hope (victoria dakota) carter é uma dama da casta seis, que veio de labrador para ser dama de companhia. aos seus vinte e sete anos, hope é extremamente parecida com olivia cooke. (pinterest | spotify)
Era uma vez… Essa era a forma como Victoria queria que sua história começasse. Num mundo encantado, onde as coisas eram perfeitas, sua família tinha o bom e o melhor, e não existiam preocupações. Infelizmente, aquilo não estava mais longe de ser verdade. Nascida na província de Carolina, num parto atípico numa manjedoura, seu primeiro respiro já foi forte, mostrando que independente das circunstâncias, ela sobreviveria. Seus pais, um casal da casta seis sem muita perspectiva de futuro, estavam fugindo da vida que tinham em busca dos rebeldes. Ouviram dizer que apenas eles seriam capazes de acabar com o sofrimento da população e ajudá-los a ter uma vida melhor. Quem poderia culpá-los por quererem algo a mais em suas vidas? Ambos vinham de famílias grandes, em que a fome era uma amiga comum e a exaustão era o único sentimento que conheciam.
O nome escolhido para a garota, Victoria, demonstrava grandes expectativas que seus pais tinham. Era a primeira chance que eles tinham de vencer na vida: estavam buscando uma vida nova para que Victoria pudesse florescer e prosperar. Quem sabe um dia ela poderia ser o que ela quisesse: uma atriz famosa ou uma médica. Oras, se ao menos ela aprendesse a ler estaria no lucro. As altas expectativas foram atendidas ao chegarem no acampamento Jericho que mesmo sendo levemente desorganizado, ainda tinha mais possibilidades que a sua antiga vida. Parecia uma realidade paralela onde pessoas de todas as castas conviviam em harmonia e trocavam suas habilidades. Antigos professores eram responsáveis pelas escolas, enquanto antigos trabalhadores braçais garantiam que tivessem comida e casa. Todos precisavam fazer algo. Homens fortes e saudáveis que faziam reuniões atrás de portas fechadas, e aquele era o papel do pai dela: garantir o futuro deles. Victoria era jovem demais para entender no que sua família, principalmente o seu pai, estava se metendo.
Aos cinco anos de idade, seu pai foi numa missão com o objetivo de assassinar o rei Porter. Entretanto, o grupo não teve acesso ao rei, mas os pequenos príncipes estavam em evidência, desprotegidos, e mesmo que não fosse a missão, o líder Theo não queria voltar de mãos vazias. Finn não pode deixar que o homem matasse os príncipes. Benedict tinha a mesma idade da sua filha! Furioso como estava, obviamente Theo não iria deixar o homem escapar intacto. Com o assassinato de Finn Carter na frente da sua família, Paige engoliu qualquer reação para que não fosse a próxima, e então fugiu na calada da noite com a filha. Não tinha como voltar para sua velha vida, então a única possibilidade que tinha era encontrar o outro grupo de rebeldes dos quais ouviam o seu grupo reclamar.
Foi em Labrador onde os encontraram. Era um campo altamente escondido, mas depois de perambular por um tempo nos arredores das cidades, onde sabia que normalmente os rebeldes encontravam outros fugitivos, viciados, ou apenas pessoas buscando aquela vida, elas foram encontradas e abarcadas no novo grupo. A vida dentro daquele novo grupo parecia estranhamente igual. Talvez porque Paige nunca esteve envolvida com a parte de milícia do outro grupo e, por isso, ela nunca conseguiu confiar completamente.
Durante os próximos anos, Victoria cresceu como uma criança quase normal. Era extremamente curiosa e intrometida. Havia aprendido a ler (um grande sonho da sua mãe), e a contar. Adorava histórias de princesas, mas ela quem lidava com seus próprios dragões. Era sempre muito independente e desbocada, desafiando até mesmo as crianças mais velhas. Cresceu confiante, mas desconfiada. Sua mãe sempre advertiu para ter cuidado com as pessoas. Mesmo os rebeldes nortenhos tendo cuidado delas, Paige não conseguia mais confiar em ninguém, o que fez com que sua filha também desconfiasse. Confie, mas confira. Não era para ela confiar, de fato, mas seguir o fluxo das histórias. Victoria seria quem precisasse ser para sobreviver. Era isso que tinha aprendido com o que sua mãe falava. Oh, se ela fosse uma casta cinco como as pessoas de fora teria sido uma ótima atriz, porque sentia que havia fingido a sua vida inteira.
A propensão para histórias de Victoria foi notada por Augustus, que achou que a moça seria perfeita para se infiltrar no castelo. Por muito tempo os rebeldes queriam uma camaleoa. O maior problema talvez fosse mantê-la interessada na missão, porque oras Victoria não se importaria de mudar de lado se fosse para o seu benefício próprio. Então, Victoria começou a ser treinada para trabalhar para a realeza, só o futuro diria com o quê exatamente.
Com um rosto inofensivo, havia sido fácil demais para os rebeldes do Norte infiltrar-lá no castelo aos vinte e dois anos. Uma vida inteira forjada por pessoas que, iguais à ela, eram infiltradas. Seu novo nome, Hope, era uma grande piada interna dela ser a última esperança. Sua missão era juntar o máximo de informações possíveis sobre a atual família real para que os nortenhos pudessem encontrar as informações sobre o velho mundo e pudessem reverter os caprichos de Gregory Illéa que os haviam levado àquele ponto. Um desejo bastante nobre, Victoria concordava, mas o seu interesse próprio também estava em jogo. Estar no castelo lhe abria um leque novo de oportunidades e, quem sabe, não começaria o seu grande “era uma vez”. Não levou nem um ano completo para que Victoria chamasse atenção do Rei Porter, como uma versão mais jovem da rainha que um dia ele amou (talvez não tanto pela aparência, mas por uma personalidade forte). Pelos privilégios que vinha com o relacionamento, Victoria não estava abaixo de ser amante do Rei, mesmo que ela almejasse a anel em seu dedo.
O novo papel que lhe foi dado, como dama de companhia da Rainha, deveria ser insuportável para a mulher, mas concedia à Victoria vantagens naquele castelo. Outros empregados não ousam questioná-la demais. E era assim que ela vivia os últimos quatro anos.
HEADCANONS (possíveis triggers):
Ela tem uma tatuagem da estrela do norte na lateral do pulso, o símbolo que poucos sabem ser da causa rebelde.
O seu apelido em casa é Tori.
Apesar de saber que seu pai foi assassinado na sua frente, não lembra do acontecido, apenas de um barulho alto e, por conta disso, não gosta de armas, apesar de saber manejar uma.
Existe apenas uma foto do seu pai, que ela guarda num fundo falso na primeira gaveta da sua mesa de cabeceira, junto com a cifra dada por Augustus para que pudessem se comunicar.
Muitas vezes Tori guarda informações passadas pelo rei ou que ela descobre porque se acostumou com a vida no palácio e não quer abrir mão de tudo isso.
Tori nunca admitirá isso em voz alta, mas ela adoraria ter sido uma das selecionadas.
Uma das suas coisas favoritas de fazer no acampamento Lock Haven (Norte) era cavalgar, e é algo que ela ainda faz no seu dia a dia no palácio, sempre que tem um tempo.
Ela tem um pingente dado por Augustus que porta uma pequena cápsula de cianureto de potássio. Tori preferia a morte ao seus termos do que ser capturada nos termos da família real.
Tori carrega duas facas (uma de lâmina fixa e uma de lâmina automática) na coxa, e só as tira quando sabe que irá encontrar com o rei.
Tori conta muitas histórias inventadas de sua infância como casta seis ou em Labrador, todas espelhadas em experiências da sua mãe.
Ela detesta cozinhar, apesar de saber, então se algum dia ela decidir cozinhar para alguém, é especial.
Acha flores o presente mais sem graça da face da terra, e provavelmente jogaria as flores de volta em quem lhe desse um buquê.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Havia sido muito difícil achar um presente para o seu amigo secreto. O que dar há uma mulher que podia ter tudo? Honestamente, nada do que Victoria desse seria impressionante, então o mínimo que ela deveria tentar fazer era algo que pudesse ter algum significado. Então ela escolheu um colar de uma marca famosa em Illéa com a inicial da filha da rainha. “A minha amiga secreta é uma pessoa que eu não tenho muita intimidade, mas ela sempre pareceu uma pessoa muito gentil, apesar do título de rainha. Ela também parece ser uma mulher muito forte e determinada, e ela mostrou tudo isso na fantasia que ela escolheu no Halloween,” Tori deu um sorriso. “Vossa Majestade, Alexandra Di Savoia.” ( @queenbalexv )
hope victoria carter for christmas’ cocktail party
I've been lonely long enough. Will I find you when the night is over?
como nos últimos quatro anos no castelo, Tori escolheu o vestido vermelho feito por uma das costureiras do castelo para o tradicional evento, num tom menos vivo que o da rainha. Como um dos poucos eventos que a rainha realmente faz sua aparição, é importante que Tori apenas apareça como suporte da rainha, mesmo que ainda precise passar uma boa impressão pela vestimenta.
“depende do que está me perguntando.”, respondeu, sem muita cerimônia. “talvez facilite, se for direto ao ponto.”, respirou fundo, ajeitando a sua postura na cadeira, enquanto o seu dedo indicador coçava a sua boca. embora aparentasse ser impaciente, dmitri estava na maior calma que poderia em seu interno, apenas não tinha tempo para arrodeio desnecessários.
“Não sabia que a minha pergunta havia sido tão difícil, vossa Majestade,” a alfinetada saiu de maneira tão natural que ela não conseguiu conter a língua antes que as palavras saíssem da sua boca. “Perguntei se as acomodações estão ao seu gosto, e se posso ajudar-lhe com alguma coisa. Vossas Majestades Reais estão preocupados com o bem estar de seus convidados,” ela adicionou com calma. Para alguns, cinco anos poderiam não ser suficientes para saber lidar com todas as realezas. Para ela, depois de cinco anos com Porter e Abby, ela se sentia pronta para lidar com qualquer outro.
Não consegui parar de pensar e se perguntar se Hope sabia que a Saint Benedict era sua. Talvez ela não soubesse, por isso seus pais também não sabiam. Mas talvez ela soubesse e havia guardado aquele segredo para si mesma. Ele não conseguia decifra-la e isso o intrigava. Nem as respostas dela respondiam as perguntas não feitas dele, mas como poderiam? Tomou um segundo para olhá-la de cima a baixo de forma discreta, agora que ela estava devidamente vestida ele não conseguia apagar de sua mente a imagem dela do outro dia, no entanto fingiu compostura, lembrando a si mesmo que ela estava com seu pai. “Onde estão os meus modos?” - Ele revirou os olhos rindo, no mesmo tom que ela usava para cumprimentá-lo. Fez uma reverência exagerada, como se ela fosse uma rainha mas o sorriso zombeteiro nos lábios o entregava. “Boa noite senhorita.” - Estava pronto para dizer que eles não se viam todos os dias, mas então se lembrou da fala dela no outro dia, quando ela dissera que ele era quem não a notava. Uma falha dele, é claro. “De fato.” - Ele disse, fugindo um pouco assunto. “Só não temos o costume de nos encontrarmos fora do palácio.” - O que ele pelo menos achava ser verdade. “Ohh sim, você trouxe a lista do que ela quer? Alguém já cuidou disso?” - Se quer se tocou que havia entrado no modo proletário da vinícola, mas quando acabou se tocando, revirou sinólogos. Ah que se foda, estava cansado de esconder aquilo das pessoas, estava orgulhoso demais de seus feitos para ficar se escondendo. Sua mãe era sua maior consumidora, sem se quer saber que a vinícola era dele, duvidava que ela o forçaria a fechar o lugar se descobrisse. “Sendo assim, talvez na próxima vez eu devesse procurá-la então.” - Ele brincou. Quando ela disse estar voltando para o palácio Benedict franziu o cenho pois tivera a impressão de que ela havia acabado de chegar, mas deves ser apenas sua impressão errada. “Neste caso você está livre, não é mesmo?” - Ele olhou no relógio de pulso. “A essas horas minha mãe deve estar completamente bêbada, não vai precisar de você. O que quer dizer que ela não precisa de você.” - Ele apontou com uma piscadela. “Já jantou? Eu estou morrendo de fome.” - Por mais estranho que fosse para ele, o fato dela estar dormindo com seu pai, Hope parecia uma garota bacana, gostava da presença dela, de passar o tempo ao lado dela apenas jogando conversa fora.
Ela deu uma risada com o gesto exagerado e teatral, deixando que ele terminasse todo o cumprimento. “Melhor,” murmurou com um gracejo, ainda que não se importasse muito. Aquilo ela não poderia refutar. Eles viviam vidas completamente diferentes, dentro e fora do palácio, então seus círculos de convivência não se cruzassem muito. Por mais que Tori tivesse acesso aos círculos da alta sociedade, ela não pertencia aquele mundo tanto quanto ele. Ela poderia ser a dama de companhia da rainha, mas ela ainda era vista como uma seis. “Obrigada, my knight in shining armor,” ela disse dando um soquinho no ombro dele, “eu consigo me virar bem, já consegui tudo que foi pedido,” não que ela não achasse gentil da parte dele se mostrar tão solícito, mas ela estava acostumada a cuidar dela mesma a vida toda, então tudo já tinha sido resolvido sem que ela precisasse acionar o proprietário. Além disso, ela não iria deixar ele saber que sabia do segredo assim simplesmente. “Essa é a sua forma de admitir que quer me ver, Benny?” Tori provocou como se fossem velhos amigos. Até o momento Benedict não havia cortado-a de maneira incisiva, de forma que ela entendesse que não podia brincar com ele dessa forma, então enquanto ele não o fizesse, ela iria tratar ele como trataria qualquer outra pessoa. Ela sempre havia sido respondona e cheia de opiniões, e ali no palácio ela tinha começado a brincar mais com as provocações, mesmo que vazias. “Assim eu vou achar que você até gosta de mim,” não que ela estava falando de gostar de uma forma romântica, era apenas uma frase provocativa, como amigos. Podiam ser amigos, não era? “Free as a bird,” porque ele não estava errado. Abby deveria estar dormindo já, ou ocupada com sua garrafa de vinho. Normalmente quando ela se encontrava no fundo da garrafa, ela não exigia a presença de Tori, a não ser que fosse para limpar a bagunça que ela deixava para trás. Não era exatamente o seu trabalho, mas ela responsável por manter Abby mais apresentável, então ela achava que esconder a quantidade de garrafas consumidas pela rainha era parte das suas tarefas. “Nop. Parece uma ótima ideia,” ela disse com um sorriso, “o que tem em mente?”
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Esperava qualquer resposta dela, menos aquela, por isso quando Hope disse que eram os olhos dele, Benedict ignorou a ressaca e apenas jogou a cabeça para trás, gargalhando. “Essa é a primeira vez que alguém me disse ter se atraído pelos meus olhos bondosos.” - Ele confessou divertido, mas conforme ela continuava falando sobre o físico dele e sobre ele ser o príncipe Benedict acabou parando de rir e pagou-se pensando na resposta dela. Hope era de uma casta baixa, ele não poderia culpá-la pela ambição de querer crescer, de ter o que nunca tiveram, de ter luxo para si. Claro que ele nunca tinha passado por isso, havia nascido em berçário de ouro, por isso nunca entenderia completamente o outro lado, mas não julgava e podia pelo menos imaginar. Estalou a língua fingindo estar chateado. “Então quer dizer que nunca teria olhado pra mim se eu não tivesse essa coroa ridícula e imaginaria sobre a minha cabeça?” - Ele perguntou com um biquinho nos lábios. “Ou o meu físico seria suficiente?” - Brincou novamente, dessa vez não se aguentando e rindo. “Mas agora é sério, se estava tão interessada deveria ter insistido mais, sou bem mais bonito que meu pai, vai.” - Por mais que ele falasse que era sério, estava longe de ser, Benedict continuava a brincar e não achava que pararia tão cedo. “Você desiste muito fácil. Talvez tudo o que precisava era aparecer só de calcinha e sutiã na minha frente. Homens são lerdos.” - Disse como se confidenciasse um segredo. “Poxa, e qual a graça em me constranger?” - Não que ele ligasse, tentaria sempre entrar na brincadeira pois era a melhor forma de passar pela situação. “Não estou pois elas são reais, se não fossem, acredite que já estariam aqui no chão.” - Brincou novamente, mas mal sabia ela que ele já havia colocado suas tripas reais para fora mais cedo. “Talvez você precise de uma noite de folga, para se divertir. E quando digo em se divertir, estou deixando meu velho pai de fora disso. Aliás…Como você consegue? O negócio dele ainda funciona?” - Pois se ela não perderia a chance de lhe constranger, nem ele perderias retribuir.
“Não é pra você rir de mim, asshole,” ela disse, inclinando para frente para empurrá-lo de leve no ombro. Mesmo que ele não parecesse chateado ou sério, ela não conseguiu deixar de não responder com um pouco de seriedade: “Você preferia que eu mentisse para você e dissesse que não influencia em nada?” Ela perguntou deixando a cabeça pender para um dos lados. Talvez fosse porque ela era tão vigilante na sua vida que ela não conseguia ver as relações sem uma transação, cada qual com a sua intenção por detrás. “Acho que a sua coroa imaginária influenciaria até mesmo se você casasse com uma princesa. Afinal, teria sido um acordo político por causa dela, não é mesmo?” Ela não se importava de ser vista como um caça-coroas, uma interesseira, ou o que quer que passasse pela cabeça dele (e de todas aquelas outras pessoas que certamente a olhavam atravessado). Por um lado, Tori não era apenas a pessoa que eles viam, uma personagem criada para fazer parte da corte. Quase ninguém ali sabia quem ela era de verdade, e às vezes até ela se esquecia. Mas quando ela lembrava, ela sabia que era uma pessoa com intenções melhores acima de tudo. Ela estava arriscando sua vida ali por Illéa, não só por si. Por outro lado, melhor interesseira do que traidora. Ao menos a sua cabeça se manteria no pescoço, o que ela apreciava bastante. “Mas o seu físico teria sido suficiente,” ela adicionou, dessa ver no mesmo tom de brincadeira e zombaria que ele usava. Certamente não teria empurrado ele da sua cama se ele não fosse rico, ou da realeza. Ela rolou os olhos levemente, com os lábios pressionados num sorriso pequeno. Parte dela queria responder aquilo, dizer que ele não sabia como não era fácil dizer não para o homem mais poderoso do país. E não, ela não fazia isso porque era obrigada, mas depois de não conseguir atenção de um, era bom ser vista por outro. “Você provavelmente teria saído correndo de mim igual agora, quase caindo do sofá,” ela decidiu responder dessa forma, mais amena, leve e divertida. “Você fica vermelhinho, e foge de mim... É engraçadinho,” respondeu. “Eu definitivamente preciso de folga──Você não quer ouvir sobre isso, Benedict,” ao contrário dele, ela não ficava nem um pouco constrangida sobre sua vida sexual. Inclusive, talvez devesse começar a falar só para constrangê-lo de novo, mas ela imaginou que ele poderia fugir novamente. “Eu sei que não faz diferença para você, mas é apenas um relacionamento de conveniência,” acabou adicionando distraidamente. Não era esperto falar para o filho do rei que ela não o amava, mas podia deixar em aberto daquela forma, que ambos apenas usavam um ao outro.
Com o fim de seu noivado com Helena e a partida dela de volta para a Áustria, Benedict ainda não sabia como se sentia ou como deveria se sentir. No entanto, não era como se estivesse triste. Helena e ele eram como água e óleo, não se misturavam e mesmo que ele estivesse tentando dar uma chance para aquele relacionamento nos últimos dias, tanto ele quando Helena viram que seriam completamente infelizes no futuro. Ele de fato se sentia um pouco mais aliviado, apesar de também se sentir um pouco perdido. Terminava de assinar alguns contratos quando deixou seu escritório na vinícola. Passava das oito e ele estava faminto, mas ao mesmo tempo ele queria relaxar, o que lhe fez lembrar de algo que havia escondido em sua gaveta. Pegou o cigarro de maconha, colocou no bolso do casaco e então saiu. Contudo tamanha fora sua surpresa quando ao abrir a porta, se deparou com Hope se aproximando do corredor. “O que faz aqui?” - Perguntou num sorriso de canto. Não esperava ver a dama de companhia de sua mãe ali. “Está me segui simple acaso?” - Ela sabia de seu segredo sobre a vinícola?
Victoria gostava de quando era mandada para fazer tarefas por Angeles. Deixar o palácio por algum tempo era um respiro de normalidade, uma forma de esquecer um pouco a batalha constante que travava dentro dela, e se afastar de Porter e Abby por um tempo. Para um casal insano, os filhos eram quase... normais. A sua tarefa naquele dia era na vinícola St. Benedict, que ela sabia ser de Benedict. Não era como se estivesse fugindo dele desde o encontro no salão da família real, mas ela também não havia ido atrás dele. E, definitivamente não estava passando na parte administrativa da vinícola por causa dele. Tori estava vestida com uma blusa de gola preta e mangas longas e uma saia plissada abaixo joelho nude, com scarpins brancos. Poderia muito bem estar de calças, um pequeno luxo de se disfarçar de uma casta da qual as pessoas pouco ligam em como ela se vestia. “Boa noite, Benedict. Como você está? Eu estou bem, muito obrigada,” falou com implicância ao fato dele mal ter dado oi. “Quem ouve até pensa que eu não lhe vejo todos os dias, Ben,” ela disse com graça. Talvez ele que não notasse direito que ela estava sempre presente, afinal seu trabalho realmente exigia que ela desaparecesse ao fundo. “Sua mãe pediu que eu viesse conferir o pedido para o coquetel de Natal, e cá estou eu,” ela levantou as mãos. “Se eu soubesse que queria tanto me ver para achar que eu estou lhe seguindo teria lhe encontrado antes,” era claro que havia escutado sobre o fim do noivado, e queria perguntar como ele estava, mas se lembrava também que não eram exatamente amigos. Conhecidos. Pessoas que conviviam juntas dadas as circunstâncias. Algo do tipo. “Então... Eu já estava voltando para o palácio.”
Se Benedict fingisse não estar surpreso, seria apenas isso, um fingimento. Sua boca estava levemente aberta permitindo que um riso descrente escapasse. “Não, eu não acredito nisso.” - Ele disse achando graça. Haviam tantas perguntas borbulhando em sua mente naquele momento que aquela revelação havia trazido que ele se quer havia como colocá-las em ordem. “Mas por que?” - Ele quis saber interessado. “Por que estava interessada em mim? Seja honesta.” - Não queria julgar a moça, mas não eles não se conheciam, muito provavelmente era por sua coroa, já que ela havia acabado mira do em seu pai. Acabou gargalhando, mesmo com toda aquela dor de cabeça. “Você não vai deixar esse assunto pra lá, não é mesmo?” - Ele revirou os olhos e então respirou fundo. “Não me orgulho, mas estava um pouco de cabeça cheia por causa desse noivado, alguns comentários que não gostei de ouvir. Essas coisas.” - Ele deu de ombros. “Não é como se eu não estivesse acostumado a beber, apenas acabei misturando mais do que eu deveria. Mas é você? Aproveitou o baile?”
Ela pendeu a cabeça para o lado, analisando o rosto do príncipe mais novo. Para Tori, era bem simples ── havia se sentido atraída por ele. Não sabia exatamente o motivo, e não era como se ela analisasse todas as suas atrações. Simplesmente acontecia, e não estavam falando de juras de amor, só sexo. A coroa poderia ser um atrativo, mas ela nunca pensou em ser princesa. Antes de se acostumar com a vida no palácio, com as facilidades oferecidas por Porter, ela não tinha pretensão diferente de juntar as informações necessárias. Benedict parecia unir o útil ao agradável; conseguir suas informações e, bem, ele não era nada mal aos olhos. “São seus olhos,” ela respondeu, com o olhar fixo no dele, “você tem um olhar bondoso. O fato de eu saber como você é sem camisa também ajuda bastante,” ela adicionou com graça, “e é claro que ser literalmente um príncipe não prejudica,” adicionou aquela parte porque sabia que era o que ele queria ouvir. Ela sabia o que ele pensava, e não estava de todo errado. Que ela estaria atrás da coroa, dinheiro, status. Mas a verdade era tão mais complexa que aquilo. E não importava o que ela falava, não achava que ele iria acreditar que a coroa não importava. Tori precisava de uma fonte de informações, e a coroa não lhe parecia uma péssima ideia, mas também não era como se não pudesse realmente se interessar por Benedict. Não mentia quando falava dos olhos dele. Mas no fim das contas, ele não pareceu vê-la, enquanto o rei a viu. Sabia que ele não via com bons olhos o caso que ela tinha com o seu pai. E não podia culpá-lo, afinal, qual filho iria ficar feliz com as traições dos pais? Mas Tori não achava que ele entendia completamente o que significava para ela ─ não apenas o fardo de dizer não para o homem mais poderoso do país, como o poder que ela subitamente tinha ali. Ela cresceu longe do sistema de castas, então foi apenas no castelo que ela entendeu o que era se sentir invisível, até que Porter a viu. Ela se fez relevante novamente. Ao menos por um tempo. Mas Benedict não iria se importar com aquilo. “Óbvio que não. Se eu tenho uma chance de lhe constranger um pouco, pode ter certeza que eu vou usar,” ela disse num tom zombeteiro. “Ei, acontece nas melhores famílias. Você ainda parece muito bem, alteza, não está vomitando suas tripas reais por ai,” disse com graça novamente.
“Aproveitei sim, mas não podia beber tanto... Ainda a trabalho.”
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
rae deu um sorrisinho tenso, ao cerrar os olhos. “você não vai me entregar, vai?”, perguntou, preocupada. “oh, não se preocupe. tenho, sim. estou comendo essa hora por pura ansiedade. peço desculpas por ter entrado na cozinha sem autorização. é só que… i have this thing.”, explicou-se. “você não quer saber sobre isso.”, sorriu, sem graça. “mas assim que eu terminar, eu volto para o meu quarto.” rae não estava mentindo. não via graça em ficar burlando as regras da seleção, pois sabia exatamente que haviam punições para isso e rae precisava se manter ali por mais tempo. deu outro sorrisinho, antes de voltar sua atenção à tortinha de limão.
"Nah,” murmurou balançando uma das mãos como quem espanta aquela conversa. Duvidava que Alexander tinha interesse em saber que uma selecionada havia entrado na cozinha escondida. Na verdade, se impressionava que mais delas não havia o feito. Uma das vantagens da seleção era certamente a quantidade de comida disponível, e iguarias que provavelmente nunca teriam experimentado de outra maneira. Apesar de não faltar comida para todos no acampamento, não tinham acesso a nada muito sofisticado. A maioria das coisas eram cultivadas ou criadas lá. Ela levantou uma sobrancelha. I have this thing. Muito... comunicativa. “Por que eu não iria querer saber?” Não era como se ela tivesse fazendo nada mais interessante de qualquer forma, e ela gostava de saber de tudo que acontecia.
Se alguém perguntasse como seria o futuro ideal para Hazel, ela diria que seria um lugar de paz, onde os países estivessem em perfeita harmonia, e a população estivesse saudável, feliz, satisfeita. Tal qual um discurso de miss, ela diria a ‘paz mundial’. Uma perfeita mentira. Seu futuro ideal seria o fim da monarquia. Pois vejamos bem, ela sempre teve ganancia, fosse por dinheiro, fosse pelo poder, mas diferente de outras nessa posição, ela não havia nascido herdeira e tão pouco iria se casar com um, era completamente contra esse sistema que tratava as mulheres como inferiores, como moeda de troca. Na Itália, ela não tinha muitas brechas. Podemos dizer que o que os italianos tem de apaixonados e calorosos, eles tem de desconfiados. Ela poderia ser o braço direito de Leone, e de toda a família real, mas isso não significava que ela também não estivesse sendo vigiada de perto. A viagem para Illéa veio como a oportunidade batendo em sua porta. Do lado de fora, ela não conhecia os rebeldes, jamais ouvira falar sobre eles, mas naquelas terras, ela descobriu as possibilidades. A destruição de um sistema criaria instabilidade em outros, não? Parecia perfeito, se tudo saísse como planejado. A demora foi estabelecer o primeiro contato, e aguardar retorno. Tudo era arriscado demais, perigoso, para ambos os lados. As instruções eram simples, a comunicação aconteceria por cartas, com horários e locais definidos, para proteger as identidades. No horário, Hazel adentrou a biblioteca, pegou sua carta e retornou aos seus aposentos, para que pudesse ler e responder apropriadamente. Seria arriscado demais fazer isso na própria biblioteca, além do que, ela chamaria muita atenção.
“Billie,
A estadia esta sendo confortável, mas não vejo a hora de sair daqui.
Compreendo o receio e a necessidade de estabelecer uma segurança dentro do nosso acordo. Ainda é cedo para que identidades sejam reveladas, digamos que sou alguém importante e não posso me expor facilmente. Mas acredite, nada me deixaria mais contente do que ajudá-los. Diga-me como e o farei.
── Castor.”
Devoux tentou deixar a carta o mais genérica possível, livre de qualquer informação que pudesse associa-la a mesma. E ainda tratou de conter seus segredos para uma próxima troca, afinal não entregaria o ouro todo de uma só vez, precisava dosar e direcionar bem o que iria compartilhar. No horário marcado, retornou a biblioteca do castelo e deixou o envelope dentro de um outro romance clichê, como mandavam as instruções, mesmas páginas, títulos diferentes.
Tori entrou na biblioteca no dia seguinte e logo buscou o livro específico, folheando despretensiosamente para buscar a carta que sabia que estaria ali. Era uma comunicação truncada, mas era a única forma que realmente poderia se comunicar. Ela detestava. Fazia-a se sentir fora do controle. Não sabia quem era, não sabia o que queria, e se sentia desprotegida. Era como se o mero fato de estar ali fizesse tudo pior. Ela que tinha dado a vida pelos Schreave no últimos cinco anos ─ ela que havia mentindo sobre a sua vida para estar ali. Era uma grande traidora aos olhos da coroa. Tori colocou a carta no peito antes de se retirar para os seus aposentos e ler em segredo. Ela logo sentou-se na escrivaninha do seu quarto e compôs uma resposta.
“Castor,
Obviamente não negamos apoio financeiro. Afinal, rebeliões custam caro. E não creio que você quer se envolver muito além disso, ou seu rosto... Por que não me fala do seu interesse em nosso pequeno grupo, então? O que você ganha com isso?
── Billie”
Obviamente fazia algumas suposições naquela carta. Talvez porque ela quisesse causar alguma resposta. E, assim, também desviava o foco dela. Era claro que ela teria perguntas. Era como um cachorro com um osso, e não estava disposto a largá-lo. Augustus parecia confiar nessa nova fonte, nessa pessoa desconhecida, mas Tori era desconfiada por natureza. Sua mãe a ensinou a manter uma vigilância constante, e ela não podia vacilar logo numa coisa tão importante. Ali não era só o seu futuro, mas o de Illéa toda. Deixou a carta no mesmo lugar ainda no mesmo dia, no fim da tarde, esperando que a outra pessoa fosse buscar no fim do dia.
rae estava na cozinha, caçando alguma coisa para comer, mesmo sabendo que não hora para estar comendo por estresse. o cozinho, provavelmente, não ficaria nada feliz com a intromissão da selecionada ali, mas de qualquer forma, não viu ninguém por perto, então não se importou muito. fugia das regras de etiqueta? claro, com toda certeza, mas isso não a impediu. abriu a geladeira, procurando algo e deparou-se com algumas guloseimas, em especial uma torta de limão. um conflito interno sobre o certo e o errado começou em sua cabeça, mas o lado errado logo ganhou. tirou uma pequena fatia da torta, apenas para saciar o guilty pleasure de comer um doce. rae sentou-se à mesa de madeira, sozinha e logo percebeu alguém ali. cerrou os olhos, disfarçando a sua desconfiança para que a mulher não reconhecesse o seu ato errado. “ahm… você aceita um pedacinho de torta?”, perguntou, simpática.
Hope tentava fazer o mínimo de bagunça possível quando ia para a cozinha. Não que ela fosse bagunceira, mas normalmente ela demorava quando cozinhava deixando um rastro de destruição para trás. Naquele dia, ela queria algo simples e rápido. “Obrigada, senhorita Blackwood, mas estou bem,” ela tinha ido fazer um sanduíche. Não tinha conseguido jantar então um sanduíche parecia uma pedida rápida. “Creio que você não tem exatamente permissão para estar aqui?” Tori disse em tom sugestivo. Sabia que as selecionadas tinham bastante liberdade para os espaços do castelo, limitando-se a não entrarem na ala da família real e dos convidados, mas ali. Ali era um lugar só dos funcionários. Não era esperado que tivesse que falar isso para elas. “Você tem se alimentado direito?”
Franny ponderou a pergunta por alguns segundos, considerando se era uma sábia escolha confiar em uma mulher que havia acabado de conhecer. No entanto, elas estava dentro do palácio e a realeza jamais aceitaria hospedar alguém que não fosse confiável, correto? Por isso, enquanto erguia os braços para prender melhor os fios loiros em um coque, atenta para manter o equilíbrio sobre o cavalo, deixou um sorriso aparecer no rosto. “Tudo bem, acho que às vezes é bom se arriscar um pouco”, respondeu, já empolgada com o passeio que iria fazer. Ao menos estava na companhia de alguém que conhecia o ‘lugar muito bem’. “Inclusive, me chamo Franny Blue”, acrescentou, antes de voltar a segurar as rédeas do cavalo. “Sou uma das selecionadas. Vim da casta cinco, atriz de teatro”. Distraiu-se com um movimento de pássaros no céu, erguendo o rosto para conseguir ver melhor o trajeto do voo. “Aqui a vista sempre é tão bonita…”
Deu um sorriso em retorno para a resposta. Não iria levá-la para nada que pudesse enrascá-la, e no final Alexander sabia que ela estava tentando coletar atenção para ele, então ele deveria levar isso em consideração se fossem pegas fazendo algo contra as regras da seleção juntas (não que fosse fazer). “Eu sei que você é, Franny.” Ela respondeu com um novo sorriso gentil. Claro que não tinha acesso a tantas informações quanto Alexander deveria ter sobre as selecionadas, mas parte do seu trabalho também era garantir e saber da vida de quem cercava a família real. E Tori era boa em seu trabalho, todas as mil facetas dele. “Hope. Dama de companhia da rainha, ou uma faz-tudo profissional,” e, se pudesse ser franca, também era uma grande atriz. Estava ali fingindo uma vida todas há bons anos. “Angeles tem um céu bastante claro, uma das vantagens de bastante sol,” ela comentou distraidamente, olhando para o céu numa cavalgada devagar. “O que está achando do palácio?” Perguntou sem rodeios.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Não precisou de muito para ter um nome brilhando mais do que neon em sua cabeça. De toda a realeza naquele lugar, o rei da França com certeza era o que mais parecia ser o tipo de que pediria algo absurdo como aquilo. “Não me diga que foi o rei da França.” - Disse com sarcasmo e um pouco de deboche. As palavras seguintes dela, fizeram com que Beatrice acabasse rindo e negasse com a cabeça. “O que será que passa na mente deles? Eu daria tudo para descobrir isso. O que eles pensam quando pedem em algo tão absurdo assim.” - Verbalizou o pensamento, pagaria um bom fui beiro para saber a resposta para sua pergunta. “Me fala mais sobre isso.” - Pois por mais que nunca fosse escrever sobre o assunto, a loira adorava uma fofoca.
“Acho que não preciso responder essa,” disse emburrada, como uma menina pequena que foi negada o seu doce favorito. Ela não sabia o que se passava na cabeça do rei da França, ou porque esse súbito interesse que ele tinha por ela, mas Tori não estava nada satisfeita. Se fosse para chamar a atenção de uma realeza, porque não podia ser uma cujo status de relacionamento fosse solteiro? Oh, não, ela não tinha essa sorte. “Olha, eu não sei o que se passa na cabeça do rei da França, mas eu diria que em geral eles se acham a personificação de Deus na Terra,” e Tori tinha um certo desdém pela religião. Não que ela pudesse falar aquilo em voz alta. “Eu acho que ele só quer ver o quão longe eu posso ir,” para cumprir as tarefas dela, Tori costumava a ir bem longe, mas ela não teria como materializar o impossível. Se não tivesse na cidade, poderia demorar meses até ela receber a encomenda. “Eu pensei que eu já tinha visto de tudo, mas aparentemente eu sou uma nova obsessão pra ele. Deve ser aquela coisa de moleque de querer o que não pode ter e então ele fica me mandando fazer essas coisas malucas, até o momento que eu realmente vou mandar pra ele para puta que...” ela deixou o resto no ar, mas era bem claro o que dizia.