Raul Jacquet dirigiu por volta de 2 horas até chegar a uma fábrica abandonada no porto de Evergreen Harbor. Ao estacionar a caminhonete, Dante Belle, outro capanga dos Giardinas, aproximou-se e abriu a caçamba, retirando o prisioneiro.
Lá dentro, Lorenzo Giardina aguardava Yazan ser trazido. Ele abriu um grande sorriso assim que avistou o homem desacordado sendo arrastado pelo seus capangas galpão adentro.
"Então é esse o 'grande' juiz que meu pai tanto quer?" - disse Lorenzo, dando uma gargalhada.
"Foi muito fácil capturá-lo, sr. Lorenzo. Ele confia demais nas pessoas..." - disse Holly que aguardava ao seu lado.
"Raul, Dante, pendurem ele ali!" - ordenou Lorenzo, apontando para uma pilastra à direita, mais ao fundo do galpão.
"E então, senhor? Quais serão os próximos passos? Vai executá-lo, como ordenou Don Giovanni?" - questionou Holly.
"Não! Ele será mais útil vivo. Nós iremos "convencer" esse juiz a trabalhar para nós, seja por bem ou por mal!" - esclareceu Lorenzo.
"Mas, senhor... as ordens de Don Giovanni foram muito claras e..." dizia Holly.
"Esqueça as ordens de meu pai! Sou eu quem dá as cartas agora! E o plano é usar esse juiz para os nossos propósitos!" - esbravejou ele.
Enquanto isso, na residência dos Al Habib, nada parecia fora do lugar. Chahrazad estava em seu quarto lendo um livro e nem tinha ideia do que estava acontecendo longe dali.
Mas Madiha estava estranhando a demora do marido. Ele já tinha avisado que estava a caminho de casa e até agora não tinha chegado...
Tentou enviar mensagens, mas nenhuma delas foi visualizada. Tentou ligar mas ninguém atendia. Começou a sentir um aperto no coração ao pensar no pior...
Preocupada, foi até o quarto de Chahrazad: "Filha, estou preocupada... seu abbu ainda não chegou... mandou uma mensagem horas atrás dizendo que já estava a caminho. E agora não consigo falar com ele!"
"Calma, ammi! Ainda não sabe como ele é? Vai ver esqueceu o telefone na sala dele de novo... além disso deve ter ficado preso lá conversando com o promotor." - diz Chahri tentando acalmar Madiha.
"Vou tentar ligar para Holly para ver se ela sabe dele. Hum, estranho... caiu direto na caixa postal... vou tentar o promotor, então..." - diz Madiha, procurando os números na agenda.
"Alô? Oi, aqui é a Madiha Al Habib, esposa do Yazan. Por acaso, você sabe dele? Já saiu? Que estranho! Ele ainda não chegou e eu estou ficando aflita, ele nunca fez isso! Ah, ok. Muito obrigada. Ficarei aguardando..." - e desligou.
"O promotor vai pedir aos seguranças do tribunal para procurá-lo..." - comunicou a Chahrazad.
"Vamos aguardar, ammi. Não há de ser nada." - disse ela tentando acalmar Madiha.
Algumas horas depois, a campainha tocou. Madiha colocou seu hijab e atendeu a porta. Tomou um susto ao ver um policial com semblante muito austero do lado de fora.
"Boa noite. É a sra. Madiha Al Habib?" - pergunta o policial. "Sim, sou eu..." - respondeu ela, começando a ficar aflita. "Posso entrar, por gentileza?" - pergunta ele. "Claro..." - respondeu.
Chahrazad, que estava se trocando, chegou perto de Madiha e a abraçou. "Essa é a minha filha, Chahrazad. Aconteceu alguma coisa, senhor...?" - disse Madiha.
"Desculpe o incômodo a essa hora, eu sou o Cabo Willys, e vim aqui a pedido do promotor de justiça. Os seguranças do tribunal foram ao estacionamento procurar pelo carro do sr. juiz e ele ainda estava lá. Não encontraram sinal dele por nenhum lugar até que encontraram um telefone jogado próximo à porta de acesso ao piso do estacionamento. Isolaram o local e a polícia cientifica foi acionada. Encontraram sinais sutis de luta próximo ao local onde foi achado o telefone e ao puxar as imagens de segurança, vimos uma caminhonete sair com uma lona na caçamba. Sinto muito informar, mas estamos achando que vossa excelência foi sequestrado." - informou o policial.
Madiha entrou em desespero. Chahrazad começou a se sentir mal mas tentou forçar o maus pensamentos para longe... sua mãe precisava dela, não poderia desmoronar também!
"Iremos colocar patrulhas na frente do prédio para a segurança das senhoras. Mais tarde um detetive virá pegar informações para a investigação. Com licença." - despediu-se o policial.
Chahrazad fechou a porta e correu para abraçar mãe, que chorava desesperadamente! "Calma, ammi! Vai ficar tudo bem! Abbu será encontrado logo, são e salvo..." - disse ela tentando se manter forte. Se começasse a chorar, sabia que não conseguiria parar.
De repente, sentiu sua mãe amolecer. Madiha desfaleceu em seus braços e ela não conseguiria segura-la por muito tempo.
Com cuidado, tentou coloca-la sentada no chão enquanto a segurava pelas axilas. "Socorro! Tem alguém aí fora? Socorro!" - gritava Chahri.
Até que conseguiu tirar seu telefone do bolso e ligou para Chahriar vir ajuda-la.
"Socorro, Chahriar! Ammi desmaiou e não consigo movê-la!" - disse Chahri desesperada. "Estou a caminho!" - disse ele.
Nem desligou a ligação e Chahriar abriu a porta rapidamente. Pegou Madiha do chão e a levou para a sala. Com muito cuidado, a colocou no sofá.
"O que aconteceu? Por que Madiha desmaiou?" - perguntou ele preocupado.
Chahri terminou de acomodar a mãe no sofá e começou a contar a Chahriar tudo o que tinha ouvido do policial.
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