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Não tem nada que eu faria mais rápido.
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⁂

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sirius parabéns vc está no top 5 bombados de sun city mostrando que sim vc está em cima em alguma coisa!!! alem disso é sempre importante lembrar que caso vc queira vc também pode estar em cima da ken agorinha!
Inclusive com o braço maior que do Joe Jonas.
Como é?
sirius é simples if i could find you now things would be better we can leave this town and run forever
I'm literally so close.
ontem teve show dos jonas brothers né... sabe se a kenny foi? soube que o joe tá com um braço maior que o seu
Não sei...
vc acha que o di ferrero conhece vc? ou que conhece a ken e por isso articulou cantar até que durou/misery business?
Acho não.

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hard pill to swallow (we’re going low, low, low) | sirius & nate
@natebucky
Sirius não diria que os dias na casa de sua mãe estavam sendo mais fáceis, mas a simples e constante presença dela já o ajudava muito. Akiko tinha seus próprios métodos de fazer o filho sair de seu estado depressivo também, não deixava que ele ficasse muito tempo parado, assim não tinha muito tempo para entrar em espiral. Era por causa de uma dessas tentativas de sua mãe que Sirius saía da biblioteca da cidade após devolver um livro que ela tinha pegado emprestado quando esbarrou com alguém que entrava no local. “Of fucking course,” olhou para o homem a sua frente e riu sem humor algum quando percebeu quem era. É claro que Sirius encontraria Nathaniel quando estava vivendo os piores dias de sua vida, claro que sim.
Nate sentia que depois de muito tempo, vivia um bom período em sua vida. Seu joelho havia se recuperado graças a fisioterapia, a cada jogo ganhava mais minutos conforme seu rendimento voltava a crescer. Tudo estava bem, e como a cereja do bolo, estava se aproximando cada vez mais de January. Ia à biblioteca regularmente, tanto para buscar Cecília quanto para ver Jan. Estava distraído em seus pensamentos quando sentiu o encontrão ao corpo, demorando para entender quem era. "My bad, man." Disse simplesmente, antes de virar as costas e seguir seu caminho.
Sirius não tinha o costume de pensar muito em Nate, não como quando ele e Kennedy estavam juntos. Contudo, nas últimas semanas sua mente se lembrava dele constantemente. Pensava em como Ken ficou anos ao lado dele e não conseguiu ficar meses ao seu lado e agora, olhando para ele, seu peito se apertava em pensar de que talvez ela queria e merecia alguém como ele. “Yeah, like many things you do.” Sabia que não tinha nada a ver dar continuidade àquele encontro, mas sentia seus pés grudados ao chão, incapaz de se mover.
Era estranho ver pessoalmente uma pessoa a qual só tinha ouvido falar, e todas as vezes em tons cinzas que se assimilavam ao luto. Nate não poderia se dizer que era totalmente indiferente a Sirius, sabendo do mal que o outro havia causado a Kennedy por tanto tempo. Agora, tanto tempo separados, Sirius só era um mero personagem em uma história alheia que não lhe interessava mais. “What the fuck do you talk about?” Questionou sem entender, até pensando se de fato era consigo que o outro estava falando.
“You know exactly what I am talking about.” A verdade é que estava falando de muita coisa ao mesmo tempo, deixando que diversas mágoas tomassem a superfície. “And who I’m talking about.” O peito de Sirius se apertou ao pensar em Ken, queria tanto saber o que ela estava fazendo, sentindo e pensando. Principalmente queria estar ao lado dela, queria ter estado ao lado dela durante todo o tempo. Nate não merecia os anos que tivera com Kenny, não merecia nenhum pouco.
hard pill to swallow (we’re going low, low, low) | sirius & nate
@natebucky
Sirius não diria que os dias na casa de sua mãe estavam sendo mais fáceis, mas a simples e constante presença dela já o ajudava muito. Akiko tinha seus próprios métodos de fazer o filho sair de seu estado depressivo também, não deixava que ele ficasse muito tempo parado, assim não tinha muito tempo para entrar em espiral. Era por causa de uma dessas tentativas de sua mãe que Sirius saía da biblioteca da cidade após devolver um livro que ela tinha pegado emprestado quando esbarrou com alguém que entrava no local. “Of fucking course,” olhou para o homem a sua frente e riu sem humor algum quando percebeu quem era. É claro que Sirius encontraria Nathaniel quando estava vivendo os piores dias de sua vida, claro que sim.
Nate sentia que depois de muito tempo, vivia um bom período em sua vida. Seu joelho havia se recuperado graças a fisioterapia, a cada jogo ganhava mais minutos conforme seu rendimento voltava a crescer. Tudo estava bem, e como a cereja do bolo, estava se aproximando cada vez mais de January. Ia à biblioteca regularmente, tanto para buscar Cecília quanto para ver Jan. Estava distraído em seus pensamentos quando sentiu o encontrão ao corpo, demorando para entender quem era. "My bad, man." Disse simplesmente, antes de virar as costas e seguir seu caminho.
Sirius não tinha o costume de pensar muito em Nate, não como quando ele e Kennedy estavam juntos. Contudo, nas últimas semanas sua mente se lembrava dele constantemente. Pensava em como Ken ficou anos ao lado dele e não conseguiu ficar meses ao seu lado e agora, olhando para ele, seu peito se apertava em pensar de que talvez ela queria e merecia alguém como ele. “Yeah, like many things you do.” Sabia que não tinha nada a ver dar continuidade àquele encontro, mas sentia seus pés grudados ao chão, incapaz de se mover.
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@natebucky
Sirius não diria que os dias na casa de sua mãe estavam sendo mais fáceis, mas a simples e constante presença dela já o ajudava muito. Akiko tinha seus próprios métodos de fazer o filho sair de seu estado depressivo também, não deixava que ele ficasse muito tempo parado, assim não tinha muito tempo para entrar em espiral. Era por causa de uma dessas tentativas de sua mãe que Sirius saía da biblioteca da cidade após devolver um livro que ela tinha pegado emprestado quando esbarrou com alguém que entrava no local. “Of fucking course,” olhou para o homem a sua frente e riu sem humor algum quando percebeu quem era. É claro que Sirius encontraria Nathaniel quando estava vivendo os piores dias de sua vida, claro que sim.
told you I'll be here forever; marotos
@mrsiriusss @mrsremusss
A viagem de carro até a praia mais afastada de sun city achava sido silenciosa. Pela primeira vez James não havia ligado o rádio do carro, deixado só o som do mar quebrando e de pessoas vivendo ser o som ambiente do carro. Não sabia qual era o santo que havia intercedido para que os dois melhores amigos deprimidos concordassem em ir com James, mas agradeceria depois. Já sentado na areia ao lado dos amigos, observando Prince brincar na areia, James suspirou. "Alguém quer falar alguma coisa?" Ofereceu. Estavam sendo dias difíceis pós viagem e James precisava ser o suporte dos dois. Não sabia como, mas sabia que seria o melhor que pudesse.
Remus encarava o mar cinzento, sem ter muito o que oferecer. Sempre tinha achado engraçado como o tom do mar acompanhava o tom do céu, quase como Remus e Sirius sempre acompanhavam James e vice versa. O vento gélido soprava seus fios castanhos e ele deixou que a sensação tomasse conta de ti - qualquer coisa era melhor do que nada. Um latido de Prince chamou sua atenção e com um pequeno sorriso Remus jogou longe uma das milhares de bolas de tênis que James tinha trazido. "Eu acho," disse devagar, observando o desengonçado golden retriever correr atrás de seu brinquedo. "Que já está naquela época do ano de vacinar o Prince, não?"
Nos últimos dias, Sirius precisava se esforçar muito para fazer qualquer mínima ação. Sair de sua cama, colocar a comida de Prince, as vezes até falar. Lembrava apenas de ter assentido quando James falou que queria ir na praia, sabendo que não fazia sentido porque estava frio demais para que conseguissem entrar na água, mas não questionou, não disse nada. Agora olhava para a areia ao seu lado, segurando um punhado em sua mão e deixando que os grãos escapassem por entre seus dedos. “Uhum.”
O vento fazia a cena parecer muito "móvel" do que realmente era. Os últimos dias pareciam tão parados e monotomos que James tinha a impressão que vivia em looping a mágoa dos amigos. Mágoa talvez fosse um termo muito sútil para o que os dois amigos estavam vivendo. "Vocês acham que existe mais peixe ou inseto no mundo?"
A pergunta de James nem mesmo chocou Remus. Conseguia sentir um pouco o nervosismo do amigo, como se ele estivesse se segurando muito pra não coçar uma ferida por saber que demoraria mais a cicatrizar. James não conseguia ver ninguém triste, ainda mais se fosse Remus ou Sirius. Pior se fosse os dois. Remus se sentia mal, de certa forma, em deixar o melhor amigo naquela situação. E tentava se esforçar, ainda mais sabendo que Sirius parecia cada dia pior. Mas era difícil e seu coração se apertava. Por Laura, que sabia ter magoado. Por James, que tinha o maior coração do mundo e sofria em ver os amigos tristes. Por Sirius, que tinha o coração sofrido e tão machucado que não era justo. "Insetos," respondeu por fim, olhando na direção de James e lhe oferecendo um pequeno sorriso. Podia começar assim: tentando.
Sirius desejou que a areia estivesse quente, que queimasse seus dedos e deixasse a pele vermelha, seria uma distração da dor enorme que sentia no meio de seu peito. Mal estava ali, mas tentava fazer um esforço por James e por Remus, seus melhores amigos de toda uma vida. “Eu queria ser um daqueles insetos que morrem em 24 horas,” soltou a areia por fim, deitando-se sobre ela e respirou fundo. Ultimamente se sentia muito cansado.
James se questionava porque a vida não poderia ser mais simples. Ele estava vivendo um bom momento em sua vida amorosa, e se sentia um pouco menos perdido nesse assunto, então porque a vida não poderia ser mais gentil com seus amigos e deixa-los viver da mesma forma?! Em alguns momentos achava que poderia sair dançando pela casa de tanta alegria, mas não lhe parecia justo estar vivendo algo bom enquanto seus amigos não. "É, também acho." Ponderou. "Pensa que se você fosse um peixe, poderia ser tipo a Dory com perda de memória recente. Ou... Você poderia ser o Nemo, tentar de novo e pá... Continue a nadar."
Remus olhou pro céu novamente, se perguntando quando aquele frio terrível terminaria. Não só na cidade, mas nele também. Entendia que o tempo curava as coisas, mas se perguntava quanto tempo levaria dessa vez. "Não sei se ser um peixe é tão bacana assim," ponderou, sorrindo um pouco com a referência cinematográfica do melhor amigo. "Se eu pudesse escolher ser algum animal acho que gostaria de voar. Mas não tipo um inseto, mas sim uma ave. Quem sabe uma ave marinha, um albatroz talvez."
Sirius olhou de soslaio para James e sentiu o canto de sua boca se erguer por breves segundos antes do peso que agora vivia constantemente em seu peito o puxar para baixo. “De todos os bichos um albatroz? Ninguém nem sabe o que é um albatroz.” Não tinha certeza nem se ele próprio sabia o que era um. “O James seria um golden retriever igual o Prince.” Se forçou a continuar a conversa.
"Cansado de inventar bandas, agora Remus Lupin inventa animais." Anunciou de forma calma, com uma certeza que apenas James Potter tinha ao afirmar qualquer argumento que se formava em seus pensamentos. "Seria uma honra ser igual ao Prince." Deu os ombros, jogando a bolinha para o animal. "Você seria um gato. Infelizmente não existem gatos verdes, mas você seria um gato preto. Acho meio sexy, mano." Fez carinho no cachorro que trouxe a bolinha aos seus pés mais uma vez. "Mas sabem o que é mais sexy ainda? Viver o luto da perda e pensar em como ir atrás, se for algo que querem." Olhou para os amigos. "Gostaram da frase de efeito? Vi no tik tok."
"Cara, ninguém tem culpa se vocês não conhecem as coisas," repondeu tranquilo, observando Prince brincar feliz com James. Daria tudo pra quem sabe ser algo como um cachorro e poder ter a vida fácil. Gatos pretos também tendiam a sofrer mais do que seus pares, mas Remus não disse isso, somente concordou com o melhor amigo. "Claro que sim," respondeu sobre a frase do amigo ter saído de uma rede social.
“Você conhece coisa demais. Não é a ignorância que é uma benção?” Disse como se fosse um insulto. De verdade, Sirius queria saber cada vez menos de tudo, queria esquecer o que acontecia consigo logo em seguida, queria não ser nada. “Acho que não tenho força pra fazer nenhum dos dois.” Encarou o céu cinza sentindo o peso dele sobre seu peito e ficou em silêncio por um tempo. De novo, queria só que tudo parasse de ser. “Tô querendo ficar uns dias na casa da minha mãe.” Disse, por fim.
sirius vc considera um ataque pessoal a você o fato do di ferrero ter cantado em seu último show o famoso mashup "até que durou/misery business" ?
Com certeza.

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all of my life where have you been? i wonder if i'll ever see you again and if that day comes i know we could win
I thought we could win, now I'm not so sure anymore.
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A viagem de carro até a praia mais afastada de sun city achava sido silenciosa. Pela primeira vez James não havia ligado o rádio do carro, deixado só o som do mar quebrando e de pessoas vivendo ser o som ambiente do carro. Não sabia qual era o santo que havia intercedido para que os dois melhores amigos deprimidos concordassem em ir com James, mas agradeceria depois. Já sentado na areia ao lado dos amigos, observando Prince brincar na areia, James suspirou. "Alguém quer falar alguma coisa?" Ofereceu. Estavam sendo dias difíceis pós viagem e James precisava ser o suporte dos dois. Não sabia como, mas sabia que seria o melhor que pudesse.
Remus encarava o mar cinzento, sem ter muito o que oferecer. Sempre tinha achado engraçado como o tom do mar acompanhava o tom do céu, quase como Remus e Sirius sempre acompanhavam James e vice versa. O vento gélido soprava seus fios castanhos e ele deixou que a sensação tomasse conta de ti - qualquer coisa era melhor do que nada. Um latido de Prince chamou sua atenção e com um pequeno sorriso Remus jogou longe uma das milhares de bolas de tênis que James tinha trazido. "Eu acho," disse devagar, observando o desengonçado golden retriever correr atrás de seu brinquedo. "Que já está naquela época do ano de vacinar o Prince, não?"
Nos últimos dias, Sirius precisava se esforçar muito para fazer qualquer mínima ação. Sair de sua cama, colocar a comida de Prince, as vezes até falar. Lembrava apenas de ter assentido quando James falou que queria ir na praia, sabendo que não fazia sentido porque estava frio demais para que conseguissem entrar na água, mas não questionou, não disse nada. Agora olhava para a areia ao seu lado, segurando um punhado em sua mão e deixando que os grãos escapassem por entre seus dedos. “Uhum.”
O vento fazia a cena parecer muito "móvel" do que realmente era. Os últimos dias pareciam tão parados e monotomos que James tinha a impressão que vivia em looping a mágoa dos amigos. Mágoa talvez fosse um termo muito sútil para o que os dois amigos estavam vivendo. "Vocês acham que existe mais peixe ou inseto no mundo?"
A pergunta de James nem mesmo chocou Remus. Conseguia sentir um pouco o nervosismo do amigo, como se ele estivesse se segurando muito pra não coçar uma ferida por saber que demoraria mais a cicatrizar. James não conseguia ver ninguém triste, ainda mais se fosse Remus ou Sirius. Pior se fosse os dois. Remus se sentia mal, de certa forma, em deixar o melhor amigo naquela situação. E tentava se esforçar, ainda mais sabendo que Sirius parecia cada dia pior. Mas era difícil e seu coração se apertava. Por Laura, que sabia ter magoado. Por James, que tinha o maior coração do mundo e sofria em ver os amigos tristes. Por Sirius, que tinha o coração sofrido e tão machucado que não era justo. "Insetos," respondeu por fim, olhando na direção de James e lhe oferecendo um pequeno sorriso. Podia começar assim: tentando.
Sirius desejou que a areia estivesse quente, que queimasse seus dedos e deixasse a pele vermelha, seria uma distração da dor enorme que sentia no meio de seu peito. Mal estava ali, mas tentava fazer um esforço por James e por Remus, seus melhores amigos de toda uma vida. “Eu queria ser um daqueles insetos que morrem em 24 horas,” soltou a areia por fim, deitando-se sobre ela e respirou fundo. Ultimamente se sentia muito cansado.
James se questionava porque a vida não poderia ser mais simples. Ele estava vivendo um bom momento em sua vida amorosa, e se sentia um pouco menos perdido nesse assunto, então porque a vida não poderia ser mais gentil com seus amigos e deixa-los viver da mesma forma?! Em alguns momentos achava que poderia sair dançando pela casa de tanta alegria, mas não lhe parecia justo estar vivendo algo bom enquanto seus amigos não. "É, também acho." Ponderou. "Pensa que se você fosse um peixe, poderia ser tipo a Dory com perda de memória recente. Ou... Você poderia ser o Nemo, tentar de novo e pá... Continue a nadar."
Remus olhou pro céu novamente, se perguntando quando aquele frio terrível terminaria. Não só na cidade, mas nele também. Entendia que o tempo curava as coisas, mas se perguntava quanto tempo levaria dessa vez. "Não sei se ser um peixe é tão bacana assim," ponderou, sorrindo um pouco com a referência cinematográfica do melhor amigo. "Se eu pudesse escolher ser algum animal acho que gostaria de voar. Mas não tipo um inseto, mas sim uma ave. Quem sabe uma ave marinha, um albatroz talvez."
Sirius olhou de soslaio para James e sentiu o canto de sua boca se erguer por breves segundos antes do peso que agora vivia constantemente em seu peito o puxar para baixo. “De todos os bichos um albatroz? Ninguém nem sabe o que é um albatroz.” Não tinha certeza nem se ele próprio sabia o que era um. “O James seria um golden retriever igual o Prince.” Se forçou a continuar a conversa.
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A viagem de carro até a praia mais afastada de sun city achava sido silenciosa. Pela primeira vez James não havia ligado o rádio do carro, deixado só o som do mar quebrando e de pessoas vivendo ser o som ambiente do carro. Não sabia qual era o santo que havia intercedido para que os dois melhores amigos deprimidos concordassem em ir com James, mas agradeceria depois. Já sentado na areia ao lado dos amigos, observando Prince brincar na areia, James suspirou. "Alguém quer falar alguma coisa?" Ofereceu. Estavam sendo dias difíceis pós viagem e James precisava ser o suporte dos dois. Não sabia como, mas sabia que seria o melhor que pudesse.
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A pergunta de James nem mesmo chocou Remus. Conseguia sentir um pouco o nervosismo do amigo, como se ele estivesse se segurando muito pra não coçar uma ferida por saber que demoraria mais a cicatrizar. James não conseguia ver ninguém triste, ainda mais se fosse Remus ou Sirius. Pior se fosse os dois. Remus se sentia mal, de certa forma, em deixar o melhor amigo naquela situação. E tentava se esforçar, ainda mais sabendo que Sirius parecia cada dia pior. Mas era difícil e seu coração se apertava. Por Laura, que sabia ter magoado. Por James, que tinha o maior coração do mundo e sofria em ver os amigos tristes. Por Sirius, que tinha o coração sofrido e tão machucado que não era justo. "Insetos," respondeu por fim, olhando na direção de James e lhe oferecendo um pequeno sorriso. Podia começar assim: tentando.
Sirius desejou que a areia estivesse quente, que queimasse seus dedos e deixasse a pele vermelha, seria uma distração da dor enorme que sentia no meio de seu peito. Mal estava ali, mas tentava fazer um esforço por James e por Remus, seus melhores amigos de toda uma vida. “Eu queria ser um daqueles insetos que morrem em 24 horas,” soltou a areia por fim, deitando-se sobre ela e respirou fundo. Ultimamente se sentia muito cansado.
fake dating do remy: qual sua sincera opinião?
Acabei de ficar sabendo e nem entendi direito ainda para ser sincero. Nem vou dizer que isso é coisa da juventude de hoje em dia porque meu amigo James viveu o tal do fake dating, aliás, acho que é isso que eu penso não sei até que parte o fake dating acaba sendo fake. Em breve acho que terei uma nora.
depois de todos esses anos qual sua memoria favorita com a ken? e com o remus e o james? e com a tomika? e com seus filhos? vc tem um sobrinho ou sobrinha favorita? o que vc acha da relação remy e mike? vc acha que a jamie teria coragem de namorar a olivia (filha do icarus) e vc acha que sobreviveria a isso?
Minha memória favorita com a Kenny é da manhã seguinte do dia em que começamos a morar juntos, acordar e ver o cabelo dela esparrado pela cama, me dar conta de que ela estava mesmo ali e iria continuar foi a melhor coisa que já me aconteceu. Com o Remus e James deve ser a primeira vez que a gente saiu só nós três depois que nenhum de nós morava junto mais, a gente se olhou e sabia que estava todo mundo bem finalmente. A Tomika foi quando saí da casa da minha mãe e não precisava ver ele todo dia mais. Falando sério, quando ela foi morar com a Giulia a gente conversou um pouco sobre como era difícil deixar nossa mãe e ficamos lembrando de vários momentos que passamos em casa.
Já falei que dos meus sobrinhos dependo deles, no momento pode ser o Mike. Ele e o Remy são iguais, né? Um a sombra do outro, fico feliz que eles são tão próximos. A Jamie é e sempre foi muito corajosa, mas não sei se ela faria isso não e se eu sobreviveria? Prefiro não pensar sobre.

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no fim tudo da certo vc casou com a linda tiveram lindinhos e tem uma família perfeita! seria uma pena se um dos lindinhos se envolvesse uma certa filha de um certo alguém...
Nem começa que agora que eu sou pai meu estômago ficou pior.
entre remy e a jamie qual vc acha que desenrola mais no papo e tem chance de trazer um agregado pra família na próxima confraternização?
Eu confio muito no meu filhão, juro para você, mas vou apostar na Jamie.