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Hearts like firestones ;;;;
Nos últimos dias havia conversado muito com as colegas de quarto sobre as expectativas que tinham para o tal baile, todas pareciam enfatizar o fato de acabar conseguindo um beijo de um garoto. Nesse ponto Gaim só escutava porque nunca teve pretensões que considerou, pelo menos. Mas imaginou como seria se acontecesse e pensou que seria ótimo se fosse como nos dramas, com tanto encanto e ternura, como beijos de contos de fadas. Mas não passou nem perto disso. Não de cara, pelo menos. Era assustador! Aquela falta de informação, os pensamentos contínuos de “o que eu devo fazer??”, “onde devo por minha mão?”, sem contar o coração batendo mais rápido. Por mais que nunca tivesse entendido as mocinhas de dramas com aqueles olhos arregalados na hora do beijo, agora tudo parecia fazer sentido. Mas como havia fechado os olhos quando percebeu a aproximação do rapaz, não fazia sentido abri-los agora.
Mas eram só os primeiros segundos. Depois que o choque passava, a sensação que ficava era muito boa. Mesmo que ainda não soubesse onde deixar as mãos, tentou controlar o nervosismo e deixou que o mais velho continuasse guiando a situação.
Era estranho pensar em como estava nervoso beijando Gaim naquele instante. Quer dizer, não era a primeira vez que Haeyi beijava uma garota e aquilo não deveria acontecer, certo? Errado, bem como a situação estava lhe mostrando agora. Sentia que se não estivesse se sentindo na obrigação de manter-se firme e sustentar o corpo alheio entre seus braços, seriam suas próprias pernas cedendo de maneira que ele vacilasse sobre seus joelhos fracos. Felizmente, não havia tremor em seus movimentos, nem hesitação, apesar da mente bastante agitada naquele exato instante em que, cuidadosamente, sua língua pedia passagem por entre os lábios alheios e tratava de se enroscar na de Gaim.
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I'll heat up yours feet, they're just like ice| HaeJi
Não pôde evitar de rir sobre a primeira novidade que o amigo lhe contou, os campeonatos da escola eram sempre sincronizados, logo que acabasse um começava outro e ele sabia que o de basquete estava prestes a começar, pois o de taekwondo viria logo depois. Seu cérebro se perdeu nas palavras dele após ele ouvir a segunda novidade. “Hakyeon continua com a Jieun” Continua? Eles estavam juntos? Como assim? Ficou um tempo se fazendo essas perguntas, sem dar atenção para o que ele continuava falando. - Ji quem? ‘Pera, ‘pera, ‘pera. Continua? Como assim continua? Desde quando essa palhaçada vem acontecendo? - Levantou o tronco para poder se sentar na cama. - Apaixonado? - Tudo aquilo era muita informação para a cabeça de EunJi, ele estava quase entrando em parafusos. - O que raios está acontecendo com o mundo? - Perguntou-se.
-- Quis dizer que eles continuam ficando. Quero dizer, são um dos casais mais comentados da escola, atualmente. Então eu acho que posso dizer que, sim, eles “continuam” juntos. Tem até quem diga que seja uma questão de tempo até que comecem a namorar. -- Haeyi crispou os lábios, pensativo. Sabia que se o amigo estivesse por perto, arrancaria sua língua por estar dizendo aquilo, mas o garoto só estava reproduzindo o que andara ouvindo pelos corredores do colégio. -- É, eu não diria, exatamente, “apaixonado”, mas eu acho que posso dizer que estou me sentindo um pouco mais motivado por uma pessoa em especial. -- Sorriu de canto, contendo o riso por conta do tom de voz de Eunji. -- Calma, cara. Foi você quem perguntou sobre as novidades.
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Quando a pergunta veio, Haeyi passou mais algum tempo naquela situação, apenas para atormentar a mais nova mesmo. Depois de analisá-la por mais longos segundos, um sorriso divertido surgiu em seus lábios, enquanto maneava a cabeça, indicando uma resposta negativa. Deixou que seus corpos continuassem seguindo no ritmo da música, até que esta tivesse acabado e uma sequência de melodias igualmente românticas chegasse. Ele deixou de prestar atenção nas letras, fossem elas coreanas ou internacionais, para pousar seus olhos sobre os ombros, pescoço e, principalmente, os pulsos de Gaim, fixando seu olhar na jóia que havia dado à garota antes de entrarem no salão.
Não havia nada de especial naquele tipo de contato visual, apenas uma necessidade quase mórbida do terceiranista de sanar suas curiosidades e primeiras impressões a respeito da aparência de Gaim. Quer dizer, ela era tão pequena, mas tão charmosa e agradável ao mesmo tempo! Inconscientemente, Haeyi sentia que estava tentando buscar algum motivo específico, nas feições da menina, para justificar aquele sentimento que pendia para uma coisa mais fraternal, por ela. Não que aquilo fosse sua prioridade no momento, já que, no instante seguinte, sua língua agia quase que involuntariamente ao proferir, num tom educado, apesar de não menos convidativo: – É, eu acho que tem algo de errado. – Agora ele havia interrompido os movimentos que ambos faziam pelo salão, para segurar Gaim pela cintura e mantê-la ali, parada, rente a si, enquanto a encarava. Haeyi dobrou um pouco seus joelhos e levou a destra ao maxilar feminino, voltando a sustentar seu olhar com base no dela. – Seus lábios não estão nos meus.
A surpresa era algo estampado no rosto da menina. Não só pela forma como o mais alto a segurava agora que pararam, mas também por suas palavras. Era como se seus pensamentos tivessem parado de repente. Estava pensando em sua maquiagem de novo, algo totalmente diferente do que ele disse então, pegando-a desprevenida. Gaim não estava ciente dos lábios um pouco abertos ou da expressão quase pasma. Estava processando o que escutou e isso acontecia em um diálogo de seu subconsciente com ele mesmo a respeito dela ter escutado certo ou não. Mas pelos dedos em seu maxilar, sua conclusão que não podia estar errada. Seu coração disparou, batia tão forte que ela achou que ele estava ouvindo. Como alguém que obviamente nunca teve um contato mais direto com nenhum garoto, era uma reação esperada. Ela queria correr ao mesmo tempo que queria ficar, mas não sabia o que fazer apesar de ser fácil notar que ela tinha que dizer alguma coisa.
Pensou a não só no quanto Haeyi estava sendo um verdadeiro príncipe para ela aquela noite, mas nas outras vezes que conversaram, no quanto ele era legal e em como provocava aquelas estranhas borboletas em seu estômago. Era como se pudesse ouvir suas primas gritando que ela seria boba de recuar… E elas tinham razão. Reuniu sua coragem uma vez mais ao que se perguntava se não estava gastando toda a coragem de sua vida naquelas últimas semanas. – Mas poderiam… Estar.
Não, ele não podia ter qualquer garota daquela escola, mesmo que a quisesse mais do que tudo. Não poderia chamar qualquer líder de torcida para sair no final de semana, tampouco conseguiria levar no papo as meninas mais estudiosas com quem lidava todos os dias. Não poderia levar qualquer uma que quisesse para seu apartamento num dia de aula, para que matassem todos os horários, justamente porque Haeyi não fora criado para aquilo. Sendo assim, por mais que tivesse uma lista extensa de nomes de pessoas com quem havia se envolvido, seria imbecilidade dizer que ele fazia o tipo de todo mundo e que, mais do que isso, queria todo mundo. Era isso que ele queria dizer para Gaim, quando percebeu aquele olhar surpreso e, se não estava enganado, bastante confuso, por parte da mais nova, se o caso para a hesitação dela envolvia alguma insegurança ou desconforto com aquele tipo de pensamento que ele desmentiria facilmente.
Contudo, seus pensamentos de investidas e persuasão foram interrompidos quando houve uma resposta bastante positiva em relação a seu comentário e seu singelo convite. Ainda assim, Haeyi demorou alguns instantes para passar recibo da situação e, finalmente, aproximar seus lábios. Por um instante não houve mais música ao seu redor, nem nada do tipo. Não houve um sentido sequer na letra que soava pelas caixas de som, nem mais pessoas naquela pista de dança. Havia somente a concentração por parte de Han, em tentar agir de maneira que não fosse ele o motivo para estragar a noite da Gaim, controlando-se até mesmo na intensidade do beijo quando ele finalmente aconteceu.
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Haeyi concentrou-se verdadeiramente em seus passos e nas memórias em sua cabeça sobre as aulas de dança que tinha quando era pequeno, tendo de conduzir sua irmã durante bailes e jantares que sua família dava. Não era nenhum mestre na arte, mas também não era tão desengonçado quanto algumas pessoas que viam seu tamanho, seriam capazes de julgar. Na verdade, tinha bastante destreza e cuidado; seus movimentos eram vagarosos e apesar de não serem exatamente precisos, ele segurava Gaim com firmeza pela cintura e vigiava seus passos para não acabar pisando na barra do vestido da garota. Não queria ser o maior motivo, dentre todos, para que a noite da primeiranista fosse arruinada.
Passou então a conduzi-la pelo restante do salão. Não rodou-o inteiro, obviamente, mas passou a levar Gaim para longe do ponto inicial, nas beiradas da pista de dança, até que estivessem praticamente no centro. Quando isso aconteceu, Haeyi deu um sorriso de canto, divertindo-se consigo mesmo e com o modo como sempre conseguia algum jeito de se colocar em destaque, mesmo inconscientemente.
Sua atenção voltou-se quase que inteiramente aos olhos de sua acompanhante, segundos depois. Sua expressão tornou-se um pouco mais séria, enquanto suas órbitas esquadrinhavam e captavam todo detalhe possível das feições alheias, quase como se não fosse mais vê-las pela manhã. Ou em qualquer outro dia.
Quase como se sua vida dependesse daquilo tudo que visualizava agora.
Gaim se questionava internamente se estaria recebendo atenção demais naquele momento já que seu inconsciente preferia muito mais ter continuado pelos cantos da pista de dança do que ali no meio. Bastou algumas olhadas para os lados para responder sua própria pergunta e isso a fez ter de conter um suspiro que vinha pela insegurança que chegava. Estava pensando sobre a manhã seguinte, na quantidade de garotas que estariam pegando no seu pé por causa daquele momento ou da noite como todo. Por isso foi por pouco que não esqueceu de chutar a barra do vestido para fora. Chutar, andar. Chutar, andar. Sua avó disse-lhe isso ao telefone quando recebeu o vestido já ciente que a menina teria problemas com o vestido longo. “Lembre-se disso ou você vai cair!”.
Quando voltou a olhar o outro deparou-se com um olhar intenso voltado para si, que fez suas bochechas esquentarem. Pensou que sua maquiagem tivesse começado a escorrer ou que houvesse alguma coisa nos cantos de seus lábios ou que seu cabelo estivesse ruim, mas forçou-se a não mexer as mãos para verificar essas coisas. Por isso seu tom de voz era claramente inseguro quando decidiu falar: – Tem alguma coisa errada? – Ela nunca pensaria que a razão fosse outra além de ter algo errado com seu rosto.
Quando a pergunta veio, Haeyi passou mais algum tempo naquela situação, apenas para atormentar a mais nova mesmo. Depois de analisá-la por mais longos segundos, um sorriso divertido surgiu em seus lábios, enquanto maneava a cabeça, indicando uma resposta negativa. Deixou que seus corpos continuassem seguindo no ritmo da música, até que esta tivesse acabado e uma sequência de melodias igualmente românticas chegasse. Ele deixou de prestar atenção nas letras, fossem elas coreanas ou internacionais, para pousar seus olhos sobre os ombros, pescoço e, principalmente, os pulsos de Gaim, fixando seu olhar na jóia que havia dado à garota antes de entrarem no salão.
Não havia nada de especial naquele tipo de contato visual, apenas uma necessidade quase mórbida do terceiranista de sanar suas curiosidades e primeiras impressões a respeito da aparência de Gaim. Quer dizer, ela era tão pequena, mas tão charmosa e agradável ao mesmo tempo! Inconscientemente, Haeyi sentia que estava tentando buscar algum motivo específico, nas feições da menina, para justificar aquele sentimento que pendia para uma coisa mais fraternal, por ela. Não que aquilo fosse sua prioridade no momento, já que, no instante seguinte, sua língua agia quase que involuntariamente ao proferir, num tom educado, apesar de não menos convidativo: -- É, eu acho que tem algo de errado. -- Agora ele havia interrompido os movimentos que ambos faziam pelo salão, para segurar Gaim pela cintura e mantê-la ali, parada, rente a si, enquanto a encarava. Haeyi dobrou um pouco seus joelhos e levou a destra ao maxilar feminino, voltando a sustentar seu olhar com base no dela. -- Seus lábios não estão nos meus.
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Não era o melhor dançarino do mundo e isso fazia com que Haeyi bancasse o idiota com alguns passos mais “exóticos”, vez ou outra. Tudo pelo bem de tornar sua noite e a de sua acompanhante divertida, já que ele sabia que não conseguiria nada disso se simplesmente ficasse sentado e observando quem ia e vinha, como fizera em seu primeiro ano, sequer aproveitando a companhia da garota bonita que havia arranjado na época. Sendo assim, gritou logo atrás de Gaim, pedindo pelo mesmo grupo, ainda que este não fizesse parte de seu gosto musical.
Recebendo a mesma resposta que ela da caixa de som, riu baixo ao testemunhar a cena que se formava. Alguns garotos tímidos chamavam suas garotas e muitas poucas faziam a situação inversa, por mais que tivessem sido elas quem tiveram de convidar seus parceiros. Ainda achando graça da situação, voltou sua atenção para Gaim e, novamente, toda sua coragem que muitos ainda achavam surpreendente em se tratando de uma primeiranista junto de um veterano, capitão do time de basquete e ex-concorrente nas lutas, representando a escola em campeonatos juvenis país a fora. – É claro que eu quero dançar. – Respondeu, com um sorriso tão grandioso que, se não fosse pela iluminação baixa daquele lugar, teria deixado suas covinhas extremamente à mostra para quem quisesse ver. Com cuidado, buscou pelas mãos pequenas dela, na intenção de pegar uma e conduzir Gaim quanto à posição em que deveria ficar. Seus dedos se ajustaram nas laterais da cintura dela e seus pés começaram a tramitar de lá para cá, esquerda e direita, em movimentos suaves. A música lhe era reconhecível, só não sabia apontar com toda a certeza qual era seu nome e quem cantava.
Um sorriso de gratidão apareceu quando olhou por cima do ombro depois de escutar o rapaz reforçando seu pedido. Duvidava que ele escutasse, mas foi muito legal da parte dele. Mesmo com outro ritmo, a menina não estava chateada, até porque depois daquele lindo sorriso que recebeu junto com a resposta positiva, ela não podia se sentir melhor. Gaim olhou em volta observando os casais ao redor para tentar ter alguma ideia do que fazer. Por mais que suas palavras parecessem corajosas, seu corpo não era tanto e prova disso era o coração batendo rápido demais com toda a coisa da dança. Tudo aquela noite era novo para ela, por isso sentia tanto nervosismo e se achava um pouco perdida também. Seus olhos pararam por um segundo em uma garota que não parecia nada envergonhada com a dança lenta, mas mesmo com a pouca iluminação dava para ver que ela estava apaixonada pelo garoto que tinha as mãos em sua cintura. Pensou que ela deveria ter esperado muito por isso… Decidindo focar no que importava de verdade, virou o rosto para seu par, fixando os olhos nos dele só para evitar dançar olhando para os pés. Mesmo que o vestido fosse uma preocupação constante. Apoiou a mão livre no ombro dele e deixou que a guiasse, sem prestar muita atenção na música na verdade, mas reconhecia a cantora. Seu inglês não era muito bom, por isso não tentou acompanhar a letra, mas sabia que era música de amor. Sempre eram, não? Mas os olhos de Haeyi eram mais interessantes do que a letra, definitivamente.
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감사해요~~_~ http://t.co/I6amhRriXj
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Trans cr; Mary @ bts-trans © TAKE OUT WITH FULL CREDITS
Você se salvou de um monte de problemas, isso sim.
Eu acho que elas inda sonham com isso. Desde que eu terminei o noivado a minha mãe não para de me encher para te chamar para um jantar lá em casa, mas como eu sou uma boa amiga estou te livrando dessa.
O rosto dele é bonito demais para ser amassado. Tá, mas no mínimo você vai levar um processo nas costas.
Eu sei bem disso.
Seja como for... Eu vou indo agora, Hay. Preciso acordar cedo amanhã e tenho preguiça só de pensar nas coisas que tenho que arrumar para estar tudo pronto quando eu levantar. Cuide-se, garota.
Obrigada por ainda ser o meu melhor amigo, não é como se eu tivesse muitos, né. Sabe? Foi ela que arrumou toda essa história de casamento. Tudo bem que ela achou que ele fosse um cara legal, mas a sua tia estava muito mais interessada no status que isso iria me fornecer.
Por que não? Ele é tão bonito. As fãs dele vão acabar com você.
Ela e minha mãe ainda jogam na minha cara que eu só fiz merda da minha vida, sendo que a maior delas não foi ter te pedido em casamento.
Eu sei que elas me julgam por trás a cada nova reunião entre nossos familiares, nas quais eu levo alguém para apresentar ou sempre que você arruma algum rolo por aí. Eu fui criado para te fornecer esse “status”, afinal. Mas arruinamos todos os planos das velhas.
E daí que ele é bonito? Eu sou mais forte e não tenho medo de mulher.
Você é uma chato, isso sim. Eu me esforço, tá?
Obrigada por isso, eu mesma queria ter enfiado a mão na cara dele, mas a minha mãe estava lá, se eu fizesse isso ela acabaria comigo depois, falando que eu sou ingrata e que eu não sei o que é bom para o meu futuro. Essas coisas que ela faz.
Eu sou o seu melhor amigo, apenas isso.
Minha tia sabe que você sabe o que é melhor para você, ela só estaria tentando manter a etiqueta da sociedade coreana. Acredite, nenhuma mãe gostaria de ver a filha sendo tratada daquela maneira.
O próximo babaca que eu vou socar é aquele que faz par romântico contigo. Não gostei do cidadão.

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Um lugar melhor? Pode.
Então vamos.
Eu só preciso avisar ao Hakyeon que não voltarei de carona com ele.
Eu posso te tirar desse salão e te levar para algum lugar melhor?