Bem-vindes à cidade de duas faces. De um lado tapetes vermelhos, flashes e promessas. Do outro, asfalto quente, fumaça de pneu e motores fazendo barulho. Quando os holofotes se apagam, as avenidas deixam de ser apenas ruas e se transformam em pistas.
𝑹𝑬𝑫𝑳𝑰𝑵𝑬𝑯𝑸 é um rpg only tumblr ambientado em Los Angeles, focado no submundo das corridas ilegais. Ocupe seu lugar no grid, construa sua reputação e acelere até onde puder.
MODERAÇÃO: online / offline
Conheça o PLOT 🏁 Veja as REGRAS 🏁 Encontre sua EQUIPE 🏁 NAVEGAÇÃO completa 🏁 busque ideias na TAG DE PROMPTS
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Olá residentes de Los Angeles, já estão sentindo a energia da noite? Espero que sim, porque minha intuição diz que as coisas vão esquentar por aqui nas próximas semanas.
Para começar bem nosso desenvolvimento, vamos abrir com uma task. Ela é obrigatória, mesmo que sem prazo, e deve ser feita também por quem entrar depois. Ela vai nos ajudar muito a visualizar realmente os personagens de vocês, então pode marcar a conta do @highrpm quando postarem.
É uma task bem simples, abaixo do read more estão 21 perguntas, e vocês precisam responder ao menos seis perguntas, das que preferir. Se quiser fazer todas, fique a vontade, é do gosto de vocês, e pode separar em partes para postar.
A forma de responder também é da sua escolha, pode responder em primeira pessoa, em terceira pessoa, fazer em forma de entrevista, de depoimento, de diário, de conversa na terapia… Deixem a imaginação de vocês guiarem seus pensamentos e escrita.
Estamos ansiosas para ler.
E a partir desse momento, as interações estão abertas, usem a tag "#redline : starter." e aproveitem um pouco do cotidiano de Los Angeles, já temos muitas emoções e surpresas programadas para vocês.
PERGUNTAS:
Como foi sua primeira corrida? Como chegou lá, o que sentiu, teve algo que te marcou?
Você gostou de primeira das corridas ou precisou dar outras chances para entender o que aquela cena significava para você? (Pode escolher descrever sua primeira corrida como piloto/envolvido, ou a primeira que você assistiu. Todo mundo viu uma corrida antes de se tornar parte da cena, então para qualquer personagem, essa pergunta vale)
Qual seu real sentimento durante as corridas?
Quando você percebeu pela primeira vez que sentia essa emoção com as corridas?
O que de verdade te atrai na cena? A adrenalina? Os carros? As pessoas? O risco? Outra coisa? Explique.
Você encontrou uma “família” dentro da sua equipe? Como é sua relação com eles?
Conte a história por trás do seu alias.
O que significa perder para você? Como você lida com isso?
O que significa ganhar para você? Como você lida com isso?
Você tem algum ritual antes do circuito? Uma rotina ou hábito que sempre repete?
As corridas de rua são um plano de longo prazo ou um hobby passageiro para você?
Você tem planos para o futuro ou está vivendo o momento?
Como é seu veículo? Me conta com detalhes o que você fez para que ele seja a sua cara. (Mesmo se não for piloto, pode descrever seu veículo ou seu veículo dos sonhos)
Você já teve vontade de trocar de posição, ou assumir uma posição caso não tenha uma?
Teria coragem de se arriscar em outra categoria?
Qual seu local favorito na cidade? Por quê?
O que gosta de fazer com seu tempo livre?
Como se sente sobre compartilhar seu nome e vida pessoal com as pessoas que conheceu na cena?
As apostas te atraem? Você sabe os riscos e está disposto a eles?
Qual sua estética? A sua identidade visual? (Pode descrever como se arruma para uma corrida, como as pessoas te veem, pode falar sobre como é seu veículo, capacete, aesthetic… como quiser definir.)
Você assume uma identidade diferente quando está na cena, ou é a mesma pessoa fora e dentro? Ou ainda, sente que a sua identidade real é a que está na cena, e fora dela não é exatamente você?
As noites de Los Angeles acabam de ficar mais interessantes, essas figuras foram vistas pela cena. Sejam bem vindos e aproveitem suas doses de adrenalina.
Os personagens foram aceitos, e as seguintes vagas foram ocupadas.
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As noites de Los Angeles acabam de ficar mais interessantes, essas figuras foram vistas pela cena. Sejam bem vindos e aproveitem suas doses de adrenalina.
Os personagens foram aceitos, e as seguintes vagas foram ocupadas.
Matteo Bellamonte — Lupo, Piloto da Platinum Heirs, Antonio Cipriano.
Daniel Rivas — Ledger, Piloto reserva e Cobrador de Apostas da Roulette House, Julio Peña.
Petra Burgess — Nightshade, Pilota da Velvet Razor, Samara Weaving
posso mandar dois fcs que to na dúvida e pedir pra você e os players me ajudarem a decidir? julio peña ou antonio cipriano (se não puder, só ignorar a ask, e me desculpa qualquer coisa)
Claro que podemos, baby! Eu vou deixar já meu pitaco aqui e implorar pelo Julio!!!
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Foi postada no ooc a enquete para decidir a data e hora da abertura, e um resumo do que vai acontecer agora.
Caso tenha mandado uma ask que não foi respondida para a central anterior, mande novamente. Não foi descaso, mas não conseguimos mais responder o que foi mandado lá (e nem ler) e eu sei que vi notificação de ask pedindo mwfc e prompts, então manda novamente por favor.
Já está disponível ficha para solicitar conexões, está disponível aqui e vocês podem pedir o que quiserem.
As noites de Los Angeles acabam de ficar mais interessantes, essas figuras foram vistas pela cena. Sejam bem vindos e aproveitem suas doses de adrenalina.
Os personagens foram aceitos, e as seguintes vagas foram ocupadas.
Melisa Özdemir — Pepper, Pilota do Velvet Razor, Asena Keskinci.
Aproveitando que essa conta é nova, quero migrar para cá todos os prompts para ajudar futuro players. (ou atuais que queiram fazer outros muses) Então abaixo do read more vão encontrar vários prompts para diferentes cenários e perfis. Espero que gostem.
VELVET RAZOR.
VR1: Muse saiu de um relacionamento conturbado e até perigoso. Seu destino cruzou com o da velvet razor ao procurar um emprego novo e, estressada, desabafar sobre como estava abandonando um relacionamento tóxico e precisava de um recomeço. Ela conseguiu o emprego e um convite para experimentar esse outro lado da cidade, e seu recomeço veio com novas amigas, proteção e um treinamento exclusivo para aprender como funciona o circuito e a crew.
VR2: Drift pra ela é matemática pura; enxerga ângulos, linhas, riscos… Calcula melhor que qualquer um em cada etapa da competição e como precisa melhorar. Seu interesse pelo drift é quase científico, como o curso de exatas que faz na ucla. Não corre por adrenalina, corre porque para ela é um caos controlado. As outras equipes a veem como robótica, distante, mas para as velvet razor ela é admirável em suas manias, mesmo que ainda achem que pode ser uma fachada para se proteger.
VR3: Tecnicamente, Muse é tão boa quanto as outras, afinal, passou pelas mesmas provas e está entre as melhores, mas na prática sente que está sempre um pouco atrás. Seja por decisões internas, ou o que ela vê como favoritismo, mas ela não enxerga isso como a possibilidade de um erro no seu estilo, e já está virando uma paranóia.
VR4: Muse é uma mecânica que foi roubada de outra equipe, por uma proposta melhor, uma posição melhor e pagamentos melhores. É tudo muito novo, mas apesar da boa oportunidade, a decisão custou caro para sua reputação e agora está queimada na cena e precisa reconstruir algumas ligações que tinha. Ou aceitar a posição de traidora, tirando vantagem disso.
VR5: Muse precisou fazer uma escolha, e escolheu ficar com o velvet razor, mas pra isso precisou deixar uma grande amizade/mentor do outro lado. Trata a equipe como sua família, mas sente que abandonou também parte da sua família quando decidiu se candidatar para a equipe feminina, onde aquela pessoa especial não poderia ou não conseguiria entrar, e que agora, estaria sempre concorrendo com ela.
FLAGGERS
Flag 1: Muse veio do interior com o sonho de se tornar uma grande modelo, gastou todo o dinheiro que tinha em propostas fantasiosas de sucesso, mas em algum momento teve que aceitar que havia caído em promessas falsas. Abandonada pelo seu “agente” decidiu por conta própria dar o seu jeito de conseguir visibilidade, e as fotos dos dias de circuito sempre bombam bastante no seu instagram.
Flag 2: Muse sempre gostou da ideia de atenção, sempre foi a favorita dos olhos de quem a conhecia e quando tentou a posição junto com uma amiga, sem nem querer tanto assim, foi rejeitada. A ideia de ter seu ego ferido dessa forma não permitiu que ela descansasse até que conseguisse a posição, sabotando outros flaggers ou plantando mentiras para deixá-los queimados.
Flag 3: Muse não quer ficar de bandeira a vida toda, essa é só a primeira entrada que conseguiu. Ela usa a posição como trampolim para entrar de vez numa equipe. Tem uma equipe como alvo e usa disso para se aproximar cada vez mais de quem pode colocar ela pra dentro.
Flag 4: Muse fazia parte de uma equipe, mas depois de abrir a boca para quem não devia, ou confiar na pessoa errada, acabou expondo estratégias que não podia e o resultado não podia ser outro: foi banida da equipe. Por estar queimada, nenhuma outra equipe a aceitou, e para não sair de vez da cena aceita a posição de flagger para não abandonar o universo que melhor conhece.
Flag 5: Muse acabou de chegar, quase caiu de paraquedas no circuito, e a proposta veio despretensiosamente. Está aprendendo ainda sobre esse mundo, e por enquanto não tem nenhum vínculo muito forte com nenhuma equipe ou competidor, o que é interessante para ver enfim uma imparcialidade real.
MECÂNICOS
Mech 1: Já foi engenheiro do automobilismo profissional até um erro custar uma vida e a culpa não permitir que seguisse em frente. Agora vive nas garagens tentando redimir isso obsessivamente. Não aceita apressar seu serviço e nem entregar algo sem ter total certeza que vai funcionar.
Mech 2: Nasceu na parte menos privilegiada da cidade e encontrou sua rota para evitar problemas dentro de uma oficina mecânica de um velho ranzinza. Aprendia algo novo, conseguia algum dinheiro para ajudar em casa e ainda recebia um afeto cheio de grosserias e boas intenções. Aprendeu tudo que podia e pelo bom trabalho conseguiu um convite para receber bem mais que na oficina de bairro. Aceitou a proposta, mas sempre que pode, está lá ajudando o mesmo velho ranzinza na mesma velha oficina de bairro.
Mech 3: Seu sonho talvez fosse fazer engenharia mecânica para trabalhar com carros de forma limpa, ou talvez até outro curso, mas estudar em Los Angeles não é um sonho barato. Menos ainda quando precisa se virar sozinho, então o sonho do nível superior tem sido adiado enquanto faz uma grana trabalhando de verdade. Pode ou não estar abandonando o sonho da graduação e decepcionando alguém que pretendia realizar esse sonho através dele.
Mech 4: Além de mexer nos carros, é quase um psicólogo informal dos pilotos. Sabe dos medos, das dívidas, dos casos escondidos… Sempre foi acolhedor e tagarela, e por isso sua garagem parece mais uma sessão de terapia de madrugada, cheirando a óleo e gasolina.
Mech 5: Muse está na cena há muito tempo. Ainda mantém memórias e saudosismo com a forma antiga que as coisas eram feitas, estranha toda a mudança e juventude que tem se enfiado em sua oficina e é resistente a mudar seu jeito de trabalhar. Ainda funciona, e ainda faz sucesso, às vezes é o único que consegue mexer com carros mais antigos, mas sempre vem acompanhada de um pouco de conservadorismo.
APEX CIRCUIT
AC1: Treinou desde criança para ser um piloto profissional, precisou sacrificar muitas coisas para no fim descobrir que não é apenas talento ou trabalho duro que precisa para se tornar um dos grandes. Pode ser por não ter mais dinheiro para investir ou por ter criado desafetos dentro da Nascar, mas seus contratos não vieram como prometido e o Apex Circuit foi o único lugar em que pode continuar a correr.
AC2: Muse é filho de uma lenda do automobilismo, mas seguir os passos do pai significa renunciar a si mesmo e esse é um preço que ele não está disposto a pagar mais. Até tentou, mas correr pelas regras das ruas parece lhe permite uma individualidade que não tem nada melhor.
AC3: Muse era profissional, tinha uma carreira brilhante, contratos e patrocínios… Até que seu problema de raiva arruinou tudo. Se envolveu em brigas físicas com outros pilotos, deixava a agressividade tomar o controle e, de ídolo, se tornou um pária no grid. Sua imagem foi arrastada para a lama e todo o universo brilhante que o bajulava, agora se diverte com o que acredita que foi sua ruína.
AC4: Muse não começou na Apex Circuit, ele fez seu nome em outra equipe, mas seu talento chamou atenção da Apex e as promessas ganharam da lealdade. Agora muse carrega consigo uma desconfiança e rancor da antiga equipe, que se sente traída pela saída de muse, que ao invés de se envergonhar, usa isso como estratégia de pressão psicológica para criar essa persona perigosa que gosta de vender.
AC5: Muse vem de uma família rica, cresceu em um dos bairros do platinum triangle, mas trocou seu nome e herança pela chance de ser dona da própria história. Provou seu talento para conseguir um espaço com o Apex Circuit, e tinha a chance de ir para o profissional, e escolheu ficar nas sombras. Pilota como quem tem algo a provar, e a Apex Circuit é o lugar onde seu sobrenome importa menos do que o que consegue fazer atrás do volante.
AC6: Dentro da cena profissional, nunca foi o protagonista, sempre foi apenas o irmão do predestinado. Sua carreira sempre esteve a sombra do talento ou fama que o irmão mais velho tinha, e nenhuma das suas conquistas eram somente suas ou grande o suficiente. Continua correndo pelo profissional, mas percebeu que na superfície seu papel é estar sempre à sombra de alguém, mas quando corre na cena, representando o apex circuit, ele é a estrela, e seu irmão não é mais tão importante que ele.
AC7: Veio de uma cena de corrida de outro país e trouxe consigo técnicas e cultura de pilotagem diferentes das comuns por aqui. Enfrenta barreira de idioma e cultura enquanto tenta provar que merece estar ali, mesmo quando o circuito insiste que não aceita forasteiros.
Oi amores, pode simm. Blogroll liberado e plots liberados também, aproveitem e chamem todo mundo, bom que depois fica mais fácil de só chamar os novatos para plotar.
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Devido ao shadowban na conta redlinehq, temos uma nova central! O suporte do tumblr demora muito para resolver esse tipo de problema, então para evitar mais transtornos, essa é a nova central oficial: REDLINEFM! A partir de agora, todas as novas atualizações serão feitas por aqui.
A Roulette House não é simplesmente uma equipe de corrida, isso é quase o extra do que fazem. A Roulette House é um sistema financeiro complexo que usa a equipe de drift como credencial de entrada para a cena de corridas. O diferencial entre operar um sistema de apostas e pertencer a uma equipe de corrida, é que uma equipe vai garantir a presença nos circuitos, mas é com as apostas que ela realmente se tornou parte.
Depois que já tinha espalhado suas operações por cada competição e categoria, seria mais fácil cortar a equipe de drift do que a própria casa de apostas. Todo mundo os conhece, nem sempre pelos seus resultados em pista, mas por ser figura registrada em toda corrida, em toda competição; na vida de cada viciado em apostas.
Antes de se infiltrar como equipe, a Roulette House passou dois anos mapeando o submundo de corridas de LA antes de lançar a operação de apostas. Primeiro foram tímidos, buscando espaço, criando confiança do público… A promessa era boa, o carisma e chances de sair ganhando fizeram sua parte.
Eles fizeram suas pesquisas e criaram a demanda por dentro, presente em toda parte, até que passaram a competir e se tornaram impossíveis de se ignorar. E uma vez dentro, ninguém quer cortar quem garante o dinheiro.
Eles criaram isso, e atualmente não existe nenhuma concorrência na parte onde eles mais se destacam, e nunca vai ter, se depender deles.
As equipes vencedoras recebem percentual dos lucros, o piloto que ganhar tem a sua parte, e principalmente é do público que eles conseguem seus maiores clientes… é mutuamente vantajoso.
RENDA ALÉM DAS PISTAS
Eles tiram sua parte por administrar as apostas.
O Back Nine é o cassino no mesmo prédio da sede.
Entraram a pouco tempo no negócio da agiotagem, juros altos e perigo certo.
DINÂMICA INTERNA
Os pilotos se veem como funcionários, fazem parte das operações, mas sabem que não são a estrela principal. Não precisam amar seu líder, mas são obrigados a respeitar.
Não tem muito espaço para discordância, e isso gera tensão, mas alguns estão tão presos à Crew que não existe nenhuma saída. Seja por dívidas, apostas ou pela única chance de continuar correndo, não vale o risco de tentar se rebelar.
Apesar de serem internamente mais como uma empresa do que um coletivo de apaixonados por velocidade, tem muita gente talentosa querendo uma chance com a equipe. A garantia de um bom pagamento e a chance de comandar um carro na corrida principal faz todos os riscos de se envolver com eles valerem a pena.
CONFLITOS E ALIANÇAS
O Platinum Heirs tentou criar sistema paralelo de apostas: foi bloqueado de formas que ninguém entendeu completamente, e eles não voltaram a tentar.
O Pacific Royals aposta compulsivamente e já deve quantias que tornam a relação entre as equipes complicada.