Dominique estava confuso, bastante confuso, alĂ©m de tudo altamente alterado. Observava de longe um tanto encolhido, parte por nĂŁo estar acostumado a expor o corpo coberto por cicatrizes em meio a tantos olhos, parte por se sentir um tanto perdido na multidĂŁo. O conceito todo nĂŁo fazia muito sentido na sua cabeça, era como uma grande banheira - uma realmente grande - mas aparentemente sem fluxo de ĂĄgua como um rio teria, e com efetivamente muito mais gente que caberia em uma banheira. â Sabe, piscina parece muito mais convidativa quando se lĂȘ sobre em livro. Tem algum feitiço que mantenha limpa, serĂĄ?â questionou um tanto temulento, se apoiando sob o ombro ao se virar - ainda apoiado sob a parede - buscando o rosto da figura/@ que pairava sob sua visĂŁo perifĂ©rica.
 â Moder-hic-nidade Ă© muito superestimada.â Soluçou baixou, levando os olhos ao copo vazio em suas mĂŁos, as movimentando cuidadosamente tentando murmurar baixinho os cĂąnticos ensinados a ele durante as festas de Monfort, preenchendo-lhe o prĂłprio copo com o lĂquido cintilante e frutado que agora brilhava entre as mĂŁo pĂĄlidas. â Acha que algum dos humanos vai ter resquĂcio do que aconteceu?â













