Em nome da Excalibur, SOFIA LEFOU em seus VINTE E CINCO anos, jura reverter o legado de GASTON durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO II.III. Com a bondade tocada em seu coração, recebe LIDERANÇA e não se permite ser corrompida por INSTABILIDADE.
nome completo: sofia astrid lefou
apelidos: sof, sofie, sofs, so, astrid, astie
idade: 25 anos
sexualidade: bissexual
módulo ii.iii
ocupação: atacante do rotten to the core, assistente na biblioteca da academia e lutadora na academia gaston.
poder: conjura espécie de tentáculos em formato de sombras, podendo eles serem ou não físicas ao ponto de conseguir levitar ou puxar alguém. tais sombras são quase que criaturas vivas, sussurrando aos ouvidos de quem tocam e por terem ligações telepáticas conseguem fazer com que o oponente entre num transe (os oponentes não se lembram do ocorrido depois) onde acessa partes de sua mente que estão veladas ou fechadas, sendo cardan a escolher se essa seria uma parte boa ou ruim da pessoa. suas sombras aos poucos sugam as energias de seus oponentes conforme o pânico e desespero os inunda, o deixando ainda mais poderoso.
SOBRE:
não apenas a vida de sofia se dividiu em fases, mas sua própria personalidade, ainda que a mudança da mesma seja bem mais comum. mesmo antes de ter seus poderes tão caóticos e difíceis a lefou já carregava o peso que era ser intensa demais. as vozes em sua cabeça e os pesadelos começaram bem cedo, fazendo-a feliz demais, irritada demais, triste demais, melancólica demais, cansada demais... tudo sempre demais. tudo sempre ao extremo da exaustão mental. talvez por isso vive com tanta dor de cabeça.
gaston teve um caso com certa habitante do outro lado. sofia, contudo, foi criada em seus primeiros anos de vida pela mãe que, com toda sua rigidez, a detestava por completo. sofia não era nada do que a mulher queria. nem de longe! e isso a fez ser mais rígida ainda, não a deixando sequer sair de casa caso não cumprisse todas as minuciosas regras necessárias. isso a fez solitária e fechada, fria e não muito empática por não ter aprendido a lidar direito com as pessoas.
ficando trancada em estábulos enquanto a mãe se divertia em festas e procurava bons casamentos. sofia crescia em curiosidade e inteligência, aprendendo a se virar e depender nada além de si mesma. ainda assim, seu grande objetivo era sempre agradar sua mãe, fazê-la orgulhosa de si. não que adiantasse de muito já que mesmo com todos os esforços nada era bom o bastante.
numa das (várias) tentativas de noivado da mãe o homem que viria a ser seu padrasto começou a se aproximar demais, ser amigável demais, encostar demais. numa noite onde a mãe a deixou sozinha com ele, o homem a atacou. sofia tinha meros doze anos quando matou pela primeira vez. e adivinha? sua mãe não gostou nada disso.
foi morar no castigo com o pai no dia seguinte aos berros e chutes e sem nada senão a roupa no corpo. o tão tenebroso castigo não se tornou um lar ainda pior, mas o empurrão que restava para libertar de vez a personalidade tormentosa e caótica que havia dentro de si e fora guardada por tempo demais.
lá sofia conseguiu enfim descobrir quem era, ser livre e até mesmo se dar bem com o próprio pai já que a brutalidade em si que tanto escondia ali era sinônimo de orgulho. o castigo não fora sua prisão, mas sua válvula de escape.
voltar para arthurian anos depois para ingressar na academia foi a chance que ela esperava para mostrar para a mãe (e quem sabe para todos os heróis e suas hipocrisias) que ela poderia ser uma desgraça ainda maior.















