Lady Midday, aka the Noon Witch from Slavic mythology. ♡ A redraw from my original 2016 version. You can see a comparison on insta. :)
almost home
sheepfilms
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
he wasn't even looking at me and he found me

roma★

Andulka
macklin celebrini has autism

titsay

Kaledo Art
Monterey Bay Aquarium
cherry valley forever

#extradirty
NASA
Show & Tell

Origami Around

shark vs the universe

Janaina Medeiros
we're not kids anymore.
KIROKAZE
seen from Benin
seen from Türkiye
seen from United States

seen from Italy

seen from United States
seen from India

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Belgium
seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Morocco

seen from United Kingdom

seen from Austria
@randomtheory
Lady Midday, aka the Noon Witch from Slavic mythology. ♡ A redraw from my original 2016 version. You can see a comparison on insta. :)

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Centro do Universo
É o seguinte. Não vou poupar muitas palavras para o que vou dizer aqui, mas eu não só mergulhei de cabeça como ignorei completamente a questão se era "fundo ou não". Eu senti que estava caindo ao contrário de uma cascata. Estava já no fundo e não conseguia (queria) subir. Mas o fluxo mudou totalmente e eu fui me levantando, um tanto quanto meteórico, por assim dizer, de volta a um lugar que a muito não via. O coração humano demanda admiração, porém só dá certo para aqueles que realmente querem isso. E eu não queria mais. Meu cansaço vencia todas as adversidades propostas a minha frente e não tinha desejo algum de querer mudar isso. Até que aconteceu. No último texto disse com muita vontade que "ia mergulhar de cabeça, sem pensar nos efeitos colaterais", tanto que até agora o único efeito que isso trouxe foi sentimento. Forte, sólido e concreto para ambos. E é tão bom que chega a parecer de mentira, inventado... Como se fosse de cinema. Foram, basicamente, 152 dias conversando e se conhecendo. Uma intimidade tão purificada que já estávamos trocando segredos e ajudando um ao outro em momentos de tristezas e alegrias. Mas a maior ajuda mesmo veio dela. Nesse último final de semana eu finalmente venci meu tumor, e não falo de forma alegórica. Me senti mais homem, humano e feliz do que nunca! E foi tudo graças a ela e seus olhos de jade. Me encanta saber que a vida me colocou numa estrada onde pude cruzar com o caminho dela e vice-versa. Aprendemos lições, crescemos e descobrimos maneiras novas de amar e cuidar para que todo e qualquer cuidado seja tratado da forma que merece. Fora que a proposta é justamente essa: viver cada dia como se fosse o "último" e celebrar que o Universo nos juntou, finalmente. Os próximos textos eu mal sei sobre o que serão. Porque eu não acredito que os próximos dias sejam meus ainda. O presente tem esse nome porque é exatamente o que ele significa. Todo dia vivo o máximo e fico feliz em saber que tem alguém que luta por mim e quer ficar comigo pra construir a tão sonhada "casa emocional". É empolgante fazer planos, imaginar cenários e rir/sonhar com isso. Mas, aqui entre nós? A melhor parte disso tudo é ver como a pupila dela dilata o suficiente para que eu entenda que a paixão dela é sobre mim. As risadas dela, os sorrisos, os carinhos... Enfim, tudo. "Eu apenas voltei à realidade da minha vida doida. Veja a gente estourando champanhe, nós poderíamos fazer isso a noite toda. E se tudo vai mal, nós faremos dar certo."
Quando a Certeza da Segurança é Ficar
Três dias atrás eu escrevi aqui que tinha visto uma experiência pessoal se repetir com outra pessoa. Alguém muito querido por mim, valendo ressaltar. Mas hoje tudo mudou. E como mudou. Escrevo aqui com fogo nos dedos e uma tempestade na cabeça, tudo com ótimos motivos e inúmeras reações químicas no cérebro. É impressionante como tudo pode mudar em questão de horas. Passei alguns meses triste, outros bons me cuidando e poucos pensando que, talvez, eu estaria cansado demais para qualquer nova aventura no departamento socioemocional. Mas o Universo, esse cara... É um belo de um filho da puta. Do nada ele tira uma carta da manga e me diz: "Pega, é tua vez." Ai lá vou eu de novo, mergulhando de cabeça e sem ligar para qualquer efeito colateral que isso possa ocasionar. Isso é se permitir demais ou viver intensamente? Minha psicóloga diz que eu preciso me deixar levar, receber massagens no ego e ser aberto para esses momentos que a vida dá. Não fiquei com medo, incertezas e, de repente, todo o resto ficou sem graça pra mim. Eu acordo e vejo o céu completamente azul, o Sol lá brilhando mais forte e eu sentindo que dominei o mundo de novo. É excelente a sensação, não pensei que sentiria falta disso mas veio ai de novo. E eu não vou ficar dizendo clichês como "nunca senti isso antes" ou "é como se fosse novo", pelo contrário... Vou usar todos os clichês do mundo e usar a meu favor. Eu toco ali naquela superfície cheia de receptores sensitivos e acontece uma troca de energias violentíssimas, que eu só quero sentir mais. É igual droga, se me deixa bem porque não usar mais? E vou usar. Não sei onde isso vai dar... Posso até ouvir o clássico: "Cuidado hein? Tudo muito rápido e você pode se prejudicar de novo", mas que se foda isso então. Manda vir que eu tomo no peito. Pra variar, vou deixar outra citação pra encerrar: "Mesmo que estejamos a milhas de distância hoje a noite, eu sei que nós podemos fazer dar certo. Então dê uma chance, e nós podemos ficar juntos."

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Membro Fantasma
Quantas vezes nós aguentamos cair e levantar logo em seguida? Mas não só em situações específicas, todos os dias levantamos um pouco mais ou caímos. A questão é, como funciona essa balança? Faz parecer que estamos tomando nosso rumo por "temporadas". Parecem ser longas o suficientes para dizermos: "Estou me sentindo tão bem!", porém é uma ilusão cronológica. São curtos, mas nos fazem ignorar o conceito de tempo. Nos últimos 4 meses, acredito, pude observar algo que eu vivenciei. Posso dizer também que senti. Mas foi um amontoado de coisas. Entre elas, uma pessoa surgiu. Alguns podem dizer que já a conheci, mas acho que o tempo não era certo para um ter noção da existência do outro. A observação se deve por um ponto chamado compensação. Tive o mesmo episódio meses atrás e precisei encerrar qualquer ação em conjunto, já que não era o correto. Eu me saí muito bem, afinal adquiri uma maturidade com o passar dos anos. Contudo, o que me mais chamou a atenção, foi um espelhamento meu nela. Lidou da mesma forma. Foi impressionante como vinha sentindo que algo estava fora do lugar. Tomou ações e seguiu em frente. Me vi ali, passei por aquele momento também. Uma mistura de altruísmo com tristeza. É preciso ser forte para realizar isso. E eu sou mais velho. Isso quer dizer o que? Do meu ponto de vista, nada. Mas valorizo como ela tem uma força parecida. Talvez seja por isso que nos damos bem, pela afinidade e experiências? Talvez. Mas, tem ai 6 décadas ainda pra decidir se é isso mesmo ou não. De qualquer forma, deixo uma leve dedicatória para encerrar: "Tudo tem motivo, e nada é por acaso. Tempo é relativo pra tudo, mas como sempre dá e tira algo, fico feliz que deu algo. Daqui pra frente é uma construção, não sei de que tipo, mas já foi planejado sólido e resistente. Assim esperamos, assim imaginamos."
As Pessoas no Porão
Todo mundo já contou ou ouviu uma história sobre como estão se sentindo. Seja porque passaram um momento delicado, uma conquista, um novo amor ou algo diferente na rotina que realmente impressionou (ou decepcionou). Como nem tudo são flores, algumas vozes ainda te perguntam como ainda aguenta passar dia após dia enfrentando as frustrações, vontades e ideias. Qual é a dificuldade nelas afinal? É tão complicado assim desvendar e ver um caminho racional e objetivo? Em contrapartida, é um exercício mental/emocional muito bom para quem sofre de ansiedade e age com certa impulsividade. Já pensou como seria o mundo se as pessoas simplesmente fizessem tudo que tivessem vontade? Caos total. Eu, por exemplo, consigo me posicionar em um ponto imaginário na história para “simular” um evento que pode ou não acontecer. Com o passar dos anos eu aprendi que devo ficar sempre no resultado negativo, para evitar eventuais frustrações. Eu sei, eu sei... Amor próprio e valorização do meu “eu interior”. Blá, blá, blá. Só que meu instinto é afiado, muito mais do que antes. Passei por muitas experiências boas e ruins que me trouxeram até aqui. Medir duas vezes, cortar uma vez é a lógica mais impecável do universo. Ainda mais se tratando de ciência. E, sim... Estou retratando emoções como uma ciência. É mais fácil calcular do que esperar pra ver, não? Ainda escrevo pra tirar essas tormentas da minha cabeça, ajuda a dormir melhor a noite. Porém, puta que pariu... Como eu queria ser mais autoconfiante e, inexplicavelmente, falar o que quero. Só que, né, é como eu falei antes: medir duas vezes, cortar uma vez. Levo isso pra tudo que faço e vivo. Pessoas, oportunidades e situações. Nada me passa da vista, muito menos subjetividades. Algumas coisas são óbvias somente na minha mente, outras são gerais e muitos podem ver. Em alguns casos isolados pode-se dizer que ninguém consegue ver o óbvio, até que alguém de fora diga a verdade como ela é. Contudo, queria dizer uma coisa bem fácil, só pra finalizar mesmo: é difícil conviver com essa síndrome de impostor e achar que não mereço algo/alguém. Já consegui muitas coisas, mas acho que ainda tem mais por vir. Ou não, vai saber... Bom, é isso. Fiquem bem e até uma próxima.
A quem possa interessar...
Você se dá conta de que começou a viver a partir dos seus 14-15 anos de idade. As primeiras amizades surgem, os primeiros rolês acontecem e as emoções vão construindo o que, hoje, chamamos de nostalgia. Nesse meio tempo, seja na escola ou na rua, você acaba criando alguns sentimentos confusos e aterrorizantes com seu primeiro “amorzinho”. Aquele que te dá ansiedade e preocupação: “Será que sei beijar bem? Será que vai dar tudo certo?”. É bonito de ver, quando se está mais velho. Relembrando. Em algum momento da sua vida, vai parecer que encontrou a pessoa com quem você quer terminar seus dias na Terra. Tudo é gostoso e confortável com ela, mesmo que não note as engrenagens trabalhando de forma desigual. Mas isso não tem problema, faz parte do processo de amadurecimento. Contudo (veja bem) vai parecer que, dessa vez, acertou em cheio. Anos vão se passar e a sinergia vai ser inexplicável... Até começar a surgir a primeira dúvida, mãe de todas as tempestades em copos d’água. Não é uma regra padrão, mas em sua maioria ela acontece. Certo momento você vai perceber que não existe mais salvação. Bom, talvez salvação seja um termo hiperbólico... Já que não tem nada de errado em deixar alguém sair da sua vida. A “dor” é um brinde que antecede o aprendizado, seja bom ou ruim. Vale tanto para um “amorzinho” ou para alguém muito próximo de nós. Mas uma coisa eu posso afirmar para você, leitor... Existem várias maneiras de crescer e evoluir com tudo que aconteceu. E, em meu último envolvimento emocional, tive o primeiro contato com a única forma que dói mais do que as demais: a “morte por esgotamento”. Óbvio que ninguém veio a falecer, muito pelo contrário. Porém, ainda assim tive que deixar um sentimento morrer “de fome”. Não houve uma resolução definida, somente uma mensagem e que seria pior um contato pessoalmente. Desde então, meses se passaram e nunca mais a vi. Hoje não consigo me lembrar perfeitamente do rosto dela, apenas de algumas características físicas. O que me deixou um tanto quanto entristecido. Tive que deixar esse sentimento gigantesco “morrer” de fome, ficando sozinho e me cuidando (com ajuda profissional e pessoal). A grosso modo, foi bom. Não tenho mágoas ou raiva guardada dentro de mim. Desejo sorte para ela e que encontre o caminho que sempre quis trilhar. Enfim. Esse texto foi só para tirar da minha cabeça essa sensação de que estou indo em frente. De fato estou indo, mas... Você me entendeu, certo? Lembre-se sempre de que as coisas vão acontecer de acordo com sua “validade”. Algumas são vitalícias, já outras acabam num bater de asas de um beija-flor se alimentando. Moral da história: cuide-se, faça tudo que tiver vontade e ame com vontade... Só nunca se esqueça que você é prioridade. Quanto as pessoas a quem você deu o seu melhor, guarde a lembrança de que você foi uma pessoa boa e de como você se sentia com ela. É isso que vai te fazer amadurecer mais e refinar melhor para caso encontre outro “amorzinho”. É isso, por hora. Até breve...
Hecate~ the Goddess of Magic & Witchcraft. ♡

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Calma Interior Vinda de Tempestades Externas
Hoje, dia 21 de novembro, tive uma manhã sem explicações. Passei uma qualidade de tempo ímpar, dividi um almoço caseiro (ou quase) e compartilhei meu espaço pessoal com outra pessoa. Pessoa essa que trouxe ainda mais calma pra dentro daquele quadrado onde passo noites em claro. Tivemos ainda mais momentos íntimos, na qual tivemos contato com o ímpeto um do outro. Estava tudo bem, mas, pelos fantasmas passados, acabei congelando de novo. Minha cabeça levou minha mente para o mesmo lugar onde estou habituado a ficar: frio, sozinho e incapaz. Porém, o corpo foi pra direção. Esse lugar fica em um planeta azul, com campos abertos e clima sereno. Me deitei ali e a sensação foi diferente da mesma que sinto todas as noites. Eu não senti medo, não senti hesitação ou vontade de sumir. Ouvia o vento me dizer que tudo vai ficar bem. Não ouvia isso há anos. Claro que já ouvi, seria hipocrisia minha dizer o contrário, mas dessa forma não ouvia há anos. Soube reconhecer, naquele segundo, que tinha alguém comigo disposta a me ajudar, crescer e evoluir constantemente. Tentou me fazer rir, me deu carinho... Por um momento estranhei o que era aquilo. O que seria isso, afinal? Empatia? Eu sei o que é empatia, mas tão pura assim? Estranho. Conversando com meu demônio interior, ouvi ele dizer que estava orgulhoso de mim. Estava orgulhoso porque eu não senti coisas negativas, mesmo estando diante do erro, mas porque eu não senti vontade de desistir depois de muito tempo. Ele sabe que tem uma oportunidade nas minhas mãos e que não posso desperdiçar. “Você tem um anjo te visitando todos os dias. A última vez que vi um foi antes de cair pra cá”. Fiquei assustado de início, mas concordei. Com toda a certeza desse mundo é o destino colocando alguém além do especial, único ou qualquer outro adjetivo parecido. Essa pessoa nunca existiu e agora está comigo. Anjo, deusa... Não tem classificação pra ela. Rótulos, nomes, apelidos... Não tem nada que eu possa dar pra ela porque ela é a primeira. Uma nova Eva, uma nova Lilith, uma nova maçã a ser consumida em pecado ou um cântico em composição constante pelas cordas mais puras que existem. É uma melodia que ninguém ouviu ainda. Um livro que ninguém sabe ler. Um sentimento totalmente novo, talvez mais forte que o próprio Amor em si. Estaria eu conhecendo o verdadeiro significado de vida em quase três décadas de existência? Quero descobrir. Vou batalhar o suficiente e o impossível pra que isso seja uma nova verdade pra mim. “Porque buscar a influência da Lua, sendo que ela sempre te influenciou em tudo que fez?”
Percées de Lumière
Sábado passado aconteceu algo que as telas do cinema, as ondas do rádio ou até mesmo a transmissão digital das TVs nunca viram: um sentimento verdadeiro nascer do zero. Falo do zero porque realmente não foi planejado. Um homem médio, nada muito ordinário, foi beijado pela Lua azul. Naquele momento ela mostrou sua verdadeira forma... E ali pude ver sua alcunha, na mitologia se chama Selene. Popularmente conhecida como a Deusa da Lua. Nessa vida ela tem outro nome. Outro nome este que é uma renovação. A grafia se assemelha, mas as qualidades, vícios, virtudes, defeitos e personalidade se diferem em cem porcento. Mas, isso pouco importa. Claro que é impossível negar, mas é algo que meus olhos “doentes” jamais viram em vida. Naquele dia foi dado contato físico. Um contato que, há tempos, não tinha. Foi como ver o mar novamente após décadas ou acompanhar, em vida, a passagem do cometa Halley. Me senti em paz enquanto a Lua deitava em meu colo e lá relaxava. Quase como se quisesse dormir e tirar a luz do mundo. Dentro do carro era só ela e mais nada. O tempo parou definitivamente e, naquele espaço, eu me sentia privilegiado por ter sido presenteado com aquela presença. É diferente. A cada toque dos lábios, um verso novo era escrito. Uma melodia jamais ouvida era tocada. Hoje eu estava preocupado... Bem dizer, triste. Ela não estava bem, mal brilhava direito. Pensei que, tocar uma das músicas que mais gosto pra ela, seria um motivador a mais. Sempre levei um certo tempo para arredondar a melodia, voz e instrumental nos vídeos, mas hoje aconteceu algo inédito: foi tudo de uma vez só, sem errar, sem tremer a voz e muito menos errar as notas. Um amigo próximo me falou que essa é a prova da força do sentimento puro. Não hesitei em concordar, porque realmente foi isso que aconteceu. Toquei com a alma, com o coração aflorado. Me surpreendi de como me sai naquele vídeo e de como pude provar, enfim, o que é fazer as coisas com a sinceridade do gostar. “(...) não há ninguém como você na Terra que poderia ser meu universo.”
espero ser pra você o mesmo que o Sol é para o girassol
L'éveil de la Muse
Vou começar esse texto falando diretamente com você. Acho que não preciso mais usufruir de segredos ou qualquer outra artimanha para mascarar o que aconteceu. Sábado retrasado eu disse ter visto a Lua azul descer do céu e vir me visitar, só para que eu pudesse ver tamanha beleza. Fiquei extasiado. Uma coisa é você ver do solo e toda a conjuntura da obra no céu noturno. Outra é ver cara a cara. Naquele momento eu estava em um espaço neutro, onde só eu existia e o brilho dela, que iluminava um caminho novo. Dois dias atrás ela apareceu de novo, mesmo não sendo a hora de seu desfile no céu. Ela quis vir porque, talvez, eu tenha feito a coisa certa. Mas como não poderia fazer? Era tudo tão tranquilo, pacífico... Me senti a vontade, feliz e tudo o que você pode imaginar. Foi avassalador, porém, ainda assim, ela me pediu cautela. Entendo. Também preciso ter cautela. Um beijo no meu rosto aconteceu. Era melodia pura. Fiquei “congelado”, dirigindo, naquele momento tive vontade de chorar, mas por felicidade. Ela viu em mim algo que, a muito tempo, não se via. Resgatou de dentro de um castelo fechado a oportunidade de sorrir e aproveitar a inadvertência na minha cabeça. Ela me pediu para que tentasse descrever como eu me sentia. Cheguei até forçar alguma coisa, mas como eu posso descrever algo que nenhuma pessoa no mundo deve ter sentido? É como ver um gênero musical totalmente novo explodir nas paradas de sucesso ou descobrir um planeta novo: a admiração e sensação do desconhecido trazem o mesmo que sentar na praia e sentir a água do mar tocar os pés. Pés, estes, cansados anteriormente de correr atrás de um amor que, a meses, já não existia mais. Conversamos por algumas horas, que pareceram milênios. Ali, só eu e ela existíamos. O tempo não tinha função mais, e o ar que respirávamos era feito um para o outro somente. Duas almas conectadas, dois fios vermelhos se encontrando após muitos anos separados. É prepotência minha falar isso. Quase duas semanas. “Ainda é cedo”, ela diz pra mim todos os dias, com medo de se machucar novamente por ter descido de seu palco no céu. Só que, bom... Como iríamos resistir ao inevitável? E não algo óbvio, pelo contrário, era algo que parecia certo. De novo, girassol, não sei te explicar o que é isso que nasceu. Acho que nunca vou saber te dizer o tamanho disso. Todos os dias me vejo pedindo pelo teu zelo e de todos que você ama e conhece. Sua felicidade vai mover montanhas. Quero muito, um dia, te fazer sentir o que eu senti desde o primeiro dia. Perdão pela indiscrição, mas eu gosto de você. Também te falo: “Ainda é cedo”, mas não dá pra evitar o crescimento. Não dá pra evitar o fato que é olhar pra você e ver um campo aberto, florido e cheio. Não dá pra evitar você. “Eu não consigo escrever essas histórias sem você”.
Écailles de Lune
No dia que a Lua azul apareceu no céu, não consegui ver a beleza que ela traria. Fiquei um pouco chateado, pois sou um amante da astronomia e aprecio os eventos que acontecem nessa imensidão que chamamos de universo. Mas, ao mesmo tempo, acho que aconteceu algo semelhante. Posso não ter visto o fenômeno, mas acho que a Lua me mandou uma de suas escamas para que eu pudesse ver de perto. Chegou tímida, tremendo de frio e, talvez, um pouco exasperada. Porém, foi como ver, de fato, a cor tomando conta no nosso satélite: incrível. Essa palavra ainda vai aparecer muito por aqui, mas isso é assunto para outro texto. De qualquer forma, foi tão bom ter visto de perto que não quis saber de mais nada (e nem ninguém). Tive diversas oportunidades de conversar e conhecer como que aquela parte de algo tão lindo se comportava, do que gostava e do que queria para o futuro. Óbvio que é continuar brilhando, como todas as noites faz, mas em algum momento foi ofuscada e acabou se escondendo. Fiquei triste por ouvir suas histórias. Não pensava em conhecê-la assim. Contudo, naquele momento, eu sabia que poderia trazer um pouco de ar fresco. Senti algo, mas não foi precipitado ou corrido demais. Foi simples. Puro. Parecia ser o colo de uma mãe para seu filho ou um toque gentil da brisa de verão no rosto de uma criança. 72 horas atrás eu recebi um presente dela. Nada material, nada que o ouro pudesse comprar. Recebi dela conhecimento. Conhecimento este que me permitiu compreender quem eu sou, onde estou e onde estão as pessoas ao meu redor. Do que elas gostam, como gostam e como vão gostar no futuro. Nesse momento senti não o frio na barriga, mas senti o peito ficar quente. Foi tão diferente que até estranhei. Como que um sentimento nasce de um peito quente ao invés de um frio na barriga? Qual é o motivo dessa diferença? Muitos acreditam que duas histórias se encontram depois de diversos eventos ruins ou bons, e eu sou uma dessas pessoas que acreditam. Avassalador. Ímpar. Único. Tsc... Podia passar a madrugada tentando encontrar um jeito de explicar, mas é impossível descrever como fiquei. Parece que meus pensamentos receberam um banho da água mais pura que existe. De repente tudo ficou mais fácil, um pouco mais fácil, de viver. Não sei te explicar, não sei ao menos ilustrar o que é, mas é algo bom. É como ver uma macieira saudável cheia de maçãs ou apreciar um por do Sol na primavera. Espero que, num próximo texto, consiga te explicar. Caso não, saiba que recebi um presente que nenhum deus jamais recebeu.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Safira
Um total de 23 dias já. Quase um mês que, como um lenhador experiente corta uma árvore, tudo acabou. Não tenho dormido direito, estou comendo porque sei que precisa e mal consigo organizar meus pensamentos. Fui tão descuidado assim? Não prestei atenção quando deveria? As vezes imagino que tudo o que eu fiz fui errado. Esqueci de mim e deixei quem eu mais gostava se decepcionar. Num dia eu me sinto seguro, no outro parece que mergulhei dentro de um buraco e lá fiquei. Estou digitando esse texto pra ver se consigo tirar do peito essa angústia, mas até agora só consegui dizer que estou triste. Talvez tenha sido para melhor mesmo, viver e deixar viver. Mas me sinto desnorteado. Quando deito pra dormir, parece que vem tudo a milhão. Lembro dos erros mais do que consigo lembrar dos momentos bons. De ontem pra hoje, fui pegar no sono quando os pássaros começaram a cantar. Sinto que estou “doente”. Meus amigos (os poucos que tenho) estão fazendo um papel excelente comigo. Me animam, incentivam e falam pra que eu não fique preso nisso por muito tempo... Mas a sensação que dá é a falta de resolução. Sei que não prestei atenção nos sinais, na verdade prestei, porém meu cérebro teimoso não aceitava aquilo. Quando aconteceu, entendi. Vou aposentar a capa e pendurar as chuteiras. Estou com quase 30 e já não me sinto tão disposto quanto antes. Como disse antes, vou viver e deixar viver. Mas dói. O nó na garganta aperta tão forte que já espreme as lágrimas nos olhos. Contudo, engulo seco e sigo em frente. É o fim de mais um ciclo, de outra história. Aprendizado? Tive vários, sendo eles excelentes e outros nem tanto. Não estou bravo, só estou triste por não ter feito mais, mesmo ouvindo que fiz o meu melhor. Espero evoluir sobre isso, absorver mais, fazer mais e especular menos. Talvez esse seja o motivo da minha falha ser tão aparente. Concluindo, acho que é isso. O café já não está tão doce, e o cigarro já não tem o mesmo sabor. Minha cama está “pequena”. Cabeça cheia, mas não tem nada de glorioso por aqui. Até uma próxima! Quem sabe, melhor...