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It don't matter, he's dope, he knows that, but he's broke // Narcisa x Sonny
As unhas dela passeando por sua pele não havia sido um gesto mal recebido, pelo contrário. Ainda que não fosse fã de dores e ardências, não tinha nada contra unhadas, não se importaria que ela deixasse marcas daquele tipo por todo canto, que ela o marcasse como dela. Ali estava ele desistindo involuntariamente de todos os seus ideais de auto-suficiência por causa de uma garota, estava baixando a guarda em frente ao seu inimigo número um - o amor, comprometimento -, mas não se sentia incomodado. Isso soava como algo perigoso. Ela vale o risco, disse a si mesmo, não que ainda fosse necessário convencer-se de algo com relação a Narcissa.
Por um momento desviou sua atenção, tentando encontrar qualquer ruído que viesse de fora do cômodo, já que ele realmente não conseguia se lembrar se trancara a porta ou meramente encostara. Não era tão tarde ainda, será que alguém poderia querer deixar alguma no depósito ainda aquela noite? Ele não podia fazer nada além de contar com a sorte por isso porque não conseguira prestar atenção no que pretendia graças a voz da sonserina, que o alcançava em meio a murmúrios causando-lhe arrepios ao mesmo tempo que sorrisos, estes motivados pelo pensamento de que seu nome ficava ainda mais bonito quando ela chamava naquele tom. Entendia completamente ela estar pedindo por mais, também ainda não lhe parecia suficiente, mesmo que seus corpos estivessem tão próximos. Circundou os braços nas costas dela e usou um pouco de força para fazê-la arquear as costas, deixando assim espaço para seus dedos soltarem o fecho do sutiã com facilidade. Ao contrário do que ouvia de outros garotos, abrir um sutiã não era nada difícil, principalmente para alguns alegarem estourar o tal. Suas mãos subiram até os ombros da garota e então desceram por seus braços trazendo as alças do sutiã entre seus dedos, até tirá-lo de uma vez e jogá-lo pela lateral do sofá. Deu a si mesmo um momento para apreciar o corpo seminu, a pele clara e imaculada, tão diferente da dele… Iniciou então um rastro de beijos que tiveram princípio nos lábios dela e desceram em uma linha torta por seu torso. Mas não conseguiu chegar onde queria, a linha da calcinha, por conta do braço do sofá, que restringia um pouco seus movimentos devido ao tamanho. Honestamente ele estava um tanto aborrecido com aquele sofá desde o começo devido a todas as suas proporções, mas vinha se mexendo da melhor maneira possível. Havia parado próximo ao umbigo dela, o que o fez lembrar-se de uma coisa que sua mãe fazia com ele quando ele era pequeno. Certo, não era o melhor momento pra lembrar-se de sua mãe, mas a ideia estava se tornando mais forte do que ele. Pressionou seus lábios contra o umbigo da loira e soprou, por não ter pra onde o ar ir aquilo provocava cócegas. Ele realmente esperava que tivesse causado cócegas nela, mas caso não tivesse, ele estava rindo por ela.
Provavelmente o sofá havia ficado com mágoas devido aos muxoxos internos do rapaz sobre a peça e decidira se vingar. Voltou a encaixar seu corpo sobre o da loira, passando um braço pelas costas dela enquanto acariciava o rosto dela com a mão livre, mas quando decidiu ajeitar suas pernas em uma posição que lhe desse mais instabilidade, seu joelho deslizou pela borda do sofá. Mesmo sem saber exatamente como, ele caiu e levou Narcissa consigo. Suas costas atingiram o chão com mais força do que ele esperava o fazendo soltar um gemido baixo de dor. Começara a rir antes mesmo de olhar para a garota. A última coisa que ele queria era estragar o clima de algum jeito, mas a vida parecia ter outros planos. — Você está bem? — Perguntou ainda entre risos.
Seu rosto parecia estar corando mais a cada segundo que passava, conforme os dois avançavam. Estava estranhamente envergonhada, não pela situação em si, mas pela maneira que ela estava. Coração batendo forte, sons estranhos ameaçando sair de seus lábios, a pele arrepiada e dentre outras coisas. A consciência de sua pele queimando não fora muito reconfortante já que sempre odiara corar, por esse ato sempre deixar as coisas mais evidentes- vergonha, raiva, e etc. Teve que ignorar a vontade de cobrir seus seios, agora expostos, com um de seus braços, ideia reforçada ao perceber que Sonny estava olhada seu corpo. Deixara que ele tirasse aquela peça, assim como as outras, afinal se a sua vontade fosse outra eles não estariam naquela situação, mas não imaginara que estaria tão hesitante. Talvez porque aquilo não era algo casual, não eram apenas beijos e toques. Ela nunca achou que seu coração poderia bater de maneira tão enérgica, que poderia dizer a outra pessoa que não fosse sua família- ou seu marido, eventualmente- que realmente o amava. Que realmente o queria por perto sempre. Tirando a vergonha e a hesitação tudo estava sendo melhor do que imaginara quando tinha algumas conversas com Emma e Bellatrix, aqueles papos femininos. Tirou alguns segundos para aproveitar os lábios dele nos seus, descendo e deixando sua pele clara a cada segundo mais arrepiada, mas ao abrir os olhos conseguiu perceber as limitações que o sofá estaria dando a Sonny, o objeto era pequeno demais para que alguém tão grande conseguisse mover-se livremente, mesmo que não fosse tão evidente. Não pode deixar de achar graça da situação, tendo que morder o lábio inferior para evitar que um sorriso de diversão aparecesse em seus lábios. Narcissa ainda não sabia se deveria agradecer ou amaldiçoar o objeto. Tal duvida era devido ao pensamento de que, talvez, eles estivessem indo rápido demais- pelo menos para os padrões dela, que sempre sistematizou tudo em sua vida. Surpresas, imprevistos, nunca foram coisas bem vistas por ela, mas aquilo estava bom, muito bom. Uma risada acabou escapando quando sentiu estranhas cocegas em seu umbigo— O que esta fazendo? — perguntou quando a risada sumiu, ainda contendo um sorriso em seu rosto.
Novamente estava com um misto de sentimentos, o divertimento devido as cocegas e a excitação crescendo quando ele voltou a encaixar o corpo no dela. E em seguida veio a queda, que fora tão rápida que Narcissa mal teve tempo de processar tudo que estava acontecendo, dando-se conta quando viu que estava não chão. Não pode fazer outra coisa a não ser rir, afundando sua cabeça no peito dele. Eles eram um desastre. — Estou— disse tentando controlar a risada, mas estava difícil. — E você?— perguntou jogando seus cabelos para trás, que acabaram ficando bagunçados devido a queda. Resolveu sair de cima dele porque o seu peso não ajudaria em nada se ele tivesse se machucado com a queda, então apenas deitou-se ao lado dele, aconchegando-se da melhor maneira que podia. — Você sempre tem esses descuidos com as pessoas que fica, Sonny?— riu, arrumando o cabelo dele que parece ter sido afetado pela queda- e pela própria Cissa. — Não foi assim que eu imaginei a minha primeira vez— murmurou, mais para si mesma do que para ele. Um depósito escuro e empoeirado em Hogwarts nunca passara por sua cabeça como lugar ideal. Não percebeu que falara em voz alta que ainda era virgem, mas imaginara que todos deveriam saber disso. Nas masmorras Narcissa era fria com Lucius, fora dos olhares dos outros, ninguém poderia dizer que teria acontecido algo entre eles. Amycus e Narcissa eram apenas amigos e a maioria das pessoas deve saber que é de outra que ele gosta. — Mas esta sendo melhor do que eu esperava— sorriu de forma boba enquanto observava cada traço do rosto de Sonny e em um ato impulsivo uma de suas mãos foi de encontro ao rosto dele, acariciando-o. Começou a lembrar das vezes que o provocara e das vezes que acabara ficando na vontade tanto quanto sabia que ele ficava. Sempre houve desejo entre eles, desejo que acabou virando outra coisa. — Com quem mais eu poderia levar um tombo desses?— mordeu seu lábio inferior novamente- ela não tinha dito que pararia- e jogou seu corpo para lado, ficando por cima dele novamente, se apoiando em suas mãos e joelhos— Mas eu não poderia esperar menos da pessoa que eu aprovei— brincou, inclinando-se um pouco para beijá-lo. Naquele momento ela tinha esquecido a vergonha de sua nudez, Narcissa apenas queria os lábios dele novamente.
emmelin3 respondeu a sua postagem:princesonny respondeu a sua postagem:Pam, se eu...
FALA PRA PAM QUE É PRA ELA VIR ♥
ai Pam
princesonny respondeu a sua postagem:Pam, se eu demorar, sumir e etc é porque a menina...
iushdiuasdhuisahd me convença a ir pra lá, quem sabe eu não vá? qqq
aish unnie! ahsuahs parei. enfim, ahn... Lá é legal, tem pessoas legais, tem eu (hue), tem dias que o pessoal da a louca e eles resolvem fazer um monte de coisas na dash, tem tretas, potaria, traições, zueiras, tem o pessoal que era do MM... Nossa, sou péssima para tentar convencer pessoas, mas vou apelar:
Pam, se eu demorar, sumir e etc é porque a menina aqui é viciada em turnos e eu acabei ficando com oito turnos pra responder lá na outra Cissa. cof cof sabe, acho que você deveria ir para lá e pá tals... cof cof

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Amber Heard
It don't matter, he's dope, he knows that, but he's broke // Narcisa x Sonny
Era um alívio tanto quanto era assustador ter finalmente assumido que a amava, mas estava feito e ele, seguindo sua filosofia de vida de não se arrepender de nada do que fazia, não sentia a mínima vontade de voltar atrás com tais palavras. Soube no momento seguinte que talvez não o devesse ter feito, que devesse ter rebatido com alguma brincadeira, exatamente como o pedido viera. Principalmente porque ter dito aquilo não facilitaria nada para nenhum dos dois, pelo contrário. Era fácil visualizar todo o estrago que poderia acontecer a partir de agora. Se ele não estivesse realmente concentrado em outra coisa, sabia que não seria difícil imaginar cenas claras de um futuro próximo onde ele e Narcisa acabariam chorosos enquanto eram, possivelmente de modo literal, arrastados pelos pais de ambos para longe um do outro. Inconsciente disso, Sonnagh havia acabado de intensificar sua repulsa por casamentos arranjados. Não sabia quais eram os termos do casamento de Narcissa, mas sabia agora que se ela não o amava - e ele estava pensamento realmente em amor e não em uma paixão qualquer -, realmente não estava pronta para se entregar a Malfoy (não só na questão do sexo que ele pensava, mas sim em dividir sua vida com o loiro, constituir família e afins) e estava se agarrando a toda e qualquer possibilidade que pudesse livrá-la daquilo. Ele não queria acabar acreditando que Narcissa seria fria a ponto de usá-lo agora que se confessara, sabia que ela não era assim, eram só alguns pensamentos teimosos que ele tratou de afastar. Mas a questão era que ele conseguia respirar mais aliviado, em meio a toda a pressão do momento, e era isso que importava. Principalmente depois que ela também disse que o amava, era reconfortante afinal, o fazia sentir que seus momentâneo ataque interno de pânico não era totalmente sem sentido. Acompanhou a risada dela, mas esta não fora muito longe por causa da frase entrecortada que ela deixara. “Mas não podemos ficar juntos”, “Mas não podemos levar isso pra frente”, “Mas não podemos nos apaixonar”, ele sabia de tudo isso e ignorava. Depois de ter provocado o caos dentro de sua família, Sonny acreditava que era possível mudar seu destino. Podia ser difícil, realmente difícil e doloroso, como as cicatrizes em suas costas deixadas por seu próprio pai testemunhavam, como as cicatrizes em seu coração por ter ouvido sua mãe apanhando do homem que deveria zelar pela segurança dela, como o medo que havia se instalado em seu corpo quando seu pai teve um colapso nervoso. O medo dobrado de quando descobriu que o pai de sua noiva não era quem ele acreditava e estava silenciosamente ameaçando o rapaz a não atentar contra sua união com Sooyoung tendo a vida de seus pais e seu irmão ainda tão pequeno nas mãos. A dor de perdas que não saravam… O sofrimento que nunca cessava. Mas ele seguia porque sabia que haveria sua luz no fim do túnel ainda que ele não pudesse vê-la ainda. Talvez ele pudesse diferir alguns contornos da claridade longínqua agora. E ela tinha longos cabelos loiros. — Eu vou ficar com você até quando você não quiser que eu fique. — Ele não tinha planos de contar sobre a parte dolorosa da coisa para Narcissa porque não tinha planos de deixar que ela passasse por qualquer dor, não importava o preço que ele tivesse que pagar para tanto.
Ele podia sentir o coração pulsando tão claramente quanto a pele quente sobre seus dedos. Podia sentir a pulsação de dois corações descompassados tamborilando em seus sentidos. Novamente, era reconfortante não ser o único a estar arrítmico ali. Um sorriso bobo tomou seus lábios, marcando suas covinhas quando ele assentiu sobre estar sentindo o coração dela. Dessa vez ele não acompanhara a risada dela, estava ciente do peso daquela frase, era sempre uma grande responsabilidade ser responsável pelo coração de alguém, mas ele não temia. Estava preparado para tal. — Eu vou cuidar bem dele. E de você. Não se preocupe. — Era uma promessa interna de dar tudo de si por ela. Sim, ele era intenso a esse ponto, se entregava sem medo da possível queda, por mais eminente que ela fosse.
Tudo então pareceu se inverter completamente. O fato de estarem ali, já despidos de algumas peças de roupas, seus corpos praticamente encaixados um sobre o outro, nada daquilo era mais algo que ele pudesse tratar como “coisa de momento”, se necessário. Porque não fora desde o início, não fora apenas alguns beijos que foram ficando mais quentes, e ele não estava certo se era melhor assim ou não. Havia um abismo entre estar com uma pessoa apenas por questões carnais e estar com uma pessoa por amor. Só sexo e fazer amor. Não. Amor não se faz, se sente. Pelo menos isso ele podia colocar como checado na lista. Mas nenhum desses pensamentos mudava o fato de que ainda havia algum tipo de corrente elétrica atravessando seu corpo, nada daquilo interferia no quanto ele estava completamente desejoso pela loira. Nada fora forte o bastante para impedi-lo de abandonar o jeito cuidadoso dos momentos anteriores e beijá-la sem cordialidade ao mesmo tempo em que uma de suas mãos voltou a passear pelo corpo dela, dessa vez sem medo de passar pelo seio dela, aquele do qual a mesma mão estivera tão perto, e apertá-lo sem intenção de machucá-la antes de continuar descendo, almejando livrar-se da saia dela.
Era assustador não saber exatamente como eles haviam chegado a aquilo, sempre fora tão controladora sob seus atos para de repente todo esse controle quebrar-se em a sua frente, mas ao mesmo tempo em que era assustador também era bom. Negou a si mesma seus sentimentos por ele durante muito tempo, sabendo que nunca daria em coisa alguma e por duvidar das reais intenções do grifino. Agora tudo pareceu tomar outras proporções, Narcissa havia dito o que sentia em voz alta assim como ele, já era tarde para esconder tudo. Era estranho ter admitido para ele e a si mesma que o amava, e que seria capaz de deixar os Black em segundo plano pela primeira vez em sua vida. Aprendeu desde cedo a colocar a família acima de tudo e todos e novamente via algo quebrar diante dos seus olhos, e tudo por causa de uma única pessoa. Não pode evitar de pensar na reação de Druella se Narcissa optasse por Sonny ao invés do casamento arranjado com o Malfoy, o quanto ela ficaria irritada pela filha sair debaixo dos seus cuidados, mas não por medo de perdê-la. As duas nunca tiveram uma relação que uma mãe e uma filha deveriam ter, talvez por serem parecidas demais elas travavam guerras que somente elas podiam entender. Foi assim que percebera que duas pessoas parecidas demais não se suportam- pelo menos no caso de Druella e Narcissa. Elas eram duas faces da mesma moeda, e não era pela mãe que a jovem ainda relutava, mas sim por seu pai, seu único freio. Por ele a Black mantinha-se firme na decisão de casar-se com o Malfoy, como deveria ser.
Uma parte dela sentia que havia algo errado, que não era apenas ela que poderia prejudicar-se nessa história toda. Odiava essa duvida de não saber o que estava realmente acontecendo e ser pega de surpresa quando já é tarde demais. Talvez Sonny também tivesse um destino traçado assim como ela, assim como a maioria das pessoas de Hogwarts, o que pioraria a situação ao dobro. Esse pensamento fazia Narcissa querer perguntar a ele, ter a certeza que não eram apenas devaneios da sua mente confusa. Evitou que um suspirou frustrado entregasse seus pensamentos, decidindo que por agora ficaria em silencio até achar que é a hora certa. Como se não bastasse aquele maldito sentimento de incerteza também havia um novo, amor. Nunca havia sentido na pele o que era aquilo, seus romances não passavam de paixonites e atrações, mas o que sentia por Sonny poderia ser facilmente classificado como amor. Seria mais simples apenas conformar-se que perderia Sonny em algum momento, que ele não era seu da maneira que desejava e agarrar-se a falsas esperanças não daria certo. .
Todos aqueles pensamentos pareceram sumir por instantes quando ele falou que ficaria com ela, fazendo com que um daqueles sorrisos bobos tomassem seus lábios. A velocidade com que Sonny conseguia fazê-la esquecer momentaneamente de seus problemas era estranho, mas ao mesmo tempo fazia Narcissa pensar que poderiam ir longe com isso. Seus olhos procuraram os de Sonny, levemente surpresa pela maneira que ele falara sobre cuidar dela, corando ligeiramente. Queria ter dito alguma coisa, mas seu corpo parecia não querer obedecer simples comandos da sua mente. Não era justo ele fizesse tudo- como lutar por eles e ele cuidar dela- e ela ficar apenas observando, mas Narcissa nunca fora uma pessoa otimista, principalmente por achar que a batalha já estava perdida. Sentia-se completamente tola, como já teve ter dito a si mesma várias vezes, mas nenhum pensamento negativo sobre si e a situação a impediu de corresponder o beijo de Sonny com intensidade e cravar suas unhas no ombro dele depois dele ter apertado seu seio, o desejo crescendo enquanto seu corpo ansiava por mais contato e, por alguns segundos, ela pode sentir o coração de Sonny batendo contra seu peito. Narcissa queria mais, e como queria, o desejava por completo como nunca desejara ninguém antes. A aquela altura seu corpo já estava completamente arrepiado e sem perceber já estava murmurando o nome dele, chamando-o, pedindo por mais, mesmo que estivesse com corpos praticamente colados. Não estava acostumada a sentir aquilo, afinal nunca fora tocada de maneira tão intima, Narcissa estava um tanto perdida em relação a tudo mas ainda assim havia alguns impulsos que pareciam querer guiá-la. Sentia-se um pouco envergonhada por agora estar apenas de roupas intimas, aquela exposição para um garoto também era nova. Seus braços circulavam livremente pelas costas do grifino, de vez em quando arranhando-a, enquanto seus lábios beijavam o pescoço do mesmo deixando um leve chupão. Se em algum momento Narcissa cogitou em ir embora este pensamento queimou até virar cinzas, aquilo era bom demais para deixar passar.
Amber Heard + Anastasia. ↳ “And suddenly, I see it at a glance. She’s radiant and confident and born to take this chance. I taught her well. I planned it all. I just forgot romance. How could you do this? How will we get through this?"

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Narcissa and Rabastan behind Black manor after Bellatrix and Rodolphus’ wedding.
"They don’t really love each other, do they, Rab."
"Rod thinks that Bella is hot, but I don’t think he loves her."
"When we get married I want us to love whoever we’re with."
"Yeah, Cissa, me too."
Taken by Regulus, who felt like he was intruding upon something.
K-Song Honorary C-POP of the Day | Super Junior M-Super Girl
Prefiro adiar esse assunto até quando eu puder, mas digamos que não gosto de lutar em batalhas em que eu sei que estão perdidas. Como não tenho certeza se essa seria uma batalha perdida então sim, eu teria coragem. A questão é: Eu faria? Valeria a pena se eu fizesse? Pois teriam grandes consequências depois disso... Não posso estragar planos de várias pessoas envolvidas por amor, as coisas não são assim.
It don't matter, he's dope, he knows that, but he's broke // Narcisa x Sonny
Se ele fosse parar para pensar na situação, o depósito não era bem sua primeira opção para ficar com Narcissa, mas agora não importava mais, ele não conseguiria se afastar dela por conta própria. Não agora que seu corpo já havia sido tomado por uma necessidade extremamente forte de ter Narcissa. Ao mesmo tempo em que era a melhor sensação do mundo era também a pior, porque nada, nenhum toque parecia ser o bastante para acalmar o estado febril e ligeiramente trêmulo que seu corpo atingia. Sabia que ela merecia um lugar muito melhor do que aquele, mas seu dormitório era um incogitável, seu orgulho grifinório era forte o bastante para não permitir que ele levasse alguém da Sonserina para a torre deles, porque ele conseguia pensar em diversas maneiras de fazê-la entrar, se fosse necessário. Como o quinto membro no dormitório do sexto ano, que ouvia surrussos e comentários dos Marotos mesmo que sem querer, depois de um tempo ele passou a entender os códigos que os rapazes usavam e com isso descobrira algumas coisas interessantes, como James ser possuidor de uma capa de invisibilidade, que por um acaso, Sonny já o vira colocá-la em seu esconderijo. E assim como ele tinha seu orgulho grifinório, Narcissa tinha o seu a respeito da Sonserina, ele sabia disso. E ele nunca se deixaria ser arrastado para o salão comunal da Sonserina. Sem contar que se fosse pego fazendo qualquer uma das vias, McGonagall assinaria sua carta de expulsão da escola sem pensar. O depósito não parecia uma opção tão desagradável. Quanto a qualquer pensamento a respeito de não ser bom o bastante para a loira, ele se livrara daquilo. Ninguém iria ser melhor para ela, ao contrário dos comentários que ele ouvia por aí de outros garotos - e que por vezes até mesmo participava de tais -, ele não estava ali, não queria Narcissa apenas por ela ser bonita e ter um corpo de tirar qualquer um do sério. Também. Mas ele realmente gostava dela, nutria sentimentos intenso e verdadeiros, ainda que ele se recusasse a assumir isso por questões de não ferir seu ego ainda mais.
Sua resposta viera e o fizera sorrir, mas não tivera tempo de se gabar por isso nem mesmo mentalmente por conta da retirada de sua blusa. Ele a agradecia por isso, a peça já estava começando a colar em seu torso e isso estava o incomodando profundamente. Muita coisa pelo caminho. Ainda que não parecesse, Sonny tinha uma ligeira insegurança a respeito de se despir, não por conta de seu corpo, deste ele cuidava muito bem com exercícios e quadribol, podia inclusive se gabar de ser jovem e já ter o corpo bem torneado. Seu grande incomodo eram algumas manchas cerca de 2 tons mais escuros que sua pele que tomavam seu torso, manchas de nascença que ele não achava charmoso, mas deu seu melhor para não se importar com aquilo naquele momento.
Sustentou o olhar dela tanto quanto pode, até seus olhos se fecharem involuntariamente por conta da mordida, mas ele voltou fitá-la logo em seguida. Havia um sorriso torto brincando em seus lábios enquanto ele pensava no que ela acabara de dizer. Ao que parecia ela também sabia brincar e não iria sossegar até ter tirado tudo o que pudesse dele, até que pisoteasse ainda mais em seu ego. Na verdade ele sabia que isso iria acontecer o ego de alguém iria precisar ser sacrificado se ele quisesse que aquilo desse certo, não só aquela noite, mas para questões futuras. Lembrava-se de uma vez que presenciara uma discussão entre seus pais e ele nem sabia sobre o que era, mas sua mãe fora quem acabara por ceder a teimosia do marido, então ela lhe disse “alguém precisa ceder para um relacionamento dar certo”, ele nunca se esquecia de frases desse tipo, as levava para sua vida e essa era uma das que se enquadravam nesse caso. Só que ele não estava acostumado a ser quem cedia. Mas era Narcissa. A garota pela qual ele estava disposto a fazer de tudo que fosse necessário. Ele podia fazer isso, podia assumir o que sentia de verdade ainda que tivesse que lidar com seus próprios medos mais tarde.
Por um momento toda aquela pressa que sentira anteriormente se fora, precisamente naquele momento em que seus olhos estavam nos dela, vez ou outra esquadrinhando seu rosto. Ele percebeu o machucado que ela fizera em seu lábio, apoiou-se sobre um antebraço, cuidando para não jogar seu peso total sobre ela e então ergueu a mão livre e correu os dedos pelos lábios da sonserina com suavidade e cuidado. —Não faça isso, você não pode se machucar, princesa. — Disse baixinho. Ainda que não fosse mais acostumado com o padrão de beleza que as garotas na Coreia seguiam, ele não podia deixar de achar legal o jeito com que elas se importavam em não ter nenhuma marca arruinando suas peles, sendo assim, como ele poderia deixar que Narcissa andasse por ai com um machucado em seu lábio? Então substituiu seus dedos por seus lábios, os roçando nos dela. Ele sabia porque ela o estava mordendo. — Não precisa se conter, não precisa ter vergonha… Só deixa sair. Eu sou o único que vai te escutar. — Então deixou um beijo suave ali. Não precisava conhecer muito de Narcissa para saber que ela não era o tipo de garota com a qual ele estava acostumado, que se faziam de díficeis, mas que na verdade eram fáceis até demais, com as quais ele não precisava ser cuidadoso e protetor. Então ele tinha um palpite forte que a caçula dos Black nunca havia estado com nenhum outro antes, mas ainda que não fosse 100% certo, ele não perguntaria, tinha a completa noção do quão inoportuno aquele tipo de pergunta era. Perguntou-se antes se por um acaso Lucius já não havia tirado proveito de sua situação de noivo, mas sabendo do quão apegada ao loiro ela era antigamente, ele nunca pode garantir nada. Por experiência própria, ele sabia como era relativamente fácil conseguir certas coisas de uma garota que nutre sentimentos por você. Ainda sem tirar seus olhos dela, respirou fundo uma vez e sorriu. Estava rendido por fim, cedera. — Eu amo você. — Disse pouco mais alto que um sussurro, mas com sinceridade. Seus dedos que anteriormente estavam nos lábios dela, agora puxavam as madeixas loiras para trás cuidadosamente. — Com todas as letras. E com mais intensidade do que qualquer um já te amou ou vai te amar.
Agradeceu por aquelas chamas começarem a ficar mais contidas, assim era mais fácil organizar seus pensamentos e focar em qualquer coisa que não seja o desejo, mesmo que as batidas de seu coração continuassem fortes. Primeiramente ela começou a pensar no que aconteceria assim que eles saíssem daquele depósito, afinal as coisas nunca voltariam a ser como antes. Duvidava que conseguisse agir como se nada tivesse acontecido, perto de seus amigos seria fácil, mas somente se Sonny não estiver no alcance de seu olhar. Provavelmente as coisas não acabariam bem, principalmente por causa da sua atual dependência do grifino- não, não era dependência, era algo muito mais forte do que isso, não chegava nem perto de um sentimento como este. Fizera uma escolha perigosa ao optar por ignorar os seus instintos iniciais que lhe diziam para ir, mas já colocara na mente que seria pior ter ido do que ter ficado. Queria balançar a cabeça para afastar aqueles pensamentos de perda, mesmo que eles insistissem em aparecer. Narcissa iria perdê-lo. Sua vontade era de abraçá-lo, sentir seu coração próximo do dela, e não soltá-lo mais. As vezes se odiava por ser tão fraca em alguns momentos, principalmente quando tem que colocar sua mão no fogo. Sua personalidade narcisista a impedia de se importar ou se arriscar por outra pessoa sabendo que poderia sair por baixo. Por momentos ela pensou em Andrômeda, mas a lembrança da irmã existência da irmã mais velha era dolorosa demais. Achava que isso era pior que a morte. Narcissa nunca a temeu, na verdade sempre a viu como um abraço gelado, mas ao mesmo tempo aconchegante e depois de todo o medo vinha a paz. Mas a irmã estava viva, sabia que poderia vê-la a qualquer momento e a ferida abriria novamente, impedindo-a de cicatrizar.
Não imaginara que seus lábios estavam machucados a ponto de ser tão visível, mas teve consciência de que estavam depois que Sonny passara os dedos por seus lábios e dissera para ela não fazer isso. Um sorriso tímido tomou seus lábios quando ele a chamou de princesa, o apelido era muito melhor quando ele dizia. Normalmente as pessoas que a chamavam de “princesa” usavam um tom de ironia e desdém, como se ela fosse uma daquelas que apareciam em contos de fadas- ou apenas diziam naquele tom para irritá-la, fazer com que algum sentimento de raiva aparecesse por trás de toda aquela calma-, Narcissa estava longe de ser isso. Fechou os olhos momentaneamente quando ele roçou seus lábios nos dela e por alguns segundos ela imaginou uma vida em que ela o teria todos os dias sem ninguém para impedi-los, acordando ao seu lado e a beijando de uma maneira que só ele fazia. Mas esse pensamento sumiu com a mesma velocidade que apareceu. Não conseguiu evitar de desviar seu olhar do dele quando Sonny disse para ela não se conter, tentando esconder qualquer vestígio de vergonha e temor que aparecia em sua face. Tinha medo do que aquele som significava, ele deixava claro o que estava gostando da situação, como se já não bastasse a pele arrepiada e o rosto corado. Não queria sentir o que sentia por ele. Tudo seria menos complicado para ela se outra pessoa fosse o dono de seu coração e ele fosse apenas mais um grifino que seria odiado por ela, como a maioria.
Focou novamente seu olhar no dele quando ouviu que ele realmente disse que a amava, sem poder esconder muito bem a sua surpresa. Narcissa realmente não esperava que ele fosse dizer aquilo, estava apenas brincando quando pedira que ele dissesse. Sentira suas bochechas queimarem e mesmo com a surpresa Narcissa sorriu, mas havia uma mistura de felicidade e medo. Arrependera-se amargamente por ter pedido aquilo, agora realmente não tinha como fingir que não existia algo a mais. Aquelas palavras, aquele momento, ficariam em sua mente para sempre. Ele não podia amá-la, assim como ela não podia amá-lo. Levou uma de suas mãos para o rosto de Sonny acariciando-o enquanto sua mente tentava acalmar seu corpo, principalmente suas mãos- que ameaçavam tremer. — Eu também te amo— disse com a voz fraca, tentando não focar por muito tempo nos olhos dele, estaria perdida se o fizesse— Mais do que eu poderia descrever... Você matou o meu ego e por isso não vai se livrar tão facilmente de mim— dera uma risada sem humor, inclinando sua cabeça levemente para baixo— Mas não podemos… — não conseguiu terminar a frase, havia muitas coisas que poderiam ser ditas, como o fato de que não poderiam ficar juntos e não podiam sentir isso um pelo o outro. Levantou sua cabeça novamente e ergueu-se um pouco, colocando os braços em torno da nuca de Sonny e encostando sua testa na dele. Estava começando a vacilar, não sabia se poderia ter um ataque de raiva e jogar tudo no chão enquanto as lagrimas desciam livremente ou apenas se trancaria totalmente, fria e dura como gelo, sem fazer absolutamente nada. Mesmo acreditando no amor acima de tudo e todos Narcissa também era sensata, sabia perfeitamente que as coisas não eram fáceis. — Até lá, fique comigo— começara a se perguntar quando esses sentimentos pelo grifino se tornaram mais fortes, tão fortes que a fazia questionar o que poderia fazer por ele. Também não sabia desde quando ele gostava realmente dela, afinal ela sempre imaginava que ele estava brincando quando dizia algumas coisas para ela. Ou talvez ela soubesse, mas preferiu ignorar para o seu próprio bem. Metade de tudo que fizera fora pensando em si, passando por cima dos sentimentos alheios para que estivesse sempre no topo. Era algo que precisava trabalhar para mudar.
Não queria que esses pensamentos estragassem a noite, que seus medos se tornassem evidentes, já estava acostumada a lidar com seus problemas sozinha e é assim que precisava ser. Apesar das inúmeras vezes que dissera a si mesma que deixaria certos pensamentos para depois era impossível ignorá-los. Parecia que a escuridão que a cercava não deixava nem um único segundo. Noiva de um, mas apaixonada por outro. Completou o pensamento anterior de que seu coração deveria ser de outro ao lembrar do Malfoy, era ele que Narcissa deveria amar. E por um tempo achou que realmente o amava, mas amor não era algo que poderia ser retirado tão facilmente, ao mesmo tempo em que era bom- o rejuvenesce, fazendo-o pensar que é único e especial- também era uma maldição- o deixa fraco, dependente e quebrado. Não achava que estava quebrada por ter “substituído” Lucius por Sonny, mas seu coração apertava só de pensar em trocar Sonny por Lucius. Libertou um de seus braços, procurando uma mão livre de Sonny e ao encontrá-la pegou-a sem ter consciência do que estava realmente fazendo, e levou-a até seu peito, onde seu coração batia compulsivamente. — Pode senti-lo?— mesmo que a localização da mão dele estivesse um pouco acima de seu seio, a chama que havia anteriormente começou a crescer, percebendo que voltara a morder o lábio, parando assim tivera consciência do que fazia e do quanto poderia piorar o machucado. De repente Narcissa começou a focar nos lábios dele, controlando-se ao máximo para não beijá-lo, sem saber exatamente porque estava se controlando tanto. Talvez porque ela sabia que acabaria machucada naquela história. — É seu— depois de ter percebido o que falou, Narcissa riu por causa do grande clichê em sua frase. Parecia criança boba, inocente e romântica. Coisa que nunca fora. As pessoas que gostou em sua infância eram frias demais para inspirar o sentimento de romantismo que tinha, eles eram o reflexo do que Narcissa era. Queria pedir para que ele não a deixasse, que se ele lutasse ela também lutaria, dizer que não queria viver uma vida em que ele não estivesse nela, mas segurou todo esse desespero, mantendo a sua falsa expressão calma. Seria demais para ela tal coisa.

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DESENVOLVIMENTO: SEU PERSONAGEM EM 10 CAMADAS
I really want to see the day, i’m withstanding the pain each day. “I love you” is playing on my lips, alone once again, crying for you, alone once again, missing for you. Baby, I love you, I’m waiting for you.