ss-sungmin:
Sério que gostou? Nossa. Por essa eu não esperava, ma já que você quer ouvir outra, qual o site do cavalinho?
— 🌹・# site do cavalinho? não faço ideia, qual é?

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@ss-chaewon-blog
ss-sungmin:
Sério que gostou? Nossa. Por essa eu não esperava, ma já que você quer ouvir outra, qual o site do cavalinho?
— 🌹・# site do cavalinho? não faço ideia, qual é?

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“Eu sei que essa piada foi um lixo, me desculpe por te fazer passar por isso, herdei do meu pai.”
— 🌹・# ah, não! do que está falando? eu gostei! pode me contar outras, se quiser.
qual a probabilidade de você não ter um coração cabeludo? eu vi o que você fez. você prometeu pagar meu café da manhã. promessa é dívida man.
— 🌹・# coração cabeludo? eu não estudei isso em biologia, sem contar que me depilo regularmente, a empresa manda. e não me lembro de prometer algo...
Então… Isso vai parecer estranho, mas eu posso tentar fazer um desenho seu? Preciso atualizar o meu caderninho e estou sem inspirações ultimamente. Você seria perfeitx pra isso!
— 🌹・# ah.... claro, eu acho? demora muito?
Eu juro que tentei segurar a emoção, juro que tentei controlar ela, MAS A VONTADE DESSE APIMENTADO ERA MAIOR DO QUE EU. Eu acho que eu vou morrer de chorar.
— 🌹・# uau, eu nunca encontrei alguém além do meu pai que goste tanto de comida apimentada. qual o nível?

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ss-nora:
Nora se assustou com a presença alheia na sala e rapidamente ficou em pé, constrangida por alguém ter presenciado seu pequeno momento um tanto engraçado. Reconheceu Chaewon, integrante de High Heels. Gostava bastante do grupo, só não era exatamente próxima de nenhuma delas, encontrava as integrantes no backstage de programas musicais às vezes. — É, talvez… — Percebeu que a mais velha não estava realmente interessada em seus devaneios e sim concentrada em procurar alguma coisa por ali. — Hm, você perdeu alguma coisa? Precisa de ajuda?
“Hm?” Chaewon não havia percebido que a moça havia notado sua presença, na verdade, acreditava que havia falado baixo o bastante para não ser ouvida. Um engano, obvio. A jovem levantou seu olhar, daquela vez parando para analisar de quem era aquele rosto. Sabia que era uma idol, já havia a encontrado em alguns lugares, mas desentendida como era de seu próprio meio de trabalho, não conseguia reconhecer quais eram suas músicas, se tinha um grupo ou não - definitivamente, era a idol mais desatualizada e perdida do kpop. “Ah, me pediram para encontrar os rascunhos de uma composição aqui, o produtor esqueceu nessa sala, mas nada se parece com o que ele me explicou.” Mostrou um sorriso sem graça, e logo voltou a olhar para a mesa. “Ele deve ter se enganado, ou me explicou o caminho errado. Eu não conheço muito bem esse prédio, entende?”
ss-saint:
mesmo que não conhecesse aquela garota que viera lhe importunar - pelo menos, sabia que não eram da mesma empresa -, não sentiu necessidade alguma de se desculpar pelo palavrão desferido à ela, estava irritado e sobressaltado, e ao seu ver, o que ela havia feito também era uma grosseria pois mesmo que quisesse brincar com ele, não viu nada de educado naquela ação. respirou profundamente, a veia protuberante em seu pescoço diminuindo, graças às suas habilidades de segurar e apaziguar sua raiva que vinham melhorando ultimamente, mas não podia dizer que seu temperamento de uma forma geral estava mais brando. “isso é óbvio, a não ser que goste de sair assustando estranhos, o que seria ainda pior do que assustar alguém que você conhece.”
Chaewon não era de brigar, muito pelo contrário, sempre foi uma jovem bastante pacifica, mesmo nas situações mais desagradáveis possíveis. Não gostava daquele sentimento negativo, daquela aura escura que sobressaia de pessoas amargas, ou de situações complicadas, que normalmente, bom... Eram com pessoas amargas. Sempre que já se viu em meio a algum problema ou discussão, agradeceu aos céus quando a outra pessoa era bem entendida e resolviam com muita calma, acabando com um aperto de mão e um sorriso no rosto. Infelizmente, pelo jeito, aquele garoto se encaixava no perfil negativo ao que esperava; Alguém que demonstrava tamanha raiva no próprio rosto não se sensibilizaria, não importasse o quão educada fosse. Aquele tipo, era o tipo que mais aparecia na oficina de seu pai. Aquele tipo era o que ela chamava por duas palavras, mal amado. “O que aconteceu aqui foi um simples engano, então se me der licença, senhor, não quero problemas e você não me parece muito bem, então.” Sua voz soava calma, tal como sempre era. Sabia que se por ventura decidisse se impor - o que era extremamente raro -, acabaria sendo atacada como sempre era, e acabaria machucada, de uma forma ou de outra. Homens. Mostrou um meio sorriso e se curvou minimamente, preparando-se para dar meia volta.
ss-minah:
"Nem sempre, unnie. Quando eu destruo suas coisas sem querer e jogo a culpa no Simba e no Max você sempre acaba acreditando.” Comentou a garota, se arrastando um pouco e fazer força para conseguir se colocar sentada. Seu corpo doía, mas seria pior ainda permanecer jogada no chão como um nada. “Provavelmente de agora em diante você não irá mais acreditar quando eu jogar a culpa neles, mas, se eu não contasse, aposto que acreditaria para sempre na minha inocência.” Completou, aceitando a mão de Chaewon e se esforçando para se colocar de pé, ainda que sentisse um pouco de medo de acabar a derrubando.
A revelação de Minah não a impressionou tanto quanto deveria, mas para que não parecesse tão sem graça quanto realmente era, a coreana se dispôs a arregalar os olhos e abrir a boca em um grande o, fingindo estar chocada. Não era também como se soubesse, mas estava acostumada as amigas contarem pequenas mentiras, e estava acostumada a descobrir a verdade. “Eles são pobres e inocentes animais e você ficou jogando a culpa neles esse tempo todo, Minah?!” O tom de voz seguiu o mesmo tom divertido de sua face, aquele jeitinho animado que poucos tinham a chance de conhecer dela. Chaewon puxou a mais nova, usando da força que havia ganhado em tantos anos de trabalho braçal antes de mostrar um sorriso a ela. “Eu deveria ter te deixado no chão por mentir pra mim. Sou boazinha demais para ter amigas, vocês sempre se aproveitam.”
“Just imagine she’s a beautiful woman - beautiful, beautiful woman…” - Dean (12x15 - Somewhere Between Heaven and Hell)

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“Ai, como eu odeio patins…” Choramingou, sentindo-se extremamente envergonhada por estar estendida no chão, ao mesmo tempo em que pensava como sair daquela situação chamando a menor quantidade de atenção possível. Aprender a andar de patins não parecia uma ideia tão ruim, ao menos não até Minah perder totalmente o controle e cair quase que literalmente de cara no chão. Ela permaneceu assim por mais alguns instantes, tentando se acostumar com a dor e a vergonha da queda, mas não demorou muito para reunir coragem e rolar para o lado, ficando agora deitada de barriga para cima. Ao fazer isso, acabou se deparando com @, que se fazia presente em pé ao seu lado. “Não foi uma queda, eu apenas resolvi tirar um descanso repentino, oras. Sou muito imprevisível!”
O pedido da mais nova para que a ajudasse a aprender algo novo não foi incomodo, muito pelo contrário. Chaewon gostava de ensinar, de ajudar, por mais que as vezes não soubesse exatamente como montar frases motivacionais - normalmente era mais robótica, como seu próprio pai falava. Ainda assim, não imaginava que a amiga falharia tão rápido após se colocar em pé em cima de um par de patins. A queda dela lhe rendeu uma risada discreta de longe, aos poucos se aproximando dela, sabendo exatamente como deveria se sentir, afinal, já havia passado por aquilo antes. Quando a garota rolou no chão e lhe direcionou tais palavras, a coreana não escondeu o sorriso duvidoso, esticando uma das mãos para ajuda-la a se levantar. "Você é uma péssima mentirosa, Minah."
◜:・゚* 🔥 ——— eu estava pensando em comprar uma daquelas tocas que as orelhinhas ficam mexendo porque tenho medo de quando o meu comeback sair .. bem, tem chances de já ter saído de moda, não é mesmo? e eu sou apaixonado por essas coisinhas bestas então por que não?
— 🌹・# se sair de moda, qual o problema? é algo que você acha legal, suas fãs gostariam só por você gostar, sem contar que elas gostariam de te dar como presente... mas de toda forma, você pode comprar um pra gravar uns vídeos, é fofo.
era comum que aroon mergulhasse em seus pensamentos enquanto andava por aí, desligando-se de seus arredores. isso fazia com que ele se tornasse uma alvo fácil, ou pelo menos, era isso o que a pessoa que resolveu assustá-lo deve ter pensado. ao sentir dedos lhe tocando uma súbita voz próximo de seu corpo, aroon pulou, a pele mais pálida do que normalmente é - se é que isso é possível - e os olhos completamente esbugalhados. “filhx da puta!” esbravejou, ao se virar e ver quem era. “não tem nada melhor para fazer do que assustar os outros?”
Naquele dia em especial, Chaewon compartilhava com todos ao seu redor um bom humor e sorrisos que raramente eram vistos. Por algum motivo que não conseguia explicar, sentia-se estranhamente sociável e animada, e foi por isso que resolveu dar um passeio por aí, talvez encontrar alguns de seus poucos amigos, seu pai, quem pudesse. Andava tranquilamente quando reconheceu uma silhueta masculina na rua, imaginando ser um dos garotos de sua empresa. E com aquele bom humor todo, por que não brincar e convidar para comer alguma coisa? Por mais que não fosse de seu feitio, logo após catucar o jovem, aproximou os lábios do ouvido do mesmo, imitando um fantasma. "Buh!" Chaewon no entanto, pareceu ter se enganado, e após perceber que aquele não era um de seus colegas de empresa, sentiu seu rosto queimar por inteiro. "Me desculpe!" Logo disse, deixando para se sentir ofendida com a grosseria apenas depois. "Eu pensei que era outra pessoa."
Até parecia a cena de um MV digno de final triste: Nora sentada no chão, abraçando os joelhos contra o corpo e olhando para a cidade cinzenta pela grande janela de vidro. Chovia lá fora, uma chuva moderada sem nenhum outro tipo de fenômenos envolvidos. Ela parecia minúscula toda encolhida. A solista parecia pensativa, até melancólica e a sua fala foi mais para si, não tinha noção de que @ havia se aproximado sorrateiramente. — Se o Pato Donald não usa calças… Por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?
Chaewon não frequentava muito aquele prédio, muito pelo contrário. Raramente aparecia por ali e quando o fazia, era sempre por algum motivo muito distinto, ou algo ligado a música. O caso do dia havia sido uma visita a um dos artistas daquela empresa, o qual ela tinha interesse em trabalhar junto no futuro - para o começo dos trabalhos no entanto, o cujo dito havia esquecido algo em uma das salas, e a coreana não pensou duas vezes ao se oferecer para pegar. O que menos esperava no entanto era ter alguém ali dentro. Tentou ser silenciosa, buscando em cima de uma das mesas o que havia sido pedido, mas ao ouvir a fala da moça, foi inevitável a expressão confusa. "Talvez porque fica elegante?" Um pouco tímida, respondeu, mais para si mesma do que para ela, voltando a olhar a mesa.
⊱ ˙ ☁️ ៹ . depois de horas treinando dança e canto haru recebeu o primeiro intervalo para fazer o que quisesse naquele dia. alguns escolheriam dormir, outros gostariam de descansar enquanto conversavam um pouco, mas o japonês só se preocupou em pegar a mochila e sair do prédio da kgm em passos apressados e largos. entrando em uma cafeteria no qual estava acostumado a ir, ele percebeu como o estabelecimento estava muito mais cheio do que o comum. o rapper se dirigiu à uma mesa ocupada, mas com uma cadeira sobrando, já com o sorriso tímido e um tanto inseguro no rosto — bem diferente do haru que se apresentava nos palcos. ❛ —— licença. posso me sentar aqui ou está ocupado? ❜ ele só queria sentar, pegar o celular, colocar os fones de ouvido e assistir anime durante aquele intervalo.
Ser uma idol a mais de dois anos tinha um lado bom; A liberdade. Por mais que passasse a maior parte de seu tempo ensaiando, escrevendo letras e cuidando de negócios, se teve uma coisa que aprendeu naqueles quatro anos trabalhando, era que diferente de muitos de seus hoobaes, ela poderia ter um tempo livre e uma liberdade maior comparada. Foi naquele dia, com poucas responsabilidades que decidiu pegar seu bloquinho de notas e ir atrás de sua bebida favorita. Quando tinha bloqueios criativos, o café sempre foi seu santo salvador. Já faziam algumas horas que estava sentada naquela mesa, e provavelmente já havia dividido ela com no mínimo quatro pessoas diferentes, por isso que sequer olhou por muito tempo para o jovem quando ouviu sua voz, com medo de perder seu foco na letra que escrevia. "Sinta-se a vontade, está livre." Ela disse, voltando a rabiscar algo no bloco de notas, soltando um suspiro.

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about x cnns x twitter
bae chaewon nasceu em jeju, a ilhazinha mais famosa e procurada pelos turista da coreia do sul, em uma tarde de primavera. sua família nunca foi afortunada, principalmente quando já tinham dois filhos homens, e quando a mocinha veio, as coisas só pioraram. provedor da casa, o pai passava a maior parte do tempo trabalhando, enquanto sua mãe, abusiva, sempre descontou todo seu estresse física e emocionalmente nos três filhos, que automaticamente, mais velhos, descontavam o estresse deles também na menina, mesmo que nunca da mesma forma que a mãe. reclusa e com baixa auto-estima, a coreana passou a maior parte de sua infância presa no quarto ou quando podia, na praia, onde se sentia mais segura. após o divórcio, chaewon com seus oito anos ficou na guarda do pai, que vendo aquilo como um recomeço e uma forma de compensar o tempo perdido, mudou-se com ela para seoul. lá conseguiram abrir uma pequena e humilde oficina, que também era a casa deles. a mocinha passou a aprender e trabalhar com o pai toda vez que voltava do colégio, tanto por sua curiosidade quanto pela necessidade, e por ser uma garota, ouviu muita coisa dos clientes, principalmente quando entrou na adolescência, mas continuava fazendo o que gostava de fazer. como um hobbie, tinha um pequeno violão e frequentemente tocava músicas autorais em hongdae, a única forma que ela sabia de se comunicar direito, e foi depois do pai lhe aconselhar ir atrás de seus sonhos que fez uma audição. passou e debutou, mesmo em um grupo com um conceito tão diferente da sua personalidade, e mesmo que na realidade, quisesse se tornar uma artista, não só uma idol. hoje ela se acostumou e gosta da presença das meninas, mas ainda sonha em mostrar sua música individualmente e ainda não conseguiu se adaptar completamente ao mundo idol.
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