as ninfas espalharam que SOLOMON KANE chegou ao acampamento e estão dizendo que se parece com CASEY DEIDRICK, mas deve apenas ser o poder da névoa o confundindo. ele tem TRINTA anos e é do panteão NÓRDICO, filho de ODIN. dizem as más línguas que MONO é MELANCÓLICO, mas também é INCORRUPTÍVEL em seus melhores dias, por isso está na PRIMEIRA COORTE e é legionário veterano. espero que se adapte bem, estamos muito felizes por tê-lo aqui!
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background:
Solomon não odeia a vida de semideus, a vida de semideus odeia ele. Ou o ama tanto que não conseguiu esperar a brilhante e debutante idade de 11 para se manifestar. Pelos Deuses, o temperamento da criança era horrível antes mesmo de sair do útero. Inquieto, perturbador e... Não parava quieto um segundo, os lombos da larga barriga da mãe parecendo uma encenação de guerra acalorada. Não conseguiram descobrir o sexo da criança até ela nascer por conta disso! Mas nasceu, saudável e embirrado, com mais de quatro quilos e mãozinhas capazes de torar aço (figurativamente, é claro).
Seu crescimento mostrou vantagens e desvantagens, como qualquer criança angelical que existe. Mandão e intimidador, os olhos claros ficando escuros quando algo não saía conforme seus desejos. Solomon sempre quis de tal maneira e não dava espaço para erros. Inteligente? Sim. Astuto? Sim. Indisciplinado? Depende. Foi bem mais tarde que perceberam a raiz daquele comportamento, mas bastava um passo fora da linha para condená-lo. A mãe o defendia, sua protetora número 1, mas ninguém era capaz de entender. Era só ele mudar de colégio para o caos que tinha criado... ficar ainda pior. Ah! Me desculpem, faltou a explicação, não é? O menino era um defensor nato, num único olhar já sabia quem precisava de justiça. Seu maior pecado era não saber dosar a mão! E a saída só, bem, expunha o bullying que estava escondido por baixo do tapete.
Foi aos 12 anos, quase treze, que a mãe-. Licença aqui para falar que nossa não canonizada Santa Efigênia, foi uma mãe incrível (mesmo o nome não sendo lá muito... facilitador). Voltando, que a mãe tentou - foco no TENTAR - introduzir a arte sublime da meditação no filho. Para encontrar equilíbrio e coisas assim, foi muito do coração, sabe? Ingenuidade momentânea, pra ver se outro tipo de criação era melhor que a dela. Vamos dizer que não deu certo e um centro de meditação, que oferecia também aulas de francês e alemão, quase foi destruído. Santa Efigênia ainda deu de cara com um sátiro de olhos arregalados e fedendo a medo quando viu a criança que precisaria levar para a nova vida.
Depois desses trancos e barrancos, a nova realidade era bem mais fácil. Passou no teste com rapidez e eficiência, Odin o reclamando assim que a vitória se mostrou inevitável (orgulhoso ou sagaz, fica aí a dúvida). O temperamento ainda é difícil, no adjetivo mais gentil que consegui encontrar, mas foi lentamente entrando nos eixos. O senso de justiça foi explicado, a energia acumulada se transformou em treinamento e... O que posso dizer? O rapaz se encontrou na vida e usou o que tinha para se destacar, ganhar missões e fazer amigos. (Uma dessas opções é falsa!) Ainda visita a mãe nas férias e quando está em missão, sem prejudicar ambas.
Tem que falar do pai, né? Solomon não nutre nenhum ódio pelo pai porque onde nasceu e cresceu, figuras paternas ausentes eram maioria. Santa Efigênia sempre contava histórias mágicas sobre Odin, sem revelar nomes!, e ele até acreditava quando mais novo. E, é, foi realmente bem legal saber que o pai era uma figura mitológica de um de seus livros esquecidos. É aquela coisa, pai é pai, mas respeito é bom e todo mundo gosta.
maldicoes ou bencoes:
Abençoado com as peculiaridades mais marcantes de Odin, Solomon ganhou a presença intimidadora do Chefão entre os deuses nórdicos. O porte, a voz, aura mesmo, é pesada e de fazer olhar duas vezes. E isso só piora quando ele está enfezado (o que é 70% das vezes). O que mais aparece são a cor dos olhos, o castanho escuro ganhando nuance de carvão e inquieta/amedronta quem cruza seu caminho.
Amaldiçoado pelo temperamento fleumático e impulsivo, um dos seus pontos fortes tem um freio de arrumação. Não chega a ser um frenesi de batalha, mas um Berserk modificado. À medida em que se deixa levar pela parte divina de sua constituição, utilizando e exacerbando dos poderes, o equilíbrio se cobra em forma de veneno. Não é nenhum segredo que um humano não suportaria o poder de um deus puro, ponto. Solomon sente que o próprio sangue começa a mudar e isso gera estranheza ao corpo. As veias escurecem e saltam, mapeando-o dos pés à cabeça enquanto o corpo incha e os músculos saltam. É especulado que o estágio final é quando a mancha negra que aparece no peito assume o formato do coração, ocasionando a morte. Porém, um desses pequenos acidentes, um soro foi projetado e o impede de sair completamente do controle. Resumindo, é bom, até ser ruim.
poderes e habilidades:
Força de Odin é de praxe. O pai sendo quem é, claro que os filhos não nasceriam tão indefesos assim. Resistência, força e velocidade; um guerreiro perfeito com mentalidade de general. Demanda muita energia entrar nesse estado e não pode exagerar tanto ou a maldição se ativa; mas é gostosa. Ganha uma clareza e paz quase celestial, e só faz com que ame ainda mais a si próprio. Solomon percebeu que essa habilidade sofre influência dos arredores, ficando ainda mais forte se está entre treinamentos e combates.
Chuva Imperial é a mais fofa das suas habilidades e uma que odeia a existência. Solomon precisa entrar num estado de espírito que simplesmente não consegue. Concentração e paz interior. Não o estado de batalha, não o na força do ódio tudo se resolve. É o equilíbrio interno, é aquele humor próximo do ‘sorrir genuinamente’. Uma vez ele conseguiu, quando estava com a mãe, e por pouco não percebeu que tinha sido ele a criar. Quando atinge tais condições, a conexão com Bifrost se torna física e ele é capaz de conjurá-la. A força, não o portal. O poder do Bifrost estilhaça em milhões de pedaços e caem do céu em forma de luz multicolorida. Monstros e criaturas não conseguem suportar olhar, o toque, e ficam catatônicos e/ou morrendo de medo.
Amigo de Gigantes, nome autoexplicativo e história deprimente. É aquela habilidade de filho de Odin em que cria-se um gigante a partir de um bloco de pedra ou gelo. O bicho tem vontade própria e é leal ao Solomon. É a habilidade de criar amigos, não é triste isso? Boatos de que ele sempre dorme por doze horas depois que cria um (diminuiu com o passar do tempo e aprimorou para amiguinhos maiores) e que conversa mais com eles do que seres humanos. É, meus caros, melhor um gigante do que se decepcionar com carne e osso. Ele não faz muito disso agora, mas sempre treina para caso de necessidade (de defesa! calma aí!)
arsenal:
Trinta anos na fuça e filho de Odin são sinônimos de: proficiência. Muito tempo pra saber usar decentemente qualquer arma que tiver em mãos. Porém, duas são suas preferidas.
A arma sendo a primeira substituta de Hilda, uma lança dourada de aparência letal. Não tem grandes adornos, sua função não é decoração, e concede a capacidade convocação quando é lançada (ela volta pra mão depois de lançada, tal qual Mjolnir). Ele dorme com ela ao alcance da mão, às vezes até abraçado.
Katrina é uma híbrida metade machado, metade martelo; cortar e amassar sempre foram seus modos preferidos. Dizem que parece muito a Rompe-Tormentas do Thor dos filmes, só que mais larga na parte metálica e com um cabo de madeira mais resistente. É uma arma poderosa e é a esquecida substituta de Hilda, mas Solomon tem um carinho enorme por ela.
extras:
Precisamos dar uma colher de chá para esse esquentado sisudo de marca maior, certo? Ser instrutor de um bando de babuínos bobocas balbuciantes é trabalho de Hércules! Então, o extra é coisa básica, simples. Solomon tem um dedo equino. Cavalos amam ele, beleza? E não é nada estranho.
altura 200. olhos castanhos escuros / negros. cabelos negros e curtos. sexualidade estátua de mármore heterossexual. signo não compactua. aniversário 23 de agosto.
















