficiente que manter essa influência entre os adultos, já que o seu poder entre eles é menor e com menos força, de qualquer modo, desde o momento em que ouviu sobre o fato de ter uma pessoa dormindo mal, pois se alguém quer a atenção do rei dos sonhos, definitivamente ela consegue quando coloca em cheque a sua insônia como a carteirada da vez. Naquele momento, Sandman estava dedicando a sua atenção quase inteiramente a loira, com o desejo de fazer com que aquele incômodo acabe. A mão foi até a mulher para guia-la para a parte das camas de sua loja, o melhor exemplar estava ali, disponível e com espaço o suficiente para ela e quem ela quisesse dividir, se por acaso gostasse a experiência, Sandy estava disposto a lhe presentear. “Senhorita Labouff, gostaria que experimentasse essa cama, caso consiga ter uma boa noite de sono…” A voz de Sandman não combinava nem um pouco com a aparência sempre tão adorável, era profunda e causava arrepios, Aster diria que era intensa. “Farei questão de monta-la em sua casa para continuar garantindo o seu sono tranquilo… gostaria de experimentar?”
Dentre as coisas que Sandman tem o hábito de fazer é registrar sonhos, ele possui um enorme acervo de sonhos guardados em sua sala, mas na noite anterior, recebeu um sonho um tanto quanto curioso e estava bastante incomodado com isso, por essa razão, ele decidi procurar por Hiccup, sendo um dos poucos que conhecia a temática daquele sonho em especial, guardado agora em uma bolsa enquanto caminhava até o santuário dos dragões, um lugar muito fascinante onde haviam animais fantásticos, como um ser que era presenteado com a presença desses seres incríveis em seu universo, era natural que não sentisse medo algum ao chegar no lugar. Acenou para o cuidador, fazendo um enorme seta dourada surgir sobre a sua cabeça para indicar onde estava e o nome Hiccup sobre ele para que soubesse que o seu interesse era no jovem habitante de Berk.
Sentia a sua bolsa esquentar, sabia que o motivo não era por estar em um ambiente cheio de dragões, mas porque um elemento do sonho em si estava presente naquela parte do reino dos perdidos. Talvez tenha ido no lugar certo e isso poderia ser muito bom para o que precisava fazer.
A visita de sua companheira de missão era boa, por muito desejava ficar apenas nisso, na paz silenciosa da presença de seus amigos lunares, mas sabia que não era possível fazer isso o tempo todo. Ainda muito preocupado sobre como vai ser o futuro dos guardiões diante das situações atuais, todo o desequilíbrio e a maluquice de fazer com que todas as histórias tomassem um rumo diferente, não que fosse ruim o que aconteceria com eles, mas sabia que o desequilíbrio não era bom de forma alguma, todos eles já enfrentaram isso antes, sabia dos riscos e de como tudo poderia se tornar um caos sem as mudanças necessárias.
Se sentou em uma das nuvens de sua loja, se aconchegando como se fosse um puff muito macio e observava a fada do dente não muito longe dali, alguns carneirinhos pulavam cercas sobre a cabeça de alguns clientes que decidiram testar um colchão e lá mesmo ficou até que o sono terminasse. "O que acha que vai acontecer?" E mesmo com a sua voz intensa estremecendo o ambiente, a paz continuava, em sua loja, não conseguia acordar ninguém mesmo usando a potência que a sua voz tinha. Sandman tinha um tom mais grave, suave e delicado, envolvente diante do seu poder sobre as pessoas, ainda sim, se não estivesse em sua loja, teria despertado qualquer pessoa que dormisse perto dele, porque também causava arrepios pela intensidade que a sua voz tinha. "Não consigo ter um pensamento muito otimista sobre o futuro. Se está desequilibrado aqui, deve estar assim por lá também"
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O que tem na sala de Sandman? Além do enorme globo com a presença das crianças que ainda acreditavam, talvez a lua tenha pensado bem, pois as luzes ainda brilhavam por lá, porém, o desequilíbrio das coisas não ajudavam muito. Pois ali também estava o controle dos sonhos, ainda que seja um personagem mais presente na vida de crianças, havia também a presença na vida dos adultos, os conflitos e os medos, todos poderiam ser observados pelo rei da terra dos sonhos. Deixou a loja naquele fim de tarde, ainda em conflito sobre como as coisas pareciam descontroladas, o medo de que pudesse causar um caos enorme em todos os universos, pois nenhum deles viveria bem sem um sono profundo e uma noite bem dormida.
Talvez estivesse distraído demais até que o seu corpo se chocou com alguém, por sorte, não era nenhum perdido, pois eram eles quem estava causando todo o desequilíbrio que existia no momento. "Me perdoe" E aí está, a voz firme e profunda de Sandman invadindo o espaço, um sinal de que não estava tudo bem, poucos conseguiam ouvi-lo falar e, nos últimos dias, ele estava falando e muito. "Estava distraído... eu machuquei você?"
As vagas de emprego estavam fluindo mais do que imaginava, por isso Stan tinha muitas oportunidades para se esbaldar e escolher o que lhe fosse mais atrativo. Não custava nada tentar. Ao aproximar-se de mais um evento no qual havia se inserido para aquele dia, pensou em toda competição que tinha para vagas de emprego e no quão simples todas elas eram. Stan fez uma mínima careta para o cartaz tomando seu tempo para compreender. "É aqui a vaga de caixa, né?!" Arqueou as sobrancelhas enquanto apontava. "Não sei se é você o dono ou... não sei. Me chamo Stan. Comentaram sobre a vaga de caixa aqui."
Sandman ficou bastante curioso com o comentário daquele rapaz, assentindo com a cabeça apenas quando ele terminou de dizer, sobre a vaga de caixa e fez a sua mágica areia dourada fazer a palavra "dono" surgir sobre a sua cabeça com uma belíssima seta estilizada sendo direcionada a ele, sorrindo após isso. Fez um gesto com a cabeça para que ele pudesse lhe acompanhar, seguindo para o interior da loja e assim, mostrando como ela era afinal. Talvez o jovem ficasse um pouco confuso com a estética, ainda mais por estarem caminhando sobre as nuvens, ainda sim, o guardião o levou até a sua sala de porta gigante com as fases da lua marcadas na madeira, caminhando até a sua mesa e se sentando em uma cadeira do lado oposto ao que ele costumava se sentar, apenas para ficar de frente para o jovem que convidou para ir até lá, sorrindo de maneira simpática e batendo de leve contra o estofado da cadeira na sua frente. Só então fez a areia surgir novamente com a frase: O que te interessou na vaga?
Era curioso ver como a fala se formava com aquele rapaz e imediatamente ligou o fato ao que já ouvira dele. Sandman. Foi inevitável dar um sorriso com a interação, pois, embora inoportuno e incomum, ainda era uma companhia saudável para se ter por perto. Soluço se reconfortou novamente sobre o balcão, cruzando mais uma vez os braços sobre a madeira, e analisou o que ele buscava no cardápio antes de tomar um pouco do próprio chocolate quente. "Conseguiu achar pessoas pra ajudar? É bem cansativo se faz sozinho. Você faz tudo sozinho, né?! Eu tenho ajuda da Anna de Arendelle e dos meus outros amigos de Berk, mas, você sabe... Lidar com dragões não é a coisa mais fácil do mundo."
Sandman soltou o ar como se estivesse cansado, era a sua forma de dizer que era cansativo procurar, mas logo negava com a cabeça para dizer que não, não tinha encontrado ninguém. O questionamento sobre fazer tudo sozinho, Sandman fez que sim com a cabeça, logo apoiava a cabeça na palma da mão e todo o seu interesse sendo visível naquele ato simples apenas para concordar com a cabeça. A areia sobre a cabeça formando palavras soltas, mas compreensíveis: Deve ser difícil, e um pouco perigoso. Sandman lidava com crianças, não que houvesse perigo em relação a elas, mas seus companheiros traziam o perigo nessa atividade, principalmente quando alguma criança sai da cama para acompanha-los. Bem, isso antes de não conseguirem mais colocar os pés naquele mundo, pensar nisso fez com que ele mudasse a expressão e ficou um pouco mais melancólico, sempre se preocupava em saber como elas estavam e pensar nisso sempre lhe trazia naquele sentimento. Foi então que a voz dele ecoou pelo estabelecimento, baixa, mas ainda sim, bem imponente. "Estou tentando compensar a falta que as crianças me fazem, naquela loja"
"Uau... Isso é impressionante." Mary Anne estava espantada ao ver as palavras escritas por areia. Ainda ficava maravilhava com toda a magia, sentia que todo o dia era algo novo que a sua mente pequena nem imaginava que conseguia criar "Sim, queria saber sobre o que é...Queria saber se é interessante."
Mesmo depois de tanto tempo com a presença daquelas pessoas no seu mundo, ainda se surpreendia em ver o quanto poderia impressionar alguém com uma coisa tão rotineira dele. A expressão na face de Sandman ganhava um ar de compreensão, de que entendia o que ela queria dizer, fazendo os lábios se abrirem no que poderia ter sido o som de um 'aah!' mas nada saiu dali. A figura sobre a sua cabeça foi de uma jovem chorando que logo recebia a visita de uma fada, ficando apenas a figura dela, a famosa fada madrinha na figura muito conhecida pelos sem magia, o chapéu segurando o pequeno topete, um vestido marcando bem a cintura e a varinha em sua mão. Sandman apontou para ela e sorriu, o livro falava especificamente sobre ela, a fada madrinha e um pouco sobre os reinos das fadas, mas não conseguiria exemplificar isso a alguém que conhecia pouco daquele mundo.
o coelho da páscoa em uma longa noite sem doces sonhos , @svndymvn .
bunnymund assim como todos os coelhos era crepuscular então era comum que estivesse acordado a noite e de manhã cedo mas sempre pregasse no sono a tarde , era um guardião ligado a primavera então o sol era um tipo de calmante para si e quase como as flores se sentir recarregado durante o dia e energético a noite , então não era estranho encontra-lo bem acordado depois da meia noite entretanto por mais que daquela vez não tivesse se transformado em coelho parecia que o mau presságio - ou seja lá o que aquilo fosse - tinha atingido outro guardião e agora tinha sandman na porta do seu quarto - o guardião do reino dos sonhos com problemas pra dormir , o quão estranho aquilo era ? ❛ aí mais que caralho ! você não pode tá falando sério . ❜ bunnymund reclamou como de costume , porque mesmo que sandy não falasse sabia o que ele queria ali , entretanto não deixou de dar espaço na cama para que ele deitasse consigo - assim como qualquer irmão que diz que não vai pegar água mas em seguida trás o copo - porque no final sempre estaria lá pelos guardiões , pro que eles precisassem . ❛ quer conversar sobre isso ? ❜ perguntou sem conseguir evitar o tom de clara preocupação , queria muito que ao menos um deles estivesse bem mas a cada dia que passava sentia com cada vez menos esperança sobre a nova realidade em que estavam .
Desde o fenômeno que fez com que Sandman passasse a cogitar em abrir a boca e usar da sua linda voz para falar com as pessoas que o rei dos sonhos estava tendo problemas para dormir. É engraçado fazer parte da estatística no qual tinha que acompanhar em gráficos diários quando precisava atingir um determinado público, Sandman agora era parte dele. Os olhos carregavam aquela olheira profunda, pois nem o seu cochilo da tarde estava acontecendo, pois logo era dominado por uma ansiedade esquisita que não sabia como explicar, quando fechava os olhos tanta coisa invadia a sua mente que, de fato, não conseguia entender como que ainda não tinha surtado com tudo aquilo. Sandman ter ido até o quarto de Aster era porque ele não teria ninguém além do coelho para lhe ajudar com isso, nunca incomodava Toothiana com isso, muito menos Jack e North que pareciam estar muito bem no mundo dos sonhos naquele momento. Caminhou silenciosamente e se acomodou no espaço que lhe foi cedido, suspirando levemente e então ouviu a pergunta, erguendo o olhar em sua direção com uma expressão de insegurança, negou com a cabeça levemente, a sua resposta negativa foi apenas inicial, mas logo ele fazia a areia dourada surgir, na verdade, ela parecia brincar sobre a cabeça deles sem formar nada absolutamente, mostrando o quão incerto o guardião estava, até que a sua voz ecoou bem baixinha, quase sussurrada. "Acha que as coisas vão voltar ao normal algum dia? Logo estaremos próximos do natal, Aster"
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Sandman tem excelentes memórias de quando ainda cuidava de sonhos fujões, antes de se tornar o rei, mas a melhor de todas foi quando recebeu a energia lunar. Sandy sempre foi apaixonado pela galáxia, pelas estrelas e pela imensidão escura cheiro de pontos brilhantes, mas nada no mundo fez ele ter seus olhos brilhantes quando viu uma criança a primeira vez. Sandy tinha caído na terra por algo que nem mesmo sabia explicar, o seu corpo estava estirado sobre a neve e haviam luzes de natal por toda a extensão, ainda não era dourado e nem tinha a areia do sono com ele, um homenzinho esquisito, de pele bem pálida e olhos escuros que eram bem curiosos.
Caminhou pelo lugar sem entender muito bem onde estava, era o mundo real, sem magia e nem grandes criaturas espetaculares, nem bruxas e magos, apenas seres humanos comemorando um evento que parecia exalar o amor. Sandy observava um restaurante quando sentiu aquelas mãozinhas lhe tocando a perna, para aquela criaturinha, Sandman era enorme e por isso precisou se agachar. — Você é meu amigo imaginário? — A criaturinha perguntou e Sandy não soube exatamente o que dizer, apenas assentiu em silêncio para não assustá-la mais, porém recebeu um sorriso enorme e um brilho no olhar que fez o coração dele falhar batidas que não sabia que era possível.
Passou o natal do lado dela, sendo colocado na cadeirinha da mesinha de plástico para beber um chá imaginário, ouvia os pais comentando sobre a filha ter um novo amigo imaginário, perguntava sobre ele, Sandman ganhou o nome de Bubble, participou da ceia junto com a criança ainda que não tenha comido nada, e quando a pequena dormiu, ele garantiu que seus sonhos não fugissem dela. O ponto brilhante da estrela seguiu até o quarto e invadiu a mente da pequena com a garantia que jamais sairia. Foi ali que ele entendeu a sua missão de fato e também foi quando a energia lunar lhe tomou por completo, Sandman deixou de ser apenas um patrulheiro e passou a ser responsável pelos sonhos das crianças, de todos. Nunca soube o nome dela, desde então a chama de Bubble, da mesma forma que ela o chamou um dia.