NĂŁo me sinto bem a dias
Desculpe por esconder isso, Ă© pq vc Ă© um dos poucos motivos de eu ficar feliz
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NĂŁo me sinto bem a dias
Desculpe por esconder isso, Ă© pq vc Ă© um dos poucos motivos de eu ficar feliz

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Andei sobrecarregado nos Ăşltimos dias
Pude suprir até o final, mas acabou que todas as inseguranças voltaram a tona
Pequenas coisas que aprendi a nĂŁo ligar, aconteceram de novo e assim voltei a me sentir mal
Aquela que trás consigo muita alegria e sentimentos bons
Me sinto vivo ao ter o prazer de viver ao seu lado
Sabe-se que um dia irei casar com a donzela da torre satélite
Finalmente ao encontrar alguém que me desse esperança de ser feliz novamente
VocĂŞ Ă© meu central de tudo
Trás meu astral de volta
É mais provável que
Seja compatĂvel
Eu juro acreditar
Que vamos estar no pé do altar
Quero seu sorriso desenhar
A beira mar
Juro nĂŁo partir
Pois quero contigo dividir
Minha existĂŞncia
Se um dia tu voltasse
perguntaria se contasseÂ
nas vezes que em ti eu pensasse
EntĂŁo num fundo escuro tudo se pintasse
nossa distância se encurtasseÂ
imagina se tu me matasseÂ
Já sabia que se cansasseÂ
queria em seu corpo habitasseÂ

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Sem via de dúvidas dentre todas as minhas canções Você foi a que mais de deu emoções A que mais me deu motivos para sorrir nesse mundo de erupções
Coisinha linda Que veio de uma ida Sem volta Que sem querer mudou minha vida E agora participa de cada pensamento meu Que me faz sentir seu
Meu sentimento por ela é Forte, inexplicável, intranscritĂvel incrĂvel, sensĂvel, incompreencĂvel tĂŁo... ela...
Falta-me palavras para descrever elaÂ
Falta-me folĂŞgo para falar com elaÂ
Falta-me prestar atenção no mundo ao redor quando vejo elaÂ
É algo tĂŁo difĂcil de explicar Precisarei aprender todas as lĂnguas do mundo para ter uma palavra para descrever ela.
Café
Em uma xĂcara de café Bebo-teÂ
Me acordando pela manhĂŁ com seu sorrirÂ
Sintonia Musical
Ficamos em uma perfeita melodia, Nossas notas se completam Se tornam sinfonicas.
Cada acorde um momento eterno Binário e milênario
Suas rimas com as minhas Juntinhas Junto à Beethoven Ode à alegria!

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“Achei em meus arquivos”
Quando leres estas palavras provavelmente já me terá aparecido mais uma borbulha na cara, ja terei chorado mais umas quantas vezes porque sou provavelmente a pessoa mais feia do mundo e porque, na verdade, a mulher que eu amo nunca será minha. A minha vida nĂŁo presta quando se Ă© como eu, um quase-criança-quase-adulto, um quase ser humilhado-quase-respeitado por toda a gente. Sou morador de uma terra de ninguĂ©m, uma pessoa sem encaixe possĂvel do que me rodeia.
 Sou um extraterrestre de mim mesmo, é isso que eu sou.
 Nada do que faço está bem feito. Se quero jogar sou infantil,  se quero sair à noite tenho mania de que sou grande. Estou apeado bum lugar em que nenhuma decisão depende de mim, em que tudo me passa por cima, pelo lado, por baixo. Tudo se passa apesar de mim. E tudo o que passa por mim me dói. Sou um monte de dúvidas, um monte de insuficiências, um monte de sonhos e um monte ainda maior de pesadelos. Sou um não-ser.
 Sou o que nunca fui e o que nunca voltarei a ser, é isso o que sou.
E depois acontece o futuro. É isso o que me acontece todos os dias: o futuro. Não faço ideia do que me acontecerá mas não quero ser mais um. Não quero a rotina triste do meu pai, a rotina triste da minha mãe. Quero a euforia. Quero amar, quero dançar, quero viajar, quero imaginar e depois quero realizar tudo o que imagino. Quero pelo menos mudar o mundo como os poetas o mudam. Quero estar contra a sociedade, contra o que é imposto, contra os professores, contra os que não sabem nada e me acusam de nada saber. Quero a rebelião, a revolta. Lutar contra o que só poder ser.
 Sou o que sei que se calhar nunca poderei sei. É isso o que eu sou.
 Todos me criticam porque ninguém sabe onde acontece. Porque os que não têm a minha idade se estão nas tintas para os que estão na minha idade, chamam-nos palermas, inconsequentes, criaturas incapazes, paradigmas de uma sociedade falida; e porque os que têm a minha idade estão demasiado perdido nas suas próprias dúvidas, demasiado fechados em si mesmo, para poderem olhar à volta e perceber que há outros assim, outros ali, ao lado, no mesmo lugar, com ao lado, no mesmo lugar, com as mesmas dúvidas, as mesmas inquietações. Ninguém olha pra mim.
 Sou o que percebe que ninguém o olha porquê está sempre a olhar-se, é isso que eu sou.
 Sei que penso demais. Sei que questiono demais. Sei que não devia magoar-me não saber  quem sou, por que sou, por quem sou - até de quem sou. Mas magoa. Não deixa de magoar. Sei que não devia magoar-me ouvir uma simples música, ler um simples texto, receber um simples e-mail. Mas magoa. Às vezes magoa. Às vezes tudo magoa.
 Sou uma criatura às vezes toda magoada, é isso o que eu sou.
 À minha frente só um muro. À volta só um muro. Uma rua fechada. Uma asfixia constante. Uma sensação de pescoço apertado, um medo silencioso,  uma agonia opressora. Ou tudo ou nada. E um pessimismo confortável. Sento-me para sofrer, fecho-me para sofrer. Há tanto para sofrer. O corpo em obras, as noites de estudo, os colegas cruéis, o amor por corresponder, o desejo nunca saciado, a incompreensão dos pais. Há tanto para sofrer e tão pouco rir. É claro que me rio muito, que brinco muito, que passo a vida a dizer piadas aos meus amigos. É claro que me vou aguentando. Mas por dentro pouco se mexe. O optimismo dá muito trabalho e parece-me oco. Nada é mais grave do que crescer. E eu não paro de crescer. Apetece-me o que só os adultos têm e não deixa de apetecer-me o que só as crianças tem. Apetece-me tudo o que ainda não tenho e tudo o que já não tenho.
 Sou sobretudo o que já não tenho, é isso o que sou.
Quando leres estas palavras provavelmente já me terá aparecido mais uma borbulha na cara, já terei chorado mais umas quantas vezes porque sou provavelmente a pessoa mais feia da escola e de todo o mundo e porque, na verdade, a mulher que eu amo nunca será minha. E tu:
 Quantas lições aprendeste até agora ?
(04/07/2016)
No meu vocabulário não há palavras para descrever ela
Assim como uma nota musical.
Sua voz ecoa em minha mente ♫
Seu sorriso me cativa
Me deixa à derivaÂ
Num mar de pensamentosÂ
Talvez um pouco sonolento Receba meus lamentosÂ
Pois não tenho um bom letramento.
Ela
É o gatilho pra várias emoções
Assim como o velho Colt
É de ligar pra outras opiniões
Pois liga pra sua aparĂŞncia
Mexe com vários corações
Mas tem poucos que mexem com o dela
Não é de muitas abreviações
NĂŁo manja de textos mas tem boas palavras
É o motivo para minhas canções
Nas quais compus e ninguém ouviu
Não gosta de chorões
Mas curte um Charlie Brown
Ela é a fórmula de algumas poções
Que fazem pirar o cabeção
Quando passa chama multidões
Existem algumas afirmações
Que de vocĂŞ eu penso a toda hora
Acho que tenho algumas plantações
De você na minha cabeça
Já tive paralisações
Ao ver esse sorriso
Pois é uma das personificações
De beleza.

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— Os livros sĂŁo chatos. — Os livros sĂŁo espelhos: Neles sĂł se vĂŞ o que possuĂmos por dentro.
A sombra do vento  (via orgulho)
Sorriu o dia inteiro, mas a noite desabou…
(via luuhakiko)